"Kaizoku wo ni ore wa Naru!" Monkey D. Luffy

Olá caros leitores! Finalmente começamos a falar sobre a temporada de animes que estreiam no Inverno (no Japão) deste ano. Mudando um pouco o padrão, esta postagem em vez de ter um grande texto sobre cada anime se tornou uma série de áudio postagens semanais que devem durar de 3 a 4 semanas  com uma média de 5 séries comentadas por edição. Nesta primeira gravação, que teve como participantes Eu e o Angel of Death, falamos dos Animes Ano Natsu de Matteru,  Inu x Boku SS, Kill Me Baby, High School DxD e Nisemonogatari. Apresentamos as sinopses de cada série, falamos um pouco de quem está por trás de cada anime e expressamos nossas opiniões. O áudio tem pouco mais de 35 minutos e flui de forma bem dinâmica. Espero que gostem.

Para baixar clique aqui.

Abaixo um resumo dos resultados a que chegamos sobre cada anime, baseado no que vimos até então, lembrando que nossas opiniões detalhadas estão no áudio acima. Por fim a indicação de postagens de nossos parceiros.

Ano Natsu de Matteru

  Primeiras impressões

Junior - Anime muito bom

Angel of Death – Anime muito bom

Inu x Boku SS

  Primeiras impressões

Junior - Anime muito bom

Angel of Death – Anime bom

Kill me Baby

  Primeiras impressões

Junior –  Anime mediano

Angel of Death –  Anime muito ruim

High School DxD

   Primeiras impressões

Junior –  Anime ruim

Angel of Death –  Anime ruim

Nisemonogatari

 Primeiras impressões

Junior –  Anime ruim

Angel of Death –  Anime bom

Postagem de parceiros

Sobre Ano Natsu de Matteru

Primeiras impressões - Ano Natsu de Matteru (Blog Wakai Hesei)

Primeiras impressões - Ano Natsu de Matteru (Blog Gyabbo!)

Sobre Inu x Boku SS

Primeiras impressões – Inu x Boku SS (Blog Wakai Hesei)

Primeiras impressões – Inu x Boku SS (Blog Special Days)

Sobre Kill Me Baby

Primeiras impressões – Kill Me Baby (Blog Wakai Hesei)

Primeiras impressões – Kill Me Baby (Blog Gyabbo!)

Kill Me Baby – Episódio 1 (Blog Otapops!)

Sobre High School DxD

Primeiras impressões -High School DxD (Blog Wakai Hesei)

Sobre Nisemonogatari

Primeiras impressões -Nisemonogatari (Blog Wakai Hesei)

Sobre várias séries

Primeiras impressões da temporada de anime de  inverno 2012 (Blog Across the Starlight)

Yo! Mais uma semana, mais um Yopinando Shinbun e nesta nossa 19ª edição, eu e meu amigo Angel of Death comentamos sobre a censura na Tailândia, como filmes de animação japonesa são bons, porque Bollywood é uma indústria musicalmente, digo, mundialmente famosa, a retirada da nossa Tropa no oscar, fim do mundo, heróis desesperados e guerra online. E entoando nossa bandeira contra a SOPA de letrinhas que a indústria de mídias visuais norte americana quer que tomemos é que lhes trago mais este podcast.

Comentem no post, mandem e-mail para blogyopinando@gmail.com, sigam o twitter @Yopinando e nossos twitters pessoais o @JuniorKyon e o @AngelofDeathMD e se divirtam como nunca enquanto podem, porque um dia o mundo acaba, só torcemos para que demore muito mais que só 9 meses para isto.

Antes de mais nada, queria desde já parabenizar o CAST! MANGÁ pelo primeiro ano de existência que estará completo nesta semana.

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Notícias de Animação:

Notícias de Filmes:

Outras notícias:

Trailers:

  • O Príncipe do deserto
  • Residente Evil 5

Estréias:

Extras:

"Troque o volume 1 de uma mangá por uma revista da DC comics!!" What?

Olá caros leitores do Anime Portfolio!!! Estou de volta nesta quinta-feira com a coluna semanal: “A resposta é 42″  para tratar de um tema polêmico, mas antes de falarmos sobre este, preciso explicar um pouco do que me motivou a discernir sobre o assunto e a imagem ao lado é a grande culpada, ou melhor, grande motivadora deste texto.

O cartaz ao lado é uma estilização feita sobre a capa do volume 5 da Liga da Justiça pós reboot da DC. O mesmo apresenta uma espécie de evento promovido pela loja “A Comic Shop” que fica na Flórida e com apoio da DC comics, que segundo a mídia, está arcando com 75% dos custos do evento (leia mais aqui). O evento pede para que os americanos comprem mais Comics, e se utiliza da  figura do ROBAMA (Robot + Obama), que é uma referência a imagem do Cyborg presente e ao presidente Obama. Até aí tudo bem, mas o interessante é o texto estilizado presente no retângulo vermelho que diz: “Trade ANY Manga volume 1, GET ANY DC NEW 52 #1 FREE”. Em português a frase significa algo como: “Troque qualquer volume 1 de Manga, por um volume das 52 novas revistas da DC”. No caso as “52 novas revistas da DC” se referem  as edições pós o reboot das franquias da DC ocorrido no segundo semestre do ano passado.

Resumindo, o cartaz promove uma troca de mangás por comics. Obviamente é importante destacar que não há nem uma apologia direta da loja, nem mesmo da DC  contra a venda de mangás nos Estados Unidos e a própria DC e o dono da loja que promove o evento tentaram se explicar dizendo que não são contra mangás. O Dono da loja até mesmo  já evidenciou que ocorreram eventos de mangás em sua loja e que não é contra a mídia e a DC no passado já chegou a publicar mangás pelo selo CMX, além de que alguns de seus personagens já chegaram até  mesmo a possuir animações japonesas utilizando sua figura. É o caso das animações “Batman: Gotham Knight” (Um apanhado de contos do morcego, coordenadas por diferentes artistas ao estilo Animatrix).

