O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

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Kyoudai Podcast #17: Censura nos Animes e Mangás – Parte 1: Censura no Japão

Podcast em parceria entre o Netoin e o Animecote com a participação de Evilasio Junior (@JuniorKyon), Carlírio Neto (@cnetoin),  Bebop (@animecote) e André (@animecote). Nessa edição falamos sobre a censura em anime e mangá no Japão.

Blocos:
00:00:00 – Introdução e comentários da última edição
00:20:56 – Censura no Japão
01:24:20 – Considerações Finais

Acessem também:
Aisvêrse – https://aiscrim.wordpress.com/
Nupo – https://nupoblog.wordpress.com/

Para baixar o áudio e escutar depois recomendo usar este site:http://www.youtube-mp3.org/

Pensador otaku: Demografia não é gênero!

Você que é fã de anime e mangá já se deparou em uma situação que tinha de escolher qual seu gênero preferido. Provavelmente antes de responder a pergunta uma série de palavrinhas em japonês vieram a sua mente: Shonen, Shoujo, Josei, Seinen e Kodomo. E por impulso, ou por falta de conhecimento, respondeu a pergunta com uma dessas palavras. Porém, se alguém lhe perguntar “qual sua demografia de mangá preferida?”, dificilmente palavras como “ação”, “aventura’, “fantasia”, lhe parecerão opções e provavelmente você também usará algumas das cinco palavrinhas anteriores para responder a pergunta. De fato, qualquer uma das palavras japonesas anteriores responde corretamente a segunda pergunta, mas nenhuma delas serve para a primeira.

Shonen

Shonen

O termo gênero tem um significado tão amplo que pode ser simplesmente entendido como uma classificação de vários elementos segundo características comuns. Porém o termo é utilizado em situações específicas, por exemplo, biologicamente o ser humano pode se encontrar em dois gêneros: homem e mulher. Literariamente o gênero pode significar um tipo de forma de escrita (crítica, descrição, novela e etc.) ou um tipo de narrativa (ação, aventura, drama). Para o cinema o termo também pode ser utilizado para classificar uma narrativa como ação, drama, aventura, ficção científica e etc. Enfim, quando se pergunta “qual o gênero de um mangá?”, se que saber qual a forma de narrativa desse mangá? Ou seja, se quer saber se é uma obra de drama, ação, aventura, ficção científica, policial, máfia…

O termo demografia está relacionado a classificação de seres humanos, então quando se pergunta “qual a demografia de um mangá?”, se quer saber, em geral, qual a faixa etária para o qual aquele mangá a é mais indicado? Ou pelo menos era isso que deveria significar, mas…

Seinen

Seinen

Vale a pena agra explicar o que são aquelas tais palavrinhas japonesas que citei no começo do texto, antes de voltar a falar de demografias. A palavra Shonen significa garoto, analogamente a palavra Shoujo significa garota e a palavra Kodomo significa criança. O termo Josei significa mulher ou feminino. Por fim, Seinen significa juventude ou jovem adulto. Também existem outros termos japoneses que definem demografias, mas esses cinco são os mais utilizados.

Esses termos são utilizados apenas para classificar demograficamente revistas japonesas, em geral, que publicam mangás e novels. Para anime só faz sentido utilizar essa classificação demográfica quando o mesmo é uma adaptação de mangás ou novels que foram publicados em revistas. A classificação de mangás e novels é na verdade a mesma da revista em que a obra foi publicada. Por isso não é estranho que um mangá violento e com uma trama complexa como Shingeki no Kyojin é um shonen e que um mangá que simplesmente apresenta o dia a dia de garotas colegiais como K-ON fosse um seinen. Para quem não entendeu. Shingeki no Kyojin é publicado na Bessatsu Shonen Magazine, um revista shonen, e K-ON foi publicado na Manga time Kirara Carat, uma revista seinen.

Shoujo

Shoujo

E porque tanta gente confunde gênero com demografia? Não posso afirmar, mas acredito que o conjunto “termo japonês para classificar mangá + similaridade de gêneros famosos entre pessoas de certas demografias” seja o responsável pela confusão. Por exemplo, jovens garotos costumam gostar muito de obras de ação, aventura, com certa quantidade de violência e humor, por isso a maioria dos mangás shonen, que seriam destinados a esse público, tem essas características, de modo que para muitos o significado do termo shonen está associado a essas características, o que não é verdade. Analogamente jovens garotas costumam gostar muito de romance e drama, por isso muitos pensam que esses gêneros são intrínsecos ao termo shoujo, o que também não é verdade.

Outro problema é que as demografias não são tão bem definidas como parecem, pois além de ser claro que sempre haverá pessoas de certas demografias que irão gostar de obras de outra, qualquer demografia pode conter obras de qualquer gênero.

Além disso, as revistas japonesas consideram o povo japonês como seu público alvo, o que faz todo sentido, mas os japoneses são diferentes dos brasileiros, que são diferentes dos estadunidenses, que são diferentes dos indianos e etc. Onde eu quero chegar com isso? Povos diferentes tem pensamentos e leis diferentes, uma atitude que é considerada adulta em um país pode ser plenamente aceitável para adolescentes ou até para crianças em outro. Em um país mulheres gostam de se vestir com roupas mais leves e em outro isso é um absurdo. As diferenças culturais e na legislação de cada país influi diretamente na produção cultural do mesmo e isso obviamente afeta publicações de quadrinhos. De modo que um quadrinho que para um páis é destinado a adolescentes, em outro é destinado a adultos e etc.

