O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

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Chihiro in Wonderland

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Para você, amante das animações japonesas (se você não for, o quê você está fazendo aqui?), e que sonha em viver pelo menos 2 horas no universo de Chihiro, vale a pena comprar também um bilhete para o País das Maravilhas.

Chihiro (inicialmente) é uma garota mimada e medrosa, que viaja com seus pais para uma casa nova. A família acaba pegando o caminho errado e vai parar na entrada de um túnel misterioso. Eles optam por ver o que há no final da passagem e encontram… Enfim, não irei estragar as surpresas e reviravoltas (que são muitas), mas Chihiro precisa salvar seus pais e aprender a superar seus medos e limitações em uma história que pode (muito bem) ser entendida como um conto de fadas contemporâneo.
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Alice é uma garota curiosa e cansada da monotonia de sua vida. Um dia, ao seguir o apressado Coelho Branco, entra no País das Maravilhas. Em suas aventuras nessa nova terra, Alice conhece diversos seres incríveis, como o Chapeleiro Louco, o Mestre Gato, a Largata e a Rainha de Copas.

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Ambos os filmes são jornadas de descobrimento e crescimento que se iniciam no fim da infância e no começo da adolescência. Mas o que os diferencia da maioria dos outros filmes sobre a mesma temática é que tanto Alice, quanto Chihiro vivem aventuras peculiares e particulares, imersas na caldeira cultural tradicional de seus próprios países (Inglaterra e Japão respectivamente).

Até mais, e obrigado pelos peixes!

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Bang!

Então… meio que já tinha dado pistas nos últimos posts, mas agora estou oficializando uma decisão que já foi tomada há algum tempo. Resumindo, esse é o último post do Anime Porftolio (mas seja legal e leia o post até o fim!). 

Os motivos para parar de postar no blog são pessoais e, embora não seja nada mirabolante ou que esteja afetando minha vida pessoal grandemente, eu vou me reservar o direito de omiti-los. Em vez de explicar os motivos para o fim, prefiro explicar o que vem adiante, mas não antes de já agradecer profundamente a todos os leitores do blog nesses quase 7 anos de existência.

Muito obrigado pelo apoio de todos nesse período! Tenho certeza que nem sempre o blog agradou a todos, mas certamente vale muito a pena guardar os bons momentos, as boas informações, as boas indicações e talvez o bom conhecimento que eu e todos os autores do blog tentamos passar nesse tempo em que esta página esteve em atividade. Um agradecimento especial aos parceiros do blog que nos apoiaram nessa empreitada, e mais especialmente aos blogs Animecote e Netoin, que sempre me apoiaram e que continuam me apoiando nos projetos malucos que bolei.

E agora o que acontece?

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Esse post marca o fim das postagens no Anime Portfolio, mas o blog não chega ao fim hoje, na verdade tem tanto conteúdo que a nós (a equipe) orgulha, que não poderíamos simplesmente deixar tudo para lá. Além disso, o fim das postagens no Anime Portfolio não marca o fim das atividades de todos os autores do blog. Eu, o velho e maluco administrador desse blog ainda continuarei a blogar, mas em outros locais. Então isso é o que posso falar sobre o futuro do conteúdo do blog e sobre alguns autores:

  • O Kyon continuará sofrendo com o tratamento da Haruhi, mas nada sabemos se ele voltará um dia a escrever seus sarcásticos comentários sobre anime.
  • O Aiscrim (André) irá continuar escrevendo sobre videogame no Intersect News, continuará seus contos no Aisvêrse e continuará participando, sempre que possível, do Kyoudai Podcast.
  • Eu (o Administrador do blog) me manterei postando podcasts e contos no Yopinando, e além de participar dos podcasts, eu me tornei redator do Animecote.
  • Ainda sobre minha participação no Animecote, parte dos textos que publicarei lá de agora em diante serão continuações de certas colunas que postava aqui, dentre as quais o Pensador Otaku e A resposta é 42 são duas que manterei. Ainda não sei ao certo se manterei alguma outra. Além disso, certas matérias especiais e textos egressos dessas colunas que fazem parte do Anime Portfolio serão revisados, atualizados e repostados no Animecote. Ainda não está definido que textos serão relançados, mas a frequência de relançamentos não deve ser maior que 2 textos por mês.
  • As resenhas, e outros textos opinativos e expositivos, que consideramos atemporais e que não gostaríamos que fossem completamente esquecidos no limbo do passado da internet, serão revisados e atualizados por mim e pelo Aiscrim (por enquanto apenas por nós dois), para futuramente (provavelmente no primeiro semestre de 2016) serem compilados e relançados como uma publicação digital similar a uma revista.
  • Apenas após o lançamento da compilação citada acima,  o blog será fechado, até lá será possível acessá-lo e ver todo o conteúdo publicado no blog, inclusive os extremamente datados.
  • Nada posso dizer sobre os demais autores do blog, apenas posso afirmar que sempre contarão com meu apoio em qualquer projeto que venham a me apresentar.
  • O Projeto Conhecendo o Mercado Naccional de Mangás continuará sendo publicado nos blogs participantes do mesmo, com exceção do Anime Portfolio. E aquele imenso texto que preparo todo mês sobre o formulário mensal do projeto passará a ser publicado no Animecote.
  • Como já mencionado anteriormente, o Kyoudai Podcast continuará sendo gravado ao vivo e publicado no youtube, no Animecote e no Netoina cada duas semanas.
  • O podcast Sobre Músicas e Animes continuará sendo publicado no Yopinando, mas também será publicado no Animecote.
  • Os demais podcasts (Yopinando Shinbun, Yohohoho, SensouCast e Animecotecast) que eram publicados (também) aqui continuarão sendo publicados nos seus blogs de origem, o Yopinando e o Animecote.
  • Por último, a página do facebook e os twitters do blog serão desativados dia 25/09/2015.

