O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

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Kenji Mizoguchi, A Ilíada, literatura brasileira.

Otaku velha-guarda

Literatura, explicações e a Ilíada:

Desculpem-me pelo título um pouco inusitado, mas como eu prometi para mim que iria fazer um novo blog vou tentar esse novo modelo de numeração de vários assuntos, mas o post aqui apresentado irá listar uma série de leituras, filmes e algumas considerações sobre informações que fui acumulando esse semana. Ou seja, nada de diário pessoal, mas de leitura. Talvez, assim meu blog fique mais sóbrio e mais maduro como muitas coisas devem ser, embora, escrever com exageros, figuras linguagem super elaboradas e malabarismos literários seja muito interessante ao desenvolver um estilo próprio.

Nos últimos meses eu tenho lido um volume de clássicos muito grande e, muitas vezes, sim, eu me sinto enfastiado. São livros extremamente belos, mas eles são muitas vezes, sim, um tanto maçantes dependendo da recorrência e da temática. felizmente, em literatura Japonesa eu nunca sofri disso, mas mesmo a literatura Grega com…

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Falando de Japão, digressões e mais um pouco de Japão.

Otaku velha-guarda

É fato que a minha geração teve um contato mais fortuito com a terra do sol nascente graças à mundialização da animação japonesa que se deu na década de noventa e o acesso mais amplo às animações japonesas no fim dos anos 80. Sou de 1987 e peguei a saudosa Rede Manchete. Da qual não tive tantas saudades por ter conseguido acompanhar vários outros canais de televisão (na verdade em especial um que começou a ser exibido no começo dos naos 2000) que era chamado Locomotion. um canal que poucas pessoas tiveram acesso e que se extinguiu para se tornar uma das coisas mais atrozes do mundo. O canal teve o seu auge como canal destinado à animação Japonesa na América Latina e em Portugal, mas teve um sucesso muito pequeno. Foi o primeiro canal a passar animações japonesas de fato com legendas e prezar a animação como coisa séria. o canal…

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Japão versus Ocidente, mangá vs HQ, anime versus desenho: a mania da supervalorização cultural e o contra-argumento estúpido das páginas de “humor otaku”

Otaku velha-guarda

Não estou com muito tempo para escrever textos hoje, mas ao mesmo tempo não há porque não escrevê-lo, portanto, vou tentar dividir tal assunto em partes considerando o quanto ele é delicado. Para falar a verdade o assunto nem seria polêmico, mas o ser humano cria artifícios para tornar isso polêmico. A polêmica reside na estupidez das partes, eu diria, mas nenhuma página de animê, mangá ou humor para “fãs” que se preze me daria ouvidos. Parece que a adolescência de tais fãs é tão longa quanto os dos hikkikomoris. Isso vale tanto para os filhos da página Akuma Animês quanto para a página Kawaii é meu ovo. Ambas as páginas são opostos antitéticos (não sabe vai procurar no dicionário, colega. Animê não ensina linguagem teórica. Tanto mais só internet).

Para falar a verdade todo fã que se torna muito velho começa a implicar com aquilo que consome, mas, também, ao mesmo…

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Singrando novos mares (Texto aproveitado da página Japanholic Hyperdimension), algumas considerações sobre animes e leituras.

Otaku velha-guarda

(Esperem por uma boa imagem para o post, mais tarde eu edito)

 

Tal texto que abaixo cito foi colocado há um dia atrás sobre a minha saída da equipe da página da Japanholic Hyperdimension, fiz parte da equipe inicial deste projeto que visa uma diferenciação das outras páginas de anime, e, como sinto que a página acabou perdendo bastante do fôlego dela e eu gostaria de iniciar outros projetos acabei saindo da equipe por não mais enxergar sentido na página. Somado à isto a saída de um grande amigo (Toshio). Para a leitura integral deste primeiro texto cito este link que deve ser acessado aos que ainda não leram ou, simplesmente, acessem a caixa de Spoiler logo abaixo: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=538363872887816&set=a.409774239080114.93964.409764955747709&type=1&theater

Ragna, the Bloodedge / Amidamaru~

Bye bye miss american pie! / Farewell!

Acho que é claro para todos que desde que a página foi criada eu passei por um período…

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O Dia E. O dia em que meus jogos de Gears of War viraram mangá Yaoi.

