O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

Arquivo para a categoria ‘Matérias Especiais’

Até mais, e obrigado pelos peixes!

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Bang!

Então… meio que já tinha dado pistas nos últimos posts, mas agora estou oficializando uma decisão que já foi tomada há algum tempo. Resumindo, esse é o último post do Anime Porftolio (mas seja legal e leia o post até o fim!). 

Os motivos para parar de postar no blog são pessoais e, embora não seja nada mirabolante ou que esteja afetando minha vida pessoal grandemente, eu vou me reservar o direito de omiti-los. Em vez de explicar os motivos para o fim, prefiro explicar o que vem adiante, mas não antes de já agradecer profundamente a todos os leitores do blog nesses quase 7 anos de existência.

Muito obrigado pelo apoio de todos nesse período! Tenho certeza que nem sempre o blog agradou a todos, mas certamente vale muito a pena guardar os bons momentos, as boas informações, as boas indicações e talvez o bom conhecimento que eu e todos os autores do blog tentamos passar nesse tempo em que esta página esteve em atividade. Um agradecimento especial aos parceiros do blog que nos apoiaram nessa empreitada, e mais especialmente aos blogs Animecote e Netoin, que sempre me apoiaram e que continuam me apoiando nos projetos malucos que bolei.

E agora o que acontece?

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Esse post marca o fim das postagens no Anime Portfolio, mas o blog não chega ao fim hoje, na verdade tem tanto conteúdo que a nós (a equipe) orgulha, que não poderíamos simplesmente deixar tudo para lá. Além disso, o fim das postagens no Anime Portfolio não marca o fim das atividades de todos os autores do blog. Eu, o velho e maluco administrador desse blog ainda continuarei a blogar, mas em outros locais. Então isso é o que posso falar sobre o futuro do conteúdo do blog e sobre alguns autores:

  • O Kyon continuará sofrendo com o tratamento da Haruhi, mas nada sabemos se ele voltará um dia a escrever seus sarcásticos comentários sobre anime.
  • O Aiscrim (André) irá continuar escrevendo sobre videogame no Intersect News, continuará seus contos no Aisvêrse e continuará participando, sempre que possível, do Kyoudai Podcast.
  • Eu (o Administrador do blog) me manterei postando podcasts e contos no Yopinando, e além de participar dos podcasts, eu me tornei redator do Animecote.
  • Ainda sobre minha participação no Animecote, parte dos textos que publicarei lá de agora em diante serão continuações de certas colunas que postava aqui, dentre as quais o Pensador Otaku e A resposta é 42 são duas que manterei. Ainda não sei ao certo se manterei alguma outra. Além disso, certas matérias especiais e textos egressos dessas colunas que fazem parte do Anime Portfolio serão revisados, atualizados e repostados no Animecote. Ainda não está definido que textos serão relançados, mas a frequência de relançamentos não deve ser maior que 2 textos por mês.
  • As resenhas, e outros textos opinativos e expositivos, que consideramos atemporais e que não gostaríamos que fossem completamente esquecidos no limbo do passado da internet, serão revisados e atualizados por mim e pelo Aiscrim (por enquanto apenas por nós dois), para futuramente (provavelmente no primeiro semestre de 2016) serem compilados e relançados como uma publicação digital similar a uma revista.
  • Apenas após o lançamento da compilação citada acima,  o blog será fechado, até lá será possível acessá-lo e ver todo o conteúdo publicado no blog, inclusive os extremamente datados.
  • Nada posso dizer sobre os demais autores do blog, apenas posso afirmar que sempre contarão com meu apoio em qualquer projeto que venham a me apresentar.
  • O Projeto Conhecendo o Mercado Naccional de Mangás continuará sendo publicado nos blogs participantes do mesmo, com exceção do Anime Portfolio. E aquele imenso texto que preparo todo mês sobre o formulário mensal do projeto passará a ser publicado no Animecote.
  • Como já mencionado anteriormente, o Kyoudai Podcast continuará sendo gravado ao vivo e publicado no youtube, no Animecote e no Netoina cada duas semanas.
  • O podcast Sobre Músicas e Animes continuará sendo publicado no Yopinando, mas também será publicado no Animecote.
  • Os demais podcasts (Yopinando Shinbun, Yohohoho, SensouCast e Animecotecast) que eram publicados (também) aqui continuarão sendo publicados nos seus blogs de origem, o Yopinando e o Animecote.
  • Por último, a página do facebook e os twitters do blog serão desativados dia 25/09/2015.

o último Adeus Até mais

Dito isso (ou escrito isso), gostaria de agradecer pela última vez a todos os leitores, autores, comentaristas e parceiros do Anime Portfolio. Foram quase 7 anos de uma história memorável, que espero que tenha influenciado positivamente a cada um de vocês, ao menos a minha vida foi muito positivamente influenciada. Espero revê-los no Yopinando, no Animecote e em qualquer outro local da internet pelo qual passar (ou ao vivo quem sabe?). Como nunca se sabe o que acontecerá no futuro, em vez de um adeus, prefiro terminar esse texto como um bom golfinho faria (mesmo eu não sendo um golfinho, ou será que sou…), dizendo Até mais!  

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Extras de Mangá #6: Um pouco sobre OAD…

Olá! Hoje é dia de falar de Anime na coluna dedicada mangá, mas como assim? Hoje vou falar um pouco sobre OAD, ou Original Animation DVD, um termo utilizado principalmente para animações produzidas diretamente para Home Video que se difere de OVA (Original Video Animation ou Original Animation Video – OAV) poque OAD‘s são produções costumeiramente mais baratas e que são lançados juntamente com edições especiais de volumes de mangá.

xxxHOLiC: Rou, primeir OAD que adapta uma pequena parte do mangá xxxHolic: Rei

xxxHOLiC: Rou, primeiro OAD que adapta uma pequena parte do mangá xxxHolic: Rei

Enfim, OAD‘s tem a função de impulsionar a venda de certos volumes de mangá e servem muitas vezes como complemento de certas adaptações animadas que não cobrem toda história de um mangá em são baseadas. Diferente de OVA‘s (que começaram ser produzidos no Japão no fim dos anos 70) o costume de se lançar OAD‘s é relativamente recente. No início era comum OAD‘s serem lançados apenas com os volumes finais de certos mangás, mas com o tempo se tornou cada vez mais comum eles serem usados para adaptar arcos intermediários, ou histórias lançadas em extras do mangá original. Além disso, se tornou também comum o uso (algumas vezes) de OAD‘s em vez de OVA‘s para medir a popularidade e possivelmente analisar se vale a pena adaptar um mangá para anime.

Vale ressaltar que a utilização de OAD’s como forma de promover a venda de um volume de mangá é comum apenas no Japão e por isso mesmo não vemos muitos OAD’s ganharem versões ocidentais de maneira oficial, principalmente devido ao custo elevado de licenciamento e o custo da própria mídia, pois  muitas vezes o OAD custa quase o mesmo preço de um DVD ou Bluray comum de uma série de anime.

Enfim, o que há de bom em OAD‘s? Não existe nada de especial em um OAD’s na prática, pelo menos nada que o diferencie de um ou mais episódios de uma série de anime ou de um OVA. O grande mérito desse tipo de produto está no fato das editoras oferecerem um material a mais para colecionadores e fãs daquele mangá ao qual o OAD é associado, pois se um fã já vibra por seu mangá ter uma ou mais páginas coloridas, imagina ter uma animação que adapta especificamente um certo arco ou um extra do mangá.

School Rumble San Gakki - Seria terceira temporada mesmo?

School Rumble San Gakki seria uma terceira temporada mesmo?

Então você está me dizendo que um OAD só tem vantagens, já que o que o fã do mangá vai ter um material extra a mais (caso possa pagar por isso)? Na prática sim, muito embora OAD’s possam ser meio cruéis com pessoas que apenas acompanham anime, pois eles geralmente (quando não adaptam spinoffs) apresentam um grande spoiler, já que não respeitam a cronologia de uma série de anime. Por exemplo, A algum tempo saiu um OAD de Assassination Classroom antes da série de tv. Ignorando as questões técnicas, esse OAD apresentava um arco que apenas é mostrado no terceiro volume do mangá. Quem não lia o mangá certamente recebeu spoilers se viu esse OAD antes da série de anime estrear e ainda por cima foi jogado em uma trama sem saber sequer a ideia base do mangá.

Isso tudo não significa que OAD‘s são ruins, eles continuam sendo um extra bacana, pois por exemplo, nunca poderíamos ver uma versão animada do final do mangá School Rumble não fosse o OAD School Rumble San Gakki. Essa animação apresentou um grande pulo na narrativa em relação ao fim da segunda temporada do anime de School Rumble, mas para o público alvo dele (do OAD), que eram os fãs que leram o mangá  até o fim, foi um extra realmente incrível, já que o mesmo tem uma qualidade tão boa quanto a qualidade da clássica adaptação do mangá para série de anime.

Enfim, é uma pena que não possamos ter OAD‘s de certos animes aqui no ocidente, mas eu pelo menos vou continuar na torcida para que mais OAD‘s sejam produzidos. Como um fã de anime e de mangá eu só agradeço, ainda que eu implique um pouco com a qualidade de alguns OAD‘s.

Espero que tenham curtido saber mais sobre OAD e que comentam o que vocês acham de OAD‘s? E qual o seu OAD preferido? O meu é School Rumble San Gakki.

ANÁLISE DA PERGUNTA: Qual seu gênero preferido de mangá?

Hoje analisarei a pergunta extra do formulário do mês de Novembro de 2014 do projeto Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás. A pergunta foi:

Qual seu gênero preferido de mangá?

Das 178 pessoas que reponderam o formulário supracitado, 123 reponderam a pergunta extra, um número que eu considero interessante. Infelizmente, como pode ser visto na tabela logo abaixo, mesmo com o aviso deixado no formulário para  se desconsiderar demografias, mais de um terço das pessoas ainda responderam a pergunta com uma ou mais demografias e sem citar gêneros. Além disso, algumas poucas pessoas forneceram outras respostas que considero inválidas como “Nenhum específico.”ou “Não tenho uma preferencia.”. De modo que  houve ao todo 68  respostas válidas.

Informações gerais.

Informações gerais (Clique na imagem para vê-la no tamanho original).

Ao todo foram escolhidos 19 gêneros diferente, dentre os quais, 11 foram escolhidos por mais de uma pessoa. Não achei surpreendente que os três gêneros mais citados foram Ação, Aventura e Comédia, mas achei um tanto curioso o quarto gênero mais escolhido ser Slice of Life, já que não é comum mangás desse gênero serem lançados no Brasil. Pessoalmente me entristeceu um pouco o fato de que os gêneros Space Opera e Esportes tenham sido escolhidos por tão poucas pessoas. Confiram abaixo o percentual de escolhas de cada gênero.