o último Adeus Até mais

Dito isso (ou escrito isso), gostaria de agradecer pela última vez a todos os leitores, autores, comentaristas e parceiros do Anime Portfolio. Foram quase 7 anos de uma história memorável, que espero que tenha influenciado positivamente a cada um de vocês, ao menos a minha vida foi muito positivamente influenciada. Espero revê-los no Yopinando, no Animecote e em qualquer outro local da internet pelo qual passar (ou ao vivo quem sabe?). Como nunca se sabe o que acontecerá no futuro, em vez de um adeus, prefiro terminar esse texto como um bom golfinho faria (mesmo eu não sendo um golfinho, ou será que sou…), dizendo Até mais!  

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Eu li – Franken Fran volumes 1 a 3

Esse texto serve como uma primeira impressão de Franken Fran e como uma prestação de contas em relação a edição 7 da coluna Hora de Aventura.

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E eu pensava que Dr. Stein de Soul Eater era maluco…

Franken Fran é um mangá shonen de comédia, horror e ficção científica, escrito e desenhado por Katsuhisa Kigitsu. O mangá foi publicado entre setembro de 2006 e fevereiro de 2012 na revista mensal Champion Red, da editora Akita Shoten, e conta com 8 volumes ao todo.

O mangá é protagonizado por Fran Madaraki, uma jovem médica e cientista que foi criada pelo Dr. Naomitsu Madaraki, um dos médicos e bio-cientistas mais famosos do mundo. Sempre acompanhado de seu companheiro Okita, vemos Fran fazendo as cirurgias mais controversas e bizarras que se pode imaginar para “ajudar” seu pacientes, ou os pacientes do Dr. Madaraki, quando o mesmo não está presente. E algumas vezes ela recebe dinheiro para isso.

Mais uma operação bem sucedida!

Mais uma operação bem sucedida!

A arte do mangá é realmente um dos pontos altos da série. O design de cenários não chega a impressionar, mas o design de personagens é realmente muito bom, principalmente quando se trata de mostrar as cirurgias e o resultado das mesmas. É muito interessante como autor consegue chocar o espectador pelo body horror de sua obra ao mesmo tempo que apresenta um traço muito polido e leve, que torna tudo bonito de uma maneira meio bizarra.

Os personagens principais, principalmente a Fran, são bastante carismáticos e é interessante acompanhá-los. O que mais chama atenção no roteiro da série é como essa te surpreende a cada novo mini arco, no entanto o exagero desses mini-arcos também são um problema.  É perceptível o tom bem humorado da trama que facilmente se torna humor negro ao fim de todos os arcos, sendo que esses terminam quase sempre com a velha máxima “Cuidado com o que você deseja”. Porém, esse “humor” não chega a divertir muito e se torna cansativo. Tão cansativo como o tom procedural da história.

A trama até ganha um tom mais interessante com o surgimento de novos personagens recorrentes e com um desenvolvimento (muito lento) da história da Fran e do Dr. Madaraki, mas uma vez que você se acostuma com body horror da série, a leitura vai ficando cada vez menos instigante. Isso não significa que o mangá se torna ruim, apenas não vale a pena lê-lo todo de uma vez.

É interessante também ressaltar que o mangá referencia vários filmes e a literatura de ficção científica e horror, começando pela óbvia referencia a Frankenstein e passando por história sobre circo dos horrores e outros body horrors mais conhecidos dos fã do gênero (eu não sou um). Também é muito legal a forma como a ciência é aplicada ao longo da história. Um exemplo é o arco da imagem acima, provavelmente  uma das imagens mais famosas do mangá (e provavelmente uma das mais leves), que tem uma explicação muito interessante para a cirurgia que gerou a mocinha lagarta e que também é bem simples ao ponto de qualquer um com um pouco de conhecimento de biologia animal entender os conceitos por traz.

Cuidado com o que deseja.

Cuidado com o que desejas.