Otaku velha-guarda

Olá pessoas que estão lendo meu post por meio de links e avisos desse aguardado (ou não) post dentro do meu, relativamente, desconhecido blog.  A origem do post que se segue é referente a algumas questões que tem me infligido certo desconforto mediante o meio otaku, mais especificamente, o que se chamam de Fujoshis.

Pelo que sei Fujoshis tem dois significados amplos, mas, o que será usado nessa postagem, são mulheres fãs do gênero Yaoi. Não irei me deter nos pormenores da constituição e nem da arte Yaoi pelo fato de eu mesmo conhecer muito pouco sobre essa arte “milenar e secreta” como muitas vezes ela parece ao fã de animações Japonesas. Vulgarmente, chamado no BR de otaku. Polêmicas com esse nome tão pouco serão debatidas.

Minha experiência com esse grupo tem sido ruim e até mesmo tensa. Sendo que constitui um ódio pouco comum dentro desse nicho do nicho que é como se…

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O grito mudo de Sayaka (SPOILERS AHEAD!)

Olá leitores, leitoras, colunistas e Kyon. Saudo-vos depois de muito tempo ausente. Infelizmente preciso pedir desculpas pela minha ausência no blog, mas como disse eventualmente voltarei a postar por aqui. Pouco a pouco, mas com fôlego revigorado.

Espero que curtam o meu texto. Ele está disponível também em meu blog pessoal: http://www.otakuvelhaguarda.wordpress.com

Passem lá e comentem os outros textos, por favor. Se quiserem comentar algo extra lá sobre esse mesmo texto fico igualmente agradecido. Lembrem-se é o comentário de vocês que faz com que eu saiba que existem leitores par os meus textos.

Eis o texto em si:

Estava para escrever esse texto faz tempo. Na verdade essa era a minha idéia desde o começo do semestre, mas não consegui arranjar tempo nem espaço para isso. Tanto espaço pessoal  o que se tornou um problema pra mim nesses últimos meses como um espaço motivacional.

Ironicamente as circunstâncias que me levaram a escrever tal texto não são das mais nobres. Talvez, até infantis por não conseguir aceitar como o mundo gira em torno de você e como as coisas mudam. Tal estado de idealidade que é proveniente, dizem alguns de um estado infantil de ego.  Tenho certeza que muitos de vocês devem estar tentando adivinhar sobre o que vou falar. Certamente não é sobre Sakura Card Captors e como o mundo é rosa.

O assunto que vou desenvolver ficou na geladeira tempo demais esperando uma boa oportunidade para sair. Tem haver com Mahou Shoujo. Para quem não sabe Mahou Shoujo é um gênero pelo qual desenhos japoneses (animês, duh) são classificados por se referirem à temática de um grupo de meninas jovens ou jovens adultas, como nas séries mais antigas, que combatiam monstros e forças sobrenaturais malignas. Um modelo clássico tirado de séries Japonesas Live-Action. Essas séries tiveram sua origem devido ao sucesso da série a feiticeira.

Certo, mas o que isso tudo tem haver com as ocorrências do seu dia-a-dia e com o fato de você ter se decepcionado com algo que você presenciou? Não muito em termos diretos e pensando logicamente e com um raciocínio perfeito. Até porque é apenas um delírio meu. Na verdade o que quero dizer é: Madoka é um animê, do meu ponto de vista, pelo menos, que fala sobre as implicações de um contrato. Ele fala sobre sacrífico, mas esse sacrífico nunca é mostrado de forma positiva. Para falar a verdade, a única personagem que tentou fazer seu próprio caminho: Sayaka; acabou morrendo pela própria ilusão de que ela poderia tornar um ideal em algo que pudesse ser levado ao máximo.

O problema é: em Madoka cada esforço lidera as personagens diretamente para uma conclusão ruim em direção ao seu fim. Kyubei explicita isso muito bem em seu discurso quando diz que à partir do momento que você estabelece o seu desejo você sela seu destino. Algo que se refere certamente a fausto e o tema de vender sua alma por um desejo.  O grande problema é que esse desejo, como esperado, trará eventualmente o seu fim. O sacrífico em Madoka,  ouso dizer, é vão assim como qualquer esforço.  Qualquer ação tomada de maneira impetuosa acabará em tragédia, mas mais que isso qualquer atitude tomada com um objetivo nobre acaba em frustração e eventualmente em tragédia.