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Mais interessante que analisar apenas as escolhas de cada gênero é analisar as escolhas por sexo e faixa etária. Vale ressaltar que houve pessoas que escolheram mais de um gênero, por isso não foram apenas 68 escolhas. A tabela abaixo mostra com mais detalhes como ficou a escolha de cada gênero. Ela está ordenada de cima para baixo pela quantidade de escolhas de cada gênero.

Escolhas por sexo e faixa etária.

Escolhas por sexo e faixa etária.

Dentre as mulheres os gêneros mais escolhidos foram Aventura, Fantasia e ficção e Ação. Sendo o preferido entre mulheres de 10 a 15 anos o gênero Fantasia e ficção. Entre mulheres de 16 a 24 anos (a principal faixa etária do formulário) o gênero Aventura foi o campeão. Entre mulheres de 25 a 30 anos houve um empate de preferências entre os gêneros Aventura, Fantasia e ficção e Ficção científica. Por último, apenas uma mulher com mais de 30 anos respondeu a pergunta e a mesma escolheu o gênero Nonsense.

Dentre os homens os gêneros mais escolhidos foram Ação, Comédia, Slice of life e Psicológico. Sendo o preferido entre homens de 10 a 15 anos os gêneros Slice of life, Romance, Thriller, Crime e Ecchi. Entre homens de 16 a 24 anos (a principal faixa etária do formulário) o gênero Psicológico foi o campeão. Entre homens de 25 a 30 anos os gêneros preferidos foram Aventura Ação. Finalmente, entre homens com mais de 30 anos o gênero preferido foi Comédia.

Algumas das conclusões que retiro desse resultado são: (i) Muitos ainda confundem demografia com gênero (isso pode ser um bom tema para discussões futuras); (ii) ainda há gêneros de mangás não comuns ao mercado nacional que os leitores gostariam de ver com mais frequência nas bancas e lojas especializadas;  (iii) apesar de haver gêneros que são preteridos por pessoas de ambos os sexos, há uma variação de gostos a se considerar entre diferentes faixa-etárias, o que mostra que é realmente importante haver uma ampla variedade de gêneros para suprir o mercado; e (iv) infelizmente ainda não vale a pena apostar em certos gêneros (particularmente eu gostaria muito de mangás space operas, mas não parece ser muito rentável lançá-los por aqui).

Espero que tenham curtido esse post e até mais!

7.5 Memoráveis Nerds dos Animes

Se você é nerd já deve saber que hoje, 25 de maio, é o Dia da Toalha, uma homenagem muito merecida a Douglas Adams, um dos maiores escritores nerds do século 20, que criou a divertidíssima saga do Mochileiro das Galáxias. Além disso, esse dia também é conhecido como dia do orgulho nerd (particularmente eu prefiro só dia da toalha).

O termo “Nerd” surgiu como uma forma de identificar pessoas que possuíam um interesse acima do normal pelas diversas ciências, mas com um foco também voltado para os elementos e produtos culturais que essas pessoas consumiam e produziam.  Com o passar do tempo esse termo passou a identificar o grupo formado por pessoas que gostam de um ou mais elementos da cultura pop, ou da cultura visual contemporânea (alguns usarão o termo cultura visual “moderna”) acima do normal, dedicando uma boa parte do seu tempo ao estudo, ao aprimoramento e a divulgação deste ou destes elementos da cultura pop, que cada uma dessas pessoas gosta.

Assim sendo, em parte a grande maioria dos otakus são nerds, em especial aqueles que tentam agir como divulgadores e aprimoradores dos elementos da cultura otaku. Porém, a lista abaixo não leva em consideração apenas se o personagem é otaku, mas personagens que consomem elementos diversos da cultura visual e das diversas ciências e que os divulgam ou que os implementam no seu dia a dia, além de ser categoricamente bem visível seu apelo nerd.

Enfim, vamos a lista…

1 – Makoto Kousaka

MakotoQuem conhece o mangá e o anime Genshiken sabe que muitos dos personagens desse anime poderiam está nessa lista, mas escolhi o Kousaka por uma questão especial: Ele é a prova animada de que as aparências enganam. Quando se pensa na figura de um nerd, geralmente ninguém pensa em um bishounen, mas Kousaka é exatamente isso e ele preenche todos os requisitos indispensáveis para ser considerado nerd, até mais que muitos dos seus amigos otakus de seu clube universitário.

Kousaka é extremamente inteligente, um otaku completo, um gamer imbatível, conhece elementos de cultura visual como quase ninguém e após se formar passou a trabalhar em uma empresa desenvolvedora de jogos, de modo que passou efetivamente a contribuir no desenvolvimento de mais produtos nerds e otakus. Um nerd de carteirinha que muitas garotas adorariam ter como namorado (até saber o quão nerd ele é), mas que possui uma namorada bem difícil.

2 – Edward Wong Hau Pepelu Tivrusky IV

Françoise, ou Edward9_EdFlyBebop2 Wong Hau Pepelu Tivrusky IV (como ela se auto-nomeou), ou simplesmente Ed, é uma das personagens mais queridas dos fãs de Cowboy Bebop e não apenas por seu carisma, mas também por sua inteligência e suas habilidades de hacker que a tornam uma Geek de primeira.

Ed certamente é uma pessoa que vive em ritmo completamente diferente dos resto das outras pessoas, mas que sabe ser amável com todos de quem ela gosta, além de ter coragem de enganar um planeta inteiro só para mostrar suas habilidades e conseguir o que quer. Essa lista sem dúvida não estaria completa sem sua presença.

3 – Shiroe

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Shiroe, o estrategista, ou o vilão de óculos, são apenas algumas das alcunhas que esse personagem possui. Um jovem adulto que se ver preso dentro de um mundo de fantasia similar a um MMORPG que ele jogava. E agora ele tem de usar o seu conhecimento e sua inteligência para ajudar seus amigos e toda uma população de outras pessoas que também estão presas nesse mundo.

Apesar de não ser claramente visível seu lado nerd, tirando o fato de ser um jogador de MMORPG, boa parte de suas estratégias e de seu conhecimento empregado ao longo da história da novel e anime Log Horizon tornam claro que Shiroe também merece sem dúvida está nessa lista.

4 – Sanzenin Nagi

Vocês p1403444odem perguntar o que uma jovenzinha rica estaria fazendo nessa lista? E a resposta é simples, Sanzenin Nagi de Hayate no Gotoku! é um dos personagens mais nerds (infelizmente também é uma neet hikkikomori) dos animes e mangás. Qual nerd não adoraria morar numa mansão cheia de quartas e ter por exemplo, um quarto diferente para cada um dos seus consoles? Além disso, é impressionante seu apelo por manter coleções de seus jogos, filmes, bonecos e animações preferidas. Nagi ainda tem muito a aprender para um dia ser um membro contribuinte da cultura nerd, mas sem dúvida com a ajuda de seu mordomo de combate, e talvez de seu tigre falante, ela irá se tornar uma grande mulher.

5 – Sommelier

261185É fácil explicar porque esse personagem de Denki-gai no Honya-san está na lista, afinal ele não é conhecido como um sommelier por qualquer motivo. Um experiente trabalhador de uma livraria especializada em produtos otakus, e um grande conhecedor de novels e mangás.

Uma vez por semana utiliza seus amplos conhecimentos para ajudar jovens e adultos a descobrirem produtos que certamente os farão felizes. Talvez alguns achem estranho sua pequena quedinha por garotas pequenas, mas em nada isso diminui o grande homem e nerd que esse personagem é.

É sempre difícil descobrir novos produtos de cultura que nos agradem e por isso pessoas como o Sommelier são tão importantes para o mundo nerd. Mesmo que ele seja o homem de poucas palavras, o que o impede de participar de um podcast, ele contribui efetivamente para a divulgação da cultura otaku e nerd.

6 – Izumi Konata

Lucky_Star___Konata_Izumi_2_by_EmadGfxPara muitos Izumi Konata de Lucky Star é o símbolo atual da cultura otaku e claramente podemos chamá-la de nerd não apenas pelo seu empenho em se mostrar otaku, mas também pelo sua maneira de se comunicar, sempre usando as mais diversas referências para fazer um paralelo com situações e pessoas com as quais ela convive.

Konata pode não ser uma contribuinte exímia do mundo nerd e ainda que muitos possam criticar dizendo que ela é apenas uma otaku, por toda a simbologia que por si só ela representa é impossível fazer uma lista como essa e não adicioná-la

7 – Usui Kazuhoshi

Para finalizar essa lista não poderia faltar um dos maiores ne948613_1328877319510_fullrds dos shounens de comédia. Usui Kazuhoshi, ou Switch, de Sket Dance não é apenas um estranho que usa uma voz criada em um software de computador que ele mesmo desenvolveu para se comunicar, mas é também um completo nerd.

Ele não tem nenhum problema em mostrar para todos o seu conhecimento e seu gosto pela cultura nerd. E facilmente podemos dizer que Switch é um dos principais representantes dos nerds nos animes e mangás, por isso ele está nessa lista.

7.5 Sakata Gintoki

155537O protagonista de Gintama, Sakata Gintoki, talvez não haja como nerd e está longe de ser um contribuinte e grande divulgador dessa cultura, mais é um consumidor voraz de mídias ditas otakus. Além de fazer referências aos mais diversos personagens da cultura visual,  ele ainda é um fanático pela revista Shounen Jump como mutos otakus. Não sei ao certo se posso chamá-lo de nerd, mas ele tem vários gostos e costumes que muitos dos nerds de hoje possuem.

 

Enfim, espero que curtam a lista acima e coloquem nos comentários que outro personagem nerd de anime você acha que merecia ser mencionado.

Card Games, Animes, Anjos & Dragões

Esse texto é uma matéria não patrocinada que visa promover um novo Card Game nacional, enquanto apresenta a correlação entre card games, animes e o Brasil. Espero que curtam o texto preparado pelo André Luiz Silva Negrão especialmente para divulgação desse trabalho. Caso se interessem por conhecer mais sobre esse novo card game acessem o facebook do projeto: facebook.com/pages/Anjos-Dragões/236907263169608. No fim desse post deixarei minhas considerações iniciais sobre o material (de divulgação e não do jogo).

Card games, animes e Brasil

Desde o lançamento do Yugioh! Card Games e Animes tem andado de mãos dadas. No Japão temos diversos Animes baseados em Card Games e alguns como Duel Masters e Cardfight Vanguard! até chegaram ao USA.  No Brasil o Yugioh! fez um extremo sucesso no inicio do milênio, conquistando diversos fãs de Anime e uma legião de jogadores.

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Mas o tempo passou…

Se durante a chegada do Yugioh! o Brasil era repleto de duelistas, hoje o numero é bem menor.  O jogo chega ao nosso país a um preço absurdo e, para muitos, a brincadeira ficou complicada demais, com cards possuindo textos enormes (e minúsculos) e excessivas combinações com cartas específicas.