Deixando de lado a notícia e indo direto ao tema, hoje falarei sobre a relação entre…

…Mangá e Comics

Essa luta é pior que a luta entre dois Cavaleiros de Ouro

Não é de hoje que uma pseudo rixa entre mangás e comics ocidentais, principalmente os de super-heróis, é discutida. Muito se fala sobre o como os mangás  estão tomando o lugar destes comics, mas é importante destacar que o processo inverso é bem anterior a este. Muitos autores de mangá disseram ser inspirados por quadrinhos americanos, como pro exemplo,  Osamu Tezuka (Astro Boy, Black Jack e Hi no Tori) e mais recentemente, Nobuhiro Watsuki (Rurouni Kenshin e Busou Renkin). Em contra-partida alguns autores  de quadrinhos ocidentais como Bryan Lee O’Malley (Scott Pilgrim) e Frank Miller (Ronin, Batman The Dark Kinght, 300) também sofreram influências diretas de quadrinhos japoneses. Então existe realmente uma rixa entre Mangás e Comics?

Eu poderia dizer que “NÃO” e acabar por aqui este texto, mas infelizmente a resposta que talvez esteja mais correta seria “”Para alguns SIM”. É impossível ignorar que muitos fãs de ambas as mídias chegam sim a menosprezar a outra e utilizam de argumentos, que podem ser desde “Mangá é coisa de Bicha” a  ”Que coisa feia… Até as mulheres dessas HQ’s parecem com Schwarzenegger na época do Conan”. Claro que se pensarmos também no mercado editorial há uma disputa, mas tudo indica que é muito mais uma disputa entre Editoras pelo mercado, algo tipo DC x Marvel x Kodansha x Shueisha, do que Comic x Mangá.

Em geral os autores ocidentais e japoneses de quadrinhos não apresentam uma rixa entre suas obras, fato que pode ser evidenciado quando vemos por exemplo um dos magos dos comics americanos a frente  de um quadrinho americano que lembra bastante um mangá, como o já citado Frank Miller em sua apoteótica obra Ronin. Isso se mostra ainda mais visível quando um dos pais dos quadrinhos de heróis publica um mangá, como é o caso do mestre Stan Lee (Homem-Aranha, Demolidor, Quarteto Fantástico) que já publicou o mangá Heroman, que chegou até a ganhar um anime de 26  episódios, e atualmente roteiriza o mangá Karakuri Douji Ultimo.

Heroman de Stan Lee

Aqui no Brasil já tivemos vários casos de quadrinhos que sofreram influência de mangá e também de comics como é o caso da obra Holy Avenger, da Turma da Mônica Jovem e do projeto Lagarto Negro.

Como nem tudo são flores, já falei que alguns leitores de quadrinhos costumam gerar uma rixa entre mangás e comics. Casos de declarações que exemplificam isto são fáceis de se ver na internet e o evento citado no início desta postagem colabora ainda mais para motivar tais retalhações de fãs fervorosos de uma ou outra mídia, mas sabe o que penso disso?

Com o perdão da expressão, que foda-se quem prefere ficar nesta briguinha de que comic ocidental é melhor que mangá e vice-versa. Estas pessoas deveriam fazer como a grande maioria que é fã de quadrinhos e ir atrás de boas obras sejam elas Americanas, Japoneses, Chinesas, Russas, Francesas, Brasileiras, Alemãs, Tailandesas e etc. Tanto um mangá, quanto um comic, quanto uma tirinha de jornal tem seu valor. Essa briga é tão idiota quanto a briga entre quadrinhos e livros sobre qual dos dois é melhor, ou qual dos dois tem mais valor literário. Ambos são bons em seus aspectos e questiono o valor da opinião de qualquer um que prefira defender sua mídia preferida atacando as demais.

Precisamos olhar cada uma das mídias com mais clareza, pois todas tem seus pontos positivos e negativos, todas tem obras fantásticas e outras medíocres. Falar mal de mangás é tão válido quanto falar que as obras de autores como Frank Miller, Stan Lee, O’ Maley  e de outros grandes nomes da indústria ocidental  são ruins. Falar mal de comic é como dizer que as obras de Tezuka, Watsuki, Oda e cia são ruins. Falar mal de livros é tão válido quando falar mal de qualquer outra mídia. Não existe uma mídia melhor ou pior, existem sim grandes obra e obras medíocres, mas isso não tem nada haver com a nacionalidade do autor, ou se o quadrinho tem cor ou não, ou se o livro é descritivo demais ou não, ou se o filme é rápido demais ou não, ou se a música é pop ou não…

Turma da Mônica jovem. Um mangá/comic/quadrinho nacional de sucesso.

Caro leitor, gostaria de pedir que dê sua opinião sobre o assunto e que mantenha seus olhos e mentes abertos para conhecer o máximo que puderem das obras da 9º arte (os quadrinhos)  vindas de todo o mundo. Existem obras tão boas de tantos autores de nacionalidades tão diferentes que não se permitir gostar de mais de um estilo é simplesmente burrice.

Até semana que vem em mais um “A resposta é 42″.

Momo chan e ...

Esta semana vim indicar um anime shoujo baseado em um mangá homônimo de Miwa Ueda lançado incompleto no Brasil (infelizmente). Trata-se da série Peach Girl que tem ao todo 25 episódios e que foi produzida pelo estúdio Comet (Captain Tsubasa J, School Rumble e Sora no Manimani) e dirigida por Hiroshi Ishiodori (Bubblegun Crash! e Jinzou Knochuu Kabutoborg VxV ).

Na série acompanhamos Adachi Momo, uma jovem colegial, que sofre bullying devido a sua pele bronzeada (no Japão garotas assim não são bem vistas por serem confundidas com garotas fáceis e/ou encrenqueiras), que é consequência de sua grande exposição ao sol, já que pertencia ao clube de natação em sua antiga escola. Na verdade Momo costuma ser prejudicada por Kashiwagi Sae, uma garota invejosa que se aproximou de Momo para, supostamente, criar uma amizade.

