O ogro azul dos fãs de anime e mangá…


Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Nana é um anime de 2006, baseado no mangá homônimo de Ai Yazawa, a mesma autora de Gokinjo Monogatari e Paradise Kiss. O mangá continua a ser publicado até hoje, na verdade o mangá está em hiato a alguns anos. A série animada tem 47 episódios, foi produzida pelo estúdio Madhouse, o mesmo de o mesmo de  Gungrave, Redline, Chobits, X-Men, Beck, Chihayafuru, Needless, Akagi,  Kaiji, Hajime no Ippo, Paprika, Black Lagoon, Kobato, Allison to Lillia, Aoi Bungaku Series e Toki wo Kakeru Shoujo, e dirigida por Morio Asaka, o mesmo diretor de Clamp Wonderland, Cardcaptor Sakura, Chobits, Gunslinger Girl e Chihayafuru.

A história gira em torno de duas jovens mulheres chamadas Nana que saíram de sua cidadezinha no interior em direção a Tokyo… As duas se conheceram dentro do trem que ia em direção a capital japonesa e, embora muito diferentes, acabaram se dando bem desde o princípio. Komatsu Nana é uma jovem sonhadora que se apaixona facilmente e por isso mesmo acaba se decepcionando bastante, seu objetivo inicial é ir para Tokyo e morar com seu atual namorado que ela conheceu através de uma amiga em comum, já a outra protagonista se chama Oosaki Nana, ela é um ano mais nova que Komatsu, embora pareça mais madura, Oosaki Nana é uma cantora de rock que quer fazer sucesso em Tokyo, antigamente ela namorava o guitarrista da primeira banda de que participou, mas quando ele decidiu ir pra Tokyo se unir a um grupo formado por uma famosa gravadora, se desligando assim da banda, ela decidiu ficar, mesmo ele a querendo a seu lado, pois não queria ser apenas a mulher dele, queria ser alguém por si só, seguir com seu sonho de se tornar uma famosa cantora. A história das duas não se separam ao chegar em Tokyo apenas, pois por um acaso do destino elas começam a dividir o mesmo apartamento e com isso sua a amizade fica cada vez maior. Ao longo da série, elas acabam passando por diversas dificuldades e encontros e desencontros, mas também há momentos felizes.

Para conferir a resenha completa de Nana acesse umanimepordia.com.br.

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