Enfim, Franken Fran é um bom mangá para quem quer começar a se aprofundar em mangás de horror com um visual mais bizarro. Os personagens recorrentes são bem carismáticos e apesar do estranhamento inicial, com o tempo você vai se acostumando com body horror da série e é bem instigante ver o final de cada mini arco, pois geralmente terminam de uma maneira inesperada e pouquíssimas vezes todos os envolvidos terminam bem. Finalmente, Franken Fan é um bom mangá para se acompanhar aos poucos, então vale a pena segurar a ansiedade inicial por ver logo o que vem em seguida na trama.

E a temporada de primavera de 2015 hein?

Olá a todos! A quanto tempo né? Faz tempo que não faço um texto sobre temporada de animes aqui e eu sempre pensei como fazer um texto de fim de temporada legal e sem (muitos) spoilers de forma interessante e instigante para que os leitores possam também pensar sobre como foi cada temporada de anime para eles. O que eu não percebi antes, é que eu já tinha postado a reposta no blog, mas como em um post de primeiras impressões. Então a despeito do texto que fiz para temporada de outono do 2013, hoje vim falar um pouco (bem pouco) sobre o fim da temporada de primavera de 2015. Não falarei sobre cada anime, a minha dica para quem não se importar com spoilers e quer ver o que as pessoas (inclusive, às vezes, eu) da internet estão achando de cada temporada é acessar o fórum MinnaSuki e conferir a seção sobre animes dele.  Enfim, hora te tecer alguns comentários sobre a temporada de primavera de 2015 e conferir alguns tops legais.

O que valeu e o que não valeu da temporada de primavera na minha cronologia pessoal?

Obrigado Netflix!

Obrigado Netflix!

Acho importante começar falando que, dos 29 animes que iniciei, apenas terminei de ver 7, porém existem mais 3 que não chegaram ao fim ainda e que estou acompanhando. Dos 19 restantes, 11 animes eu dropei, ou seja, não pretendo vê-los mais, e 8 animes eu deixei em espera, para ver sei lá quando. Vale destacar também que duas das 7 séries que terminei, as minhas duas preferidas, eram continuações. E duas das 3 séries que não terminaram e que eu continuo acompanhando também são continuações.

Num âmbito geral, achei a grande maioria das séries que não dropei medianas e poucas conseguiram apresentar finais interessantes e infelizmente a maioria das séries que terminei tiveram problema com ritmo ou tiveram um bom início, mas foi decaindo com o tempo. Para exemplificar o que quero dizer, vou destacar três séries: Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka, Yamada-kun to 7-nin no Majo e Plastic Memories.

Tendo tido um dos melhores começos da temporada, Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka parecia ter um potencial incrível e realmente tinha, aliás o trabalho do estúdios J.C.Staff e Genco, que encabeçaram o projeto, nos quesitos visuais e demais quesitos técnicos, foi excelente! No início o roteiro da série teve uma grande crescente, mas vez por outra, clichês de narrativas de anime, mangá e novels apareciam para dar uma derrubada no anime. Até certo ponto isso era tolerável, mas do meio para o fim a série literalmente se perdeu por uma série de motivos, mais especialmente devido ao aumento de uso de clichês e de deus ex-machina, o que fez a série terminar mediana e muito aquém do esperado.

Quanto a Yamada-kun to 7-nin no Majo, outra série que teve um ótimo começo, o problema maior foi o ritmo. A série é baseada num mangá homônimo que possui um ritmo bem cadenciado, no entanto o anime quis contar muito mais história do que cabia nos seus 12 episódios, logo é fácil imaginar o que isto causou. Ainda assim a série tem seus méritos, mas também não chega a ser muito mais que mediana.

Para quem acompanhou os comentários sobre cada episódio desse anime lá no Kyoudai Podcast já sabe, mas vale lembrar que eu só me interessei por Plastic Memories devido a ficção científica que a rodeia e acredito que muitos tenham feito o mesmo. Uma vez que a série sempre se propôs a apresentar um romance junto aos elementos de ficção científica, não houve nada durante a obra que possa ter causado espanto, mas praticamente as questões de pseudo ciência só são relevantes até pouco depois do meio do anime, daí em diante o ponto principal da série é apenas o romance e por isso o ritmo acaba mudando um pouco no final da série, o que não me espantou, apenas não me empolgou. E apesar de eu achar o final do anime muito honesto, acredito que não apenas para mim, como um todo a série também não foi muito mais que mediana.

Um verdadeiro herói!

Um verdadeiro herói!

O que isso tudo significa? E afinal, a temporada foi boa ou ruim? Dizer que a temporada foi boa seria um exagero, além de que, está longe de ser uma temporada memorável, mesmo com algumas boas séries. Agora dizer que ela foi ruim não vai ser completamente justo, pois um exercício que faça há algum tempo, é minimizar ao máximo as possibilidades de ver séries que eu não gostei nenhum pouco no início, por isso tantas série dropadas. Além disso, ao longo do tempo eu vou colocando muitas séries em espera, pois é normal que por vários motivos pessoais eu não esteja gostando de uma série. Por exemplo, eu estou numa fase em que pouquíssimas séries colegiais e moe’s me interessam, então é comum que eu coloque em espera séries desses tipos, mesmo que eu não desgoste completamente delas.