Josei

Josei

Então a classificação demográfica japonesa de revistas de mangás e novels só vale para o Japão? Não. Você pode sim usar essa classificação em qualquer lugar do mundo, porém o mais correto seria utilizar as classificações etárias específicas de cada país. Porém o cerne da questão não é esse, o que quero mostrar é o quão errado é utilizar uma demografia como gênero. Um shoujo pode muito bem apresentar violência e ter uma trama policial. Um shonen pode muito bem apresentar a história de um casal. Um seinen pode ser protagonizado por crianças. Um josei pode falar da yakuza. Então toda vez que você falar que não gosta de shoujo, lembre-se que você está falando que não gosta de mangás, novels e animes que  podem tanto ser de romance, quando de ficção científica. E quando você falar que não gosta de shonen, lembre-se que você pode tanto está falando que não gosta de mangás, novels e animes que tanto podem ser uma aventura ou uma história de um casamento, ou sobre o dia a dia de uma dona de casa.

Enfim, demografia não é gênero!

Kyoudai Podcast #15: MMORPG e os Animes

Podcast em parceria entre o Anime Portfolio, Netoin e Animecote com a participação de Evilasio Junior (@JuniorKyon), Carlírio Neto (@cnetoin) e André (@animecote). Nessa edição falamos sobre animes que são inspirados em MMORPG.

Blocos:
00:00:00 – Introdução e comentários da última edição
00:20:37 – MMORPG e animes
01:15:59 – Considerações Finais

Extras:
Aisvêrse – https://aiscrim.wordpress.com/

Para baixar o áudio e escutar depois recomendo usar este site:http://www.youtube-mp3.org/

Animecote Game Show #03

Podcast do Animecote com jogos e desafios relacionados a animes ou não! Teste seus conhecimentos de otaku e tente acertar todas as perguntas. Nessa edição tivemos 4 jogos e um desafio entre as duplas Natthr e Nayara contra Evilásio e Carlírio, ou seja, meninos contra meninas como no antigo show da Xuxa. Você acertaria algum dos jogos? Quantos pontos você faria? Torça para sua dupla favorita e comente o que achou desse cast.

Download

Duração: [1:04:41]

Links dos participantes:

Animecote
Alchemist Nany 
Elfen Lied Brasil 
Não Nasci Herói 
Netoin! 
NUPO 

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Kyoudai Podcast #13: Catástrofe e Apocalipse em animes + Tokyo Magnitude 8.0 episódio 1

Podcast em parceria entre o Anime Portfolio, Netoin e Animecote com a participação de Evilasio Junior (@JuniorKyon), Carlírio Neto (@cnetoin) e André. Nessa edição comentamos Catástrofe e Apocalipse em animes e o primeiro episódio de Tokyo Magnitude 8.0.

Aviso: Até uns 20 minutos o áudio do André está baixo

Blocos:
00:00:00 – Introdução e comentários da última edição
00:13:54 – Animes com catástrofe ou apocalipse
00:46:10 – Tokyo Magnitude 8.0 ep 1
01:07:35 – Considerações Finais

Para baixar o áudio e escutar depois recomendo usar este site:http://www.youtube-mp3.org/

SensouCast 5: Nostalgia Fight 1 – Luk Lucas vs Erick Dias vs Bebob

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Olá caros ouvintes! Está no ar a quinta edição do SensouCast, o podcast onde você encontra as disputas mais incríveis entre personalidades da blogosfera brasileira. Nessa edição, eu (Evilasio Junior) apresento uma disputa diferente e nostálgica relembrando principalmente os bons momentos da tv brasileira dos anos 80 e 90. Defendendo a si mesmo e a seu senso de humor peculiar, temos Bebop do blog Animecote. Também do blog Animecote temos o sommelier Erick Dias, que tentará conseguir sua primeira vitória no SensouCast. Por fim, temos também o conceituado colunista Luklucas_ do blog Chuva de Nanquim. Quem será que venceu a essa disputa? Ouçam e descubram!

Após ouvir mais este podcast comente a batalha e diga o que faltou para os participantes, tanto os derrotados, quanto o vencedor. Também sigam os twitters @Yopinando e no @AnimePortfolio para conferir novidades interessantes e comentários aleatórios.

Duração: 00:44:53

Podcast: Download Alta Qualidade (31,1 mb) | Download Média Qualidade (20,8 mb)

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Onde encontrar os participantes desta edição:

Extras:

Responda a enquete abaixo que irá influenciar a próxima edição do podcast 

Pensador Otaku: A Sailor Fukutização da cultura otaku

Yo! Tudo bem com vocês? Que tal refletirmos um pouco sobre mais um assunto ligado aos animes e mangás? Enfim espero que gostem de mais esse texto opinativo e reflexivo sobre um dos elementos da cultura otaku.

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Afinal, o que é Sailor Fukutização?

Não pesquisei se outras pessoas também usam o termo, mas Sailor Fukutização, assim como a Moeficação, é um termo que utilizo para exemplificar um “fenômeno” inerente a animes, mangás, novels e outros produtos relacionados a cultura otaku. Trata-se da exploração exacerbada do tema “colegial” e/ou de personagens colegiais nas mídias visuais supracitadas. Escolhi esse termo, pois “Sailor Fuku” é a maneira como os japoneses e referem ao uniforme escolar feminino que são baseados em fardas de marinheiros e que são adotados por praticamente todas as escolas colegiais japonesas (escolas fundamentais também).