Alguns exemplos seriam suficientes para isso. Selecionarei dois exemplos que chamam a atenção pela sua força dramática: o caso da personagem Sayaka mencionado acima que deseja algo em prol de outro ser humano e sua sede por justiça. Ilusões que acabam a levando para a sua destruição. A sensação de desespero e impotência diante das possibilidades de ação é algo a se notar. Porque existe um modo como agir para caçar as bruxas, mas esse método não permite salvar vidas, apenas esperar para que a bruxa cresça pela engorda de suas vítimas enquanto ela vai crescendo até despertar totalmente. Obviamente, há algo errado em um método desses considerando que supostamente você protegeria pessoas. O problema é, os objetivos do contratante são díspares do que é proposto inicialmente, mas ao mesmo tempo nenhuma mentira foi contada: luta-se pelo seu próprio desejo e você há de morrer com esse desejo, afinal você pagou por ele com sua vida.

Não aceitando isso Sayaka acredita que poderia lutar por justiça. Sem talento, sem poder e muito impetuosa acaba cavando sua própria cova no processo. Fazendo movimentos imprudentes e tomando decisões ruins que a levam a coletar pouca energia limando as possibilidades de limpar sua Soul Gem. Afinal, Sayaka lutava contra familiares e estes não dão o item o qual as Mahou Shoujo mais precisam para manter as suas Soul Gems limpas: as Grief Seeds.

Essa luta em vão contra todos os fatores, que chega a contradizer o bom senso e beira a imprudência, poderia ser visto como heróica pelo próprio discurso da personagem Sayaka que acredita em seus ideais e mesmo desejando algo para outra pessoa. Ela pretende sacrificar a si mesma em última instância, mas não consegue lidar com o fato de que seu martírio, sua luta fracassada e sem frutos possa ser menosprezada.

O mundo ainda gira de modo independente das vontades e ilusões, ideias e promessas. Todo tipo de fantasia é limado quando no episódio 8 da série após ver seu desejo pelo bem estar de um garoto ter sido em vão: afinal sua amiga que não sacrificou nada para chegar até ele consegue facilmente persuadi-lo a começar algo entre eles. Enquanto isso, Sayaka cujo sacrifício e o desejo revolviam sobre o garoto que teve um acidente que imobilizou suas mãos foi desperdiçado. O garoto abandonou o hospital logo após a recuperação, a tratou mal e nem ao menos disse um obrigado pelos dias que passou com ela e pelo carinho e preocupação. Nenhuma palavra foi emitida.  Eu, particularmente, acredito que todos nós lutamos por algo que é certo, porém,  o desespero e a insistência de Sayaka em um ideal e um padrão de um comportamento idealizado de defensora das pessoas comuns e dos fracos se originou por parte do próprio desespero da mesma.

Eu explico com detalhes isso, embora eu ache que esteja evidente que ela tenha perdido sua razão de existir e para suprimir isso tentou com todas as forças caçar algo pelo qual pudesse se apoiar, mas não conseguindo tentou se sustentar nas histórias de garotas mágicas que havia ouvido falar, dos contos de fada e das histórias de heróis. Infelizmente, por mais que a magia exista em Mahou Shoujo Madoka Mágica, como mesmo disse Sakura Kyoko, a magia é algo para uso pessoal. Ela serve para alcançar aquilo que uma pessoa deseja e não para ajudar os outros. Esse foi o grande erro de Sayaka. Tomar o milagre da magia como algo que pudesse ser transferido para outra pessoa, fazendo o seu desejo que seria a sua única razão para lutar, afinal, ela trocou sua própria alma em prol disso.

Esse arco apresenta um teor dramático bem desenvolvido fazendo com que o desespero seja exposto de maneira a deixar evidente que ela está cega pela sua própria necessidade de enxergar algo no qual ela possa se apoiar. Quando ela descobre que sua luta é algo que jamais será relevante à um nível consciente sua mente fica desconcertada. A última barreira de defesa entre sua sanidade e sua insanidade se dá quando ela escuta a conversa de um homem sobre sua mulher.