Mas agora é hora do duelo novamente!

Anjos & Dragões - Marca

A Fiero Jogos, uma empresa de jogos nacional, está trabalhando no Anjos & Dragões, um Card Game nacional com visual Anime, nos moldes do Yugioh!.

O foco da Fiero Jogos é oferecer desafios divertidos para o jogador brasileiro a um preço compatível com sua realidade.

Luz - Guerreiro SagradoNada de boosters aleatórios com cartas Ultra Mega Raras que só aparecem 1 a cada 50 pacotes. O jogo será vendido em 4 baralhos diferentes, um de cada facção do jogo, possuindo TODAS as cartas necessárias para se jogar competivamente. Comprando um baralho já é possível desafiar os amigos, mas com os 4 baralhos o jogador já possui TODAS as cartas do jogo para elaborar qualquer estratégia. E tudo isso a preço justo.

 

O jogo é fácil de aprender e possui partidas rápidas, entre 15 a 30 minutos. A arte é baseada no estilo Mangá, dando aquele gostinho de Card Game nipônico.

Anjos & Dragões é uma boa opção para o duelista brasileiro que deseja ser competitivo gastando pouco.

O jogo será lançado em breve via Financiamento Coletivo. Acompanhe novidades na página do jogo e fique ligado.

facebook.com/pages/Anjos-Dragões/236907263169608

A hora do duelo está de volta!

André Luiz Silva Negrão

 

A algum tempo fui procurado pelo André Luiz via e-mail e foi aí que conheci o projeto Anjos & Dragões e como acredito que seja um projeto muito bacana, decidi divulgá-lo. Particularmente não tenho um grande histórico com Card Games, mas cheguei a jogar Magic, Yugioh (o oficial e aquelas cartinhas que vinham nos pacotes de salgadinhos), Pokemon (o único que tive  e ainda tenho um deck) e um jogo próprio que criei com a molecado do prédio.

Um dos problemas que tinha na adolescência para jogar esses jogos era realmente a questão financeira, pois haviam decks que custavam mais que um livro completo de D&D e outros jogos de rpg que curtia, e isso quer dizer que tudo chegava muito próximo de três dígitos. Na vida adulta eu até tive a possibilidade de gastar meu dinheiro nesses jogos, mas sempre me pareceu um investimento caro demais para o retorno que eu sabia que teria, dada a minha falta de interesse em ficar saindo nos fins de semana apenas para encontrar que pessoas que os jogam.

Diante disso, a ideia de um novo card game, completamente em português (antigamente o inglês era uma barreira incrível) e por um custo acessível realmente me parece um investimento que vale a pena e olha que eu não ganho nada por essa propaganda. Enfim, vou continuar acompanhando mais sobre o desenvolvimento desse jogo e devo falar de novidades em podcasts. Por hora fica a dica para que acessem a página do jogo no facebook e para confiram mais informações sobre o projeto Anjos & Dragões.

Extras de Mangá #5: Algumas vantagens e desvantagens dos mangás curtos lançados no Brasil

Está no ar (após um longo hiato) a nova edição da coluna mais fanboy deste blog, ou quase. Aqui o assunto é mangá e somente mangá (mais ou menos).

Hoje irei compartilhar um pouco da minha opinião com relação a vantagens e desvantagens de se publicar mangás curtos aqui no Brasil. Para restringir o que eu compreendo por curto com relação a mangás, falarei neste texto de mangás que possuem no máximo 6 volumes. Enfim, vamos adiante.

Uma obra completa do Miura... finalmente consegui.

Uma obra completa do Miura… Finalmente consegui!

Podemos afirmar que a maioria dos mangás lançados no Brasil são de média ou longa duração, sendo obras com 10 ou mais volumes, isso porque naturalmente as editoras optam principalmente em lançar obras que já são famosas que vão lhe dar lucro por um longo tempo e isso não é nenhum problema, pois é até mais comum que bons mangás durem mais no mercado editorial japonês. Claro que ser bom é algo subjetivo e que o mais correto seria dizer que um mangá é popular, mas quando quase ninguém gosta de algo, isso é um indicativo de que essa não é uma boa aposta a ser feita. A questão é que ainda são lançados no Brasil mangás curtos e do ponto de vista de um leitor de mangás ocidental há uma série de vantagens e desvantagens relacionadas à essas obras.

Uma desvantagem é o fato de que quando a obra não é de um autor já consagrado no país, mesmo que você goste do mangá e com isso passe a querer mais obras do autor desse último, é pouco provável que a série venda bem “a não ser que essa obra tenha sido adaptada para anime”. Entre os exemplos que posso citar, temos o excelente Solanin de Inio Asano, que possui apenas dois volumes e que saiu no Brasil pela editora L&PM, que até fez uma campanha mínima de marketing, mas que aparentemente não conseguiu um retorno tão lucrativo. Vale ressaltar que Inio Asano é o mesmo autor de Oyasumi Pun Pun, outra excelente obra, muito bem-quista pelas pessoas na internet, e que sinceramente só irá ter chances de sair no Brasil se for por outra editora e ainda assim são poucas as chances. Claro que também existem as exceções, como o mangá Spicy Pink de Wataru Yoshizumi, que é um josei de apenas dois volumes e que passou despercebido pelo grande público, mesmo assim há pelo menos mais duas obras da autora no Brasil, Ultramaniac e Marmalade Boy. Provavelmente o motivo deste mangá ter sido lançado no Brasil foi devido ao sucesso pontual das outros obras da autora, e por ter saído numa época em que a Panini ainda investia mais em jousei e em shoujos.

Outra desvantagem é o fato de muitos mangás curtos lançados no Brasil não terem o mesmo marketing que obras mais longas, mesmo necessitando bem mais desse marketing. Atualmente editoras como a NewPop e a JBC passaram a publicar com mais frequência obras curtas. Percebe-se que essas editoras estão tentando equiparar o marketing de obras curtas com o que fazem para obras mais longas, enquanto que vejo pouco trabalho nesse sentido vindo da Panini, mesmo ela ainda publicando excelentes mangás curtos como o Gigantomachia, do qual vem a imagem que estampa o topo desse post.

agehaClaro que nem só de ônus vive nosso mercado com relação a obras curtas, na verdade existem várias vantagens tanto para leitor quanto para editora. Uma dessas vantagens está no fato de serem obras em que o investimento é menor e que um mal desempenho não é capaz de gerar uma crise numa editora. Para o leitor, o custeio de uma obra pequena é sempre menor do que de uma obra mais longa. Além disso, por ser menor o risco para a editora, há mais chances de se apostar em gêneros menos famosos. A JBC praticamente recriou um mercado de obras de suspense e terror ao apostar em séries como Another e Senhor dos Espinhos, além da série de média duração, Diário do Futuro. Agora praticamente essa editora sempre está com ou dois títulos dos gêneros terror e suspense em seu catálogo mensal. A Panini a alguns anos costumava apostar em obras jouseis e shoujos curtas, geralmente de romance, mas isso não ocorre mais.

Outra vantagem é que vários autores famosos costumam, vez ou outra, lançar séries pequenas, enquanto publicam suas obras principais que são mais longas. Algumas dessas obras menores acabam sendo lançadas no Brasil devido ao sucesso de uma outra obra maior do autor, que já faz ou fez sucesso no Brasil, assim podemos conferir mais do trabalho daquele autor. Por exemplo, seria pouco provável que Blue Dragon Ral Grad de Takeshi Obata chegasse ao brasil se não fosse o sucesso de Hikaru no Go, posteriormente esse desenhista ainda teve dois outros grandes sucessos em que trabalhou publicados no Brasil, Death Note e Bakuman, além de outra obra curta recentemente lançada, All you Need is Kill. Particularmente eu só tenho as duas obras curtas de Obata, embora tenha lido todas as obras citadas. Hikaru no Go é minha obra preferida dentre as seis, mas sem dúvida a obra em que Obata me deixou boquiaberto com seu traço, foi Blue Dragon Ral Grad.

È importante falar também que apostar em um autor que teve já obras que fizeram um relativo sucesso no país,  nem sempre é bom, principalmente quando a editora vai longe demais. Tenho certeza que toda vez que um mangá curto está para ser selecionado por uma editora, a editora tem ferramentas para medir o quanto essa obra provavelmente é popular ou não nos lugares em que já foi publicada, de modo que apostar em um mangá não muito famoso apenas porque o autor tem certa fama no Brasil pode sair pela culatra. O próprio Blue Dragon Ral Grad eu já conhecia ela antes de ser publicada no Brasil e pelo pouco de conhecimento que tinha, sabia que não era uma obra tão popular, tanto que até onde sei realmente que não foi um mangá muito lucrativo para a JBC.

Para mim que gosto muito de apostar em mangás curtos, não é incomum esbarrar em obras que não me agradam como o mangá Tsumitsuki, mas diante de um mercado em que suas grandes obras tendem muitas vezes a serem de gêneros muito parecidos, as vantagens de apostar em uma séries curtas se sobressai em detrimento das desvantagens, por isso fico feliz que mais mangás curtos venham sendo publicados nos últimos anos. Apenas espero que não se torne a regra usar esse tipo de mangá para apostar em gêneros menos conhecidos e em obras de demografias menos famosas no país, como o shoujo, o jousei e até mesmo o seinen, porque assim não teremos mais a oportunidade de acompanhar outras obras maiores e boas desses gêneros e demografias.

Sei que o texto não chegou a nenhuma grande conclusão, mas a ideia dessa coluna é divagar sobre os vários aspectos dos mangás e não apenas criticar o que há de ruim e nem apenas ressaltar o que há de bom. Espero que tenham gostado e que também reflitam um pouco sobre a publicação de mangás curtos no Brasil.

Análise da pergunta: Se alguma editora nacional lançasse mangás online você compraria (claro que com preço menor que os impressos pela vantagem em relação a distribuição)?

Uma ótima obra digital que acredito que faria sucesso no Brasil.

Uma ótima obra digital que poderia fazer sucesso no Brasil.

Nessa edição não teremos top nacional, mas temos a nova área da coluna Extras de Mangás onde farei sempre uma análise da pergunta extra de um dos formulários do projeto Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás (CMNM), e desta vez vamos voltar a outubro de 2013, onde, juntamente às questões comuns do formulário desse mês, foi feita a seguinte pergunta:

Se alguma editora nacional lançasse mangás online você compraria (claro que com preço menor que os impressos pela vantagem em relação a distribuição)?

E para meu espanto e meio que tristeza a quantidade de respostas negativas foi superior e com uma vantagem razoável em relação às resposta positiva como pode ser visto no gráfico abaixo.