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E porque fazer um texto sobre isso? 

Em parte por uma irritação pessoal com relação ao tema, mas principalmente porque é uma característica de séries de mangá/anime (eu não vou ficar repetindo “anime, mangá, light novel e outros produtos relacionados a cultura otaku”, então citarei apenas a expressão “mangá/anime”, mas tome tudo que for dito no texto como algo relacionado a todas essas mídias)  que nos últimos anos, ou na última década, se tornou um fenômeno.

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Como assim um fenômeno?

O costume de se produzir mangás com a temática colegial vem desde os anos 50 com a volta das publicações de mangás após a segunda guerra mundial. O tema era tratado apenas como mais um gênero, ou como elemento de fundo apenas para identificar a faixa etária a qual os personagens da história pertenciam e meio que é assim até hoje. Porém as obras com essa característica sempre representaram um espaço substancial, porém nem perto de ser um elemento muito mais recorrente do que os demais tipos de obras. Suponho até que entre os anos 80 e 90 havia uma quase equivalência entre obras colegiais e policiais (como eu sinto falta de séries policiais). Já na última década, o número de história situadas no meio colegial ou protagonizadas por colegiais  aumentou de maneira exacerbada, em especial nas temporadas de animes dos últimos 3 a 4 anos, é comum 30% ou mais da quantidade de animes em cada temporada ter a temática colegial ou ser protagonizada por colegiais.

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Claro que em parte isso se deve à popularidade desse tema ser grande, no entanto esse fenômeno cada vez mais causa um declínio da variabilidade de temáticas, ainda que se explore o tema ou a ambientação em conjunto com um número gigantesco de outros temas, características comuns de animes colegiais são e necessitam ser preservadas para abordar esse tema. A mais óbvia é a quase que necessidade de todos ou quase todos os personagens serem colegiais. Claro que a grande maioria das pessoas que leem mangá e assistem anime são adolescentes e jovens adultos que a pouco saíram do colegial (fora aquela razoável massa de otakus adultos que abrange muitos dos leitores desse blog inclusive o autor desse texto) e por isso é normal que a maioria  dos personagens também sejam adolescentes para que haja um empatia maior. Porém, essa super popularidade de personagens adolescentes é uma das causas da infantilização de elementos destinados ao público adulto e também do design e da caracterização de personagens adultos.

Outra característica inerente a obras colegiais é a imaturidade da trama ou das ações dos personagens, pois ainda que ajam algumas obras colegiais bastante maduras, a maturidade é um elemento um tanto estranho para caracterizar um jovem, de modo que muito da pouca maturidade desses animes venham dos poucos personagens adultos, mas como esses mesmos personagens geralmente não tem muito relevância (e muitas vez quando têm, ocorre a supracitada infantilização desses personagens), a trama se torna realmente imatura, o que faz sentido.

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Existem outras características que poderiam exploradas, mas para não me estender muito mais vou apresentar abaixo os problemas de tudo isso com foco na “infantilização”, na “imaturidade” e no fato de haver esse crescimento exacerbado de mangás/animes colegiais.

Enfim qual a problemática de tudo isso?

A meu ver o grande a infantilização de elementos destinados ao público adulto, causa a má exploração de muitos desses elementos, em especial podemos falar de ecchi, que em muitos casos se confunde, pois o ecchi para jovens não deveria ser tão expositivo como é hoje em dia, e para adultos, porque muitos mangás/animes colegiais sabem que adultos os acompanham e usam elementos para atrair mais deles, não deveria ser tão inocentes. A confusão disso tudo acaba gerando um ecchi por ecchi que vira fanservice e se torna muitos vezes inútil para trama, ainda que cumpra seu papel de chamar a atenção de pessoas que não se preocupam tanto com a trama (embora acho que até essa galera uma hora cansa).

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Com relação a imaturidade, em parte tudo depende muito do como a trama se desenrola, mas particularmente é fácil citar exemplos de obras que, por exemplo, tenham professores que mais parecem estudantes colegiais e que não parecem ter a menor capacidade de conduzir uma sala de aula, ou de personagens adultos que premeditadamente tem designs infantis. Além disso, é incrível como boa parte das obras colegiais não parecem fazer ideia de quão complicado é para adolescentes a questão dos relacionamentos amorosos e a super sexualização de ações de personagens são tratadas como algo extremamente comum, pelo menos em obras destinadas principalmente ao público masculino. Geralmente nesse quesito shoujos colegiais sabem trabalhar muito bem, enquanto que que shounens… Também podemos falar da confusão que se há entre o tom sério ou não de um mangá/anime colegial com relação a mortes, que muitas vezes se confunde no meio das tramas, porém falar sobre o tom certo ou errado de uma trama merece um texto só para si e possivelmente eu o escreverei um no futuro.