Dito isso, seria errado eu dizer que a temporada foi completamente ruim para mim, porque na prático eu não perdi muito tempo com praticamente nenhum anime que eu realmente achasse ruim ou muito monótono. Infelizmente nem todas as séries que continuei vendo me agradaram até o fim. Porém, eu acredito que a temporada tenha sido fraca, já que geralmente eu acompanho mais do que 10 animes por temporada e mesmo entre esses 10 que acompanhei, só metade me agradou muito. Ainda assim, eu senti que tive boas surpresas com duas séries (Hibike! Euphonium e Punchline) que eu não esperava muito. Tirando então as três séries medianas  que mencionei anteriormente e essa duas que gostei, mas não foram memoráveis, as outras cinco séries que vi ou que estou vendo ainda, são as que realmente me agradaram, sendo elas: Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei SenekiYahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru. Zoku, Baby Steps 2, Daiya no Ace 2 e Ore Monogatari!.

Eu vejo esse anime e eu só penso como dávamos importância demais para coisas tão pequenas na nossa adolescência.

Como dávamos importância para coisas tão pequenas na nossa adolescência…

Concluindo, não vale a pena eu falar aqui das séries que dropei, pois a maioria dessas não vi mais que 2 episódios, o que denota meu desinteresse por elementos intrínsecos dessas séries, que podem se tornar menos relevantes ao longo do anime, de modo que, por falta de tempo e interesse em esperar por uma virada nessas série, eu preferi não vê-las mais e certamente não tornarei à vê-las no futuro. Também não acho que vale a pena eu falar das séries que deixei em espera.

O que vale a pena é falar de certos pontos que se destacam na temporada como um todo. Um desses pontos é a falta de variedade, pois havia muitas séries semelhantes, tanto em roteiro, quanto visualmente. Também acredito que quase nenhum anime soube utilizar bem clichês. Dentre as séries que gostei mesmo, somente Ore Monogatari! parece que soube usar os clichês do seus gêneros e nem é minha série preferida da temporada. Também acredito que faltou séries que soubessem balancear questões mais maduras, apenas Plastic Memories em menor escala, e Yahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru. Zoku, mais profundamente, souberam ter uma linguagem verossímil para tratar de questões inerentes a personalidade humana que esperamos que cada personagem transpareça. Por fim, vale destacar que essa foi mais uma temporada sem obras realmente grandiosas. Claro que certas obras vão conversar muito melhor com algumas pessoas que podem ou não ser marcadas por elas, mas não teve nenhum anime que você diga: “Esse anime é uma obra prima” ou “Esse anime é essencial para a geração atual de animes” ou “Esse anime quebrou paradigmas” ou ainda “Esse anime é um marco”. A temporada teve bons animes, mas acho difícil no futuro alguém lembrar dela como uma grande temporada, talvez no futuro nem lembremos dela.

TOPS LEGAIS DESSE Fim DE TEMPORADA E ALGUNS COMENTÁRIOS

Antes de começar a apresentar os tops, vale lembrar que esta é minha opinião e com certeza diverge da opinião de muitos, se quiserem apresentar seus tops e seus argumentos nos comentários ficarei muito contente, caso não tenham visto os animes informados, acho que deveriam dar uma olhada, mas verifiquem antes o gênero para não se deparar com algo que não te interessa, pois, por exemplo, eu gosto muito de séries espaciais, mas tem pessoas que não se interessam por animes deste tipo.

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Só não foi melhor, porque o estúdio está atrapalhando.

Melhores animes

Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei Seneki

Yahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru. Zoku

3º Baby Steps 2

4º Daiya no Ace 2

Ore Monogatari!

Não fosse por certos episódios de romance bastante clichê, essa segunda temporada de Sidonia no Kishi seria ainda melhor que a primeira, que já foi muito boa. Um execelente anime espacial, e que eu vi todo dublado em português. Obrigado Netflix, Polygon Pictures e Tsutomu Nihei! Já Yahari só não foi melhor, porque acabou deixando coisas demais em aberto, que espero que sejam resolvidas numa terceira temporada, fora isso, que anime bom… Baby Steps 2 é um anime de esportes tão bom que mesmo eu achando tênis chato pra caralho que supera supera as limitações técnicas do estúdio e o ritmo lento do mangá, empolgando cada vez mais quem assiste esse anime. Daiya no Ace 2 é um ótimo anime de beisebol e particularmente eu gosto muito de animes de beisebol. E o que dizer desse romance shoujo que eu considero pacas? Obrigado Ore Monogatari! por me apresentar o casal mais maneiro dos animes de romance em anos e de quebra apresentar uma excelente subtrama de amizade.

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Eu quero ser amigo do Tanikaze!