Momo é apaixonada desde o ginásio por Toujigamori Kazuya, que supostamente, segundo uma ex-amiga de Momo, não gosta de garotas bronzeadas, mas na verdade Toujigamori também nutre sentimentos por Momo, porém é tímido demais para transparecer seu sentimento. Para que Sae não desconfie de sua paixão por Toujigamori, Momo acaba dizendo que gosta do garoto mais popular e mais galinha da escola, Okayasu Kairi. E prontamente Sae tenta dar em cima de Okayasu, mas é rejeitada, em contra partida Okayasu acaba tentando se aproximar de Momo que reage violentamente contra o garoto.

Okayasu foi salvo por Momo de um afogamento e acredita que ela havia feito respiração boca-a-boca com ele e por isso acha que não há problemas em roubar um beijo da jovem, mas o impacto de tal evento é muito forte, pois este é o primeiro beijo da garota, que desejava que este fosse com Toujigamori. Além disso, a cena acaba sendo presenciada por algumas garotas e é descoberto por Sae, que também descobre que Momo gosta de Toujigamori e então…

Peach Girl é o que chamo de shoujo a moda antiga, extremamente voltado para jovens garotas, mas possui personagens tão bacanas e uma trama com tantas reviravoltas que agrada não apenas a garotas, mas a um público amplo de ambos os sexos. A história pode ser de 2005, mas acaba mostrando temas ainda muito atuais para  sociedade japonesa, apesar de bem exagerado em alguns pontos. Momo, Sae, Touji e Okayasu podem ser feitos aos moldes convencionais de personagens de shoujo, mas se tornam personagens únicos a medida que a história segue. Uma animação romântica, interessante e bastante divertida.  Como alguém que viu o anime completo a pouco menos de um mês, garanto que é um história que ainda funciona e que pode agradar a muitos. Por tudo isso Peach Girl é a indicação da semana do Anime Portfolio.

 

Demorou um pouco, pois estive meio cheio essa semanas iniciais, mas finalmente o blog volta esta semana ao normal com as colunas semanais, inclusive na próxima segunda o “Acompanhando a série: One Piece” estará finalmente de volta, mas o principal motivo para esta postagem é divulgar o resultado da enquete e apresentar a nova para a postagem de fevereiro.

38 anos de criatividade.

Perguntamos aos leitores “Sobre qual autor(a) de mangá queria um texto em janeiro no Anime Portfolio?”

E a grande campeã foi a senhorita Hiromu Arakawa, autora do famoso mangá Full Metal Alchemist (Hagane no Renkinjutsushi).

Na última semana do mês de Janeiro será lançado um texto especial falando sobre a autora e obre sua obra que irá compor a nossa seção de Mestres Mangakas.

Antes de finalizar lhes apresento abaixo a nova enquete que irá vigorar até o dia 13 de Fevereiro. Participem com seu voto e nos ajudem a trazer cada vez mais um  melhor conteúdo.

Yo! Caros ouvintes do Yopinando Shinbun! Trago-lhes como prometido a edição nº 18 neste domingo, dia 15 de Janeiro de 2012. A partir desta edição o podcast ganha um plus em sua periodicidade, pois temos um dia fixo. Batalharei para que em todos os domingos, a partir de hoje, esteja disponível um nova e divertidíssima edição do Yopinando Shinbun.Nesta edição a equipe principal, Eu e o Angel of Death, volta a comentar sobre animações e filmes, mas sofre da escassez de notícias deste início de ano, mesmo assim driblando as dificuldades, faz um podcast informativo e divertido.

Espero que curtam mais esta edição e não deixem de comentar e de mandar seu e-mail para blogyopinando@gmail.com e de nos seguir no twitter @Yopinando ou em nossos Twitters  pessoais o @JuniorKyon e o @AngelofDeathMD. Mais uma vez, um abraço a todos e nos vemos no próximo domingo!

Ah! Tenho que agradecer a nosso novo designer de logos do podcast, o meu caro amigo @_Kiri_LJ  lá do CAST! MANGÁ que está para completar 1 ano de existência. Obrigado caro parceiro e muita sorte para nós neste ano.

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Notícias de Animação:

Notícias de Filmes:

Trailers:

  • Kore wa Zumbi Desu ka of the dead
  • Gyo

Estréias:

Comentados:

Yo Caros ouvintes do Yopinando Shinbun! Voltamos como prometido e com novidades, mas para que possam saber terão que conferir o podcast até o final. Nesta Edição o time estava completo, o que deve ocorrer pouco nesse começo de ano. Eu, Angel of Death e o estagiário Davi Martins comentamos algumas notícias da velha e boa sétima arte, o cinema, e da arte que não tem número, mas que ainda assim é muito boa, a animação. Desta vez não falarei nada na postagem sobre a edição para que fiquem todos mais ansiosos para ouvi-la. Confiram até o final e até daqui a….

Não esqueçam de comentar, ou mandar e-mail para blogyopinando@gmail.com. E não esqueçam de nos seguir no Twitter @Yopinando ou nos nossos twitters pessoais o @JuniorKyon, o @AngelofDeathMD e o @davimp Um abraço!

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Notícias de Animação:

Notícias de filmes:

Estréias:

Comentados:

Eles ficam com este globo e nós com os Blu-Rays!

Olá caros visitantes, trago-lhes mais uma edição do YoCast! Um pouco adiantado este mês, mas é porque o podcast tinha um prazo de validade para ser lançado, embora não tenha para ser ouvido. No dia 15 de Janeiro estará sendo realizada a cerimônia de entrega do Golden Globe e como bons cinéfilos tínhamos que falar nossas apostas para tal prêmio. Disso que se trata este podcast que ficou divertido demais e ainda tem uma apostazinha que vocês poderão acompanhar. Quem ganhará os Blu-Rays este ano?

Fiquem com mais este podcast totalmente excelente, coloquem suas apostas aí nos comentários (Vejam a lista dos indicados abaixo, apenas para quem está na página do post), sigam-nos no Twitter @Yopinando e mandem seus feedbacks também para o e-mail blogyopinando@gmail.com . Mês que vem voltamos com mais um YoCast ainda mais excelente e sobre a premiação principal do cinema mundial, o Oscar. Então quem quiser já pode dizer também quem acham que tem chance no Oscar. Até mais!