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Voltando a questão do número grande de obras colegiais nos dias de hoje, como já citei há uma série de “regras” que a maioria das obras colegiais “precisa” seguir e no geral, mesmo com a grande variação de temas associados, há muita coisa parecida e por isso às vezes esses temas a mais acabam perdendo um pouco da força dentro da trama. Ou seja, esse número crescente de séries colegiais tem sim causado a diminuição da variabilidade de tramas e de maneiras como tramas diferentes são abordadas. Uma forma fácil de exemplificar isso, é que por mais diferentes que sejam os clubes colegiais em cada mangá/anime (clube de música, clube de astronomia, conselho estudantil, clube faz tudo  e etc.)  sempre há características comuns pré-estabelecidas que tornam eles meio similares (isso não vale para animes esportivos).

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Esse texto não tem o intuito de demonizar os mangás/animes colegiais, pois há sim muitas obras boas com essa temática ou característica, ou ambientação, e há exceções a todas as ideias acima comentadas, mas o exagero do número de séries desse tipo tem sim causado um dano a indústria e possivelmente um afastamento de muitos espectadores e leitores antigos de animes e mangás. Eu acho que há espaço para todo tipo de obra, mas há uma carência grande de animes (principalmente animes mesmo) mais adultos e mais maduros, há uma necessidade de se dar mais visibilidade a obras diferentes em light novels e animes. Ainda há muitos mangás bons e de sucesso não colegiais por aí, por que será que não ocorre o mesmo com animes e light novels? E a falta de mais obras diferentes nessas outras mídias faz com que muito mangaka acabe também optando por criar mais obras colegiais já que elas aparentemente fazem mais sucesso, isso gera um ciclo vicioso.

Finalizando, eu estou sim cada vez mais saturado e, por que não dizer, irritado com a quantidade principalmente de animes e light novels colegiais, eu não desejo que pare de  se fazer obras colegiais eu só realmente desejo que num futuro próximo haja uma espaço maior também para séries não colegiais e que sejam protagonizadas por adultos que se parecem adultos. Sabe, eu não lembro a última vez que vi um slice of life adulto, será que eu realmente verei outro desses nessa década?

PS.: Se possível dê uma olhada nos comentários, há uma discussão que está ajudando a complementar esse texto…

Kyoudai Podcast #9 – Coisas que nos irritam em animes e Plastic Memories 1 a 5

Podcast em parceria entre o Anime Portfolio, Netoin e Animecote com a participação de Evilasio Junior (@JuniorKyon), Aiscrim e Carlírio Neto (@cnetoin). Nessa edição falamos sobre coisas que odiamos em animes e  sobre os episódios 1 a 5 de Plastic Memories.

Blocos:

  • 00:00:00 – Introdução e comentários da última edição
  • 00:11:43 – Coisas que odiamos nos animes
  • 01:13:50 – Plastic Memories 1 a 5
  • 01:44:02 – Considerações Finais

Para baixar o áudio e escutar depois recomendo usar este site:http://www.youtube-mp3.org/

SensouCast 3: Disputa entre blogueiros – Carlírio Neto vs Bebop

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Olá caros ouvintes! Está no ar a terceira edição do SensouCast, aquele podcast onde você encontra as disputas mais incríveis entre os personagens mais memoráveis da ficção, ou da vida real. Nessa edição, eu (Evilasio Junior) tenho de julgar uma disputa entre dois amigos pessoais que são blogueiros e que atuam sobre o tema Anime. Defendendo a si mesmo a seu sendo de humor peculiar, temos Bebop do blog Animecote, e defendendo também a si mesmo, o blogueiro mais cordial da otakusfera, o padrinho Carlírio Neto, do blog Netoin. Quem será que venceu a essa disputa sem precedentes? Ouçam e descubram!

Após ouvir mais este podcast comente a batalha e diga o que faltou para os participantes, tanto para o derrotado, quanto para o vencedor. Também sigam os twitters @Yopinando e no @AnimePortfolio para conferir novidades interessantes e comentários aleatórios.

Duração: 00:57:55

Podcast: Download Alta Qualidade (40,5 mb) | Download Média Qualidade (27,2 mb)

Feed de Podcasts do Yopinandohttp://feeds.rapidfeeds.com/45097/ | Clique aqui para ver os podcasts do Yopinando no Itunes.

Onde encontrar os participantes desta edição:

Extras:

À la recherche du futur perdu – Segundas Impressões

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 Olá a todos. Venho aqui continuar o post sobre Ushiwareta Mirai wo Motomete , o que faz disso um ”segundas impressões” no caso. No post anterior eu comentei o primeiro episódio, e meio que emendando o segundo. Nesse aqui ficará compreendido os episódios 3 e 4.

O episódio continua do lance do fantasma e dos tremores  que ocorreram no segundo episódio, com a turma toda tentando achar respostas para esse fenômeno.  Corta pra Airi, que pensando na novata misteriosa de longos cabelos brancos, reflete sobre sua vida até aqui. Ela diz que sempre foi a aluna perfeita, sempre tirou notas boas, se sobressaia nos esportes, e quando entrou nesse colégio decidiu ”meter a mão no freio”, e ser mais normal, o que resultou no encontro com a Kaori, que no caso era o oposto dela.

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 Retornando ao clube, a turma recebe um chamado para apartar outra briga entre os clubes de judô e karate, briga essa que aconteceu no episódio 1 antes do acidente com Kaori, enquanto a Yui tem uns devaneios e se lembra de algo, como uma lesão no tornozelo de alguém. Vale lembrar que ela chegou nua pelada sem memórias e aos poucos está recuperando sua memória, e que entre uma memória recuperada e outra ela se vê dentro de tubos, como numa experiência. Algo relacionado a clonagem, talvez? Yui como que se além do tornozelo soubesse que algo a mais fosse acontecer, arrasta Kaori do local da briga entre clube, salvando-a e evitando seu terrível destino de torcer o tornozelo.