Melhores continuações

Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei Seneki

Yahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru. Zoku

3º Baby Steps 2

Não acho que Sidonia no Kishi e Yahari conseguiram superar suas primeiras temporadas, mas não foram muito inferiores não. Na verdade, tecnicamente as duas evoluíram bastante mesmo, apenas acho que o roteiro das primeiras temporadas dessas séries foram um pouco melhores. E que finais incríveis as duas séries tiveram, apesar de que tudo ficou extremamente em aberto. Já Baby Steps 2 está  me saindo superior a primeira temporada, porém já era de se esperar, já que é um anime de esporte.

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Eu tenho que voltar a ver esse anime!

Animes mais bonitos

1º Kekkai Sensen

2º Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka

Hello! Kiniro Mosaic

Menção Honrosa: Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei Seneki

Eu não sei porque realmente eu parei Kekkai Sensen, mas certamente ele merece o título de série mais bonita da temporada. Ele consegue fazer um misto urbano e sobrenatural que pouquíssimas obras conseguem, fora a forma excelente que utiliza efeitos de luz. Danmachi tem um design de personagens muito bonito e tem belos cenários. Hello! Kiniro Mosaic pode está longe de ser um anime muito popular, mas é um moe muito bonito! O que Sidonia não tem de bonito nos designs de personagens e na animação ele compensa no design de mechas e nos cenários. Pode ser perigoso morar em Sidonia, mas que é um lugar maneiro, isso é.

Mais feio

Uuuuyaaaahhhhhh!

Uuuuyaaaahhhhhh!

Ninja Slayer The Animation

Eu acho que não preciso explicar esse, basta ver o gif acima!

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Malditos primeiros episódios de anime

Maiores Decepções

1º Owari no Seraph

2º Vampire Holmes

3º Nagato Yuki-chan no Shoushitsu

Menção Honrosa: Final de Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka

Owari no Seraph tem o melhor primeiro episódio nada haver com o resto do anime desde Tower of Druaga, mas a diferença é que Druaga ainda é interessante a partir do episódio 2 e Owari no Seraph… (T.T me devolvam queles meus 25 minutos de vida!)… Esse eu faço questão de dar spoiler, não há vampiros em Vampire Holmes. Eu sei que Nagato Yuki-chan no Shoushitsu nunca se propôs a ser mais que um slice of life, mas vindo de Suzumiya, sempre esperamos algo a mais… Que final esse de Danmachi, que final?!

Ele não é o herói que queremos, mas é o herói que precisamos.

Ele não é o herói que queremos, mas é o herói que precisamos.

Melhores Surpresas

Punchline

Hibike! Euphonium

Ore Monogatari!

Nem eu, nem ninguém que desgosta de animes ecchis esperava nada de Punchline, diante de uma sinopse tão estúpido como a de “um espírito de um garoto que não pode ver calcinhas senão o mundo é destruído”, mas o anime não só surpreende por ter uma história de heróis e ficção científica, mas por realmente utilizar o ecchi de forma estúpida como um elemento importante da história e ainda assim conseguir ter uma sequência narrativa muito bem bolada, com diálogos muito maneiros e viradas realmente inesperadas. Hibike! Euphonium se destaca por ter tudo para ser apenas mais um slice of life colegial que usa música como pano de fundo, mas acaba por ser um animes sobre um clube de música que de fundo tem algum slice of life colegial. E eu não diria que Ore Monogatari! foi uma surpresa para mim, mas tem elementos dentro desse anime que realmente surpreendem, tal como, o quão maneiro é o amigo do protagonista e o quão loucas são as situações em que o protagonista se mete.

Melhores personagens masculinos

Takeooooo!

Takeooooo!

1º Takeo Gouda (Ore Monogtari!)

2º Hikigaya Hachiman (Yahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru. Zoku)

3º Nagate Tanikaze (Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei Seneki)

O Takeo é o herói, é o amigo, é o cara que todo homem queria ser… (ou não). Pessoalmente eu acho Hikigaya Hachiman o personagem mais sensato da história dos animes. E como não gostar de um herói como o Tanikaze?

Melhores personagens femininas

Provavelmente a melhor elfa assassina das mídias visuais

Provavelmente a melhor elfa assassina das mídias visuais

1ª Ryu Lion (Dungeon ni Deai wo Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka)

2ª Asuka Tanaka (Hibike! Euphonium)

3ª Rinko Yamato (Ore Monogatari!)

Difícil explicar as escolhas dessa categoria, pois particularmente não teve nehuma protagonista feminina que se destacou muito, só a Yamato talvez. Eu gostei muito da personagem Ryu de Danmachi, porque…. ela foda! Eu gosto muito da personalidade da Asuka (não tanto quanto eu gosto da personagem de Evangelion, é claro) de Hibike! Euphonium. E a Yamato de Ore Monogatari! é a namorada que todo mundo queria ter no colegial (principalmente os gordinhos).

Melhores aberturas

1º Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei Seneki

Ore Monogatari!

