O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

Arquivo para a categoria ‘Resenha’

Até mais, e obrigado pelos peixes!

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Bang!

Então… meio que já tinha dado pistas nos últimos posts, mas agora estou oficializando uma decisão que já foi tomada há algum tempo. Resumindo, esse é o último post do Anime Porftolio (mas seja legal e leia o post até o fim!). 

Os motivos para parar de postar no blog são pessoais e, embora não seja nada mirabolante ou que esteja afetando minha vida pessoal grandemente, eu vou me reservar o direito de omiti-los. Em vez de explicar os motivos para o fim, prefiro explicar o que vem adiante, mas não antes de já agradecer profundamente a todos os leitores do blog nesses quase 7 anos de existência.

Muito obrigado pelo apoio de todos nesse período! Tenho certeza que nem sempre o blog agradou a todos, mas certamente vale muito a pena guardar os bons momentos, as boas informações, as boas indicações e talvez o bom conhecimento que eu e todos os autores do blog tentamos passar nesse tempo em que esta página esteve em atividade. Um agradecimento especial aos parceiros do blog que nos apoiaram nessa empreitada, e mais especialmente aos blogs Animecote e Netoin, que sempre me apoiaram e que continuam me apoiando nos projetos malucos que bolei.

E agora o que acontece?

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Esse post marca o fim das postagens no Anime Portfolio, mas o blog não chega ao fim hoje, na verdade tem tanto conteúdo que a nós (a equipe) orgulha, que não poderíamos simplesmente deixar tudo para lá. Além disso, o fim das postagens no Anime Portfolio não marca o fim das atividades de todos os autores do blog. Eu, o velho e maluco administrador desse blog ainda continuarei a blogar, mas em outros locais. Então isso é o que posso falar sobre o futuro do conteúdo do blog e sobre alguns autores:

  • O Kyon continuará sofrendo com o tratamento da Haruhi, mas nada sabemos se ele voltará um dia a escrever seus sarcásticos comentários sobre anime.
  • O Aiscrim (André) irá continuar escrevendo sobre videogame no Intersect News, continuará seus contos no Aisvêrse e continuará participando, sempre que possível, do Kyoudai Podcast.
  • Eu (o Administrador do blog) me manterei postando podcasts e contos no Yopinando, e além de participar dos podcasts, eu me tornei redator do Animecote.
  • Ainda sobre minha participação no Animecote, parte dos textos que publicarei lá de agora em diante serão continuações de certas colunas que postava aqui, dentre as quais o Pensador Otaku e A resposta é 42 são duas que manterei. Ainda não sei ao certo se manterei alguma outra. Além disso, certas matérias especiais e textos egressos dessas colunas que fazem parte do Anime Portfolio serão revisados, atualizados e repostados no Animecote. Ainda não está definido que textos serão relançados, mas a frequência de relançamentos não deve ser maior que 2 textos por mês.
  • As resenhas, e outros textos opinativos e expositivos, que consideramos atemporais e que não gostaríamos que fossem completamente esquecidos no limbo do passado da internet, serão revisados e atualizados por mim e pelo Aiscrim (por enquanto apenas por nós dois), para futuramente (provavelmente no primeiro semestre de 2016) serem compilados e relançados como uma publicação digital similar a uma revista.
  • Apenas após o lançamento da compilação citada acima,  o blog será fechado, até lá será possível acessá-lo e ver todo o conteúdo publicado no blog, inclusive os extremamente datados.
  • Nada posso dizer sobre os demais autores do blog, apenas posso afirmar que sempre contarão com meu apoio em qualquer projeto que venham a me apresentar.
  • O Projeto Conhecendo o Mercado Naccional de Mangás continuará sendo publicado nos blogs participantes do mesmo, com exceção do Anime Portfolio. E aquele imenso texto que preparo todo mês sobre o formulário mensal do projeto passará a ser publicado no Animecote.
  • Como já mencionado anteriormente, o Kyoudai Podcast continuará sendo gravado ao vivo e publicado no youtube, no Animecote e no Netoina cada duas semanas.
  • O podcast Sobre Músicas e Animes continuará sendo publicado no Yopinando, mas também será publicado no Animecote.
  • Os demais podcasts (Yopinando Shinbun, Yohohoho, SensouCast e Animecotecast) que eram publicados (também) aqui continuarão sendo publicados nos seus blogs de origem, o Yopinando e o Animecote.
  • Por último, a página do facebook e os twitters do blog serão desativados dia 25/09/2015.

o último Adeus Até mais

Dito isso (ou escrito isso), gostaria de agradecer pela última vez a todos os leitores, autores, comentaristas e parceiros do Anime Portfolio. Foram quase 7 anos de uma história memorável, que espero que tenha influenciado positivamente a cada um de vocês, ao menos a minha vida foi muito positivamente influenciada. Espero revê-los no Yopinando, no Animecote e em qualquer outro local da internet pelo qual passar (ou ao vivo quem sabe?). Como nunca se sabe o que acontecerá no futuro, em vez de um adeus, prefiro terminar esse texto como um bom golfinho faria (mesmo eu não sendo um golfinho, ou será que sou…), dizendo Até mais!  

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O Conto da Princesa Kaguya

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Baseado em um conto tradicional japonês O Cortador de Bambu, o estúdio Ghibli revela mais uma obra-prima do cinema mundial. A brilhante animação foi criada através de técnicas convencionais 2D, onde tudo foi pintado e desenhado em papel, e somente finalizado e retocado em computadores.

Indicado ao Oscar 2015 de Melhor Animação, o longa dirigido por Isao Takahata narra a história de Kaguya, uma minúscula criança encontrada por um humilde cortador de bambu dentro de um fluorescente broto da planta. O cortador, na medida em que a menina cresce, vai descobrindo dentro de outros brotos grandes riquezas, que ele mesmo interpreta como um sinal dos Deuses para que a menina levasse uma vida de princesa. A garota rapidamente se transforma em uma moça de beleza celestial, e seu pai adotivo trata logo de leva-la à capital para ser cortejada e inserida na realeza, porém o coração da “princesa”, clama por outros ideais.

Brilhantemente trabalhado, o filme traz um pouco da melancolia tradicional das animações mais naturalistas japonesas. Essa característica também é percebida através da pintura aquarelada, leve e com nuances de branco. A qualidade da animação dispensa comentários, afinal estamos falando do estúdio Ghibli. A trilha sonora é precisa e muito delicada. Os personagens são profundos e a Princesa Kaguya foge completamente dos estereótipos tradicionais que carregamos. Na verdade, acredito que Kaguya é um verdadeiro afronte ao tradicionalismo, quebrando regras bobas, fugindo de casamentos arranjados e buscando a simplicidade de uma vida pacata em contraponto às mordomias da realeza. Algo muito interessante de observar é como os traços clássicos e tradicionais da animação vão de encontro à “rebeldia” e ao empoderamento feminino que a Princesa Kaguya já esboçava em sua realidade no fim da idade média.

Enfim, O Conto da Princesa Kaguya é uma animação forte e madura, que não tem medo de tratar de situações difíceis e sentimentos complexos, mas que o faz com a leveza e a delicadeza que só o estúdio Ghibli e o florescimento das sakuras (flores de cerejeiras) são capazes de representar.

Título Original: Kaguya-hime no monogatari;
Título em Português: O Conto da Princesa Kaguya;
Ano de produção: 2013;
Direção: Isao Takahata;
Duração: 137 minutos; Classificação L – Livre para todos os públicos;
Gênero: Animação;
País de Origem: Japão.

All You Need Is Kill – Resenha

Olá pessoal, tudo bem? Bem vindos a mais uma resenha, hoje do mangá que pelo visto está fazendo muito sucesso aqui no Brasil, All You Need Is Kill, de uma porrada de autores (Light Novel de Hiroshi Sakurazaka, ilustrações originais de Yoshitoshi ABe, Storyboards de Ryosuke Takeushi e arte do grande Takeshi Obata).