Apoś isso, eles retornam para a busca pelo tal fantasma, se dividindo e duplas e procurando pelo colégio. A dupla de Kaori e Yui tiram a sorte grande , e o avistam numa janela do prédio anexo. Todos se assustam, tremem, MAS, ao perceberem que estavam sendo filmados, descobrem que era tudo pegadinha do malandro, era tudo parte de um projeto do clube de cinema, um filme de terror. Terminamos o episódio assim, sem grandes revelações interessantes.

[AnimEncode] Ushinawareta Mirai wo Motomete Episode 3 Subtitle Indonesia  50MB MP4

 Pesando todo o episódio, nada que influencie a trama profundamente aconteceu, fez nada mais que chover no molhado, alguns backgrounds de personagens mostrados ali, a continuação dos tremores também teve pouca participação nesse episódio.  E é isso. Esse post deveria englobar o episódio 4, além de sair na semana seguinte ao primeiras impressões, MÃS, não aconteceu. Relaxe, quem quer que esteja lendo isto, ainda farei outros ”impressões” dos próximos episódios, mesmo atrasando alguns dias.

Ushinawarete Mirai wo Motomete – Primeiras Impressões

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Olá a todos! Iniciando aqui minha sequência de postagens sobre primeiras impressões, começo aqui com Ushinawareta Mirai wo Motomete(Na procura do futuro perdido, segundo meu nihongo de pastelaria)

Comentando…


Bem, Ushinawareta Mirai wo Motomete, ou Waremete (para os mais próximos), é uma visual novel, lançada em 2010 , que tem duas adaptações em mangá, e que agora ganhou uma animação, estreando nesta atual temporada.

Frenchbiatch

Olha que chique, mona mour parle ne me quitte pass…

O episódio começa com uma pinta de Steins;Gate, com dois cientistas fazendo experiências em algo, que se revela sendo uma garota. Depois desse suspense todo, nos é mostrado o ambiente no qual a série provavelmente irá se passar integralmente, a escola. Somos então apresentados aos personagens principais da trama, com Sou Akiyama, nosso main character, Kaori, amiga de infância de Sou, Kenny, um americano e com Nagisa e Airi fechando o grupo.

A série tem aquele clima slice of slife, mostrando a rotina dos 5 amigos no clube de astronomia, sendo basicamente o primeiro episódio todo assim. Sempre é mostrado a passagem de tempo, no caso de dias, que se dá no episódio, indicando a sequência de eventos. Porém, como o nome do anime sugere, algo tem que acontecer. Sempre tem.

Após Kaori se declarar seu amor a Sou na sala de astronomia, ela sofre um acidente no caminho de casa, vítima de um ônibus descontrolado sem freio. É mostrado na sequência uma cena com o grupo no hospital, num climão a lá Kokoro Conect, não se sabendo o estado da garota…

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…MAS, como num passe de mágica, tudo volta ao começo, retornando o tempo até o dia 1, onde Kaori estava com o Sou e os outros na sala do clube. Algo acima da sala do clube desaba, e Sou vai até lá, encontrando uma garota misteriosa, desacordada e nua, que não lembra de nada, apenas do nome Sou. Parece interessante? Sim, mas o clima da série não é nada empolgante, coisa que afasta muita gente.

No pesar dos pesares, esse início calmo e devagar me faz lembrar de School Days, onde tudo é um mar de rosas até  quando tudo fica louco no episódio 3. Essa semelhança é a única coisa que me faz continuar a assistir. Lembrando que não li sinopse de nada, peguei pra ver no sorteio mesmo. Sinceramente, não irei criticar a obra em si, por que é baseada num Eroge, ou seja, quase sempre adaptar isso dá merda. Nada como um anime padrão no meio de tantos outros na temporada.

Mesmo assim, não irei droppar esta série. Algo ainda me diz que vale a pena chegar até o (episódio 5) final.

Ficha Técnica
Título:
Ushinawarete Mirai wo Motomete
Obra Original: Visual Novel
Gêneros: Ficção Científica, Colegial, Slice of Life, Mistério
Número de episódios: 12
Produtora: Feel
Diretor: Naoto Hosoda

Edit: Acabei de ler uns spoilers, e realmente teremos viagens no tempo, loops, cubo mágico e crazy sex. Rapaz. Refazendo o post em 3,2,1…

AP Live #2: Casais em Animes: Shounens de Batalha

Pensador Otaku: Dar para ser otaku fora do Japão?