Ela que sacrificou tudo por ele, que o ama acha que está fazendo a coisa certa. Ele em contrapartida zomba disso. Algo similar com o próprio caso de Sayaka?! Eu arriscaria um sim nesse caso por ser bem próximo do que ela possa estar sentindo e de sua própria história. Pelo menos em parte. Indignada ela sucumbe e revela-se na série de forma bombástica que as Mahou Shoujo são, infelizmente, bruxas e vice-versa. São apenas estados diferentes de uma mesma natureza e um tipo de energia. Um fim, particularmente, triste, para uma personagem que tentou lutar contra a maré na esperança de se manter sã e sucumbiu á própria imprudência.

Mais irônico é que com isso sua morte, assim como a de Mami é anônima. Luta-se por si mesma e morre-se por si mesma sem mais ninguém que a apoie ou possa entender o porquê ;uma razão para lutar possa ser importante. Essa razão deveria ser o seu desejo, mas como ela abdicou de seu desejo por outra pessoa ela nunca ganhou algo em troca. Sendo assim seu destino foi sucumbir ao desespero. Perdendo sua razão de viver, embora ela não se arrependa de seu próprio desejo: e isso está dito na série eu revogo essa visão parcialmente por saber que nada de frutífero veio de tal desejo e ele foi o estopim para seu fim trágico.

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Espero que tenham gostado e mais uma vez peço encarecidamente que comentem esse post e lembrem-se que tenho meu blog pessoal com Fics e matérias exclusivas. Muito obrigado e até mais.

Hobbies. Você tem um?! Qual o seu?

Torre de Tóquio. Hobbies.

(Download acima no link)


Baixe e confira o mas novo podcast do Anime Portfolio! Nesse primeiro episódio do TORRE DE TÓQUIO Amidamarureborn, Allan, o gordo – , também conhecido como Robô Gigante e Kuro-Kel dedicam um pouco do seu tempo a discutir o que é um hobby, as séries de animês mais marcantes e desenterrar seu passado para tentar lembrar como começou sua história com a cultura visual Japonesa. Baixe já.

Avisos:

O podcast contêm palavrões (muitos)

Conversas inusitadas

Conteúdo NERD

Muita besteira e diversão

Estejam avisados e avaliem a qualidade do podcast. Aconselho a aumentar o volume no máximo, pois em certas partes o aúdio está baixo. Aviso que esse podcast contêm só a conversa e a discussão sem muitos efeitos.

Nota: Música de abertura Geek and Gamer Girls

Para quem não quer esperar muito tempo ouvindo 2 minutos de música pode pular o player por mais ou menos esse tempo do ínicio para ouvir o podcast de vez.

Porque assistir tokusatsu?

O que é tokusatsu?

A primeira pergunta que deve ser respondida antes de podermos partir para o assunto em si é:  O que é um tokusatsu? Como a maioria das pessoas deve saber tokusatsu são séries produzidas pela televisão Japonesa visando um público infantil na maioria das vezes.

Existem exceções e muitas delas tangem aos últimos anos de produção e de gravação. Algumas dessas séries mais adultas são versões de heróis tradicionais como Ultraman ou algum herói com aparição exclusiva em uma série e não determinada por um gênero. .Lembrando, que existem gêneros mais famosos que podem ser classificados em quatro categorias (Franquias). São elas:

– Ultraman

– Super Sentai

– Kamen Rider

– Metal Hero

Clique aqui para ver o texto completo…

Discussão: propostas de animês para quem não é fã.

Venho por meio dessa postagem de blog propor algo mais pessoal novamente como a maioria das minhas postagens, mas que se refere à um contradição diária ou uma dúvida a que muitos aflige. Pelo menos assim penso eu que seja o caso quando estamos diante de uma pessoa que não seja fã de desenhos animados japoneses nem de quadrinhos tendo suas preferências já fixadas ou mesmo certos preconceitos estabelecidos.

Uma indicação que muitos fazem é tentar indicar um mangá ou animê genérico de porrada, mas certos clichês ou certas séries despertam preconceitos enormes e fazem com que sejam negadas sem maiores considerações. Especialmente aquelas veiculadas na televisão aberta por muito tempo como, por exemplo, Dragon Ball Z e outras séries famosas. Além, disso sempre há os “genéricos” cuja similaridade faz despertar aquele asco ou ânsia.