História

AYNIK com certeza já é uma “franquia” de sucesso, tendo Light Novel (Que originou o mangá), mangá, filme e uma Graphic Novel americana.

Num futuro alternativo (Ou não), a humanidade luta contra aliens invasores chamados Mimetizadores. Keiji Kiriya é um soldado novato que enfrentará os mimetizadores, mas em sua primeira batalha ele morre, e após morrer ele volta ao momento em que ele acordou. Ou seja, ele está preso em um ciclo interminável, em que ele morre, e volta à vida. E ele tenta descobrir um jeito de parar esse ciclo, então ele aproveita cada dia para treinar e aprimorar sua técnica de batalha, e tentar parar com esse ciclo infernal.

Análise

Acho que esse sucesso no Brasil de AYNIK se deve pelo mangá ter sido desenhado pelo Takeshi Obata (Autor de Death Note, Bakuman, Hikaru no Go). Eu inclusive comprei a obra por ser fã do do Obata, e não pela história, que a principio é bem clichê, com essa ideia de aliens invadirem a Terra e humanos tentando sobreviver, mas de qualquer forma, isso é só o plano de fundo para o ciclo de vida e morte (Também já explorado em outras histórias ) de Kiriya, que é a melhor parte da história.

Eu nunca li nenhum material de ação do Obata, e estava curioso para saber como ele se sairia nos desenhos, e realmente, cumpriu minhas expectativas. As cenas de batalha no primeiro volume são ótimas, principalmente a violência gráfica, que é constante (E eu particularmente adoro), claro que também devemos isso ao Ryosuke Takeushi, que fez os storyboards do mangá. Já no segundo volume, não sei porquê, as batalhas ficaram confusas lá pelo final, os desenhos estavam confusos e ficava difícil entender o que estava acontecendo.

A diferença de qualidade e história dos dois volumes é o problema.

Enquanto o primeiro volume é muito bom, as batalhas são bem feitas, existe o mistério de por que o loop está acontecendo apenas com Keiji, e a curiosidade em querer saber o que vai acontecer prende o leitor. O segundo já resolve o mistério do loop no começo, e essa resolução apesar de satisfatória, é preguiçosa e um pouco confusa. A arte continua sensacional nos momentos de menos ação, mas nas batalhas dos últimos capítulos fica meio bagunçado, e a história perde o clima que tinha no primeiro volume, de ação, e se torna uma história de romance.

A JBC escolheu um formato menor para AYNIK, o que não muda nada. A qualidade do material no geral é muito boa, bem melhor que o da Panini (Principalmente o papel).

Mesmo com a arte sensacional de Takeshi Obata, a história do mangá se perde no segundo volume, sendo bastante inferior ao ótimo primeiro volume, e o mistério que ronda toda a história é resolvido de uma forma satisfatória, porém confusa e preguiçosa.

All You Need Is Kill – Nota: 7.3

Até o próximo post!

Dororo, de Osamu Tezuka – Resenha

Olá pessoal, como estão? Bem vindos a mais uma resenha, desta vez do mangá Dororo, do Deus do Mangá, Osamu Tezuka.

(Obs: Essa resenha refere-se aos volumes 1 e 2)

História

No Japão Feudal, havia um vassalo de um general samurai, chamado Daigo Kasemitsu. Em busca de poder sobre o Japão ele oferece a 48 demônios, 48 partes de seu filho que está para nascer. O pacto é feito, e devido a isso o bebê nasce sem partes importantes de seu corpo (Braços, pernas, olhos…) e é descartado num rio, de onde um médico o encontra, e comovido pela situação da pobre criança, constrói as partes que faltam do corpo do menino, fazendo ele aparentar uma pessoa normal.

Com o passar do tempo, a criança (Agora chamada de Hyakkimaru) passa a utilizar bem suas próteses, se tornado um espadachim habilidoso. Mas ele descobre que para recuperar sua humanidade e as partes de seu corpo perdidas e se livrar de uma maldição, ele precisa matar esses 48 demônios. Então, ele parte em uma jornada em busca deles. No meio da jornada, ele encontra Dororo, um ladrão (Seu nome significa Pequeno Ladrão Andarilho) que passa a acompanha-lo com o objetivo de roubar sua espada, mas sem querer, eles formam um forte laço de amizade.

Análise

Tezuka com essa obra consegue mostrar bem aos leitores como é uma guerra, e pode-se dizer que esse é o objetivo principal do mangá. No decorrer da história as desgraças causadas por ela são mostradas, como crianças que perderam os pais, cenários destruídos, pessoas sendo mortas praticamente sem motivo… Apesar disso, a história é focada principalmente na aventura e em belas lutas de espadas, com alguns momentos de terror, um terror fraco, que no máximo causa um sustinho aqui e ali e deixa um clima de tensão na história.

Pode-se dizer que o pouco suspense que há, fica por conta de algumas histórias curtas que acontecem de vez em quando, uma que gostei bastante é a da vila em que quem vê um certo yokai (Um tipo de demônio) é preso, e depois morto. Nesse mangá é possível perceber características de shonens que são usadas até hoje, como a amizade, coragem e tudo mais.

A arte de Tezuka melhorou consideravelmente comparado a uma outra obra que li dele, Crime e Castigo (Da qual você pode conferir a resenha aqui), essa que foi publicada 15 anos antes. O destaque fica para os cenários e os demônios que Hyakkimaru e Dororo enfrentam. Uma coisa estranha da arte é que o sangue são tipo umas bolotas, e não sangue mesmo.

O material físico da NewPop está belíssimo como sempre, capa cartonada, papel Off-set, orelhas, e tudo mais. Realmente faz valer os 24,90 gastos. Mais um comentário, essas capas do Tezuka da Newpop são demais, vocês não acham? O design, as cores… São muito lindas. Também há um filme do mangá, se você assistiu, comente aí sua opinião.

Dororo conta com uma história bem desenvolvida, e uma boa arte, infelizmente falha em despertar curiosidade do leitor no que acontecerá a seguir. E o terror e suspense que diz-se ter, é fraco, e o mangá acaba se tornando uma história de aventura (Não que isso seja um ponto negativo, mas se você buscar uma história de terror ou adulta, pode esquecer).

Se você comprar Dororo, ficará satisfeito com a leitura, mas se deixar de comprar, não fará falta.

Dororo – Nota: 8.0

Então é isso, até depois pessoal!

Especial Ohba e Obata – Resenhas: Death Note e Bakuman

Olá leitores! Aqui é o ALM, como vocês estão? Hoje farei duas resenhas em um post só.

Como lançou esse mês o mangá All You Need Is Kill (Ainda farei a resenha deste, só estou esperando chegar pelo correio.), desenhado por Takeshi Obata, aproveitarei para fazer um especial de dois ótimos mangás também de Obata, mas em parceria com o roteirista Tsugumi Ohba: Death Note e Bakuman! Considerem esse post em homenagem aos 6 anos do Anime Portfólio, parabéns ao blog! E leia também esse post para conhecer mais sobre a carreira de Obata.

Death Note – História

Light Yagami (Ou Raito Yagami, tanto faz) é um dos melhores estudantes do Japão, mas ele se sente entediado com a vida, e decepcionado pela forma que o mundo está: podre. Então, em um dia qualquer, ele encontra um caderno que diz que todo humano cujo o nome for escrito nele morrerá. Mesmo duvidando disso, Light testa o caderno e descobre que ele é real, a partir disso ele resolve livrar o mundo da podridão, punindo os maldosos, e se tornando o Deus do novo mundo.

Depois de alguns dias com criminosos sendo mortos pelo Death Note, todos de ataque cardíaco, a polícia começa a suspeitar, e o maior detetive do mundo, “L”, é escalado para investigar o caso, e então, começa uma briga de gato e rato, um caçando o outro, cada um com sua justiça.