Bom dia, boa tarde e boa noite! Hoje é dia de mais pensamentos sobre o universo otaku, ou sobre o que achamos que ele é. Você, meu caro leitor que não mora no Japão (segundo as estatísticas do wordpress, vez por outra alguém acessa esse blog do Japão), na tentativa de tornar mais forte seu espírito otaku, já deve ter se deparado com diversas barreiras, que vão desde a dificuldade em conseguir materiais que lhe façam upar (ou subir) de nível, até a barreira da língua e algumas vezes a falta de conhecimento cultural que não lhe permiti compreender certas referências apresentadas  nas obras que acompanha ou que acompanhou. Nós que não vivemos em terras nipônicas e nem em terras próximas destas, sempre temos alguma dificuldade para explorar ao máximo as possibilidades de nosso hobby, pelo simples fato de que estamos fora do país de onde ele se origina! E não pensem que a globalização resolveu esse problema, pelo menos não resolveu por completo, pois ainda estamos a mercê da influência e principalmente da boa vontade dos “grandiosos” japoneses (e de alguns outros asiáticos) para nos mantermos atualizados em nosso hobby, ainda assim dificilmente chegamos perto de estarmos tão atualizados quanto eles, diante de tudo isso, será que não somos apenas fãs atrasados de uma cultura estrangeira? Será que realmente podemos nos autointitular otakus? Afinal, dar para ser otaku fora do Japão?

Você não é japonês, pare de fingir!

Você não é japonês, pare de fingir!

A alguns meses atrás acompanhei um anime chamado Outbreak Company, uma obra de fantasia onde o protagonista, um jovem adulto e otaku, passa a trabalhar para o governo do Japão como emissário da cultura otaku em um outro país localizado em um mundo de fantasia medieval que descobriu-se está ligado ao Japão através de uma fenda espaço temporal ou coisa parecida. A ideia de apresentar a cultura otaku a essa nação partia do pressuposto que ela é um exemplo comprovado de um tipo de expressão cultural advinda do Japão que influencia muitas pessoas no mundo todo. O anime se atém a comédia em boa parte do tempo, mas apresenta bem o poder de influência da cultura otaku e em certo momento ele levanta rapidamente a discussão sobre o como esse novo país se ver “refém” do controle de material otaku feito pela nação japonesa, mas ou menos como se isso fosse uma droga a qual as pessoas deste país de fantasia medieval se acostumaram a provar e então passaram a sentir cada vez mais necessidade de consumi-la. Dado as devidas proporções e tendo em mente o teor ficcional da obra, podemos dizer que ela, embora tenha suas diferenças, apresenta basicamente o que os otakus fora do Japão sentem. No anime é dada uma solução plausível e fácil de identificar para esse problema, que até muitos tentam aplicar no mundo real, mas existe  um série de entraves que tornam difícil realmente aplicar essa solução…

Uma arma bem perigosa...

Exatamente, apenas relaxe e espalhe o caminho otaku para essas pessoas.

Na última edição dessa coluna, deixei claro que o termo “otaku” pode ser usado de forma a identificar pessoas fãs de anime e mangá (clique aqui para ler a matéria completa) em qualquer lugar do mundo, assim sendo, não há nenhum problema em eu, você, e todos os seus conhecidos que gostam de anime e mangá se autointitularem otakus, porém se minimizarmos a amplitude desse significado para o atribuirmos apenas a pessoas que de fato acompanham o mundo dos anime e mangas, mesmo que com não muita frequência,  veremos que esses “reais otakus”, incluindo, eu, você e seus conhecidos que realmente acompanham o que chamamos de “cultura otaku”, ainda hoje estão a mercê do que o Japão, ou do que as pessoas que lá moram, nos permitem conhecer. Por mais que tenhamos chegado a um status em que acompanhamos informações quase que ao mesmo tempo que as pessoas que moram em terras nipônicas, nós jamais estivemos integrados a cultura otaku, ou melhor, nós jamais fizemos parte dessa cultura como eles. Podemos mensurar e até tentar vivenciar como é a experiência de ser um otaku no Japão, porém não temos como realmente viver essa experiência por completo, a não ser que passemos a morar lá, pelo simples fato de que não temos acesso a todos os materiais que essa cultura gerou e que continua gerando, repito que estamos a mercê da boa vontade daqueles que moram no Japão, pois eles ditam as regras de quais destes materiais vão ser apresentados a cada canto do mundo, mesmo que em se tratando de distribuições não oficiais.

Apenas mais uma experiência que não tivemos!

Apenas mais uma experiência que não tivemos!

Não dar para dizer que o material que temos a disposição fora do Japão é escasso, na verdade temos sim material suficiente para sustentarmos o nosso hobby (ou vício), porém estamos longe de podermos vivenciar a cultura otaku como os japoneses o fazem. Provavelmente podemos afirmar que dar para ser otaku fora do Japão, mas não dar para sê-lo do mesmo modo como um otaku que vive no Japão o é, o que talvez não seja tão ruim, pois não tendo a influência da sociedade nipônica, somos capazes de perceber uma série de coisas sobre as obras que acompanhamos que provavelmente os japoneses não percebem, mas é difícil se equiparar a os japoneses quando não temos sequer a o conhecimento cultural que influenciou as obras de que tanto gostamos, sendo que só poderíamos obter este tipo de conhecimento, vivendo em meio a sociedade e cultura nipônica.

A pérola de minha singela coleção.

Artbook francês da série animada de Evangelion (a pérola de minha singela coleção =D).

Talvez, a única saída para nos equipararmos aos otakus japoneses, seria nos tornando criadores de materiais que mesmo que não possam ser chamados de materiais otakus, são influenciados por estes. Acredito que para expressar o quanto aprendemos com o nosso hobby e para transmitirmos a boa influência que ele nos gera, precisamos arregaçar as mangas e tentarmos criar algo novo a partir de tudo que nos foi ensinado. Ninguém precisa criar um mangá ou produzir um anime para se considerar verdadeiramente  otaku, existem várias formas de transmitir uma mensagem e repassar um bom ensinamento. Enfim, talvez não dê para ser um otaku como as pessoas que moram no Japão, mas não precisamos nos tornar reféns dos materiais advindos de terras nipônicas, podemos tentar compensar a falta destes, criando nossos próprios materiais e por mais difícil que isso seja, um dos principais ensinamentos que a maioria dos anime e mangás tentaram e que ainda tentam transmitir é que não dar para alcançar um objetivo se você em algum momento tiver a intenção de desistir dele.