MAnga Digital

Mesmo analisando por faixa etária, apenas as pessoas entre 25 e 30 anos acham que poderia ser uma boa ideia publicar mangás digiais no Brasil. Porém foram muito poucos os participantes da pequisas nessas faixas na época em que esse formulário esteve no ar, como pode ser visto na tabela abaixo.

Manga Digital Faixa

Me pergunto se é uma resistência ao digital, se é porque as pessoas acreditam que obras digitais deveriam ser sempre gratuitas, ou se há uma desconfiança sobre como as editoras disponibilizariam essas obras. O mercado digital de quadrinhos existe, embora seja pequeno quando não se considera as publicações amadoras e gratuitas. Por exemplo o site maisgibis.com.br é uma loja de quadrinhos digitais, sendo que a versão impressa de algumas das obras à venda nesse site já foram publicadas. Porém não existe nenhuma iniciativa oficial do tipo para mangás, pelo menos não em língua portuguesa, pois o próprio Crunchyroll permite que os assinantes brasileiros tenham acesso aos mangás que são lá publicados, porém todos estão em inglês.

Particularmente, eu adoraria ver mangás sendo publicados digitalmente no Brasil, inclusive acompanhando notícias de anime e mangá, pode se ver que há uma tendência principalmente no Japão e nos Estados Unidos de publicarem mais e mais obras digitais. No caso do Brasil há uma vantagem imensa já que sabemos, que devido ao tamanho do país e ao fato de o principal tipo de transporte de produtos ser feito por meios viários, o custo com a distribuição é imenso. Além de que essa mesma distribuição é quase que cruel com fãs que não moram no sudeste onde estão as grandes editoras, pois fora a temível distribuição setorizada, ainda existe a tiragem pequena com que certas obras chegam em diversos locais do país e que por vezes gera uma concorrência por produto, já  que muitos dos mangás esgotam rápido.

Enfim, imagino diante desse resultado e do posicionamento de grande parte dos fãs de mangás, que tão cedo não veremos mangás digitais em português por vias oficiais no país, a não ser que alguma editora nos surpreenda, mas não aposto minhas fichas nisso.

A divindade em Mirai Nikki

Uma história de amor muito saudável

Uma história de amor muito saudável

Mirai Nikki é uma obra originalmente publicada como mangá entre 2006 e 2010 na revista Shounen Ace e adaptada para anime em 2011. O universo apresentado brinca desde o primeiro momento com o conceito de divindade, a colocando como prêmio de uma competição de sobrevivência. Uma característica que deuses assumem em Mirai Nikki é a mortalidade. Deus Ex Machina, o deus supremo do tempo e do espaço, que Yuki considera um amigo imaginário inicialmente, está no fim de seu mandato e logo irá morrer. Os escolhidos como candidatos ao cargo são aqueles possuidores de um legítimo diário do futuro, que corresponde aos próprios registros que o usuário faria normalmente, mas deslocados no tempo. As informações contidas nos diários não são um futuro imutável, mas algo que os candidatos, cada um conhecido por um número, podem usar em sua missão de matar os restantes. Ter essa missão não significa que os participantes são assassinos de sangue frio, mas eles são de fato corrompidos pelo processo e por outras circunstâncias.

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One Piece Especial (Guest Post para o Netoin!)

Daqui a cinco dias o blog Netoin!, um dos mais antigos parceiros do Anime Portfolio, criado e administrador pelo meu amigo Carlírio Neto, completará 8 anos de existência e as comemorações já começaram. Dentre os posts especiais feitos para essa comemoração, o meu amigo pediu para vários blogueiros parceiros do Netoin! para escrever posts especiais que ele chamou de Guest Posts sobre assuntos diversos relacionados a anime e mangá. No meu caso foi solicitado que fizesse um post sobre One Piece, que por acaso é meu anime preferido, e eu prontamente atendi ao pedido. Finalmente nessa quinta-feira o tal post foi colocado no ar.

Então, aproveito para fazer a chamada para que todos visitem o Netoin! e vejam não apenas meu post, mas todos os demais posts que lá estão. Tenho certeza que há muito conteúdo para os leitores do Anime Portfolio por lá! Para ver todos os post relacionados ao aniversário de 8 Anos do Netoin! clique aqui.

E vamos Festejar!

Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás – Novos Resultados

One Piece ainda é o shounen mais visado do projeto...

One Piece ainda é o shounen mais visado do projeto…

Olá a todos! É com grande prazer (ainda mais pelo trabalho que já deu e que ainda dará) que lhes trago novas informações sobre os resultado do projeto Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás. Não irei me alongar muito até porque estou bem cansado com o tempo que perdi hoje preparando as informações que já divulgarei nesse post. Enfim, hoje trago-lhes uma análise sobre os resultados de Agosto 2014, os últimos que saíram, porém não é apenas isso…

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Campeão absoluto de agosto, a nova versão de Berserk é o mangá preferido pelos homens de todas as idades e um dos preferidos entre as mulheres…

Como já havia informado em outros posts, eu criei um banco de dados para adicionar as informações do projeto, porém meu tempo escasso não permitia que eu parasse para consolidar o mesmo e gerar as primeiras consultas, no entanto finalmente eu pude fazer isso na última semana começando a análise dos dados mais recentes do projeto, que são os do mês de agosto. Além disso, a algum tempo venho pensando em como faria para ter uma interface padrão de divulgação desses dados e finalmente cheguei em uma primeira resposta, que não é a melhor visualmente, mas que atende a praticamente todas as necessidades permitindo uma colaboração de todos interessados e contendo o máximo de informações que eu julgo importantes a princípio.

Enfim, vamos aos resultados, ou melhor, a divulgação de como vocês podem acessá-los, pois a análise dos resultados será a partir de hoje compartilhada como uma planilha do google drive que pode ser acessada clicando aqui. Além dos dados da planilha, ainda serão criados gráficas para facilitar a visualização dessas informações, mas isso pode demorar um pouco.

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Acima vocês podem ver o layout do documento. Na parte inferior dele é possível ver uma série de abas e elas representam qual o grupo principal de informações tratado em cada uma delas, vale ressaltar que a tabela não contém dados brutos, mas uma série de resultados já obtidos dos dados do formulário, como por exemplo, a informação de que no mês de agosto 2014 o gênero de mangás preferido foi Ação e o menos selecionado foi Comédia Romântica. É possível perceber também nessa aba de informações gerais que agora podemos verificar os resultados por gênero e demografia dos mangás, assim é possível saber quais shonens de esporte são os preferidos, ou quais os seinens mais agradaram o público e etc. Na aba Mangás lançados é possível ver uma lista de todos os mangás já inclusos na base de dados, bem como qual a demografia, dois dos gêneros que o mangá englobam, qual a editora que o lançou, qual os volumes desse mangá que foram lançados e quando eles foram lançados.

Outra informação que podemos gerar dos resultados já presentes na planilha é o gráfico acima que foi obtido com os dados da aba Mangás. Ele mostra a quantidade de vezes que cada um dos mangás foi escolhido no mês de agosto de 2014 (passe o mouse por cima de cada barra para ver os números).

Super Onze não anda muito bem nos resultados no projeto...

Super Onze não anda muito bem nos resultados no projeto…

Com o tempo irei adicionando os dados de todos os meses do projeto e agora que finalmente consolidei o banco e que já gerei as consultas que trazem as informações dessa planilha, não devo demorar muito mais para divulgar os demais resultados, ao menos pretendo ainda esse mês já colocar as informações de setembro de 2014. Caso queiram indicar gêneros novos para os mangás ou caso achem que tem alguma outra informação que deveria ser posta na planilha, favor enviar e-mail para conhecendoomercadodemangas@gmail.com. Irei divulgar as atualizações da planilha nas edições do Kyon News,  via facebook e via twitter (@AnimePortfolio).

Finalizando, no menu lateral foi adicionado um atalho para os resultados. Espero que essas informações lhe ajudem a compreender melhor o mercado nacional de mangás!

AP Live #3: Shin Sekai Yori – parte 1

Vejam todos as edição do AP-Live clicando aqui

AP Live #2: Casais em Animes: Shounens de Batalha

Análise da enquete: Você ver animes em algum serviço de streaming oficial como Crunchyroll, Daisuki, Netflix e Crackle?

Sei que esse texto já deveria ter saído, mas nem sempre as coisas funcionam como esperamos,  mesmo assim cá estou para lhes trazer o segundo texto da coluna que só existe porque vocês fornecem suas opiniões, a Análise da Enquete. No texto de hoje analisarei a enquete em que tento descobrir o quão interessados por serviços de streaming oficiais estão os leitores do blog. A enquete ficou quase 1 ano no ar e acredito que os resultados estejam, de fato, bem plausíveis com o pensamento geral de leitores de blogs de anime e mangá. Enfim vamos à análise.

Você ver animes em algum serviço de streaming oficial como Crunchyroll, Daisuki, Netflix e Crackle?

Cliquem na imagem para ampliar

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A primeira constatação que podemos tirar desse resultado é que  a grande maioria daqueles que veem animes no brasil, ainda preferem os ver por meio de fansub, o que demonstra duas coisas, primeiro que a maioria dos fãs de animes ainda tem um certa resistência a ver animes via streaming e segundo que a máxima de que os sites de streaming iriam acabar com os fansubs é de fato uma “grande besteira”, porque se isso fosse um fato, acredito que a diferença entre quem ver só em fansub e quem ver em serviços de streaming oficiais seria menor, pois acho difícil que os fãs fossem parar de ver anime só porque esse anime apenas está disponível via serviço de streaming oficial, até porque, com exceção do Netflix, os demais serviços de streaming citados oferecem também a maior parte de seu acervo gratuitamente.

“Ah mas se você considerasse os serviços de streaming não oficiais como o Anitube isso iria mudar!”. Talvez no futuro eu tente verificar os serviços de streaming não oficiais, mas aí as questões serão completamente diferentes e tem mais a haver com o quão os fãs de anime apoiam fansubs ou se eles apenas se  beneficiam de seu trabalho, por isso não vale a pena misturar serviços de streaming não oficiais, com serviços oficiais. Aliás, volto a salientar que a enquete é sobre serviços de streaming oficiais, o que não significa pagos.