Análise

É difícil fazer uma resenha de Death Note, sendo ele um dos meus mangás/animes preferidos, mas aqui estou eu. Death Note apesar de sua sinopse simples, até meio sem graça, chama atenção pela inteligencia do roteiro no decorrer da série, reviravoltas acontecem toda hora, e o mangá te dá, digamos, liberdade para escolher de que lado você está.

Como Death Note se baseia em pontos de vistas morais diferentes (Light acreditando que a verdadeira justiça é a dele, que diz que matando criminosos ele vai criar um mundo melhor, e L acreditando que independente de serem criminosos ou não, matar é errado), a partir disso o leitor pode escolher quem ele acha que está certo ou errado. Particularmente, eu sempre torci para o L, sendo ele um ótimo personagem, carismático, inteligente e tudo mais, e por o Light ser um desgraçado.

Apesar de Light ser o personagem principal, ele é o vilão. É interessante ver o desenvolvimento do personagem, que no começo queria realmente fazer justiça, mas no decorrer da série ele se torna um assassino frio, incapaz de ter sentimentos por qualquer pessoa (Até pela própria família), e passa a se importar apenas consigo e com seu objetivo de se tornar um Deus. Falando em personagens, temos diversos outros, alguns bem bosta, tipo a Misa (Cara, como aquela mina é burra, chega a dar dó), e o Matsuda (Poxa, eu até gosto do Matsuda, ele é engraçado, mas ele não faz nada na série inteira.), e vários bons, como Aizawa, Near, Mello, Ryuk e Naomi Misora.

A partir do sensacional roteiro, o mangá tinha que ter uma arte a altura, e realmente tem, a arte de Takeshi Obata é uma das melhores que já vi em mangás, não vou comentar mais, vou apenas deixar algumas imagens para vocês verem do que eu estou falando (Ignorem a má qualidade das imagens): Aqui e aqui.

E ano passado foi lançado o Death Note – Black Edition no Brasil, pela JBC, que é uma edição que custa 40 dilmas. “QUE? QUE DROGA DE PREÇO É ESSE?” Calma, calma, essa edição vem com 400 páginas, capa com laminação fosca e detalhes em verniz, e papel especial, que valoriza bastante a arte, e 7 páginas coloridas. Acho que vale muito a pena comprar a Black Edition, inclusive só faltam o V e o VI para completar minha coleção dessa maravilhosa série.

Recomendo Death Note a todo mundo, tem uma história sensacional, com reviravoltas a todo momento, e com um roteiro de extrema inteligência, ótimos personagens (Alguns né…) e uma arte de ficar algum tempo em cada página só admirando. E a qualidade da Black Edition está ótima, você acha facilmente as edições em livrarias.

Death Note – Nota: 9,5

Bakuman – História

Bakuman conta a história de Mashiro, um talentoso desenhista, desmotivado com o futuro, por não saber o que fazer, e provavelmente ter que viver uma vida normal e chata. Um colega de classe, Takagi, vê um desenho que Mashiro fez de sua amada, Azuki, e descobre seu talento, e o convida para fazer mangás junto a ele, um desenhando e o outro fazendo os roteiros.

Mesmo relutante, Mashiro aceita, e mais tarde Takagi o convence a ir à casa de Azuki, para contarem seus sonhos de se tornarem mangakás. Azuki diz que também tem um sonho de se tornar dubladora, e sem pensar, Mashiro diz para eles se casarem quando Mashiro criar um mangá que se torne anime, sendo que Azuki irá dublar a heroína desse anime. E até que isso aconteça eles não devem se falar. Azuki aceita, e a partir daí, Mashiro (Já motivado a se tornar mangaká) e Takagi partem em busca de criar um título de sucesso na Shonen Jump.

Análise

Bakuman é um mangá diferente. Ele, assim como Death Note, tem muitos diálogos, diferente da maioria dos títulos de sucesso que vemos por aí, ou seja, Bakuman não vai agradar a todos.

E também, Bakuman tem pouca ação, segue um ritmo bem tranquilo o tempo todo, com alguns momentos de mais “movimento”, e felizmente Bakuman não se prende a essa sinopse RIDÍCULA, se você achou Bakuman uma bela bosta por essa sinopse, leia pelo menos uns dois volumes que você verá que Bakuman não é uma história de amor, e sim uma história de dois jovens buscando se tornarem mangakás de sucesso.

Isso sim que é legal de se ver, conhecer como funciona o mundo dos mangakás, o processo de criação, a Shonen Jump (Com cancelamentos, novas séries, o trabalho dos editores), mas, claro que o que é mostrado no mangá pode não ser a realidade, afinal, ele foi publicado na Shonen Jump, e a revista deve ter pedido para os autores deixar mais atrativa para quem tem o sonho de se tornar mangaká. A história nos primeiros volumes é bem fraca, e vai melhorando com o tempo, a melhor parte é o arco do Nananime, na minha opinião.

Outra coisa interessante, é que como o mangá fala sobre mangás, existem muitas referencias a diversos mangás, como Ashita no Joe, Dragon Ball, Death Note, One Piece…

E o ponto forte do mangá sem dúvida são os personagens, um mais carismático que o outro, e a maneira que os personagens se relacionam, e mesmo com a competitividade pela popularidade continuam com uma forte amizade, é bem interessante, e o desenvolvimento dos personagens também, o Nakai é o que mais surpreende no decorrer da série.

O final do mangá é bem preguiçoso. Eles só terminaram de verdade a parte do Hiramaru com a Aoki (Terminou muito bem aliás, uma das partes mais engraçadas do mangá), e o resto cade? O que acontece com os outros personagens? Eles continuam fazendo mangá e competindo até morrer, é isso? O que fiquei com mais raiva foi que nem disseram por que o tio do Mashiro morreu, que é um mistério desde o começo do mangá. Pelo menos, a história principal (Mashiro, Takagi, Azuki) “termina” bem.

A arte é a mesma de sempre, mas em Death Note está um pouco melhor, não sei o porquê.

Diferente de Death Note, não recomendo Bakuman a qualquer um, se você gosta de mangás, e não se importa em ler vários diálogos, Bakuman é mais que recomendado. Já se você só gosta de mangás de ação e luta, passe longe.

Bakuman – Nota: 9,0

Bom pessoal, foi isso, espero que tenham gostado, tiveram algumas coisas que gostaria de comentar, mas aí o post ficaria muito grande vocês iriam dormir na leitura, hehe. Também gostaria de fazer um post só para falar do final desses dois mangás, mas só se vocês quiserem, comentem aí o que vocês acham. Até a próxima, e feliz aniversário ao Anime Portfólio!

Defense Devil, de Youn In-Wan e Yang Kyung-Il – Resenha

Olá galerinha, sou o ALM e bem vindos a mais uma resenha. Hoje falarei de um dos recentes lançamentos da Panini, Defense Devil!

Defense Devil

História

Kucabara é um demônio que foi exilado do mundo dos demônios (Makai) por ser  “bonzinho” demais. E para retornar ao Makai, Kucabara precisa pegar Dark Matter suficiente, para isso Kucabara resolve se tornar um advogado, resolvendo casos das pessoas que são condenadas ao inferno injustamente (Por isso o nome Defense Devil, dã).

E para resolver os casos dos humanos condenados injustamente, Kucabara tem que enfrentar demônios, achar provas da inocência de seu cliente, entre outros.

Análise

Gosto bastante de mangás envolvendo demônios, shinigamis, e coisas do tipo, e gostei também de Defense Devil. A história de Kucabara ser um demônio advogado me agradou um bocado, o desenvolvimento da história também é criativo e explicarei porquê.

Na leitura do primeiro volume, é possível perceber que a história tinha tudo para se tornar repetitiva, isso porquê Kucabara é um “advogado”, e chegaria uma hora que só ver ele resolvendo casos e lutando com demônios ficaria chato, MAS…Temos a introdução de personagens muito carismáticos no decorrer da trama, que trazem novos rumos que o mangá pode seguir sem mudar o foco. Apesar disso algumas partes da história são previsíveis, por exemplo, como ficará a relação de Kucabara com a exorcista Idamaria.