Atualizando – Animes que vieram ao brasil

Dragon_Ball_z___One_piece___Luffy___Sangoku___goku

E mais novidades…

Olá a todos! Hoje atualizei a lista de animes que foram exibidos nas redes de tv brasileiras de acordo com os animes informados nos comentários, além de outros animes que verifiquei que estavam faltando. Vale ressaltar que não adicionei as produções ocidentais que tiveram algum envolvimento de estúdios japoneses, como Thundercats, SilverHawks e Caverna do Dragão. Além disso, já havia informado que a lista tem a pretensão de apresentar os animes que foram exibidos no país e não todos os canais que exibiram animes no Brasil, logo haverá canais que ficaram de fora, pois estes são, em geral, pequenos e normalmente regionais, além de exibirem animes que já tinham sido exibidos em outros canais. Vale deixar claro que a lista contempla apenas animes e não há tokustasus.  Essa lista atualizada pode ser acessada clicando aqui.

Além de atualizar a lista supracitada, adicionei uma nova lista que contém os animes que foram ou/e são disponibilizados oficialmente em nossa língua através de serviços de streaming. Inicialmente só há animes que são disponibilizados pelo Crackle, pelo Crunchyroll e pelo Netflix. Essa nova lista pode ser acessada clicando aqui.

Enfim, espero que gostem das novidades e sempre que lembrarem de um anime que está fora das listas, favor informar por comentário ou por e-mail. Quanto a lista de animes disponíveis em Home Vídeo, vou demorar mais um tempo para atualizar, se possível me ajudem nos comentários.

Até mais!

Sobre Músicas e Animes 18: Animes ruins que tem músicas boas

Ofendido?!

Ofendido?!

Yo! Hoje é dia do Sobre Músicas Animes 18 (Desculpe o atraso! A vida me fez demorar.) e dessa vez temos a edição mais polêmica até então, por isso advertimos a todos que se sentem ofendidos facilmente: não o escutem! No programa que lhes trago hoje estiveram presentes eu (Evilasio Junior), o Carlírio Neto do blog Netoin, também conhecido como o padrinho da Otakusfera brasileira, o Luklukas do Chuva de Nanquim e do Yopinando Shinbun, o Bebop e o Erick do Animecote, a AnaChan do Anekicorner, e a Lobo Paranoico (@LoboParanoico), que nos presenteia mais uma vez com seus singelos e divertidos “oi”! (Não estamos recebendo nada da operadora de telefonia, mas se ela quiser nos patrocinar, estamos abertos a conversa!).

O tema dessa edição é nada mais nada menos que Animes ruins que tem músicas boas. O problema é que os participantes do podcast tem gostos bem diferentes, o que gerou algumas (muitas) discussões, afinal quem odeia Steins;Gate? Ou Magi? Ou Jojo? Ou Naruto… Tá Naruto vai! Enfim, divirtam-se com uma das edições mais conturbadas da história do Sobre Músicas e Animes!.

Depois de escutar o podcast abaixo, comentem (nós lemos os comentários e até respondemos)! Vocês também podem entrar em contato conosco pelo e-mail bloganimeportfolio@gmail.com.

Podcast: Download Alta Qualidade (77,9 mb) | Download Média Qualidade (51,9 mb)

Duração: 01:53:27

Podcast em particionado por música: Download (acesse o link e escolha a parte que quer escutar)

Feed de Podcasts do Yopinando: http://feeds.rapidfeeds.com/45097/

Blogs participantes desta edição:

Músicas indicadas neste podcast:

  • “Mirai No Eve”, Avenger
  • “Logos Naki World”, Hellsing
  • “Saikin”, Moyashimon Returns
  • “Fukanzen Nenshou”, Kamisama Dolls
  • “Preserved Roses”, Kakumeiki Valvrave
  • “Innocence”, Sword Art Online
  • “DAN DAN Kokoro Hikareteku”, Dragon Ball GT
  • “Hero’s Come Back!!”, Naruto: Shippuuden
  • “Kakusei ~Dark & Light~”, Monochrome Factor
  • “Anata no Eranda Kono Toki wo”, Steins;Gate Fuka Ryōiki no Déjà vu
  • “Hanaji”, Maria Holic
  • “V.I.P”, Magi
  • “JoJo ~Sono Chi no Sadame~”, JoJo no Kimyou na Bouken
  • “Kyou Yume Densen”, Another
  • “Kohaku”, Grenadier

Tema de abertura dessa edição:

  • “Just One Life”, Samurai Flamenco

BGM’s:

  • Naruto OST III
  • Naruto All Stars
  • “Seishun Kyousoukyoku”, Naruto
  • “Black Night Town”, Naruto: Shippuuden
  • “Niwaka Ame ni mo Makezu”, Naruto: Shippuuden
  • “Viva Rock”, Naruto

Sobre Músicas e Animes 17: Tema Livre

Muitos lobos e outras criaturas nesse podcast!