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Resolvi falar sobre músicas de anime aqui já faz um tempo, mas nunca fui em frente até então… Neste texto não falarei sobre efeitos sonoros, mas apenas sobre o como a música, ao menos para mim, é um elemento essencial para uma animação ( acho a música algo essencial para a vida). Talvez este texto seja meio sentimental, mas é por causa dos sentimentos que as músicas causam que acho elas tão importante. Pensei em fazer um áudio post já que o tema está totalmente atrelado a áudio e vice versa, mas preferi transmitir em palavras e em alguns sons, que poderão escutar ao londo deste texto com os players por ele espalhados, o quão importante acho que é a música para as animações, então para começar abaixo vocês podem escutar a música Free de Yuu Yamada, tema de encerramento do anime Basquash.

Livre! Jogando Basquash!

Uma das primeiras coisas que me chamou atenção quando comecei a ver animes, foi que a abertura deles tinham mais do que pouco segundos, diferente das animação a que estava anteriormente acostumado. Você deve está pensando que para uma criança de 6 anos isso não importava, mas para mim importou muito, pois eu me amarrava em cantar junto a abertura de Cavaleiros dos Zodíaco, e depois de Shurato (era a única coisa que achei maneiro no anime de início) e principalmente a de Yuyu Hakusho. Perdi a conta de quantas vezes cantei a versão brasileira de Hohoemi no Bakudan, ou melhor, quantas vezes cantei Sorriso Contagiante em toda a minha vida.

Com o advento da internet acabei na minha adolescência conhecendo ainda mais títulos daquelas animações nipônicas de que tanto gostava e com eles passei a conhecer mais aberturas e principalmente encerramentos (que muitas vezes eram cortados pelas emissoras de tv) e com isso passei a conhecer histórias muito mais densas e com músicas que me remetiam a muitos sentimentos diferentes daqueles com que me acostumara ao ver shounens e shoujos na tv. Me lembro que  fiquei deslumbrado ao ouvir pela primeira vez Cruel Angels Thesis (Zankoku na Tenshi no Teeze), o tema de abertura do anime Shin Seiki Evangelion, pois não era uma música positiva, negativa, feliz, ou triste, mas algo diferente, sobre a transformação de alguém em uma lenda. Vocês nem imaginam o quanto Fly me to The Moon, um dos meu temas favoritos, era estranho, pois até aquele momento nunca tinha me interessado muito por músicas de romance,  ou melhor, nunca tinha parado para apreciar o instrumental de uma boa música de romance, de uma boa Bossa Nova. Escutem um pouco do instrumental dessa música e entenderão do que falo.

E tudo isso seria apenas a ponta do iceberg, pois nunca pensei que poderia sentir tantos sentimentos apenas ao ouvir uma música, aliás nunca pensei que houvessem músicas que me remetessem tanto a uma animação, mas é impossível escutar trilhas como  Libera Me” From Hell e não lembrar das épicas batalhas de Mecha do anime Tengen Toppa Gurren Lagann, ou escutar Country Road e não lembrar do magnífico Mimi wo Sumaseba do estúdio Ghibli, muito menos escutar Higurashi no Naku Koro Ni e não sentir um pouco de frio subindo a espinha ao se lembrar do anime homônimo.

Séries como Beck, The legend of Black Heaven, Nana, Nodame Cantabile e Detroit Metal City são a prova de como a música pode se tornar tão importante ao ponto de fazerem parte da própria história de um anime. Não apenas os animes acima, que tem a música como parte da temática, mas séries como Honey & Clover, que tem as espetaculares músicas da banda Spitz, por exemplo Hachimitsu, que mais do que qualquer abertura ou encerramento marca esta série, mostram que não são apenas os temas, mas que são todas as músicas que fazem cada anime maravilhoso, ou vocês conseguem imaginar Naruto sem a música Strong and Strike que pode ser escutada abaixo.

Se você leitor é como eu e gosta de One Piece, tenho certeza que se emociona toda vez que lembra da música Bink’s no Sake sendo tocada no piano pelo Brook.

Quantos cantores bons conheceram por causa de temas de anime? Apesar de não gostar de Inuyasha, minha banda preferida, o Do As Infinity, canta vários temas desse anime e Rakuen, tema de um dos filmes desta série, para mim é uma das melhores músicas da banda. O Larc~en~ciel eu conheci por causa de Blurry Eyes, tema de abertura de DNA², a Yui  eu conheci por causa de Life, 5º tema de encerramento de Bleach. Embora seja duro admitir,  o Sambo Master e o Asian Kung Fu Generation eu conheci por causa de Naruto, já o grupo Zone eu conheci por causa de Astro Boy e o Maria por causa de Deltora Quest, o gênio Joe Hisaishi eu conheci por causa de Mononoke Hime e o mestre Hironobu Kageyama por causa de Dragon Ball. Foram tantos artistas, que hoje não podem faltar em minha playlist e conhecidos por causa de temas de anime que só por isso já poderia agradecer a esta mídia, mas ainda hoje tem músicas que combinam tão bem com um anime e que são tão boas que não tem como desvincular um do outro, como é o caso de High High High do Kasarinchu que é tema de encerramento do anime Usagi Drop  e que pode ser escutada abaixo.

Existem casos em que uma música e um vídeo de animação foram feitos um para o outro de tal forma que ver ou ouvir um sem o outro não é a mesma coisa, este é o caso por exemplo de Koko Dake no Hanashi da banda Chatmonchy que é tema de abertura do anime Kuragihime.

Para terminar este texto convido todos a visitarem a lista dos animekês disponíveis até o momento no blog, espero que se divirtam cantando as músicas ali presentes e espero também que coloquem suas músicas preferidas e que lhes marcaram nos comentários deste post.

Até o próximo a resposta é 42!

Olá leitores, leitoras, colunistas e Kyon. Saudo-vos depois de muito tempo ausente. Infelizmente preciso pedir desculpas pela minha ausência no blog, mas como disse eventualmente voltarei a postar por aqui. Pouco a pouco, mas com fôlego revigorado.