Outro aspecto que vi outras resenhas dizerem que é o ponto forte do mangá é a arte, e eu concordo, ela é demais, os personagens, os cenários, as lutas, tudo é bem feito. Mas se uma coisa não me agradou (Não me agrada em nenhum mangá, aliás) é o ecchi, que no geral só serve para encher linguiça (E tem até uma personagem que só serve para criar cenas desse tipo, mas creio que ela terá influencia na história mais a diante), no  entanto, se você gosta de ecchi, bom para você.

Como já citei, as lutas são bem feitas, porém no geral não me agradaram, não por serem ruins ou coisas do tipo, mas por eu achar mais interessante as investigações dos casos, e as lutas não precisavam ser tão frequentes, mas é um shonen, fazer o quê. As investigações dos casos são ok, é algo do tipo que você ver a conclusão e pense “Puxa, bem bolado” e não algo genial.

E depois de pesquisar um pouco sobre o mangá, vi que ele foi cancelado no décimo volume, infelizmente. Isso pode significar que o mangá teve um final ruim, ou perdeu a qualidade lá pelos últimos volumes, por ter acabado antes dos autores quererem. Mas vai que o final é bom? Vou ficar na torcida.

Quanto ao material, ele está no padrão da Panini, capas internas coloridas, com um papel pior que o padrão da JBC (Se bem que os mangás da JBC são mais caros.). Aproveito agora para sugerir à JBC que aprenda com a Panini e ponha capas internas coloridas em todos (Ou quase todos) os mangás, que é uma coisa que agrada qualquer leitor.

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Eu recomendo Defense Devil se você gostar de história com demônios, shinigamis e coisas do tipo, mas se você não gosta, recomendo mesmo assim, no entanto em meio a tantos títulos de qualidade no mercado Brasileiro atualmente, fica difícil escolher. De qualquer forma, Defense Devil é um bom título, com uma boa arte, talvez não esteja entre os melhores lançamentos, mas eu gostei um bocado.

Ah! E a partir dessa resenha darei notas aos mangás!

Defense Devil – Nota: 8.6

Isso é tudo pessoal, até a próxima!

Yu Yu Hakusho, de Yoshihiro Togashi – Resenha

Olá pessoal, aqui é o ALM e farei mais uma resenha, desta vez do recém (re)lançado mangá da JBC, Yu Yu Hakusho do mangaká Yoshihiro Togashi (O mesmo de Hunter x Hunter).

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A história

Acho que não precisa nem comentar a história de Yu Yu Hakusho, mas vou comentar do mesmo jeito.

Yusuke Urameshi é um bad-boy como qualquer outro, no entanto ele morre tentando salvar uma criança!! E calma que isso não é spoiler, porque acontece já na primeira página do mangá (O que se for pararmos pra pensar é uma coisa pra lá de original, afinal, quantos mangás você já leu em que o protagonista morre no primeiro capítulo?).

Enfim, quem esperaria que um cara como o Yusuke morreria fazendo um ato heroico? Ninguém, nem mesmo Deus, por isso aparece a carismática Botan (Uma deusa da morte, basicamente) que explica a Yusuke que como ninguém esperava que ele morresse salvando uma criança, não havia lugar para ele nem no céu nem no inferno, e ele poderia escolher entre virar uma alma penada ou fazer o teste da ressurreição e voltar à vida. Mesmo relutante, Yusuke decide fazer o teste da ressurreição e tentar voltar a vida.

Esse plot se difere da história principal, porquê após esse teste, Yusuke se torna um detetive espiritual e vive altas aventuras (Sessão da tarde on)!

Análise

Depois de muitos pedidos, a JBC anunciou Yu Yu Hakusho em uma edição especial. Ok, mas, infelizmente de especial só temos o papel off-set mesmo, nada de impressão nas capas internas ou páginas coloridas, não que isso seja um grande problema, mas, qual o motivo do preço? Outro re-lançamento especial da JBC, Rurouni Kenshin, tem papel Off-set e custa 13,90, enquanto Yu Yu Hakusho custa 14,90. Porque o um real a mais em Yu Yu Hakusho? Não tenho ideia. Falando em material, meus parabéns a JBC que mudou daquela capa antiga (feia, na minha opinião), que tinha um fundo preto, um  logo feio e por algum motivo sobrenatural vindo do além, uma calcinha atrás do logo. Agora a capa é mais elegante, limpa e com um logo sensacional (confira a nova capa clicando aqui). No geral, é um material de alta qualidade se comparar com outros mangás.

Apesar do preço, comprar Yu Yu Hakusho vale a pena, e muito! A história é interessante, muito divertida, engraçada e com certeza emocionante (nesse primeiro volume por exemplo, temos a história de um velhinho que estava para morrer e essa é com certeza uma das melhores partes da edição). A arte é o que podemos chamar de “exótica”, é meio diferente, mas combina muito com a história, e acho “engraçado” também que a arte se altera dependendo do momento, dá a impressão que são diferentes autores desenhando. Outro aspecto positivo da arte são as expressões faciais, sempre bem expressivas (no sentido de passar bem as emoções).

Vale lembrar que quando elogio a história, falo do primeiro volume, já que nunca vi o anime ou li o mangá, resta saber como Togashi desenvolveu o mangá a partir do segundo volume, espero que só melhore.

A JBC também revisou a tradução do mangá, que anteriormente foi feita baseada na versão brasileira do anime (com todas aquelas frases clássicas, como: “Rapadura é doce mas não é mole não”, “Ta pensando que berimbau é gaita?” e etc) para fazer uma tradução mais próxima ao original, o que não é problema algum, para alguns pode até ser um ponto positivo, mas, infelizmente não veremos as frases do anime novamente no mangá.

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Então você me pergunta: Vale a pena comprar? Sem dúvidas, o papel é de qualidade, o conteúdo mais ainda e com certeza Yu Yu Hakusho merece o título de clássico. No final da leitura você não vai nem se importar com o preço gasto, mas caso você já tenha lido o mangá não há necessidade de comprar essa nova edição, e caso você não tenha lido, pode-se dizer que é algo indispensável (se a série continuar com a qualidade do primeiro volume). A edição 1 ainda está nas bancas (até o dia 24 apenas se não me engano), e o 2 está para chegar.

Foi isso pessoal, você já leu Yu Yu Hakusho? Comente aí sua opinião! Até a próxima.

Crime e Castigo, de Osamu Tezuka – Resenha

Olá pessoal, tudo certo? Meu nome é ALM e passarei a postar no AP a partir de hoje, pretendo fazer resenhas, críticas de mangás e coisas do tipo. Começando hoje com uma resenha do mangá Crime e Castigo, de Osamu Tezuka publicado a algum tempo pela NewPOP.

Crime e Castigo

Crime e Castigo, na verdade é um clássico livro russo, escrito por Dostoiévski, mas comentarei aqui da versão em mangá escrita por Osamu Tezuka (Deus dos mangás, para os mais íntimos).

A história


Raskolnikov é um estudante pobre, precisando de dinheiro ele vai até uma velha agiota pedir dinheiro emprestado. Percebendo a personalidade egoísta e maldosa da velha, que faz de tudo para pegar o máximo de dinheiro de pobres (Como Raskolnikov), Raskolnikov começa a pensar que para as pessoas más, o dinheiro vem aos montes, enquanto para pessoas como ele, mal tem dinheiro para estudar. E que diferença essa velha maldosa faria no mundo? Pensando nisso Raskolnikov assassina a velha, e pega seu dinheiro, acreditando estar sendo justo.