Kekkai Sensen

Que abertura incrível essa de Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei Seneki. É praticamente um hino homenageando os Cavaleiros de Sidonia. A abertura de Ore Monogatari! combina muito bem o clima romântico do anime, com a comédia e com a música. Eu vi muito pouco de Kekkai Sensen, mas que trilha e que uso de músicas…

Melhores Encerramentos

Kekkai Sensen

Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei Seneki

Daiya no Ace 2

Não tem como não gostar desse encerramento de Kekkai Sensen, em u ótima música e tem uma dancinha muito maneira. O encerramento de Sidonia no Kishi É simples e bonito, além de ser um orgasmo visual para fãs de mecha. Por fim, esse é apenas mais um ótimo encerramento Daiya no Ace, com sempre é simples e tem uma música muito maneira.

Animes que gostaria de ver uma continuação

Que final?!

Que final?!

Sidonia no Kishi: Daikyuu Wakusei Seneki

2º Yahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru. Zoku

Não preciso falar muito, até porque não quero passar spoilers, mas essas séries merecem muito uma terceira temporada.

Enfim é isto! Espero que tenham curtido, fiquem atentos ao twiter @AnimePortfolio para comentários da temporada atual. Até mais!

Considerações Finais Sobre Astarotte no Omocha!

Continuando a lista de animes que eu prometi comentar após ter visto devido a extinta coluna Hora de Aventura, mas especificamente devido a punição referente ao não ter completado a meta da edição 5 da coluna (essa punição foi apresentada na edição 6 dessa coluna), hoje irei falar quais são as minhas considerações finais sobre a série lolicon Astarotte no Omocha!

Um Lolicon que tenta não apelar demais, mas...

Um Lolicon que tenta não apelar demais, mas…

Antes de qualquer coisa, esse texto não é uma resenha de Astarotte no Omocha! e pode apresentar alguns spoilers leves, então se você não conhece este anime, recomendo ler a resenha do Yoi Yume que pode ser lida clicando aqui.

Ficha Técnica
Título:
Astarotte no Omocha
Sinônimos: Lotte no Omocha!
Obra Original: Mangá
Autora da Obra Original: Haga Yui
Gêneros: Comédia, Ecchi, Lolicon, Romance
Demografia da revista em que é publicado o mangá: Seinen
Número de episódios: 12
Ano de Lançamento: 2011
Produtora: Diomedea
Diretor: Oizaki Fumitoshi

Astarotte no Omocha conta a história de uma succubus da realeza de um mundo fantástico que tem apenas 10 anos e que por não gostar de homens, na verdade por ter medo de se relacionar com eles, decidiu que seu harém seria formado apenas por humanos, pois estes seres a muito não aparecem no mundo fantástico em que  esta princesa succubus vive. Porém, um jovem adulto humano acaba sendo transportado para esse mundo junto à sua filha de também 10 anos e passa a ser o único membro do harém da protagonista. Ao longo do anime a relação entre a protagonista e o jovem vai se  tornando mais intensa até se tornar um romance e de fato culminar em uma aceitação completa da mesma em tê-lo em seu harém. Vale ressaltar que a filha desse humano, por um acaso do destino, é irmã da protagonista, já que a mãe da protagonista em uma pequena fuga ao mundo humano anos antes teve uma relação sexual com este. Então ela engravidou e logo que a criança nasceu, a mãe de nossa protagonista deixou a criança com o jovem humano supracitado.

O roteiro da série é bem simples e gira em torno da descoberta dos sentimentos que a protagonista feminina vai tendo pelo protagonista masculino. Infelizmente não parece haver personagens originais, ao menos é muito fácil perceber vários outros personagens que se assemelham a quaisquer um dos personagens desse anime, talvez por isso é difícil se apegar a eles e provavelmente ao longo da série você no máximo se importará com a protagonista feminina. Por isso mesmo eu fiz questão de não apresentar o nome dos personagens, pois não estivesse no título do anime, nem mesmo o nome da protagonista você iria lembrar 30 minutos depois de ver qualquer um dos episódio (talvez eu esteja exagerando, mas que são personagens esquecíveis facilmente, isso são).

O desenrolar da história é bem maçante e o abuso de clichês como episódios da praia e cenas de fanservice com falas de duplo sentido, mesmo quando apenas há personagens crianças, é bem irritante. Vale ressaltar que essas cenas de clichê ecchi, mesmo geralmente sendo leve, praticamente ditam o tom da série. Claro que também há cenas de drama bem trabalhadas, mas o abuso de clichês de personalidade, principalmente do lado tsundere da protagonista e do lado jovem adulto despreocupado do protagonista masculino, quebram o clima da maioria dessas cenas.

Apesar das personalidades de cada personagem serem bem genéricas, o conjunto dos mesmos funciona bem. É interessante notar que quando qualquer um dos protagonistas não está contracenando com o outro protagonista, ou com qualquer membro de seu circulo familiar, suas ações são bem mais interessantes e até mais plausíveis. Não que o relacionamento dos protagonistas seja de todo ruim, mas é impressionante como o exagero dos clichês de personalidades são acionados no máximo nesses momentos tornando grande parte dessas cenas irritante, pelo menos durante os primeiros dois terços do anime. Por sinal, o anime melhora bastante nos últimos episódios, nada que o torne lá uma grande série de romance, mas há piores. Com relação ao roteiro, o último ponto que gostaria de destacar está relacionado a comédia do anime que simplesmente poderia ser jogada fora, porque é difícil rir de alguma cena nesta série, até porque todas as piadas parecem retiradas de outros animes. Talvez se você nunca viu um anime ecchi/lolicon/romance, você consiga esboçar um sorrisinho de canto da boca com alguma cena de mal entendido.