Espero que curtam o meu texto. Ele está disponível também em meu blog pessoal: www.otakuvelhaguarda.wordpress.com

Passem lá e comentem os outros textos, por favor. Se quiserem comentar algo extra lá sobre esse mesmo texto fico igualmente agradecido. Lembrem-se é o comentário de vocês que faz com que eu saiba que existem leitores par os meus textos.

Eis o texto em si:

Estava para escrever esse texto faz tempo. Na verdade essa era a minha idéia desde o começo do semestre, mas não consegui arranjar tempo nem espaço para isso. Tanto espaço pessoal  o que se tornou um problema pra mim nesses últimos meses como um espaço motivacional.

Ironicamente as circunstâncias que me levaram a escrever tal texto não são das mais nobres. Talvez, até infantis por não conseguir aceitar como o mundo gira em torno de você e como as coisas mudam. Tal estado de idealidade que é proveniente, dizem alguns de um estado infantil de ego.  Tenho certeza que muitos de vocês devem estar tentando adivinhar sobre o que vou falar. Certamente não é sobre Sakura Card Captors e como o mundo é rosa.

O assunto que vou desenvolver ficou na geladeira tempo demais esperando uma boa oportunidade para sair. Tem haver com Mahou Shoujo. Para quem não sabe Mahou Shoujo é um gênero pelo qual desenhos japoneses (animês, duh) são classificados por se referirem à temática de um grupo de meninas jovens ou jovens adultas, como nas séries mais antigas, que combatiam monstros e forças sobrenaturais malignas. Um modelo clássico tirado de séries Japonesas Live-Action. Essas séries tiveram sua origem devido ao sucesso da série a feiticeira.

Certo, mas o que isso tudo tem haver com as ocorrências do seu dia-a-dia e com o fato de você ter se decepcionado com algo que você presenciou? Não muito em termos diretos e pensando logicamente e com um raciocínio perfeito. Até porque é apenas um delírio meu. Na verdade o que quero dizer é: Madoka é um animê, do meu ponto de vista, pelo menos, que fala sobre as implicações de um contrato. Ele fala sobre sacrífico, mas esse sacrífico nunca é mostrado de forma positiva. Para falar a verdade, a única personagem que tentou fazer seu próprio caminho: Sayaka; acabou morrendo pela própria ilusão de que ela poderia tornar um ideal em algo que pudesse ser levado ao máximo.

O problema é: em Madoka cada esforço lidera as personagens diretamente para uma conclusão ruim em direção ao seu fim. Kyubei explicita isso muito bem em seu discurso quando diz que à partir do momento que você estabelece o seu desejo você sela seu destino. Algo que se refere certamente a fausto e o tema de vender sua alma por um desejo.  O grande problema é que esse desejo, como esperado, trará eventualmente o seu fim. O sacrífico em Madoka,  ouso dizer, é vão assim como qualquer esforço.  Qualquer ação tomada de maneira impetuosa acabará em tragédia, mas mais que isso qualquer atitude tomada com um objetivo nobre acaba em frustração e eventualmente em tragédia.

Alguns exemplos seriam suficientes para isso. Selecionarei dois exemplos que chamam a atenção pela sua força dramática: o caso da personagem Sayaka mencionado acima que deseja algo em prol de outro ser humano e sua sede por justiça. Ilusões que acabam a levando para a sua destruição. A sensação de desespero e impotência diante das possibilidades de ação é algo a se notar. Porque existe um modo como agir para caçar as bruxas, mas esse método não permite salvar vidas, apenas esperar para que a bruxa cresça pela engorda de suas vítimas enquanto ela vai crescendo até despertar totalmente. Obviamente, há algo errado em um método desses considerando que supostamente você protegeria pessoas. O problema é, os objetivos do contratante são díspares do que é proposto inicialmente, mas ao mesmo tempo nenhuma mentira foi contada: luta-se pelo seu próprio desejo e você há de morrer com esse desejo, afinal você pagou por ele com sua vida.

Não aceitando isso Sayaka acredita que poderia lutar por justiça. Sem talento, sem poder e muito impetuosa acaba cavando sua própria cova no processo. Fazendo movimentos imprudentes e tomando decisões ruins que a levam a coletar pouca energia limando as possibilidades de limpar sua Soul Gem. Afinal, Sayaka lutava contra familiares e estes não dão o item o qual as Mahou Shoujo mais precisam para manter as suas Soul Gems limpas: as Grief Seeds.

Essa luta em vão contra todos os fatores, que chega a contradizer o bom senso e beira a imprudência, poderia ser visto como heróica pelo próprio discurso da personagem Sayaka que acredita em seus ideais e mesmo desejando algo para outra pessoa. Ela pretende sacrificar a si mesma em última instância, mas não consegue lidar com o fato de que seu martírio, sua luta fracassada e sem frutos possa ser menosprezada.

O mundo ainda gira de modo independente das vontades e ilusões, ideias e promessas. Todo tipo de fantasia é limado quando no episódio 8 da série após ver seu desejo pelo bem estar de um garoto ter sido em vão: afinal sua amiga que não sacrificou nada para chegar até ele consegue facilmente persuadi-lo a começar algo entre eles. Enquanto isso, Sayaka cujo sacrifício e o desejo revolviam sobre o garoto que teve um acidente que imobilizou suas mãos foi desperdiçado. O garoto abandonou o hospital logo após a recuperação, a tratou mal e nem ao menos disse um obrigado pelos dias que passou com ela e pelo carinho e preocupação. Nenhuma palavra foi emitida.  Eu, particularmente, acredito que todos nós lutamos por algo que é certo, porém,  o desespero e a insistência de Sayaka em um ideal e um padrão de um comportamento idealizado de defensora das pessoas comuns e dos fracos se originou por parte do próprio desespero da mesma.