Mais tarde, a polícia chega na cena do crime e vê um pintor com um relógio dourado (Que Raskolnikov deixou cair durante a fuga) e o prende, acreditando que ele que matou a velha. A partir disso, Raskolnikov fica em um dilema moral, é certo matar alguém por sua maldade? É certo deixar um inocente ser incriminado por uma coisa que ele não fez? E a trama vai se desenvolvendo de uma maneira muito inteligente.

Análise

Crime e Castigo é uma daquelas obras para pensar, que você lê de novo só para captar melhor a mensagem passada (Pelo menos eu fiz isso, hehe), e o jeito que Tezuka conduz a história, o jeito que Raskolnikov lida com a situação, é inteligentíssimo, e para quebrar a tenção de vez em quando temos algumas cenas de humor (Umas engraçadas, outras não).

A arte é a normal do Tezuka, no começo você pode estranhar e achar ruim se comparar com as de hoje (E realmente é, quando comparada as de hoje), mas temos que considerar que é uma arte de mais de 50 anos atrás, e ao decorrer da leitura você se acostuma.

A qualidade física da edição da NewPOP é ótima, papel Off-set e capa com orelhas, um aspecto que me incomodou foi o desenho da capa, que não sei porque, mas está com uma qualidade estranha. O preço também é bem alto para um material de 130 páginas, 24,90 , mas considerando a qualidade da história e do material, pode até valer a pena.

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Crime e Castigo tem uma história muito boa, e o material da edição nacional da editora NewPOP também é muito bom, não chega a ser um obra prima ou algo fantástico, mas vale o gasto. E se você quiser conhecer um pouco da obra do Deus dos mangás, pode ser bom começar por aqui.

Só mais um comentário, minha opinião não é a final, obviamente, se eu gostei de um mangá, você pode não gostar, cabe a você decidir!!! Ah, também gostaria de receber críticas sobre minhas críticas (que), para que eu possa melhorar cada vez mais. Um abraço a todos ^^

Ushinawarete Mirai wo Motomete – Primeiras Impressões

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Olá a todos! Iniciando aqui minha sequência de postagens sobre primeiras impressões, começo aqui com Ushinawareta Mirai wo Motomete(Na procura do futuro perdido, segundo meu nihongo de pastelaria)

Comentando…


Bem, Ushinawareta Mirai wo Motomete, ou Waremete (para os mais próximos), é uma visual novel, lançada em 2010 , que tem duas adaptações em mangá, e que agora ganhou uma animação, estreando nesta atual temporada.

Frenchbiatch

Olha que chique, mona mour parle ne me quitte pass…

O episódio começa com uma pinta de Steins;Gate, com dois cientistas fazendo experiências em algo, que se revela sendo uma garota. Depois desse suspense todo, nos é mostrado o ambiente no qual a série provavelmente irá se passar integralmente, a escola. Somos então apresentados aos personagens principais da trama, com Sou Akiyama, nosso main character, Kaori, amiga de infância de Sou, Kenny, um americano e com Nagisa e Airi fechando o grupo.

A série tem aquele clima slice of slife, mostrando a rotina dos 5 amigos no clube de astronomia, sendo basicamente o primeiro episódio todo assim. Sempre é mostrado a passagem de tempo, no caso de dias, que se dá no episódio, indicando a sequência de eventos. Porém, como o nome do anime sugere, algo tem que acontecer. Sempre tem.

Após Kaori se declarar seu amor a Sou na sala de astronomia, ela sofre um acidente no caminho de casa, vítima de um ônibus descontrolado sem freio. É mostrado na sequência uma cena com o grupo no hospital, num climão a lá Kokoro Conect, não se sabendo o estado da garota…

12

…MAS, como num passe de mágica, tudo volta ao começo, retornando o tempo até o dia 1, onde Kaori estava com o Sou e os outros na sala do clube. Algo acima da sala do clube desaba, e Sou vai até lá, encontrando uma garota misteriosa, desacordada e nua, que não lembra de nada, apenas do nome Sou. Parece interessante? Sim, mas o clima da série não é nada empolgante, coisa que afasta muita gente.

No pesar dos pesares, esse início calmo e devagar me faz lembrar de School Days, onde tudo é um mar de rosas até  quando tudo fica louco no episódio 3. Essa semelhança é a única coisa que me faz continuar a assistir. Lembrando que não li sinopse de nada, peguei pra ver no sorteio mesmo. Sinceramente, não irei criticar a obra em si, por que é baseada num Eroge, ou seja, quase sempre adaptar isso dá merda. Nada como um anime padrão no meio de tantos outros na temporada.

Mesmo assim, não irei droppar esta série. Algo ainda me diz que vale a pena chegar até o (episódio 5) final.

Ficha Técnica
Título:
Ushinawarete Mirai wo Motomete
Obra Original: Visual Novel
Gêneros: Ficção Científica, Colegial, Slice of Life, Mistério
Número de episódios: 12
Produtora: Feel
Diretor: Naoto Hosoda

Edit: Acabei de ler uns spoilers, e realmente teremos viagens no tempo, loops, cubo mágico e crazy sex. Rapaz. Refazendo o post em 3,2,1…

Mestres do Oriente

Um mangá para um público não usual que também pode agradar o grande público!

Um mangá para um público não usual que também pode agradar o grande público!

Aprenda como um camponês se tornou o líder de uma nação… Como é importante que um líder confie nas pessoas que o seguem…. Como um lojinha de roupas se tornou uma das maiores empresas da atualidade… Como é importante a confiança de seus soldados para vencer as batalhas que surgirem…

Relatando…

O mangá é dividido em 10 histórias curtas que apresentam um fato, ou contos sobre uma personalidade da história do Oriente, mas antes há um prefácio onde é falado sobre a força e a determinação que tornaram os japoneses capazes de superar o desastre causado pelo terremoto de 2011. Tal caso é usado para ilustrar o que povo deste pequena arquipélago aprendeu ao longo dos anos com seus antepassados e serve como introdução ao conteúdo principal deste mangá.

Abaixo comentarei três das dez histórias do livro para que possam compreender em parte o porque essa é uma obra que vale a pena ter.

Capítulo 1 – Para despertar a confiança

Essa primeira história se passa na China do século 3, quando ela era dividida em 3 grandes reinos, e tem como protagonista o estrategista Shukatsu Koumei. Koumei ficou famoso não apenas por suas estratégias que levaram o exército de Ryuu Gentoku (um dos líderes do país na época) a inúmeras vitórias, mas pela devoção que conseguiu dos soldados que foram capazes de enfrentar diversos desafios em nome de seus líderes. Essa devoção só foi conseguida por que Koumei sempre fez cumprir as promessas feitas aos soldados do exército de  Shoku, promessas essas que garantiam algum conforto tanto a eles quanto a suas famílias. A história em questão destaca uma batalha que só foi vencida devido a essa devoção.

Capítulo 3 – Conhecer erros para vencer

Essa história fala sobre Takeda Shingen, um dos mais famosos daimios (senhores feudais) e generais do período sengoku (1467 a 1573), a era de ouro dos samurais. Shingen sempre foi alguém que confiou em seus leais súditos e sempre se mostrou um homem simples e ávido por aprender cada vez mais. Nessa história Hinata Yamato, um dos homens de confiança de Shingen, se sentiu constrangido ao se deparar com seu senhor enquanto fugia de um exército que estava atacando um castelo a ele confiado, porém ao ver que seu súdito reconhecia suas falhas e que ele fez o que podia, em vez de puni-lo, Shingen decidiu confiar o exército que andava como ele a Yamato e lutar junto a seu leal servo para reaver o castelo perdido e essa misericórdia fez Yamato se sobressair muito mais do que o esperado no combate.