Conforme a discussão ia crescendo no fórum Animê Total alguns animês iam surgindo como mais propriados e outros menos. O caso é que há de se ter algo atrativo para esse público novo. Macross, por exemplo, pode ser uma linda obra e um clássico. Especialmente o filme Do you remember love?, mas tal produção seria demasiadamente inocente na época atual e / ou mesmo certas coisas só fariam sentido para quem está imerso nesse tipo de produção. O mesmo valeria para o excelente título da senhorita Rumiko Takahachi que, embora, tenha suas similaridades com uma novela e tenha sido melhor aceito por vários fatores no Brasil ainda assim poderia causar certos preconceitos.

Um dos animês que mais se destacou ao longo da discussão e que pareceu ser uma boa opção para muitos foi Death Note cuja trama lembra muito à de um filme de mistério ou mesmo Hellsing cuja mitologia ocidental com relação aos vampiros pode dar um gás para quem está começando. Além desses seria interessante por motivos diversos como citados por mim apresentar o Mangá de Vagabond cujo traço de gekigá e extremamente detalhado poderia quebrar barreiras preconceitos e mesmo abrir um novo leque de possibilidades para aquele que gostam de quadrinhos em geral. Fora a qualidade gráfica (visual), a qualidade narativa esbanja em passagens que, na minha opinião,  são superiores ao livro de Eiji Yoshikawa que narra a vida de Musashi em forma de romance.

Se por um lado isso os trás mais para o universo dos Gekigás ou possivelmente dos seinens isso , também, mostra por meio desse gênero mais adulto e sério que há séries interessantes. Seria, também, interessante mostrar o drama apresentado em Gen pés descalços para aqueles que acham que mangás não podem tratar de temas atuais ou mesmo Crying Freeman para pessoas mais exigentes com histórias mais sombrias e violentas. Porém, estariamos apenas mostrando uma vertente dos mangás e que é uma sub-divisão.

Então quais outros poderíamso indicar? Eu indicaria K-On por ser mais voltado para comédia e ser mais leve. algo que é mais episódico e leve e pode criar interesse, caso forem mulheres em obras do gênero, mas além desses existem mangás para diversos gostos e públicos. Ficar limitado àquilo que está em voga pode ser danoso, mas há de se ter cautela ao indicar certas coisas. Excelentes mangás como NHK e Claymore deveriam ser inidicados para pessoas com experiência em leitura desse tipo de produção.

Dentro desses há séries interessantes como Full Metal Alchemist: Brotherhood, mas que deveriam ser indicadas com cautela para não ofender crenças ou mesmo para pessoas que tenham paciência de acompanhar a história até ela crescer em muitos aspectos e começar a atingir seu clímax. Uma experiência marcante será garantida nesses casos e estaremos indicando apenas um Shonen.

Existem muitos outros além desses. Quais vocês indicariam?

Youseiki Suikoden

Preliminares e avisos:

Antes de tudo eu gostaria de dar alguns avisos com relação ao conteúdo da postagem, já que tal texto irá demandar de mim certa pesquisa e repertório conforme se exige em um texto mais formal. Tal seria o desejo de muitos aqui para a referência de tais séries e a precisão de uma postagem que pode parecer muito aleatória. Portanto, estarei sendo mais formal nessa postagem cujo intuito é tentar dar uma leitura mais crítica de um animê cujo meu primeiro contato foi quando criança no extinto canal Locomotion.

Claro que eu deveria dar o ano, a produção e o diretor e pelo fato de ser uma leitura extremamente PESSOAL algumas pessoas podem acabar questionando as referências sem melhores hipóteses apenas dizendo que o que estou instituindo aqui seria pessoal demais para configurar uma postagem tão pretensiosa. Talvez, eu esteja me excedendo, mas explicarei o porquê dessa atitude cautelosa e extremamente desconfiada.

Devido a alguns leitores insatisfeitos pela maneira pessoal de postagem no blog estou encarando ao fazer a resenha que eu deva ter um estilo mais promissor. Algo como um texto cheio de referências e provas para que não haja reclamação por parte da “clientela” leitora de tal blog. Obviamente eu devo me referir aos livros, filmes e as cenas de onde tirei esse “intertexto”. Essa leitura “cruzada”, já que a premissa é que tal animê seja um Pouporrié – segundo minha leitura – de filmes de ação em forma de animação.