Eu explico com detalhes isso, embora eu ache que esteja evidente que ela tenha perdido sua razão de existir e para suprimir isso tentou com todas as forças caçar algo pelo qual pudesse se apoiar, mas não conseguindo tentou se sustentar nas histórias de garotas mágicas que havia ouvido falar, dos contos de fada e das histórias de heróis. Infelizmente, por mais que a magia exista em Mahou Shoujo Madoka Mágica, como mesmo disse Sakura Kyoko, a magia é algo para uso pessoal. Ela serve para alcançar aquilo que uma pessoa deseja e não para ajudar os outros. Esse foi o grande erro de Sayaka. Tomar o milagre da magia como algo que pudesse ser transferido para outra pessoa, fazendo o seu desejo que seria a sua única razão para lutar, afinal, ela trocou sua própria alma em prol disso.

Esse arco apresenta um teor dramático bem desenvolvido fazendo com que o desespero seja exposto de maneira a deixar evidente que ela está cega pela sua própria necessidade de enxergar algo no qual ela possa se apoiar. Quando ela descobre que sua luta é algo que jamais será relevante à um nível consciente sua mente fica desconcertada. A última barreira de defesa entre sua sanidade e sua insanidade se dá quando ela escuta a conversa de um homem sobre sua mulher.

Ela que sacrificou tudo por ele, que o ama acha que está fazendo a coisa certa. Ele em contrapartida zomba disso. Algo similar com o próprio caso de Sayaka?! Eu arriscaria um sim nesse caso por ser bem próximo do que ela possa estar sentindo e de sua própria história. Pelo menos em parte. Indignada ela sucumbe e revela-se na série de forma bombástica que as Mahou Shoujo são, infelizmente, bruxas e vice-versa. São apenas estados diferentes de uma mesma natureza e um tipo de energia. Um fim, particularmente, triste, para uma personagem que tentou lutar contra a maré na esperança de se manter sã e sucumbiu á própria imprudência.

Mais irônico é que com isso sua morte, assim como a de Mami é anônima. Luta-se por si mesma e morre-se por si mesma sem mais ninguém que a apoie ou possa entender o porquê ;uma razão para lutar possa ser importante. Essa razão deveria ser o seu desejo, mas como ela abdicou de seu desejo por outra pessoa ela nunca ganhou algo em troca. Sendo assim seu destino foi sucumbir ao desespero. Perdendo sua razão de viver, embora ela não se arrependa de seu próprio desejo: e isso está dito na série eu revogo essa visão parcialmente por saber que nada de frutífero veio de tal desejo e ele foi o estopim para seu fim trágico.

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Espero que tenham gostado e mais uma vez peço encarecidamente que comentem esse post e lembrem-se que tenho meu blog pessoal com Fics e matérias exclusivas. Muito obrigado e até mais.

                                      

Família unida é outra coisa

“Sente-se à farta mesa de um intelectual jantar com a família Ushiromiya, mas não espere assistir ao raiar do dia seguinte!”

Relatando…

Um senhor de idade com no máximo 3 meses de vida pela frente grita desesperadamente diante de um quadro que retrata uma jovem dama loura em um grande e belo vestido clamando para que Beatrice, uma mulher que pode-se supor que seja a do quadro,  apareça e mostre seu sorriso pela última vez, é assim que somos apresentados a Umineko no Naku Koro Ni, uma continuação do conceito de Higurashi no Naku Koro Ni, porém com um novo mistério a ser resolvido. Depois dessa cena 17 membros da poderosa família Ushiromiya chegam à ilha de Rokkenjima, que pertence ao líder da família. O que deveria se passar lá seria uma reunião com o objetivo de discutir os rumos do patrimônio da família. Nesse ano, 1986, especialmente por conta da proximidade da morte do patriarca, Kinzo, eles tinham que decidir sobre a partilha da herança. Porém naquela noite a pequena Maria aparece com uma carta e um quarda-chuva e diz que esses itens lhe foram entregues pela lendária bruxa dourada Beatrice, a carta convida todos a resolverem um sinistro epitáfio para encontrar uma quantidade extrema de ouro escondido na ilha e avisa que todos morrerão se não obtiverem êxito nessa missão. Então começa a elegante e psicodélica batalha para decifrar como isso aconteceu e a situação se torna cada vez mais estranha.

Ouçam o audio post:

Para baixar o áudio basta clicar aqui.

Antes de mais nada é importante deixar claro que falarei dos 2 episódios finais da série nesta postagem e em sumo este modelo de postagem não se preocupa com spoilers, logo é recomendado que assista a série antes de ler o post abaixo.

Relatando…

Finalmente chegamos ao final de Mahou Shoujo Madoka Magica.  Os episódios finais foram exibidos no dia 22 de abril e o último texto, sobre os episódio 9 e 10, publicado em 16 de março. A mais de 7 meses venho adiando este texto, mas é porque foi difícil por em palavras o que pode ter representado estes últimos episódios. Por isso mesmo, re-assisti eles diversas vezes no ano e antes de finalmente fazer este post, re-assisti por completo mais uma vez a série e percebi que mais do que as teorias, foram os fatos que fizeram esta série ser tão especial. Por isso falarei de fatos, mas do que teorias neste texto e peço humildemente que o leia até o final antes de tirar quaisquer conclusões.

Walpurgis chegou!

… o episódio 11

Aquela que viaja no tempo, Akemi Homura. Para mudar o passado, você viaja entre inúmeros mundos paralelos repetindo este mês, até que ele termine como você quer.

Com esta frase, Kyubey começa indagando sua teoria sobre o quão as viagens de Homura acabam tornando cada vez mais forte Madoka. O potencial de uma Mahou Shoujo depende do Karma que carrega, cada vez que Homura viaja no tempo, existe apenas um objetivo, salvar Madoka, tal desejo faz com que os mundos todos se centrem na próxima Madoka, oferecendo a esta um poder resultante das ações executadas no mundo anterior, sendo assim a atual Madoka recebeu tanta energia das viagens passadas de Homura, que resultou na garota com o potencial para ser a maior Mahou Shoujo de todos os tempos e provavelmente o ser vivo mais poderoso do universo, caso decida fazer um contrato com Kyubey.

Excelente trabalho, Homura. Você transformou a Madoka na última bruxa.

Em seguida começa a abertura deste episódio.