Basicamente minha reação por ter de terminar esse anime.

Basicamente minha reação ao ver a maioria dos episódios desse anime.

O design de personagens e a animação do Diomedea são bem interessantes, apesar de o design de cenários não impressionar em momento algum. Os efeitos visuais também não desagradam. No geral a identidade visual do anime cumpre seu papel, o que não significa que ela vá agradar muita gente. A trilha sonora também não vai  impressionar, mas não chega a ser ruim. Por fim, não tem como culpar qualquer que seja o dublador de não se esforçar, pois o trabalho da equipe de dublagem certamente é a melhor parte do anime e não chega a ser memorável devido aos péssimos diálogos. É muito difícil encontrar um diálogo interessante que seja.

Enfim, Astarotte no Omocha está longe ser um bom anime, mas há séries bem piores e sinceramente ele entrega o que promete, nada mais e nada menos. Se você gosta de séries de fantasia com monstros mitológicos antropomorfizados em mulheres bonitinhas e de um romance lolicon que não seja tão pesado, pode ser que o anime até o agrade. Caso contrário, passe longe dessa série.

Considerações Finais Sobre Saint☆Onii-san OVA

Um texto de considerações finais não aparece por aqui a um bom tempo, mas ainda tem muito anime que ainda estou devendo comentários e sempre haverá enquanto eu puder ver anime. Enfim, hoje é dia de comentar um dos animes que vi graças a extinta coluna Hora de Aventura, mas especificamente devido a edição número 9 dessa coluna. Hoje irei falar quais são as minhas considerações finais sobre os dois OVA’s que adaptam parte do mangá Saint☆Onii-san.

Uma prova de que não é preciso questionar, enfatizar e nem desrespeitar a religião de alguém para se contar uma boa história sobre os personagens mais importantes de religiões distintas.

Essa obra prova que não é preciso questionar, enfatizar e nem desrespeitar a religião de alguém para se contar uma boa história sobre os personagens mais importantes destas religiões.

Antes de qualquer coisa, esse texto não é uma resenha de Saint☆Onii-san e pode apresentar alguns spoilers leves, então se você não conhece este anime, recomendo ler a resenha do Elfen Lied Brasil que apresenta uma opinião parecida como a minha e a análise é pouco mais voltada para a história, mas também faz leves comparações com outro mangá de comédia (muito bom) da mesma autora desta obra. Para ver o texto do Elfen Lied Brasil basta clicar aqui.

Ficha Técnica
Título:
Saint☆Onii-san
Sinônimos: Saint Young Men
Obra Original: Mangá
Autora da Obra Original: Hikaru Nakamura
Gêneros: Comédia, Slice of Life
Demografia da revista em que é publicado o mangá: Seinen
Número de episódios: 2
Ano de Lançamento: 2012 (OVA 1) e 2013 (OVA 2)
Produtora: A-1 Pictures
Diretor: Noriko Takao

Inspirado em um gag mangá de Hikaru Nakamura, a mesma autora de Urakawa Under The Bridge, Saint☆Onii-san apresenta uma trama protagonizada por Jesus Cristo e Siddhartha Gautama (Buda), que decidem tirar merecidas férias. Devido a dificuldade de lhe dar com  seus seguidores ao redor do mundo, que iriam provavelmente, mesmo com boas intenções, os deixar ainda mais cansados, eles decidem passar suas férias no Japão, um país um pouco menos fervoroso em relação a religião e onde poderiam esconder suas identidades, afinal imagina se descobrem que Jesus e Buda estão tirando férias na terra? Ao longo do anime acompanhamos o dia a dia de dois seres celestiais tentando viver como humanos e aproveitando os pequenos prazeres da vida, como ler um mangá, manter um blog, sair para passear numa rua comercial e etc. Vale ressaltar que durante a estadia dessas duas figuras celestiais na terra, estas acabam dividindo um pequeno apartamento em uma pensão cuja a “síndica” é uma senhorinha de idade bem desconfiada.

Falar de figuras religiosas é sempre complicado e principalmente em se tratando de uma obra de comédia, mas a autora conseguiu balizar muito bem o humor com as características mais famosas destes personagens e em nenhum momento apela para um humor negro e nem para situações desrespeitosas ainda que os personagens passem por situações difíceis  em que a filosofia deles é posta a prova e em todos os casos a solução é muito inteligente e ao meu ver nunca é polêmica.