O problema é que certas vezes não há como identificar exatamente tais referências, por elas estarem diluídas ou nós termos a impressão de ter visto isso e um mero signo não indica que haja uma referência entre os dois pontos: o referido e o referenciado. Mesmo assim muitas vezes certas leituras que temos não são propostas pelo diretor e nós a fazemos assim como nós não podemos identificar tais leituras a não ser por meio de um diretor que nos diga de sua intenção. Portanto, estarei assumindo nessa postagem algo mais como um uma leitura pessoal sobre tal obra.

Essa é uma interpretação exclusiva e as referências estarão dentro de cenas do filme ou leituras mais livres já que não disponho de espaço e nem pretendo provar nada e apenas exercitar uma brincadeira de identificação de filmes dentro de um animê. Assim uma leitura está passível de ser aceita ou refutada conforme, o conhecimento dos leitores, declarações ou mesmo apenas aceitação pessoal de tais teorias.

Portanto, não levem tão a sério tal postagem e que fique avisado que eu apenas farei algumas considerações sobre tal animê.

Relatando a obra e relacionando:

Primeiro de tudo há de se notar que a história tem um que de clichê e há elementos comuns aos animes, mas o que mais me interessou nesse anime foi algo que pode ser visto mais facilmente em filmes em alguns casos. Incluindo referências claras a certos obras ou atores que citarei ao longo do texto.

Primeiro falemos da história em si. O filme foi feito (anime, na verdade) em 1993. Isso justifica o fato de o século 21 ser um século de guerras e uma organização criminosa controlar as ruas de Tóquio. Embora, não seja explicado o porquê disso. Há um castelo no meio de Tóquio onde reside todo o mal e onde supostamente é a sede da organização. Nesse extrato temos algo mais similar a um anime.

Somos apresentados à um garoto que está incessantemente buscando por sua irmã que foi separada dele. Não sabemos exatamente o que o levou a se separar de sua irmã, mas mais tarde nos é revelado e juntamente para o personagem que ela foi capturada pela organização criminosa que controla a região.

Há de se notar que o filme tem apenas 48 minutos e muitas coisas ficam no ar sem muitas explicações. Não que isso faça alguma diferença no desenvolvimento dessa narrativa.

Essa narrativa sem muitas explicações e sem muita preocupação em explicar poderes, origens, motivações, por quês e se nãos é algo mais visto em filmes de ação do que em mangás e animes cuja narrativa é mais expositiva e mais detida em se auto-explicar e repisar a própria mitologia de maneira a cansar os leitores com muitas minúcias.

Chuck Norris

(mais…)

Panini – Problemas editoriais à vista.

Recado aos consumidores:

Primeiramente gostaria de esclarecer que apenas estou fazendo esse post por ordem de uma notícia que nos foi dada pelos sites Mangás da Panini e o Chuva de Nanquim de que a Panini retornaria com uma série de títulos esse mês que haviam sido congelados. Entre eles a menininha dos meus olhos: Kekkaishi. Para quem não sabe explicarei à seguir, mas o fato é que o mangá tem muitos volumes e foi encerrado no japão e o título voltou com uma peridiciocidade trimestral e segundo muitos isso faria com que o mangá fosse publicado por mais seis anos. Isso siginifica que alguém aqui vai comprar o título importado em  lote para não depender de uma editora que não cumpre seus prazos.

Uma excelente editora cuja proposta muitas vezes de bons títulos é estragada pela falta de comunicação ou divulgação do mesmo produto. Alguém lembra de Dama de Pharis? Pois, é eu adquiri meu volume hoje e parece que quando liguei para a loja que cosrtumo comprar meus volumes atrasados o primeiro volume estava em falta devido ao hiato da publicação. Dois anos de hiato de uma publicação para outra e quem não comprou antes não poderá comprar mais o antigo volume. Ou quem comprou o volume antigo e vendeu seu volume com a esperança de comprar a versão dos EUA , também, se danou, pois não poderá adquirir os volumes em bom português caso queira. Fora a grana extra que gastou.

Me entristece que uma editora que tenha me chamado a atenção e da qual compro 90% dos títulos que adquiro em mangás tenha problemas ao divulgar títulos ou dar um retorno ao público, já que Kekkaishi, também retornou, mas agora será trimestral mesmo vendendo bem. Além do que o cancelamento de Guin Saga (já sabido devido ao hiato de um ano da publicação no Brasil) sem prévio aviso e que foi um problema para mim, mas eles nunca se pronunciaram (até onde eu saiba) sobre o cancelamento desses títulos. Criaram um twitter só recentemente e tem um site extremamente desorganizado.