Acabou o funeral de Miki Sayaka, desolada Madoka não quer conversar, nem mesmo responde sua mãe quando a mesma indaga se ela sabe algo sobre a morte de Sayaka. E em outro diálogo motivacional com Kyubey, Madoka culpa ele pela morte de Sayaka e Kyoko,  mas o Incubator responde:

Por exemplo… Você sentiria algum arrependimento se fosse gado?

Observação inútil: E ainda tem gente que fala bem desta coisa.

Segundo ele, tudo faz parte de um sistema, o gado convive com as pessoas sendo explorado, em troca sua vida é muito mais fácil do que se vivesse por si próprio. Os incubators e os humanos dividem uma história de muitos milênios desde a época das cavernas. Novas mahou shoujo nascem, destroem bruxas e geram novas bruxas desde muito antes da civilização moderna. Madoka não suporta as imagens da história que foi criada a partir do sangue de inúmeras Mahou Shoujos, ela acredita que tudo é culpa da traição dos incubators, mas Kyubey diz que não houve traição, pois elas trocaram suas vidas por seus desejos, porém Madoka insiste em saber se os incubators não sentiram nada pela morte delas, mas ele diz que se eles sentissem não precisariam da ajuda dos humanos, na sociedade deles apenas pessoas com problemas mentais possuem sentimentos. Segundo ele se não fosse pela ida dos incubators a terra, provavelmente a humanidade ainda estaria vivendo em cavernas.

Na cena que se segue a mãe de Madoka conversa com sua amiga, a professora de Madoka, sobre a morte de Sayaka e a professora revela que outra aluna de um série maior também havia desaparecido (uma referência a Mami) e que não compreendia o que tinha acontecido. A mãe de Madoka acha que a filha sabe de algo e não entende o porquê de ela não dizer nada, mas sua amiga fala que é provavelmente pela fase da vida em que Madoka está, uma fase em que as jovens passam a não depender mais dos pais e com isso a mãe de Madoka se martiriza ainda mais por não conseguir saber pelo que a filha está realmente passando.

Madoka vai ao apartamento de Homura e pergunta se pode entrar. Dentro do local onde Homura está vivendo Madoka pergunta mais sobre o Walpurgis e se a cidade está em perigo. Homura fala que esta é um bruxa tão poderosa que não precisa se esconder dentro de uma dimensão alternativa e que sua influência pode causar milhares de mortes. Madoka então pergunta se Homura pode derrotá-la sozinha e ela responde que pode fazê-lo, não precisa que Madoka vire uma mahou shoujo para ajudá-la, mas Madoka não consegue acreditar, por mais que queira.  Então Homura não se aguenta e começa a falar sobre o que passou por Madoka e que não quer mais ver esta naquele estado, nunca mais. Chega até a abraçá-la mesmo que Madoka não compreenda ainda o sentimento de Homura por ela.

Observação inútil: Sem dúvida é uma das cenas mais emocionantes de todo o anime.

E então chega o Walppurgis, para a maioria das pessoas é um tempestade sem proporções, de forma que elas precisam ir para abrigos, mas para Homura Akemi é a sua maior e pior inimiga, uma inimiga que nunca conseguiu derrotar. Utilizando de suas habilidades de Parar o tempo e de um armamento pesado que faria inveja até a uma superpotência militar, Homura ataca com tudo a bruxa, porém nada parece surtir o efeito desejado, pelo contrário, os contra-ataques desta são muito mais efetivos.

No abrigo, Kyubey explica para Madoka que Homura jamais derrotará o Walpurgis, mas que ela não pode parar de tentar, pois se desistir e cair no desespero, ela própria se tornará uma bruxa de proporções inimagináveis. Finalmente Madoka se decidi e parte para o local onde Homura está, mas antes de sair do abrigo sua mãe a interrompe. Ela não quer deixar sua filha arriscar sua vida, ela pressente que talvez nunca mais veja Madoka, mas Madoka é firme e indaga a mãe com uma frase proferida por esta anteriormente.

Mamãe, você sempre disse que eu era uma boa menina. Disse que não mentia e que não quebrava as regras. Você acredita em mim? Acredita que estou fazendo a coisa certa?

Não faça nenhuma besteira. Não deixe que ninguém te engane. 

Obrigado Mamãe!

E como isso Madoka se dirige ao local onde está Homura, que está próxima de cair no desespero, não compreende porque nunca vence, porque não pode vencer, porque sempre… Madoka chega antes que Homura se entregue por completo e a salva mais uma vez. Ela não poderá mais ficar parada esperando que a Homura a salve…

O texto sobre a análise técnica e o texto completo sobre o último episódio, bem como o material a mais sobre a série você pode ler indo para a página com o texto completo clicando em “Read the rest of this entry »”, caso esteja na parte principal do blog. Se já estiver na página com o texto completo basta continuar a leitura…

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Athena Exclamation, a técnica mais poderosa?

“Nem mesmo o céu nem as estrelas.
Nem mesmo o mar e o infinito.
Não é maior que o amor deles por Athena.
Nem mais bonito.

Eles com certeza tem mais de 8000 de poder de luta. O final de uma história de drama, luta e perseverança.” 

Relatando…

Após vencer Poseidon, os cavaleiros de bronze pensavam que finalmente a paz reinaria na terra e que Athena estaria segura no santuário e assim poderiam seguir por seus caminhos, mas havia chegado a hora de o passado voltar a tona e a lendária batalha de Athena contra Hades recomeçar e por isto mesmo, Athena, temendo a morte dos cavaleiros de bronze nesta terrível batalha, ordena aos cavaleiros do santuário que não deixem de forma alguma que Seiya e os outros se aproximem do local. Em meio a  isto o santuário começa a ser atacado por espectros renascidos por Hades que agora estava livre após 243 anos de selamento. O que os cavaleiros de Athena não esperavam era que os cavaleiros de ouro, mortos na antiga batalha contra Seiya e seus companheiros, voltariam como espectros de Hades e lutariam contra Athena. Máscara da Morte de Câncer e Afrodite de Peixes  surgem com o objetivo de matar Athena, mas são detidos por Mu de Áries e sua parede de cristal, no entanto a mesma é destruída por um outro cavaleiros que surge, Shion, o mestre de Mu e antigo Mestre do Santuário.  Acreditando que seu poder é necessário Seiya aparece e quase derrota Máscara da Morte, porém antes que o faça, Mu utiliza sua extinção estelar para forjar sua morte enquanto o teletransporta para outro local, mas a sua farsa logo é descoberta por Shion, no entanto os cavaleiros de ouro que estão ao lado de Hades tem mais com o que se preocupar. Derrotar Mu é principal meta no momento, porém Mu utilizando uma poderosa extinção estelar aniquila Afrodite e Máscara da Morte, mas após isso surgem três dos antigos cavaleiros de ouro mais fortes, Saga de Gêmeos, Shura de Capricórnio e Camus de Aquário.