Claro que certas atitudes dos personagens podem ser questionadas, mas muitas das escolhas são profundamente relacionas a história e as características conhecidas tanto de Buda quanto de Jesus, por exemplo o fato de Buda parecer o mais racional, enquanto que Jesus é um pouco mais liberal, de modo que isso representa o racionalismo pregado no Budismo e a comunhão e aceitação das diferenças pregados por Jesus, que segundo a Bíblia, não veio terra com intuito de salvar apenas os israelitas,  mas com o intuito de salvar todos no mundo.

Uma cena muito bacana é quando Jesus cita que uma de suas estratégias para manter a boa audiência de seu blog é sempre responder a todos os comentários, o que é uma clara analogia aos pedidos por graças tão comuns entre os cristãos. Outra questão interessante é o fato dos dois morarem em um pequeno apartamento que remete ao fato de ambos serem figuras ligadas a humildade, enquanto que Jesus sempre viveu entre os pobres e nunca aceitou regalias, Buda era um príncipe que deixou de lado sua realeza e riqueza para buscar a iluminação.

O que vocês fariam se encontrassem Buda e Jesus durante um passeio por sua cidade?

O que vocês fariam se encontrassem Buda e Jesus durante um passeio por sua cidade?

O trabalho do A-1 Pictures é muito bom, não chega a ser um dos melhores do estúdio, mas certamente serve a seu propósito. A animação é simples, porém fluida, o que é facilitado pelo design de personagens que é simples porém muito bem feito, particularmente gosto muito dos pequenos detalhes em cada personagem que se destacam dependendo da situação, por exemplo o sorriso meio encabulado de Jesus ou o olhar de Buda que quase sempre transmite um ar de sabedoria. Os cenários também são muito bem feitos e bem utilizados. E vale destacar que todos os elementos são melhorados na adaptação para filme que também é da mesma equipe.

Para finalizar, Saint☆Onii-san é uma obra descontraída que a meu ver passa uma ideia simples de que você não precisa ser tão rígido com relação a ideologias sejam elas religiosas, políticas, morais ou o que for. Saint☆Onii-san não é apenas uma história muito divertida, mas que pode lhe apresentar um novo jeito de ver o mundo ao mostrar que até mesmo duas figuras celestiais com ideologias (levemente) diferentes buscam a comunhão, a convivência e a amizade entre si. Os grandes sábios e as pessoas iluminadas sempre buscaram a paz, o amor e o respeito das diferenças entre todos os seres humanos.  Enfim, Saint☆Onii-san é um ótimo anime.

À la recherche du futur perdu – Segundas Impressões

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 Olá a todos. Venho aqui continuar o post sobre Ushiwareta Mirai wo Motomete , o que faz disso um ”segundas impressões” no caso. No post anterior eu comentei o primeiro episódio, e meio que emendando o segundo. Nesse aqui ficará compreendido os episódios 3 e 4.

O episódio continua do lance do fantasma e dos tremores  que ocorreram no segundo episódio, com a turma toda tentando achar respostas para esse fenômeno.  Corta pra Airi, que pensando na novata misteriosa de longos cabelos brancos, reflete sobre sua vida até aqui. Ela diz que sempre foi a aluna perfeita, sempre tirou notas boas, se sobressaia nos esportes, e quando entrou nesse colégio decidiu ”meter a mão no freio”, e ser mais normal, o que resultou no encontro com a Kaori, que no caso era o oposto dela.

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 Retornando ao clube, a turma recebe um chamado para apartar outra briga entre os clubes de judô e karate, briga essa que aconteceu no episódio 1 antes do acidente com Kaori, enquanto a Yui tem uns devaneios e se lembra de algo, como uma lesão no tornozelo de alguém. Vale lembrar que ela chegou nua pelada sem memórias e aos poucos está recuperando sua memória, e que entre uma memória recuperada e outra ela se vê dentro de tubos, como numa experiência. Algo relacionado a clonagem, talvez? Yui como que se além do tornozelo soubesse que algo a mais fosse acontecer, arrasta Kaori do local da briga entre clube, salvando-a e evitando seu terrível destino de torcer o tornozelo.

Apoś isso, eles retornam para a busca pelo tal fantasma, se dividindo e duplas e procurando pelo colégio. A dupla de Kaori e Yui tiram a sorte grande , e o avistam numa janela do prédio anexo. Todos se assustam, tremem, MAS, ao perceberem que estavam sendo filmados, descobrem que era tudo pegadinha do malandro, era tudo parte de um projeto do clube de cinema, um filme de terror. Terminamos o episódio assim, sem grandes revelações interessantes.

[AnimEncode] Ushinawareta Mirai wo Motomete Episode 3 Subtitle Indonesia  50MB MP4

 Pesando todo o episódio, nada que influencie a trama profundamente aconteceu, fez nada mais que chover no molhado, alguns backgrounds de personagens mostrados ali, a continuação dos tremores também teve pouca participação nesse episódio.  E é isso. Esse post deveria englobar o episódio 4, além de sair na semana seguinte ao primeiras impressões, MÃS, não aconteceu. Relaxe, quem quer que esteja lendo isto, ainda farei outros ”impressões” dos próximos episódios, mesmo atrasando alguns dias.