Capítulo 4 – A recompensa do esforço

Essa é uma das histórias que tem como protagonista Toyotomi Hideyoshi (O personagem de capa do mangá), um dos maiores generais do período sengoku, que serviu ao famoso general e daimio Oda Nobunaga e após a morte deste, que foi traído por um de seus servos (não não foi o Hideyoshi), Hideyoshi se tornou o principal general e daimio do Japão e foi capaz de finalmente unificar o país. Hideyoshi é um dos maiores exemplos da história do Japão, por em um período de quase estagnação social, ele, um filho de camponês, ter chegado a se tornar o homem mais importante do país e um dos mais importantes da história da nação. A história desse capítulo é ainda de quando Hideyoshi era um servo de Nobunaga. Um certa vez seu senhor o mandou cuidar da lenha de seu castelo, o que para muitos era um tarefa irrelevante, e por isso debocharam de Hideyoshi, que na época era conhecido por alguns pelo apelido Saru (macaco).  Apesar da tarefa parecer simples, Hideyoshi se esforçou em compreendê-la por completo e passou a criar maneiras de economizar a lenha e as ensinou de forma amigável aos outros, em um ano ele tinha conseguido uma economia de mais  de 20% da lenha, o que para um país totalmente dependente de madeira, é algo fenomenal. O ponto chave é que o esforço de Hideyoshi até em tarefas consideradas simplórias foi o que o fez chegar a posição que chegou, juntamente com a confiança que depositava em seus companheiros.

Sobre a Obra

Mestres do Oriente é um mangá de Hisashi Ohta (o mesmo de A história de Buda em Mangá) publicado originalmente pela editora Ichimannendo Publishing Inc que é especializada em obras sobre ética, sabedoria e filosofia oriental. O mangá de volume único, contém 10 histórias passadas no oriente que ensinam, através de fatos acontecidos com figuras importantes da história, lições sobre ética e sabedoria.  Vale ressaltar que o mangá é inspirado no livro best seller japonês, Kokoro no Michi da mesma editora.

A obra não tem um único roteiro, mas várias histórias, cada qual com seu ensinamento. Algumas histórias envolvem batalhas, mas o foco é o conhecimento adquirido e propagado pelos personagens. Cada conto tem seus pontos positivos que os tornam interessantes e por serem curtos, prendem a atenção o tempo suficiente para que o leitor não se sinta cansado. Outro ponto alto da obra são os personagens escolhidos para serem citados, pois de fato a seleção traz como protagonistas, algumas das personalidades mais famosas e interessantes da história Oriental, como os citados Koumei, Shingen e Hideyoshi. A arte da obra é simples, porém muito interessante e, porque não, bonita, pois mesmo sem grandes detalhes, é incrível como Ohta cria chineses e japoneses que de fato parecem chineses e  japoneses, diferente do que vemos em muitos mangás populares com que estamos acostumados. Esse tipo de arte talvez não seja tão agradável para as histórias passadas nos tempos atuais, mas é incrivelmente adequada para obras com essa pegada de retratação histórica. Aliás, o mangá serve também com uma fonte muito interessante para os estudiosos da história do Oriente e fãs de samurais que não apenas se interessam pelas batalhas, mas por toda a filosofia e a estrutura social que cerca a era em que estes guerreiros estavam em seu apogeu, principalmente o período sengoku (mas no mangá há histórias também passadas na era Edo e na era Meiji).

No Brasil

Mestres do Oriente” está sendo lançado oficialmente hoje aqui no Brasil pela editora Satry, que também trouxe a obra A história de Buda em Mangá e outros títulos da editora Ichimannendo Publishing Inc. O mangá conta com uma ótima tradução e revisão, além de uma impressão também muito boa, apenas as folhas não são tão boas assim, mas não há problemas com a encadernação. A capa do mangá é cartonada e contém orelhas (algo que me agrada bastante em um livro). No Brasil o mangá está custando 15 reais, um preço que considero dentro dos padrões nacionais dado o material e acabamento da obra.

A editora Satry está de parabéns pela iniciativa de publicar obras como essa, destinadas a um público mais maduro, mas que também seria um valiosa aquisição para o público adolescente que gosta dessa mídia. Tentar ensinar filosofia e ética não é algo tão atrativo ao público jovem, mas usar uma mídia como o mangá que pode agradar a vários públicos e ainda contar histórias com personagens que fãs de obras relacionadas a história japonesa conhecem e em que se inspiram é um estratégia muito boa.

Por fim, vale ressaltar que o livro Kokoro no Michi, que inspirou este mangá ainda deve ser publicado este ano pela editora Satry com o título Histórias de Ética e Sabedoria.

Opinando

Não não tenho muito mais o que falar sobre esse mangá, mas gostaria de externar a minha felicidade em poder ter um material como esse. Como um grande fã de de mangás e da história japonesa, não tem como eu não ter gostado desta obra, embora devo admitir que ela não é indicada a todos os tipos de leitores, porém tenho certeza que qualquer leitor que pegar este mangá para ler, vai no mínimo se sentir nutrido por um conhecimento a mais que pode ou não mudar sua vida, mas que tenho certeza que o fará repensá-la como me fez repensar sobre situações pelas quais passei e nas atitudes que tomei. Sem dúvida essa é uma obra que tenho prazer em indicá-la aos leitores deste blog.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Moyashimon

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Moyashimon

Moyashimon é um anime exibido entre 12 de outubro de 2007 e 21 de dezembro do mesmo ano, totalizando 11 episódios. O anime foi exibido no famoso bloco noitaminA da TV Fuji e em 2012 também foi exibida no mesmo bloco uma continuação chamada Moyashimon Returns. A obra é baseado no mangá original de Ishikawa Masayuki e foi produzido pelo estúdio Telecom Animation Film, o mesmo de Futakoi, Tide-Line Blue, Nijuu-Mensou no Musume, Himechan! Otogitic Idol Lil`Pri e Ojii-san no Lamp, em parceria com o estúdio Shirogumi, o mesmo de Seiyou Kottou Yougashiten: Antique e Yuuto-kun ga Iku. O anime foi dirigido por Yano Yuuichirou, também diretor de Patapata Hikousen no Bouken e Mujin Wakusei Survive.

Moyashimon apresenta o cotidiano universitário do jovem Sawaki Souemon Tadayasu, que é filho de produtores de sake e possui uma habilidade peculiar, ele pode ver e interagir com micróbios a olho nu, além disso, ele os enxerga de forma bem diferente do que estamos acostumados a ver em microscópios. Tentando deixar um pouco  sua cidade e a obrigação de suceder o pai no negócio da família, ele e seu amigo Yuuki Kei, que também é filho de produtores de sake e que diferente de Tadayasu quer continuar o negócio da família, vão estudar em uma universidade de agricultura em Tokyo e acabam sendo transformados involuntariamente em membros do laboratório de estudo de produtos fermentados. Como Tadayasu lhe dará com a nova vida universitária? como sua habilidade irá o afetar? Que tipo de pessoas se relacionaram com ele neste novo ambiente? E o quanto micróbios podem ser moe? Só assistindo para descobrir.

Para conferir a resenha completa de Moyashimon acesse umanimepordia.com.br. Enfim a meta do projeto foi alcançada! 365 resenhas de anime ao longo dos 365 dias do ano, sendo um anime por dia! Obrigado a todos que nos apoiaram!

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Kokuriko-zaka kara

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Kokuriko-zaka kara

From Up On Poppy Hill

Kokuriko-zaka kara (From Up On Poppy Hill) é um filme de animação lançado em 16 de julho de 2011, baseado no mangá homônimo que foi escrito por Tetsuro Sayama e desenhado por Takahashi Chizuru. O filme foi produzido pelo estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro, O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Mononoke Hime, A viagem de ChihiroHowl no Ugoku Shiro, Pom Poko e Karigurashi no Arriety, e dirigido por Gorou Miyazaki, filho de Hayao Miyazaki e também diretor de Ged Senki: Tales from Earthsea.