Mu acaba percebendo com seus poderes telecinéticos que eles não querem fazer mal a Athena na verdade, mas que precisam cumprir aquela missão e decide acreditar no coração destes cavaleiros, mas neste momento Shion imobiliza seu antigo pupilo e Saga e os outros seguem. Antes que Shion não acabe com Mu, surge o mestre Ancião que se revela na verdade ser Dohko, o Cavaleiro de ouro de Libra, que estava naquela forma para poder viver por vários anos até que a hora de lutar chegasse novamente. Os dois guerreiros, Shion e Dohko se revelam ser os dois únicos remanescentes da guerra santa anterior entre Athena e Hades.

Saga e os demais seguem a diante passando pela casa de touro onde veem Aldebaram morto em uma batalha contra um dos espectros de Hades, mas não antes de matar este espectro. Enquanto isso os espectros tetam acabar com a vida dos cavaleiros ao redor do mundo, mas os cavaleiros de bronze resistem e decidem ir todos ao santuário para ficar a par da situação e para proteger Athena. Já Saga e e os outros seguem e após uma batalha contra a armadura de gêmeos possuída por um poder ilusório que protege a casa, chegam a Câncer onde caem na armadilha de Shaka de virgem. Mu então, livre de Shion devido a intervenção de Dohko chega a casa de Câncer que está enfestada de espectros ao mesmo tempo que outros espectros seguem para casa de Leão e enfrentam Aiolia, que por um breve momento parece perder a batalha, mas ao perceber 3 cosmos conhecidos que passam pela casa em direção a seguinte de virgem, se enfurece e consegue retomar o controle da situação.

Saga, Shura e Camus conseguiram se livrar das ilusões de  Shaka em câncer e seguiram  como espectros pela casa de Leão, passando por Aiolia que travava outra batalha e finalmente chegam a casa de Virgem, lá enfrentam o verdadeiro Shaka que usando seu poder divino começa seu julgamento e priva cada um deles de um sentido, percebendo que não poderiam derrotar Shaka de maneira comum decidem mais uma vez quebrar o juramento feito a Athena e unem seus poderes para liberar o mais poderoso golpe dos cavaleiros de ouro, a Exclamação de Athena, um poder que supostamente é igualável ao big bang e que se não controlado pode causar a destruição do mundo. Shaka é então derrotado, mas seu espírito alcança o oitavo sentido e envia uma mensagem a Athena Nessa hora surgem Mu, Aiolia e Milo, que estava junto a Athena até então testando Kanon que decidiu se devotar novamente a deusa e assumir o lugar de seu irmão como novo cavaleiro de ouro de gêmeos. Mu ainda não entende bem se Saga e o outros estão contra a ou a favor de Athena, mas ele junto a Aiolia e Milo não conseguem perdoar os três pela morte de Shaka e ambos os grupos não veem outra alternativa senão ambos usarem a Exclamação de Athena mesmo sabendo que o choque de dois desses golpes poderia  causar o fim da humanidade.

Surgem então os cavaleiros de bronze que tentam impedir que os golpes sejam desferidos, mas não o conseguem e os dois golpes colidem criando uma imensa esfera de energia que parece crescer infinitamente, então os cavaleiros de bronze decidem interferir usando o máximo de seus cosmos em um golpe e em certo momento as armaduras de bronze ficam douradas e neste momento a bola de energia é repelida para o espaço.  Em seguida Athena pede para que Mu, Aiolia e Milo levem Saga e os outros a sua presença e quando chegam a Saori, ela pede a Saga que a mate.  Saga, mesmo contra sua real vontade, desfere o golpe que dar fim a vida de Athena. Neste momento todos os cavaleiros se sentem desolados, mas os cavaleiros de bronze seguem subindo as 12 casas e no fim do santuário são interceptados por Shion que decide contar a real razão de Saga e os outros terem aceitado seguir Hades, eles precisavam entregar a Athena sua armadura, mas devido a imprevistos Saga e a própia Athena precisaram ser sacrificada.

Shion recupera as armaduras de bronze por completo usando o sagrado sangue de Athena e dar a Seiya e aos outros a missão de ir até o reino de Hades, o mundo dos mortos, para entregar a Athena sua armadura. Seiya e os outros seguem as instruções de Shion e encontram Saga, Shura e Camus sendo atacados por espectros ao mando de Pandora, pois haviam entregado um falso corpo de Athena a ela. Os cavaleiros de bronze salvam os outrora cavaleiros de ouro, mostrando que compreendem que seu amor por Athena não havia acabado e com isso os últimos momentos da vida concebida por Hades a estes termina com seus corpos desintegrados, mas com suas almas finalmente em paz.

Antes que a saga chega ao fim, os cavaleiros de bronze são atacados por um dos 3 juízes do inferno,  Radamanthys, porém os cavaleiros de outro remanescentes ajudam os cavaleiros de bronze, mas seus poderes nas terras de Hades não passa de 10% de seus poderes total e são facilmente derrotados, em contrapartida os cavaleiros de bronze permanecem vivos graças as armaduras de Bronze banhadas com o sangue de Athena. Seiya consegue intensificar ao máximo seu cosmo e com isso derruba Radamanthys no buraco que leva ao inferno, mas acaba caindo junto.

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