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Nota-se também que a maioria das pessoas que veem animes por serviços de streaming oficiais, o fazem após assinarem e pagar o serviço, aparentemente isso pode ser porque o valor, em geral, dessas assinaturas não são tão caras, ou por achar que o serviço gratuito oferecido não vale a pena, mas aí entra a questão de comparação com muitos materiais não oficiais ainda oferecidos que tem uma qualidade similar ou inferior ao que pode se visto gratuitamente através destes serviços. Por exemplo, o Crunchyroll oferece animes gratuitos em formado SD, que tem um qualidade similar, acredito que até um pouco superior, ao 360p do youtube, ao padrão dos reencodes em mp4 e a qualidade que normal do Anitube (sei que não ia comparar os serviços oficiais com os não oficiais, mas estou falando só da qualidade de imagem e áudio). “E como você sabe disse Evilasio? Eu sie que você assina esse serviço, então não venha me dizer que ver em formato SD os seus animes”. Eu de fato não vejo animes em SD no Crunchyroll, mas vejo doramas e também já usei o anitube, por isso a comparação, mas antes de mais nada, não estou criticando o Anitube ou reencodes em mp4, só estou comparando o quesito qualidade de vídeo e áudio para tornar mais rica a discussão sobre essa questão da qualidade das séries gratuitas de serviços oficias de streaming. Por último, tanto o Crackle quanto o Daisuki não fazem uma restrição de qualidade para os animes que disponibilizam gratuitamente.

Com relação a grande questão da tradução e adaptação das legendas que muitos criticam. A priori quem fala que ver anime em inglês ou em outra língua não pode usar esse argumento como o porquê de se usar ou não um serviço de streaming oficial, pois todos costumam disponibilizar os animes sem legendas ou com legendas em inglês também (alguns também em espanhol, alemão, russo, chinês e etc),  alguns até dublados em inglês, português ou outra língua. Com relação a qualidade de tradução, acho que o único serviço que parece de fato ter uma qualidade melhor de tradução que a dos “bons fansubs” é o Netflix, quando ele não disponibiliza o anime apenas dublado. O que não significa que a tradução e adaptção dos outros serviços de streaming sejam ruins ou péssimas, mas que os tradutores costumam cometer erros similares a de fansubs que não dão tanta atenção a revisão e por isso alguns desses erros são repassados aos assinantes do serviço, mas nem o Daisuki que me parece ter a tradução mais fraca para português, dos poucos animes que tem em português, é tão pior que os fansubs com qualidade mediana. Sendo que a maioria, sim a maioria, das pessoas que veem anime de fansubs veem dos famosos speedsubs costumam ter uma qualidade de tradução e adaptação fracas.

E quanto ao acerrvo? Enfim, a grande questão a ser tratada parece mesmo ser o fato de esses serviços terem um acervo de animes ainda muito pequeno. Cada serviço tem sua estratégia para atrair novos clientes, a mais elogiada é a do Crunchyroll e do Daisuki que disponibilizam animes que estão sendo exibidos no Japão, sendo que cada episódio se torna disponível poucas horas depois do mesmo ser apresentado nos canais da tv  japonesa ou canais japoneses de internet, além disso, esses serviços também disponibilizam alguns especiais que apenas foram lançados fisicamente via Home Vídeo. O Crcakle, o Netflix, a Claro tv e outro disponibilizam apenas séries completas. O Netflix (Acho que em menor escala o Crunchyroll e o  Daisuki também) começou a investir no apoio financeiro à produção de certos animes para os tornar séries originais e provavelmente exclusivas dele, como é o caso de Sidonia no Kishi. Claro que mesmo somando o acervo de todos os serviços oficiais de streaming do mundo não teríamos nem a metade dos animes que há disponíveis via fansub pela internet.

Pessoalmente eu acho prático usar serviços de streaming oficiais e por uma quantia pequena, pequena mesmo, assino o Crunchyroll e o Netflix, mas como nem todos os animes que vejo são disponibilizados via esses serviços, também utilizo fansubs, mesmo preferindo não encher mais meu HD de arquivos de vídeo. Usar ou não um serviço desses não é bem uma questão de se estar certo ou errado, embora ao assinar um serviço desses, você está fornecendo uma pequena colaboração para a equipe que criou o anime, o que particularmente para mim já justifica a assinatura, pois me deixa com uma sensação de ter ajudado a  indústria de animes um pouquinho mais e sem que isso afetasse consideravelmente minha renda. Acredito que cada um tem a sua opinião sobre o porque usar ou não um serviço de streaming, apenas acho que, sempre que possível, é importante testar os serviços disponíveis para verificar se realmente não vale a pena assinar nenhum deles e caso chegue a conclusão que não vale, então não assine.

Sobre a enquete atual do blog

A enquete atual, que vocês podem ver no menu lateral do blog, deve continuar no ar até o dia 12 de setembro (sexta-feira). No dia 13 setembro postarei uma nova enquete e entre os dias 15 e 22 de setembro eu devo apresentar o texto de análise da enquete que estará no ar até dia 12 de setembro.

AP Live #1: Indicações de Animes Baseados em Light Novels

Animes comentadas:

  • NHK ni Youkoso
  • Suzumiya Haruhi no Yuutsu
  • Suzumiya Haruhi no Shoushitsu
  • Sword Art Online
  • Baccano
  • Accel World
  • Seirei no Moribito

Análise da enquete: Qual o maior problema de mangás lançados no Brasil?

Olá a todos! Hoje estreia uma nova coluna feita para resolver o problema de como utilizar melhor os resultados das enquetes aqui do blog, a coluna Análise da Enquete, que obviamente é um título muito simples e literal, mas é o que temos no momento. Enfim, a ideia dessa coluna se resume em uma análise que farei sobre os resultados das enquetes que posto no blog que deve (quase) sempre ser postada em algum dia da segunda semana de cada mês (ou do calendário que fiz para o blog).

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Colecionar ou não colecionar, eis a questão?

“Ah Evilásio, a enquete atual não corresponde a do título desse post, você Errou…”. Nesse primeiro mês irei fazer dois textos, esse, que é correspondente a enquete que ficou no ar por quase todo o primeiro semestre do ano passado e o outro, postado na quarta semana do mês, que corresponde a última enquete que saiu do ar, referente a serviços legais (no sentido de respeitar a lei) de streaming. No fim deste post apresento a nova enquete postada  hoje e que ficará online até o dia 12 de setembro. Sem mais delongas, vamos a análise, que não será tão longa (espero eu), por ser mais informal e ter o intuito apenas de reforçar a discussão.

Qual o maior problema de mangás lançados no Brasil?

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Primeiramente queria apresentar trechos de um comentário deixado por uma pessoa que respondeu a enquete que corrobora com a opinião de muitas pessoas que criticam os mangás lançados no Brasil. antes vale mencionar que esse comentário surgiu de uma resposta a uma pessoa que questionou o fato de muitas outras selecionarem a opção “qualidade do papel” que acabou ficando em segundo lugar como problema mais votado (admito que também me impressionei com o resultado). Enfim o comentarista disse:

“A qualidade do papel é horrível e isso deteriora a qualidade da imagem, além das páginas ficarem amareladas rapidamente. A edição pior ainda, pois não se tem o minimo cuidado, eles simplesmente selecionam uma área e deletam, parece que foi editado no paint, quem comprou Inuyasha sabe do que estou falando. A tradução ainda da pra relevar, o preço porém é ridiculamente alto…  pelo preço que as editoras pedem é melhor importar os mangás de editoras americanas que saem com uma qualidade muito maior por um preço muito semelhante, além de oferecerem uma variedade de títulos maior.”

De fato é comum se olhar para fora e comparar os mercados e ainda que muitas das coisas que falam por aí sejam falácias é inquestionável que a variedade de mangás lançados em inglês (e acho que também em espanhol, mas não necessariamente na Espanha) é bem maior do que em português. Já com relação a qualidade, depende muito das editoras que lançaram a obra, pois tem muito material lançado lá fora que é uma bela porcaria, mas também tem muito material de qualidade louvável.Com relação ao preço, convertendo os valores médios de mangás nos Estados Unidos para reais, fica bem parecido com o preço dos mangás lançados aqui, tal como o comentarista citou. E quanto a tradução, isso é um problema que ocorre tanto aqui quanto nos Estados Unidos, quanto na Espanha, quanto na França e etc.

Enfim, queria apenas começar por essa questão para deixar claro que a comparação não é totalmente inválida, mas tem muitos fatores que devem ser levados em consideração que fogem da proposta da enquete. Para terminar essa questão da comparação, gostaria de citar que vez por outra escuto essa mesma questão ser discutida em um podcast espanhol (feito por espanhóis) sobre anime e mangá que eu escuto (às vezes), o que prova que ela não é uma exclusividade do Brasil, ou seja, não é só aqui que se fala que a qualidade e o preço dos mangás em outro país viabilizaria mais a importação da obra do que a compra da mesma no país natal da pessoa que está falando. Por sinal, mangá na Espanha parece ser caro mesmo e olha que a variedade lá não é tão grande assim não.

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Agora deixando de lado os argumentos do nosso querido comentarista (até porque eu não coleciono Inuyasha, pois não gosto) vou me focar nos resultados da enquete.

Com relação a Baixa qualidade de impressão acho que talvez a maioria das pessoas não veja esta questão como um problema tão frequente, porque achei estranho tão poucos votos, incluindo o meu, pois nada me irrita mais que pegar um mangá com balão cortado, com uma imagem difícil de entender ou com páginas invertidas (sim, isso acontece). Atualmente não lembro de erros como esse nos últimos 3 anos (só meu primeiro Dragon ball edição definitiva que tem a contra capa de cabeça para baixo, acredito que por isso ele era prêmio do anime quiz que ganhei, ou será coincidência?). Enfim, acho que esse problema foi quase que resolvido nos últimos tempos.

Com relação a Tradução, que para mim é segundo maior problema, pois erros são mais comuns do que deveriam, deve-se também levar em consideração que muitas pessoas criticam a  adaptação de certos termos e isso não é o problema em si. Pelo menos isso se trata de uma escolha da editora que  normalmente é estranhada no começo, mas ao longo do tempo é comum os leitores passarem a aceitar e às vezes até acharem muito boas essas adaptações. Por exemplo, a princípio, eu tive uma certa birra com o fato de a JBC ter utilizado “Dr. Morte” em vez de “Shinigami-sama” no mangá Soul Eater, mas hoje eu acho bem maneiro essa “versão nacional”, aliás ainda bem que não apenas traduziram, pois ficaria algo como “Senhor Ceifador”, ou “Senhor Deus da Morte”, ou apenas “Deus da Morte”, enfim não ia ficar legal nem ia caracterizar bem o personagem.  A tradução e adaptação se torna um problema quando ela descaracteriza e/ou muda o sentido de certas frases do mangá e quem costuma ler mangás em outras línguas saca logo erros como esse, mas a grande maioria dos leitores passa despercebido e acredito que por isso também não tenha sido uma opção muito votada.

Com relação a “polêmica” Baixa qualidade do papel, hoje em dia eu nunca mais percebi nada do tipo, apenas quando compro mangás mais antigos. Acho que as editoras perceberam que fica feio para elas e que o público aceita gastar uns 50 centavos ou até 1 real a mais por um papel um pouco mais descente. Agora, que isso já foi um problemão, isso foi, aliás quem coleciona mangás de 4 anos para trás, sofre bastante para conservá-lo. Apenas para não dizer que não existem exemplos ainda hoje desse problema, a versão meio-tanko de Evangelion tem uma qualidade de papel muito boa, mas a versão tankobon (a mais nova) tem um qualidade  de papel consideravelmente questionável, vejamos se isso continuará quando sair o último volume.