A editora tem excelentes títulos, mas nós ficamos na mão com ela por essas decisões, mas acho que vou ficar por aqui e vou falar porque fiquei irritado com esse relançamento de um dos meus títulos favoritos no mercado editorial.

Impressões pessoais:

Primeiramente gostaria de falar que eu não acompanhava Kekkaishi regularmente, mas meu primeiro contato com a obra me deu a impressão de ser um título diferente que trazia todos os elementos que sentia que haviam se perdido nesses títulos mais novos: uma narrativa fluída e mais episódica, relações pessoais bem estruturadas sem ficar fazendo enormes sagas para justificar a continuação de certas personagens na história, um feeling de nostalgia, uma narrativa mais cuidada e menos expositiva do que se costuma ver em títulos Shonen, lutas interessantes e relações pessoais entre as personagens que eram divertidas de se acompanhar. O título tinha tudo. E pelo visto estava fazendo algum sucesso.

Só que com essa decisão muita gente vai deixar de comprar porque sabe que vai demorar demais até completarem o lançamento de todos os volumes de um mangá que tem mais de 27 encadernados (Tankobons) e já está completo no Nihon. O que me resta saber é o porque de uma decisão tão torta se eles resolveram voltar ao título.

Matar o título ou testar o mercado pra ver se as vendas crescem?! Dúvido muito porque é mais que óbvio que a panini vai massacrar as vendas com quem era fã dessa públicação. Eu estava pensando em adquirir todos so volumes que eu tinha lido por meio de Scans, mas vou esperar a viz media lançar os encadernados nesse ritmo que assim eu consigo comprar volumes mais bonitos e com as artworks estampadas por um preço menor e ainda ganho a coleção completa com páginas em material de alta qualidade.

É isso.

PS: Os links para as notícias estão abaixo

http://panini-fa.blogspot.com/2011/09/noticiaskekkaishi-trimestral.html

http://chuvadenanquim.wordpress.com/2011/09/15/checklist-setembro-outubro-de-retornos-e-lancamento-na-panini/#comments

Gekigá

Explicações:

Devo antes uma desculpa e uma explicação ao apresentar tal tema com um forma diferente da padronizada pelo blog ou dentro dos moldes mais corriqueiros, mas como a apresentação de um tema e estilo de mangás faz mais sentido fazer uma introdução ao tema o que, portanto, exige um certo cuidado extra e algumas linhas à mais do que o usual.

Explorarei no texto dados e fatos históricos que foram me apresentados por um texto da Associação Brasileira de Desenhistas de Mangás e Ilustrações (ABRADEMI) que pode ser conferido em uma versão  completa aqui:  http://www.abrademi.com/tsgekiga.html Em seguida irei marcar algumas diferenças entre mangás e Gekigás e repisarei alguns pontos problemáticos da definição e por fim farei a indicação de dois títulos e uma listagem de alguns outros Gekigás disponíveis em português para leitura.

Espero que haja compreensão na mudança do formato do padrão de postagem do blog para essa postagem em especial. A razão mais simples que me surge na mente é o fato de eu estar apresentando um “tipo” de mangá e fazendo sinopses de alguns títulos que se enquadram dentro desse modelo de produção de “HQs” Japonesas e não opinando sobre séries.

Cliquem AQUI para conferir o texto completo ou acessem o texto sobre Gekigá no Menu de Matérias especiais.

Howdy folks!

Aos que chegaram desavisados, olá. Aos que já sabiam da minha vinda olá, também. Meu apelido – e como as pessoas irão se referir à minha pessoa, conseqüentemente, é Amidamaru Reborn.

Acredito que o convite para participar desse blogue seja uma boa oportunidade para expandir meus conhecimentos e trocar idéias com quem participa da blogosfera do entretenimento de cultura pop Japonesa.

Espero poder postar bastante e conteúdos diferentes, mas compartilhar e trocar conhecimentos e fazer contatos/ amizades é/são igualmente  importantes  e é isso que, também, almejo.  Estou aqui totalmente pela experiência e pela possibilidade de conhecer gente tão maníaca/ doente quanto eu no assunto animê/mangá.

GAMBARE!