O filme é ambientado no Japão dos anos 60 e conta a história da jovem Matsuzaki Umi, também conhecida com Meru pelos amigos, que perdeu o pai na guerra do Japão contra a Coréia e mesmo depois da morte do pai ela mantém o hábito de hastear as bandeiras de sinalização naval que usava para se comunicar com seu pai quando estava em alto mar. Umi vai conhecer o jovem Kazama Shun e por ele se apaixonará, mas existe um segredo relacionado ao passado de seus pais que pode frustrar esse romance. Paralelo a isso, o prédio dos clubes da escola onde Umi e Shun estudam está para ser demolido, mas os membros destes clubes não querem tal coisa, até porque é um prédio histórico, então começará um verdadeira empreitada estudantil para manter o prédio Quartier Latin em  pé!

Para conferir a resenha completa de Kokuriko-zaka kara acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Tokyo Godfathers

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Tokyo Godfathers

Tokyo Godfathers é um filme que foi exibido pela primeira vez em 30 de agosto de 2003 no evento Big Apple Anime Fest em Nova York. O filme foi escrito e dirigido por Satoshi Kon, o mesmo diretor de Millennium Actress, Perfect Blue, Paranoia Agent, Paprika e Ani*Kuri 15, e foi produzido pelo estúdio Madhouse, Gungrave, Redline, Chobits, X-Men, Beck, Chihayafuru, Needless, Akagi,  Kaiji, Hajime no Ippo, Perfect Blue, Paprika, Black Lagoon, Kobato, Allison to Lillia e Nana.

A história é protagonizadas por três sem tetos que encontram um bebê abandonado no meio do lixo durante a noite de natal. O grupo é formado por uma adolescente que fugiu de casa, por um senhor idade meio ranzinza,  mas bastante emotivo e por uma ex drag queen e cantora, essa última chamada Hana, quer ficar com o bebê como se ele fosse o filho que ela nunca poderá ter e após insistir muito os três concordam cuidar dele naquela noite e levá-lo a polícia no dia seguinte, mas nada vai ser como eles esperam e vai começar uma jornada cheia de momentos únicos e milagres de natal em busca dos verdadeiros pais da criança que recebeu o nome de Kiyoko (Kiyo – pura, em homenagem a noite em que nasceu, Ko – criança). Ao longo da jornada, o passado de cada um desses três voltará para assombrá-los e, talvez, para perdoá-los também.

Para conferir a resenha completa de Tokyo Godfathers acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Tamako Market

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Tamako Market

Tamako Market é uma animação original do estúdio Kyoto Animation, o mesmo de Suzumiya Haruhi no Yuutsu, Lucky Star, Nichijou, Hyouka, Full Metal Paninc? Fumoffu, Full Metal Panic! The Second Raid, Clannad, Chuunibyou demo Koi ga Shitai!, K-ON e Free!, exibida entre 10 de janeiro e 28 de março de 2013, totalizando 12 episódios. O anime foi dirigido por Yamada Naoko, a mesma diretora de K-ON!.

A obra apresenta o dia a dia da jovem Kitashirakawa Tamako e das pessoas com quem ela convive e é situada durante um certo período de tempo, no qual um estranha ave falante passou a morar com Tamako e sua família.  A ave é um mensageiro vindo de uma ilha tropical e que estava em busca de uma mulher adequada o bastante para se tornar noiva do príncipe desta ilha supracitada. A família de Tamako tem uma loja que mochi (um tipo de doce japonês) e na maior parte do tempo a história da ave , conhecida com Dera Mochimazui, é ignorada e ele (o Dera) acaba apenas com um ser estranho que protagoniza várias cenas cômicas. O foco principal, se é que podemos dizer que uma história sobre acontecimentos cotidianos tem foco, são os diversos planos criados por Tamako e pelas outras pessoas dos estabelecimentos que fazem parte da rua comercial onde Tamako mora. Estes planos visam aumentar o número de fregueses circulando na rua comercial supracitada.

Para conferir a resenha completa de Tamako Market acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Karigurashi no Arrietty

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Karigurashi no Arrietty

O Mundo dos Pequeninos

Karigurashi no Arrietty (O mundo do pequeninos) é um filme de animação que estreou em 17 de julho de 2010 e é inspirado no famoso livro infantil The Borrowers, da escritora americana Mary Norton, lançado em 1952. O filme foi produzido pelo estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro, O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Mononoke Hime, A viagem de ChihiroHowl no Ugoku Shiro e Pom Poko, e dirigido por  Yonebayashi Hiromasa.

O filme gira em torno de uma família formada por três membros, um casal e sua filha, que vivem escondidos sob o assoalho de uma casa nos arredores de Tóquio, mas não pensem que essa família vive de forma indigente e espremida, pois eles são pessoa pequenas, bem pequenas, de não mais que 10 centímetros. Eles são os últimos de sua espécie a viver naquele lugar, pois em tempos passados os humanos comuns acabaram os perseguindo e os usando quase que como brinquedos vivos, fora os outros que morreram com o progresso da sociedade humana, mas deixemos o passado de lado. A filha do casal é a jovem Arrietty que acaba de completar 14 anos o que lhe torna uma quase adulta, ou seja, agora ela pode ir com seu pai nas incursões feitas a noite a casa humana acima da deles, afim de conseguir o pouco suprimento que precisam para viver. No entanto, antes de Arrietty ir em sua primeira missão, o jovem humano Shou vai para aquela casa que é de sua avó Sadako (sem pensamentos ruins meus caros), pois ele está muito doente e seus pais acham que  aquele ambiente pode ajudá-lo a se curar mais rápido. E  então Arrietty parte com seu pai em sua primeira missão e tudo está correndo bem, até que um deles sofre um acidente e Shou ver Arrietty, mas o jovem decide não entregá-la…

Para conferir a resenha completa de Karigurashi no Arrietty acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Mononoke Hime

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é (meu filme preferido)…

Mononoke Hime

O filme de animação Monoke Hime foi lançado em 12 de julho de 1997. A obra conta com o roteiro e direção de Hayao Miyazaki, também diretor de Nausicaä do vale dos ventos, Tenkuu no Shiro Laputa, Tonari no Totoro, O serviço de entregas da Kiki, Gake no Ue no Ponyo, Howl no Ugoku Shiro e Kaze Tachinu. A produção é do estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro  , O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Howl no Ugoku Shiro, Pom Poko, O Mundo dos Pequeninos, dentre outros.

O filme se passa em um mundo medieval e rústico povoado por seres fantásticos que vivem em harmonia com a natureza, porém o progresso da humanidade vem afetando a natureza e esses seres de forma a os tornar criaturas infectadas por uma maldição que os deixa incontroláveis. Essa criaturas são conhecidas por muitos humanos como guardiões da natureza e por isso são respeitados e temidos pelos grupos de humanos que mantém tradições mais antigas, enquanto que são desafiados por aqueles que destroem a natureza para progredir na vida. O protagonista do filme é Ashitaka, um caçador que vive junto a um dos grupos de humanos que temem essas criaturas e ao ver sua aldeia ameaçada por um desses “guardiões”, um javali gigante que está infectado pela maldição, não ver outra escolha se não tentar derrubar a criatura e quase ao custo de sua morte ele consegue, porém acaba infectado pela mesma maldição que infectou aquela criatura, o que provavelmente o levará a morte com o tempo, mas que também lhe confere uma força sobre humana. Assustados com a maldição do jovem e como ela poderá afetar aquele povo, Ashitaka, mesmo sendo o herói daqueles indivíduos, é banido e entende o porquê disso, porém ele não desistirá tão fácil assim. O jovem decide ir a uma montanha povoada por espíritos sagrados e no meio do caminho passará por diversas dificuldades que o fará conhecer um pouco mais sobre a natureza humana, mas nada disso o impressionará tanto quanto a jovem San, pois ela é uma humana que foi criada por lobos gigantes e age como se fosse um deles, além disso vive também junto aos espíritos e guardiões da natureza e por esses ela enfrentará até mesmo sua própria raça em uma guerra que afetará o equilíbrio de todo esse mundo.