Por último, porém mais relevante dado a quantidade de pessoas que elegeram esse como o maior problema do mercado nacional, falemos do famigerado Preço. Enfim, os mangás nacionais valem o preço que custam? Será que são caros de mais? Inquestionavelmente o Novo Vagabond é muito mais caro do que vale? (Essa última questão, eu Acho que sim). O Preço de um mangá é uma coleção de “pequenos” preços de outras coisas, incluindo o valor do licenciamento, do papel, da impressão, do custeio do trabalho da editora (tradução, adaptação, edição, revisão e etc), das ações de marketing, da distribuição, do quanto o dono da banca terá de lucro e do quanto a editora terá de lucro real. Aliás é importante destacar que o Brasil, pelo seu tamanho e pelo fato de que quase todo transporte é rodoviário, tem um custo de distribuição elevadíssimo. Enfim, não é barato vender qualquer que seja o material impresso no Brasil, masque o valor dos mangás em si é elevado não há o que questionar, acredito que a o principal questionamento é se a qualidade da obra vale o preço que pagamos, pois pagamos praticamente o mesmo, talvez um pouco mais, ou um pouco menos, que a média dos valores dos mangás na América do Norte e na maior parte da Europa. Hoje em dia eu acredito que o preço médio ideal para os mangás publicados no Brasil, com exceção das edições mais luxuosas, seria entre 8 e 13 reais, mas essa é uma especulação baseada no material daqui e no material que conheço publicado em outros países.

Enfim, quem quiser, continue a discussão nos comentários, afinal são as críticas que movem a internet, não é mesmo?

A NOVA ENQUETE

A nova esquete que publiquei hoje corresponde a velha questão do que vem primeiro na vida de um otaku: O Mangá ou o Anime? Não deixem de votar e o façam o quanto antes, pois lembro que a enquete só deve ficar no ar até o dia 12 de setembro.

Projeto de Hangout do Anime Portfolio (Ainda sem nome)

Era pra ser dez minutos, mas acabou sendo uma hora… De qualquer jeito está o ar o episódio piloto da nova série de Hangouts do Anime Portfolio inaugurando seu canal oficial do Youtube. Nessa série vamos falar sobre temas relacionados a animes e mangás em geral. As gravações devem ocorrer sempre a cada duas semanas nas terças às 21:00.

Nesta primeira falamos sobre nossos animes preferidos no momento, ou quase isso…

Enfim, ainda não temos um nome para o projeto então deixem nos comentários suas sugestões de nomes e temas e se quiserem participar com algum tema específico, nos envie um e-mail (bloganimeportfolio@gmail.com) e veremos  a disponibilidade e um terça para gravarmos.

Por que o Kyubey é bom (spoilers)

Mahou Shoujo Madoka Magika é um anime que foi exibido em 2011 e produzido pelo estúdio Shaft. Recebeu também uma linha de mangás e 3 filmes. A obra teve uma boa repercussão e seu mascote ficou marcado como um símbolo de maldade, um clássico lobo em pele de cordeiro. No entanto, apesar de ser fácil perceber as motivações que levam esse estigma a recair sobre o Kyubey, tal pensamento apresenta fragilidades.

Eu mando nesta confusão toda

Eu mando nesta confusão toda

A acusação básica em questão é a de que os incubators exploraram e enganaram a humanidade ao apresentarem o contrato como uma promessa de realização dos desejos e ingresso em uma missão heróica quando tudo se tratava, na verdade, de adquirir energia para reverter a escalada natural da entropia e a fonte dessa energia era o evento mais terrível para as garotas mágicas: a transformação em bruxas.

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Extras de mangá #4: Qual a importância de uma boa capa? e Top 3 nacional – Capas de Mangá

Começa mais uma edição da coluna mais quadrinística desse blog, onde o assunto é mangá e apenas mangá (se bem que dar pra falar de outras coisas também). Hoje vou compartilhar um pouco de minha opinião sobre um dos itens mais importantes de qualquer quadrinho, afinal um livro pode não ser bem julgado pela sua capa, mas uma boa capa pode vender quase que qualquer livro.

Sempre curto quando capa e contra capa fazem parte da mesma imagem, só não tenho muita coragem de abrir um mangá assim!

Sempre curto quando capa e contra capa fazem parte da mesma imagem, só não tenho muita coragem de abrir um mangá assim!

Existe um ditado que diz que não se deve julgar um livro pela capa, mas também existe um que diz que a primeira impressão é a que fica. Em se tratando de qualquer material vendável, as duas informações são importantes, primeiro porque o conteúdo é o item mais importante desse material, porém uma bela aparência é capaz de vender quase qualquer coisa.  A capa é o primeiro contato que a pessoa tem com o quadrinho e por isso mesmo é importante que ela chame a atenção.

No caso de quadrinhos ocidentais é comum o capista não ser o mesmo desenhista da obra, pois uma capa costuma ser criada já com a intenção de chamar a atenção e vender a obra, porém isso não ocorre com os mangás, onde os capistas são os desenhista da própria obra, por isso mesmo é comum uma capa ter diretamente relação com o que está acontecendo na obra no volume em questão, embora isso não seja uma regra e autores como Akira Toriyama de Dragon Ball, às vezes fazem capas que não tem nada haver com a trama contada.

É importante lembrar que mangás costumam ter histórias que duram vários volumes, então a capa mais importante costuma ser sempre a do primeiro volume, pois uma vez fisgado, o leitor provavelmente continuará acompanhando a obra, ou pelo menos as capas dos volumes subsequentes não influenciará tanto em sua escolha de continuar ou não o mangá. Além disso, pelo mesmo motivo da extensão de um mangá, os leitores mais acostumados com esse tipo de obra não julgam muito do que se passará nela pela capa, pois mangás tendem a demorar um pouco a engrenar, geralmente um volume inteiro ou dois.

Outra coisa interessante voltada ao poder de venda de uma capa de um volume de uma HQ está relacionado ao público alvo. Dentro do Japão é comum muitos dos leitores que compram volumes de mangá já conhecerem parte da obra devida a publicação dos mesmos em revistas especializadas, as antologias. O volume de um mangá então é um compilado de vários dos capítulos publicados em uma antologia e embora haja muitos leitores que comprem apenas os compilados, um grande parte do público compra os volumes após conhecer o mangá nas antologias, por isso a capa acaba sendo mais um agrado para o leitor do que um item feito para tornar o mangá mais vendável, embora seja claro que o valor de vendagem de uma capa também é levado em consideração para que a mesma seja aprovada. Já no ocidente, em caso raros, as capas de um mangá são diferentes das versões  japonesas para tornar o mangá ainda mais vendável, pois os leitores ocidentais quase sempre não tem acesso a antologias, apenas aos compilados. Um caso desses que chamou atenção nos últimos anos foi o do mangá Sankarea, cuja a capa do volume 1 japonesa lembra a capa de um romance, enquanto que a norte-americana lembra um história de terror com zumbis. Na prática Sankarea é uma história de romance com uma garota que virou zumbi.

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Enfim, capa por capa, público por público, o que mais interessa para nós fãs é ter um material de qualidade e bonito, afinal se nos empolgamos tanto com uma simples página colorida é claro que um verdadeiro fã de mangá sempre gosta de uma boa capa e também como qualquer fã de quadrinho há sempre aquela capa ou aquelas capas que nos são memoráveis.

Top 3 nacional – Minhas capas de mangá preferidas

Dessa vez um top simples e que pode gerar muitas discordâncias, além disso, não deu para pesquisar em todos os mangás que possuo, pois alguns estão emprestados e outros bem antigos  eu infelizmente não tenho mais, mesmo assim me sinto satisfeito com minha lista. Curtam abaixo meu top 3 e coloque nos comentários os seus.

3º lugar

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Summer Wars volume 1

Sempre acho a arte do Yoshiyuki Sadamoto muito bonita e também gosto muito das capas de Evangelion, inclusive a dos volume 4, antigo volume 7 nacional, que mostra a Asuka pela primeira vez é minha preferida, no entanto a arte de Summer Wars é ainda mais bonita e em especial a dessa primeira capa ( ia ser legal se lançassem Ookami Kodomo no Ame to Yuki por aqui, pois pra mim, a arte deste título é a obra prima do Sadamoto).

2º lugar

Dragon Ball Volume 15

Dragon Ball volume 15

O Toriyama sempre faz capas maneira e vez por outra ele fazia brincadeiras na capa de Dragon Ball sendo que essa do volume 15 é a  minha capa preferida da obra, já se eu levasse em consideração a da edição definitiva de Dragon ball que tem uma relevo na imagem de capa, o que dar um ar ainda mais luxuoso a obra, minha preferida é a do volume 9, que tem o Piccolo Daimao.

1º lugar

Berserk volume 68

Berserk volume 68

O mais maneiro dessa capa do Miura é que ela passa bem a ideia da armadura de Berserk, que pra quem não sabe é uma armadura que dar um poder incrível a seu usuário, mas que o deixa em um estado de fúria quase incontrolável. Essa imagem não só mostra o Gutz usando a armadura, como passa a impressão que ela está engolindo ele e isso demonstra muito bem a luta que o Gutz tem que travar para controlar o poder supracitado toda vez que usa essa armadura, antes que ela é que acabe o usando.

Nos vemos no próximo post!

Animes em 2012: As opiniões sobre o que saiu na temporada de Outono

Tá frio!

Tá frio!

Aqui quem vos fala, é claro, é o Kyon e antes de mais nada quero deixar claro que o fato de haver um boneco no meu lugar, não significa que estou com medo de que alguém queira me bater por atrasar esse texto por pelo menos um ano, apenas está frio demais para aparecer, tanto que até o boneco está com um cachecol.

O outono me lembra muitas coisas (a mim lembra resfriado. Nota do administrador que também fica resfriado durante as chuvas de verão), mas nada que precise comentar agora para não atrasar ainda mais o texto que vocês devem está surpresos em finalmente ver ser postado (imagino que ninguém nem lembrava mais e se lembrava achava que eu tinha esquecido).

Antes de tecer meus comentários e minha quase retrospectiva sobre a temporada de outono de 2012, gostaria de lhes desejar um feliz ano novo, afinal esse meu texto também é o primeiro texto deste blog no ano (e eu podia está dormindo), então tenham todos um Feliz 2014, um ano que promete me trazer muito trabalho.

Um outono de resfriados, animes dropados, animes ruins e muitos animes que quase não vi.