Muitos lobos e outras criaturas nesse podcast!

Yo! Cá estou para lhes trazer mais uma edição do podcast musical mais livre de amarras da podosfera mundial, o Sobre Músicas e Animes que chega em sua 17º edição trazendo uma convidada a mais. No programa que lhes trago hoje estiveram presentes eu (Evilasio Junior), o Carlírio Neto do blog Netoin, também conhecido como o padrinho da Otakusfera brasileira, o Luklukas do Chuva de Nanquim e do Yopinando Shinbun, o Bebop e o Erick do Animecote, a AnaChan do Anekicorner, e nossa convidada da vez, a Lobo Paranoico (@LoboParanoico), carinhosamente apelidada de Loba, a garota que fala oi!

Essa edição teve o tema livre, ou seja, cada participante poderia escolher as músicas sem se preocupar com qualquer tema específico e isso gerou uma salada musical das melhores que já tivemos no podcast até então e claro que isso também significa uma seleção de animes variados que valem a indicação (ou pelo menos vale a indicação de suas músicas). Além disso, o podcast foi regado ao bom humor de sempre, com direito a praçódia do Bebop, aos comentários ácidos do Luk e a um momento inusitado de nossa convidada da vez.

Depois de escutar o podcast abaixo não deixem de comentar! Vocês também podem entrar em contato conosco pelo e-mail bloganimeportfolio@gmail.com.

Podcast: Download Alta Qualidade (74,6 mb) | Download Média Qualidade (49,7 mb)

Duração: 01:48:40

Podcast em particionado por música: Download (acesse o link e escolha a parte que quer escutar)

Feed de Podcasts do Yopinando: http://feeds.rapidfeeds.com/45097/

Blogs participantes desta edição:

Músicas indicadas neste podcast:

  • “Ride On Shooting Star”, Furi Kuri
  • “Free”, Basquash
  • “Madaromi no Rinne”, Utawarerumono
  • “Time to Attack”, Jormungand
  • “Seishoujo Ryouiki”, Rozen Maiden Traumend
  • “We Go”, One Piece
  • “Nagisa”, Clannad
  • “Gravity”, Wolf’s Rain
  • “Zzz Acappella Version”, Nichijou
  • “Over Night”, Le Chevalier D’éon
  • “Kiseki no Umi”, Record of Loddoss War
  • “You Won’t See Me Coming”, Gankutsuou
  • “Viva Namida”, Space Dandy
  • “Ashita Kuru Hi”, Kobato
  • “Kogarashi Sentimental”, Monogatari Series Second Season

Tema de abertura dessa edição:

  • “Hold Up!”, Hyper Police

BGM’s:

  • Ookiku Furikabutte OST
  • Angel Beats OST (CD 2)
  • “Diamonds”, Cowboy Bebop
  • “Kiss You”, Gin no Saji
  • “Waltz (Karoke Version)”, Honey & Clover
  • “Pray”, Gintama

Sobre Músicas e Animes 15: noitaminA

noitaminA

Yo! Hoje trago a vocês mais uma edição do Sobre Músicas e Animes, o podcast musical mais divertido da podosfera nacional. Nessa edição o time estava completo, ou seja, estiveram presentes na gravação eu (Evilasio Junior), o Carlírio Neto do blog Netoin, também conhecido como o padrinho da Otakusfera brasileira, o Luklukas do Chuva de Nanquim e do Yopinando Shinbun, o Bebop e pelo Erick do Animecote e a AnaChan do Anekicorner.

O tema da edição 15 é o noitaminA,um bloco da Fuji TV onde diversos animes com temáticas não usais foram exibidos e muitos deles se tornaram grandes sucessos entre o público otaku, então essa edição está recheada de boas indicações tanto de música quanto de animes, porém não é apenas isso, também temos algumas discussões séries, mas tratadas de forma não tão séria assim, além das clássicas piadas ruins e outros momentos de puro bom humor.

Depois de escutar o podcast abaixo não deixem de comentar! Vocês também podem entrar em contato conosco pelo e-mail bloganimeportfolio@gmail.com.

Podcast: Download Alta Qualidade (69,7 mb) | Download Média Qualidade (46,4 mb)

Duração: 01:41:28

Podcast em particionado por música: Download (acesse o link e escolha a parte que quer escutar)

Feed de Podcasts do Yopinando: http://feeds.rapidfeeds.com/45097/

Blogs participantes desta edição:

Músicas indicadas neste podcast:

  • “Kimi no Kirei ni Kizuite Okure”, Kuragehime.
  • “Down by The Salley Gardens”, Fractale.
  • “Heat Island”, ~Ayakashi~ Japanese Classic Horror.
  • “Tsurezure Monochrome”, Tsuritama.
  • “Falling Down”, Higashi no Eden.
  • “Yotsuba no Clover”, Honey & Clover.
  • “For You”, Horou Musuko.
  • “Altair”, Sakamichi no Appolon.
  • “Shangri-la”, Kuuchuu Buranku.
  • “Out of Control”, Psycho Pass.
  • “Meiya Kadenrou”, Katanagatari.
  • “Catastrophe”, Robotics;Notes.
  • “Hello Especially”, Gin no Saji.

Tema de abertura dessa edição:

  • “Konna ni chikaku de”, Nodame Cantabile.

BGM’s:

  • Higashi no Eden OST.