Para conferir a resenha completa de Mononoke Hime acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Neko no Ongaeshi

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Neko no Ongaeshi (O Reino dos Gatos)

Neko no Ongaeshi (ou o Reino dos Gatos) é um filme de animação lançado em 20 de julho de 2002. a obra é baseada no livro Neko no Danshaku de Hiiragi Aoi, a mesma autora de Mimi wo Sumaseba. A animação foi produzida pelo estúdio Ghibli, mesmo de Tenkuu no Shiro Laputa, Mononoke Hime, Tonari no Totoro  , O túmulo dos vagalumes, Porco RossoHeisei Tanuki Gassen Ponpoko, O serviço de entregas da Kiki, Howl no Ugoku Shiro, Houhokekyo Tonari no Yamada-kun, Gake no Ue no Ponyo, O Mundo dos Pequeninos, e foi dirigido por Morita Hiroyuki , também diretor de One Piece e Bokura no.

O filme conta a história de uma jovem de 17 chamada Yoshioka Haru, que salvou um gato de ser atropelado, porém o que ela não imaginava é que aquele gato era nada mais e nada menos que o príncipe do Reino dos Gatos, um lugar governado por gatos que  possuem habilidades especiais. Ao ser salvo por Haru, o príncipe Lune se apaixona pela jovem e decide fazer dela sua esposa e para isso ela precisa ir até o mundos dos gatos, porém se ela ficar durante muito tempo nesse lugar ela se transformará numa gata permanentemente. Além disso, ela não deseja se tornar a princesa daquele reino, mas sozinha a jovem não poderia lutar contra esse peculiar destino, no entanto dois outros gatos partem em uma aventura para salvar Haru, o primeiro é o vagabundo Muta, que havia sido expulso do Reino dos Gatos, e o outro é cavalheiro Baron Hunbert Von Gikkigen (o mesmo Baron de Mimi wo Sumaseba). Agora resta saber se Haru conseguirá fugir do Reino dos Gatos antes de se tornar uma gata definitivamente.

Para conferir a resenha completa de Neko no Ongaeshi acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Heisei Tanuki Gassen Ponpoko

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Heisei Tanuki Gassen Ponpoko

Heisei Tanuki Gassen Ponpoko é um filme de animação lançado em 16 de julho de 1994. O filme foi produzido pelo estúdio Ghibli, o mesmo de Tenkuu no Shiro Laputa, Mononoke Hime, Tonari no Totoro  , O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Howl no Ugoku Shiro, Houhokekyo Tonari no Yamada-kun, Gake no Ue no Ponyo, O Mundo dos Pequeninos, dentre outros, e dirigido por Isao Takahata, também diretor de O túmulo dos vagalumes, Omoide Poro PoroHouhokekyo Tonari no Yamada-kun e Akage no Anne: Green Gables e no Michi.

Ponpoko conta a história de um grupo de tanukis, animais que segundo o folclore  japonês, tem a capacidade de se transformar em qualquer coisa e vivem festejando por qualquer motivo, porém, com o tempo a humanidade foi progredindo e as florestas foram sendo devastadas e assim o território dos tanukis foi diminuindo, mas incapazes de aceitar a derrocada de seu mundo, decidem enfrentar a maior guerra de suas vidas, uma luta contra o progresso. Agora é hora de por tudo que aprenderam em prática para salvar seu mundo ou se adaptar aos novos tempos.

Para conferir a resenha completa de Heisei Tanuki Gassen Ponpoko  acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Steamboy

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Steamboy é filme de animação lançado em 17 de julho de 2004. A obra foi concebida e dirigida por Katsuhiro Otomo, o mesmo de Robot Carnival, Akira, Manie-Manie: Meikyuu Monogatari, Roujin Z, Memories, Freedom, Shin SOS Dai Tokyo Takentai, Hipira-kun Hi no Youjin. A produção do filme é do estúdio Sunrise, o mesmo de  Gundam (todos), City Hunter, Dirty Pair, Witch Hunter Robin, Cowboy Bebop, Sekai no Monshou, Senaki Senki, Escaflowne, Inuyasha, Steamboy, Mai Hime, Mai OtomeYakitate!! Japan, Gintama, Bakumatsu Kikansetsu Irohanihoheto, Code Geass, Kekkaishi, Tales of the Abyss, Kurokami, Sora o Kakeru Shoujo, King of Thorn (O Senhor dos Espinhos), Colorful, Phi Brain, Sket Dance, Danshi Koukousei no NichijouNatsuiro no Kiseki, Binbougami ga!, Love Live, Kakumeiki Valvrave e Tiger  & Bunny.

Essa aventura Steampunk se passa na maior parte do tempo na Inglaterra do meio do século 19 e gira em torno dos homens da família Steam. Inicialmente vemos os cientistas Lloyd Steam e Edward Steam (que são pai e filho) no Alasca, onde descobriram uma substância que permite a eles liberar uma grande densidade de vapor a altíssima pressão e eis que Lloyd tenta construir um dispositivo capaz de armazenar esse vapor, o que permitiria substituir as imensas e dispendiosas caldeiras atuais por esses pequenos dispositivos que tem um desempenho extremamente maior, no entanto algo dar errado na experiência. Eis então que somos transportador para Inglaterra, mas especificamente para Manchester, onde vive o protagonista desta obra, o jovem James Ray Steam, o neto de Lloyd e filho de Edward que também é especialista em máquinas que usam pressão a vapor. Ray é surpreendido ao receber um pacote de seu avô contendo um dispositivo em forma de bola, mas logo após surgem homens que supostamente trabalham para a mesma empresa que emprega seus pai e avô, sendo que este último também surge e diz que Ray deve fugir com o dispositivo e que o pai de Ray está morto, porém…

Para conferir a resenha completa de Steamboy acesse umanimepordia.com.br.

 

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Houhokekyo Tonari no Yamada-kun

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Houhokekyo Tonari no Yamada-kun

Houhokekyo Tonari no Yamada-kun é um filme de animação, lançado em 17 de julho de 1999. A obra é inspirada no mangá Nono-chan de Hisaichi Ishii, também autor de Ojamanga Yamada-kun. O filme foi produzido pelo estúdio Ghibli, o mesmo de Tenkuu no Shiro Laputa, Mononoke Hime, Tonari no Totoro  , O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Howl no Ugoku Shiro, Heisei Tanuki Gassen Ponpoko, Gake no Ue no Ponyo, O Mundo dos Pequeninos, dentre outros. A direção da obra é de Isao Takahata, também diretor de O túmulo dos vagalumes, Omoide Poro Poro, Heisei Tanuki Gassen Ponpoko e Akage no Anne: Green Gables e no Michi. Takahata é um dos fundadores do Ghibli e um dos principais diretores do estúdio, Tonari no Yamada-kun havia sido seu último filme lançado pelo estúdio, mas este ano (no próximo sábado) irá estrear Kaguya-hime no Monogatari que é seu mais novo filme lançado pelo Ghibli.

A família Yamada, é uma simples família japonesa de classe média que leva sua vida com calma, mas como toda família, tem seus momentos únicos. Composta por Nonoko, uma garotinha de 5 anos que normalmente está sorrindo, Noboru, um jovem de 13 anos que está conhecendo as dificuldades do começo da adolescência, Takashi, o trabalhador e um pouco medroso, pai de Noboru e Nonoko, Matsuko a mãe de Nonoko e Noboru, que é a típica dona de casa japonesa, Shige a mãe de Matsuko que faz o típico papel de sogra e avó (japonesa) e Pocchi, o pouco carismático cachorro da família. Ao longo do filme vemos os Yamada passando por situações cômicas e inusitadas de seu cotidiano. Situações como, quando os Yamada, esquecem Nonoko sozinha no shopping, ou aquela velha máxima de quando todos os membros da família estão sentados vendo tv, então um levanta, e todos os demais pedem para esse fazer algo por eles.

Para conferir a resenha completa de Houhokekyo Tonari no Yamada-kun acesse umanimepordia.com.br.