O ano de 2012 foi marcado por várias séries com muito potencial desperdiçado e outras não tão atrativas, claro que houve boas obras, mas foi um dos ano que menos tive interesse em acompanhar os animes que estavam sendo exibidos, pelo menos não os que estrearam, principalmente no segundo semestre. Sobre aqueles animes que parei de ver logo no início e não devo voltar a vê-los (o administrador talvez volte se não cumprir algumas apostas que ele anda fazendo), temos pra começar um anime sobre bonequinhas semi-vivas que cuidam da casa de um adolescente e as vezes lutam entre si, o tal do Busou Shinki, essa obra nem chega  ser algo tão terrível assim, mas não faz meu estilo, do mesmo modo que Karneval, um anime claramente destinado a garotas que querem ver personagens masculinos quase tendo relações homossexuais, ou tendo, eu não sei, só vi o primeiro episódio. Agora ruim mesmo, do tipo que você pergunta “quem teve essa ideia de @#$%@?” Tem o tal do Onii-chan Dakedo Ai sae Areba Kankei Nai yo ne! Acho que já citei isso aqui, mas vale relembrar que vocês devem fugir do Onii-chan no título dos animes e também dos Imouto e Otouto (e agora em janeiro de 2014 tem um anime com Onee-chan no título que é Otouto disfarçado). Além desses,  um anime que fez bastante sucesso, mas que também dropei foi o Girls und Panzer, porque garotas colegiais e tanques de guerra… Afinal, PORQUÊ GAROTAS COLEGIAIS E TANQUES DE GUERRA?

Antes de falar dos animes que vi poucos episódios e que no futuro talvez continue, vale mencionar que vi o filme 009 Re:Cyborg e  apesar do visual em cgi ter ficado bacana, achei a história realmente ruim e me vi várias vezes lutando contra o sono, até voltando o filme para ver partes em que havia dormido. Enfim, ver essa nova história do clássico de Shoutaro Ishinomori, infelizmente não valeu nem pelo saudosismo.

Falando rapidamente daquelas obras que não são descartáveis, mas que por motivos que nem eu lembro mais, vi muito pouco, temos Little Busters!, a primeira temporada da adaptação do famoso jogo da Key, que foi bastante criticada, mas admito que gostei do primeiro e único episódio que vi. Já Code: Breaker não me agradou muito, achei tecnicamente um anime bem fraco, mas fiquei intrigado com o começo da história, da mesma forma que fiquei intrigado com  Zetsuen no Tempest, outro anime que só vi um episódio. Kami-sama Hajimemashita e Sakurasou no Pet na Kanojo foram animes que me chamaram  atenção, o segundo inclusive me foi bem recomendado, mesmo assim  não cheguei acompanhá-los e pra ser sincero a história da sacerdotisa por acaso de Kami-sama Hajimemashita estava me agradando mais atenção do que a da jovem de estimação. Wooser no Sono Higurashi foi um anime curto que até acompanhei um pouco, mas não me agradou nem desagradou muito e quando passei uma semana sem vê-lo, não tive mais vontade de voltar. K me impressionou pelo visual deslumbrante e pela ótima animação, mas a história deixou um pouco a desejar e por isso parei de vê-lo após alguns episódios, talvez um dia termine-o. Dentre os animes dessa temporada que não terminei, o que mais me empolgou foi Ixion Saga: Dimension Transfer, que não é apenas mais uma história de um jovem que foi parar dentro do mundo de fantasia de seu jogo de computador preferido, mas uma comédia muito estranha e uma aventura bem divertida dentro deste jogo, será que o protagonista conseguiu voltar pra casa? Por fim, acabei não completando os dois animes do noitaminA, ainda que Robotics; Notes tenha agradado alguns fãs da Nitroplus (mas há quem goste de Chaos; Head), no entanto quando vi que o anime não seria sobre o que ele parecia a princípio, toda  a minha não muita empolgação com este título se foi. Já Psycho Pass me é bastante recomendado até hoje e realmente não me lembro porque parei de vê-lo, pois é uma obra de ficção científica interessante, apenas o character design não me agrada.

O outono me lembra escolhas importantes e boas

Falarei um pouco sobre o lado interessante da temporada de outono começando pelos animes medianos e indo para os bons e depois o muito bons. Teekyuu foi um anime curto e louco que, apesar dos pesares, divertiu, apenas não dar pra dizer que é lá um grande anime. Outro anime que me empolgou bastante pela sua premissa e pelas muitas referências a videogame, mas que decepcionou um pouco em sua execução, principalmente pelo mal uso de clichês foi o OVA Aoi Sekai no Chuushin de que prometia uma época batalha entre duas das maiores empresas de videogame do fim do século 20 representadas como reinos em um mundo de fantasia medieval, sendo seus grandes heróis os campeões de cada reino, porém apenas três episódios não foram o bastante para me empolgar ao ponto de ler o mangá, fora que eu torcia para os vilões (afinal era Nintendo. nota do administrador Nintendista mesmo em épocas de crise). E o que dizer sobre Bakuman 3, senão que foi a temporada mais fraca da série, com poucos episódios realmente empolgantes e com mais ênfase em personagens nada interessantes incluindo o próprio casal principal.

Vamos então aos animes bons, que até representam um número expressivo do animes que vi por completo, começando por Gekijouban Mahou Shoujo Madoka Magica: BeginningsGekijouban Mahou Shoujo Madoka Magica: Eternal, os dois primeiros filmes de Madoka Magica que resumem a série de tv, felizmente com uma animação e arte melhorada e infelizmente sem parecer uma adaptação para os cinemas, ficou mais com cara de episódio de tv com duas horas de duração cada. Sukitte Ii na yo foi uma volta aos clássicos shoujos de romance extremamente previsíveis, mas não tão adocicados, que nos chama  atenção pelos personagens, pelo menos eu gostei muito da protagonista e se dependesse do administrador do blog e da Haruhi o Yamato podia sofrer um acidente e desaparecer da série, estranho não ter acontecido. E enfim, Magi: The Labyrinth of Magic teve um início bem empolgante, mas uma saga bem arrastada no meio e um final razoável, sua continuação que está sendo exibida atualmente é bem superior em praticamente todos os aspectos é como se finalmente a história tivesse engrenado, mesmo assim a primeira temporada foi boa.

Quanto aos animes muito bons começo destacando a inusitada história de Saint Onii-san que teve parte dela adaptada em dois OVA’s no fim de 2012 (em 2013 recebeu um filme que ainda não pude ver). Nessa história Jesus e Buda decidem tirar férias no Japão e passam a viver em uma pensão, além disso, não podem revelar suas identidades. Um anime muito bacana e segundo o administrador do blog “um anime de bem com a vida”. Outro ova curtinho foi Puchimas! Wakku Waku!! que é o prelúdio para o ova Puchimas! Petit Idolmaster lançado no início de 2013 e que o administrador do blog adora. Outros dois animes que possuem ambos uma boa comédia e um romance muito bom de se acompanhar são Tonari no Kaibutsu-kun e Chuunibyou demo Koi ga Shitai!, aliás se eu não soubesse quem é a Haruhi de verdade eu pensaria que ela tem apenas Chuunibyou, aliás acho que já tive isso, mas não me lembro quando.

O fim do ano também pode esconder grandes e excelentes surpresas

Para terminar, ainda há aqueles animes que foram além do imaginado e do esperado de tal modo que são no mínimo excelentes, no outono de 2012 houve 3 animes que coloco nesta categoria, já o administrador do blog tem 4 animes, sendo esse quarto é Evangelion 3.0 que ele adorou e eu nem vi, por isso ele deve falar desse filme em outra oportunidade, talvez explique porque ele gostou, pois não foram muitos os elogios que vi sobre este de outras pessoas. Ainda falando em filmes, no fim do ano tivemos o também aguardadíssimo One Piece Filme Z e foi incrível esse filme, fãs de One Piece com certeza sabem muito bem do que estou falando. Sei que muitos que estão lendo esse texto (se é que são muitos) devem está se perguntando e cadê Jojo? Cá está, pois sem dúvida o anime shounen mais absurdamente divertido do ano de 2012 foi JoJo no Kimyou na Bouken, que também fez a alegria de muitos no início de 2013. Todo mundo aqui do SOS Dan, menos a Nagato e Mikur… Asahina-san, que o achou o anime muito violento, aguarda ansioso pela continuação que virá em abril de 2014. Por fim, Shinsekai Yori, uma das maiores e melhores surpresas de 2012, o anime começou lento e isso fez muitos desistirem dele, porém a medida que a série seguia os mistérios por traz daquele mundo chamavam mais e mais a atenção e o final foi de deixar todo mundo arrepiado, aliás estou arrepiado ao falar deste anime mais uma vez.

Então acabou os textos de 2012, meio atrasado, mas acabou, não vou fazer top de melhores do ano, pois já passou da época né? Esse mês se tudo der certo o  administrador do blog ainda deve me forçar a escrever um texto sobre todo o ano de 2013, enquanto isso não acontece, me despeço de vocês. Nos vemos em uma outra oportunidade, até mais!

5 bons motivos para um fã de anime comemorar a chegada de 2014

Post rápido de fim de ano com algumas coisas relacionadas a animes que vão acontecer em 2014 e que merecem ser lembrados para mostrar que o novo ano já pode começar muito bem. Vejamos então a seleção que eu preparei para este último post de 2013.

5 – Sailor Moon estará de volta

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Guerreiras planetárias e a princesa da lua de volta!

Pouco foi revelado, mas a previsão da volta de Sailor Moon aos animes se mantém para janeiro de 2014 a época. Particularmente não sou um fã da série, mas entendo a importância que ela tem para as fãs do gênero mahou shoujo, mesmo porque hoje em dia é até mais comum ver mahou shoujos voltados para o público masculino e não feminino, então seria uma volta muito interessante ao cenário dos animes. E para os fãs de mangá aqui do Brasil, vale ressaltar que o mangá de Sailor Moon vai ser publicado em terras tupiniquins no ano que vem!

4 – Um novo filme de Initial D

Outra notícia boa, mas dessa vez para os fãs de velocidade é o novo filme da franquia de corrida mais famosa da história dos animes na atualidade. Isso mesmo, Initial D volta as telonas e a previsão é agosto de 2014. Tenho certeza que muitos fãs da franquia estão empolgados e contando os meses para mais um encontro com Takumi e seu Hachi Roku.

3 – Continuação de Animes Famosos

Muitas novidades legais virão ano que vem, mas todo ano torcemos pela continuação de animes consagrados e 2014 já começa com a garantia de várias continuações de animes consagrados. Destaco 5 deles, a continuação Chuunibyou demo Koi ga Shitai! e de Gin no Saji, além de um especial de Mushishi já em janeiro. E em abril temos a volta de JoJo no Kimyou na Bouken  trazendo pela primeira vez as telas de tv  a adaptação da mais famosa saga do mangá, Stardust Crusaders (horahorahorahora!), além da volta de um dos shounens mais famosos dos últimos tempos, Fairy Tail. Estão ansiosos com alguma continuação?

2 – Muitos novos animes promissores ao longo do ano

Além de continuações aguardadas, muitos animes promissores estão para chegar em 2014. Em janeiro temos a adaptação do famoso mangá seinen Hoozuki no Reitetsu, do shounen Nisekoi e Space Dandy, a nova obra original de Shin’ichirou Watanabe, que tem espaço e comédia envolvida, como não se empolgar. Em abril chega a adaptação do mangá de vôlei Haikyuu!! e em dezembro teremos Santa Company que foi financiado no pelo Kickstarter e embora eu não tenha participado da campanha no Kickstarter, havia doado anteriormente quando ele apareceu primeiro no site de Anipipo e desde então estou ansioso para ver este anime.

1 – Filmes do estúdio Ghibli

Além de nós do ocidente podermos conferir em 2014 Kaze Tachinu, a última obra de Hayao Miyazaki antes de sua aposentadoria, e Kaguya-Hime no Monogatari de Isao Takahata, que finalmente voltou a direção de um filme, o estúdio ainda lançará o filme When Marnie Was There com a direção de Hiromasa Yonebayashi, o diretor de Karigurashi no Arriety.  2014 será um grande ano para os fãs do estúdio Ghibli.

Enfim é isso! Feliz ano novo para todos vocês e que 2014 seja um excelente ano!

Como você acaba lendo errado e a forma de não entender as coisas.

De acordo com este link, “67% dos brasileiros não entendem o que leem

Eu participo de um grupo no Facebook, e lá fiz um enquete com mais ou menos a seguinte pergunta:

“Você já criticou alguma coisa que todo mundo gosta por não entender?”

A maioria dos votos foram sim, e como já era de se esperar vi diversos comentários sobre as respectivas obras e o por que de não gostar, e por que de não entender.

Não é segredo para ninguém que muitas das pessoas não entendem o que estão lendo, e isso reflete na sua capacidade de entender e absorver o que a obra quer te passar.

Um exemplo, foi em 2011 após o lançamento de Madoka, quando o anime começou a ganhar certa notoriedade, muitas pessoas que puella_magi_madoka_magica-08-incubator-kyubey-red_eyesnunca assistiram um Shojo ou até mesmo um Mahou Shojo, não entenderam a razão para tanto barulho em cima de uma série que não oferecia muito, ou mais do mesmo.
Claro, é sempre que vemos sangue voando em mangas Shojos né? Ou até mesmo aquilo que temos noção de fofinho, é o pior vilão da história?

O problema era na série ou em quem estava no sofá assistindo?
O que isso tem haver com o fato de não entender o que estou lendo?

Da mesma forma que é necessário uma certa base para entender o que as obras querem te passar, na hora da leitura não seria diferente. Não tem como você ler um mangá mais psicológico ou com uma certa carga de reflexão da mesma forma que você costuma ler Naruto toda semana.
Não entender o que tem de tão espetacular em Solanin ou Music of Marie não é no mangá o problema é em você.

Na hora em que você tem seu primeiro contato com uma obra, aquela acaba se tornando sua base para opinar em cima de outras coisas que possam vir posteriormente, mas quando você não conhece  como quer entender?
Claro que existem exceções.

Estamos acostumados com aquelas obras da  Jump, em que temos um ‘molde’ ou ‘padrão’ para se desenhar/escrever uma história e toda vez que  lemos algo que saia do que temos como ‘molde’, aquilo acaba afetando na hora de entender a história, e é preciso de uma certa dose de reflexão para absorver o conteúdo e isso acaba refletindo na forma me que você lê e como absorve a obra.

Holograph_261Costumo ter uma certa divisão na hora de ler, ou opinar em cima do que uma obra oferece. Não tem como dizer que Dragon Ball não tem nada de mais, se ele não te ofereçe nada de mais, ou que Nijigahara Holograph é ‘uma bosta’ ou ‘ruim’ se você não consegue absorver toda a carga de conteúdo que o mangá está oferecendo.

Concluindo, o problema das pessoas quando leem alguma coisa e não entendem é pelo simples fato de não ter uma base sobre aquilo para entender. Quando tentar ou for ler algo que todos estão dizendo ser ‘fodão’ ou ‘espetacular’, pense, Por quê?

Espero que tenham entendido e gostado! É Claro!

Obs: E eu achando que entendo!

8 promotion videos de temas de animes de 2013 que curti!

Listening the songs of 2013

Listening the songs of 2013

Yo! Estava pensando em fazer um texto que não fosse apenas das atualizações do blog nesta quarta e teria que ser um texto rápido, pois tenho pouco tempo livre esta noite, então escolhendo algumas músicas para um podcast especial me deparei com certos promotion videos (pv’s) de temas de animes deste ano e pensei, porque não fazer um pequena seleção tanto para divulgar músicas interessantes que provavelmente poderão não está no podcast em questão, quanto para promover clipes maneiros de bandas japonesas bacanas, pois uma das muitas coisas legais que podemos descobrir ao ver animes, são boas bandas do cenário musical japonês. Então o esquema deste post é simples, vou apresentar o pv e em seguida tecer alguns comentários. Sem mais delongas, fiquem com as minhas indicações de pv’s de 2013.

Yankan Hikou

Anime: Hajime no Ippo: Rising
Banda: Wasureranneyo

A segunda sequencia de uma das melhores séries animadas de esporte tinha que ter mais uma boa música, por sinal as séries de Hajime no Ippo tem uma lista de trilhas invejáveis e essa música é uma das melhores, aliás essa abertura é incrível, pra mim é a segunda melhor contando todas as séries de Hajime. Nesse clipe o ponto de virada quando a garota sobe na mesa do restaurante e faz seu show pessoal é como um momento de libertação para ela, ficou bem legal mesmo e nem foi lá um clipe tão maluco como esses clipes japoneses de músicas mais agitadas costumam ser. E pra terminar, será que só eu sempre canto o “Yeah Yeah”  quando estou ouvindo esta música.

STAR

Anime: Chihayafuru 2
Banda: 99RadioService

O 99RadioService é uma banda que passei a conhecer esse ano graças a este anime e eles tem um estilo musical bem interessante que me agrada.  Quanto a Chihayafuru 2, sem dúvida foi um dos animes que mais me empolgou e me emocionou no ano, fora que foi a grande salvação do primeiro trimestre, apesar de haver pelo menos mais 3 animes do começo do ano que eu curti, mas nenhum chegou nem perto de ser tão bom  quanto Chihayafuru e,  apesar do que o Taichi fez como criança na primeira temporada ter deixado muita gente até hoje irritado com o personagem, eu ainda torço por ele, as chances são mínimas, mas quem sabe ele não consegue ficar com a Chihaya no fim. O clipe é levemente maluco e pra mim o ápice é  banda toda tocando a música dentro do ônibus e a cena da bailarina no final ficou bem zoada, coisa de clipes japoneses.

Reclimb

Anime: Yowamushi Pedal
Banda:  ROOKiEZ is PUNK’

Deve ter sido muito divertido gravar esse clipe, dar pra perceber pelo sorriso do moleque no final e o que foi aquele cara com roupa de esqueleto, aliás é um clipe sobre como se trollar uma pessoa desprevenida, pois eles preparam o estúdio direitinho, todo os instrumentos estão lá e de repente eles começam a fazer air guitar, air bass, air drums e etc. Yowamushi Pedal é um dos animes mais divertidos do ano e conta com um dos núcleos de personagens mais estilosos também e sua trilha sonora faz jus a boa qualidade do anime, se você gosta de animes de esporte tem de conferi-lo.

Anniversary

Anime: Magi: The Kingdom of Magic
Banda:  SID

Gosto da banda desde que escutei a primeira vez eles cantando a música USO que faz parte da trilha de Full Metal Alchemist Brotherhood, ela tem um estilo meio Larc~en~ciel depois de largar o VK. O clipe não é surpreendente, mas é sempre legal ver esses vídeos de pessoas desenhando, principalmente desenhos maneiros. Quanto ao anime, estou gostando bastante desta segunda temporada de Magi e essa música é ainda melhor que V.I.P que é o tema de abertura da primeira temporada também cantada pela banda SID.

Database

Anime: Log Horizon
Banda:  Man With A Mission

A primeira coisa que me veio a mente ao ver esse clipe foi “What Does The Fox Say?”… Fora a vestimenta estranha da banda e o nerdão atormentado, a música é bem legal. O anime veio para dividir opiniões, por um lado uma parcela das pessoas acham que é uma obra que serve pra mostrar para Sword Art Online como se faz anime de MMORPG  bom e outra parcela nem se dar ao trabalho de vê-lo pelo fanatismo por SAO, sorte dos que estão vendo e nem se importam, ou não viram SAO, assim ficam de fora  deste embate. Em minha opinião, independente de você ter visto e gostado de SAO, esse é um anime que vale a pena mesmo, pois tanto o roteiro quanto a qualidade técnica  são acima da média.

Samurai Rock

Anime: Gifuu Doudou!! Kanetsugu to Keiji
Banda:  Koji Kikkawa

O clipe podia se chamar Samurai Punk Rock. Não sei se o mais foda é o cantor ser estiloso e badass ou se são os punks trajados de samurai que vão o enfrentar. Estou cada vez mais curtindo as músicas desse cara que também canta a segunda abertura deste anime, outra música muito boa. Essa música combina perfeitamente, não apenas com o vídeo de abertura, mas com todo o anime, aliás esse é um anime bem de nicho para fãs de obras de samurais mais históricas e políticas e com algumas lutas legais, embora não tão bem animadas, para mim essa obra foi uma grata surpresa deste ano.

Yukitoki

Anime: Yahari Ore no Seishun Love Come wa Machigatteiru!
Banda:  Yanagi Nagi

Caramba que viajem esse clipe! Oregairu é um dos animes mais contestados do ano, mas particularmente foi um dos que mais gostei, principalmente devido ao protagonista. A trilha da série não é incrível, mas me diverte  e em minha opinião essa é a melhor música do anime.

Just One Life

Anime: Samurai Flamenco
Banda:  Spyair

Essa é aquela música de que todo gamer quer distância… Tá bom a piada foi péssima, mas a música é bem maneira e essa é outra banda que não conhecia. Gosto bastante da trilha de Samurai Flamenco e principalmente  da abertura,  aliás até o episódios 7 o anime é excelente, depois… bem ainda estou tentando entender o que houve e continuando a série. O clipe é bem simples, duas locações, show pirotécnico, uma música maneira e uma típica banda de rock japonesa, onde parece que o único empolgado, pelo menos o único que se destaca, é o vocalista.

Enfim é isso, indiquem outros clipes do ano que gostaram nos comentários e até o próximo post!