O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

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A reposta é 42: Porque sentimos nostalgia?

Olá! Vocês estavam com saudades dessa coluna? Hoje vou devagar sobre algumas das perguntas mais intrigantes do universo, mas que ainda não são a pergunta correta. O que é nostalgia? E porque sentimos nostalgia? Afinal, nostalgia é bom ou não? Vamos então em busca de possíveis repostas para essas perguntas, enquanto tentamos chegar mais próximos de descobrir a pergunta correta para a resposta fundamental.

Antes de mais nada, o post de hoje vai se basear no texto “Algumas teorias de porque sentimos nostalgia”  do site Negócio Digital e no vídeo “Why Do We Feel Nostalgia?” do canal VSauce. O texto simplifica o vídeo para língua portuguesa inserindo algumas informações. Vale a pena visitar também o site e o canal do youtube supracitados, pois ambos possuem outros conteúdos excelentes. Fica nosso agradecimento especial para o Michael Stevens, criador e apresentador do VSauce.

Nostalgia, nostalgia, porque nos persegue?

Nostalgia, nostalgia, porque nos persegue?

Antes de começar a falar das possíveis explicações sobre “nostalgia” e associar animes a mesma, vale convidar cada um dos leitores a tentar formular uma resposta para a questão: O que você pensa quando escuta ou ler o termo “nostalgia”? No meu caso, devido a boa parte dos acontecimentos mais importantes da minha vida estarem associados a mídias áudio-visuais (algumas vezes de maneiras indescritíveis) eu geralmente lembro de algum filme, música, jogo, livro, desenho animado e etc. Vale ressaltar que geralmente a nostalgia é um sentimento confuso e como explicarei mais a frente isso faz todo sentido, afinal ela é um misto de alegria e tristeza. Trazendo essa questão mais para o mundo dos animes, é fácil eu lembrar de animes como Dragon Ball e Pokémon, enquanto que eu preciso me esforçar muito mais para lembrar de obras como Doraemon e Samurai Warriors que são inclusive animes que vi antes. Isso não ocorre porque eu simplesmente não gosto dessas obras (Doraemon é bacana), ou porque eu era muito novo quando as vi,  mas porque logo que penso em Dragon Ball e Pokémon é comum eu sentir nostalgia. Mas afinal o que é nostalgia?

Às vezes eu quase quero um remake

Às vezes eu quase quero um remake

A nostalgia é um fenômeno difícil de explicar, mas que todos sentimos ao longo de nossas vidas. Poderia ser definida como uma maneira de recordar o passado afetivamente, com um pouco de dor. Aliás o termo “nostalgia” foi acunhado por Johannes Hofer em 1688 que uniu duas palavras gregas: “regresso a casa” (nóstos) e “dor” (álgos). Naquela época a nostalgia era considerada como um sintoma grave.

Retirado do texto Algumas teorias de porque sentimos nostalgia do site Negócio Digital

Ver a nostalgia como algo negativo, de certo modo, é até bem normal com relação à mídias áudio-visuais, pois quase sempre que falamos que sentimos nostalgia de algo, vem junto algo como “que pena que hoje em dia não há mais isso” ou “como era bom aquela época” ou ainda “gostaria que certa coisa (produto de mídia visual) voltasse a passar (ser divulgado, re-exibido)”.

Boas lembranças...

Boas lembranças…

Como a nostalgia e o sentimento de saudade são muito próximos, não é surpresa que haja tantos investimentos de indústrias de mídia visual tais como a de cinema e a de anime em apresentar remakes, reboots, ou continuações, quando não simplesmente reexibir o produto num formato mais atualizado (por exemplo Dragon Ball Kai, Jurassic Park 3D). Afinal é um retorno quase certo.

Particularmente é um pouco confuso relembrar de animes como Yu Yu Hakusho, Dragon Ball e até Full Metal Alchemist, pois são animes que eu adorei e que ainda adoro e por isso mesmo é um tanto doloroso pensar que nunca mais terei algo de novo relacionado diretamente a essas obras, principalmente com relação a Yu Yu Hakusho e Full Metal por serem histórias que poderiam facilmente ser continuadas (mesmo eu acreditando que ambas terminaram na hora certa). O caso de Dragon ball é um pouco diferente, porque houve a continuação com Dragon Ball Z e agora todo esse mundo fantástico está de volta com o Dragon Ball Super (e não me importo de ser um verme, pois eu realmente me sinto bem ao ver esse anime).

Minha vida não seria mesma sem esse anime

Minha vida não seria mesma sem Evangelion

Psicologicamente acredita-se que recordar tem muitas vantagens. Permite conectar todos os eventos (o que fazia, o que era, seus amigos, seu trabalho, sua música…) e tornar as transições de sua vida menos dolorosas.

Retirado do texto Algumas teorias de porque sentimos nostalgia do site Negócio Digital

Nesse ponto, basicamente a nostalgia é importante para formar seu caráter e seu senso crítico, além de facilitar a compreensão de que certas experiências passadas podem ser revividas e com isso é possível aceitar melhor novas experiências.

Certamente eu não seria o fã de anime que sou hoje se não fosse DNA² também.

Certamente eu não seria o fã de anime que sou hoje se não fosse DNA² também.

Partindo dessa ideia e trazendo novamente para o lado do fã de anime, é claro que certas obras são nostálgicas por terem proporcionado experiências únicas que abriram nossos olhos para compreender melhor o universo da animação japonesa e também foram marcantes para determinar se gostamos ou não disso. Por isso mesmo pessoas que não tem nostalgia relacionadas a animes que viram após à infância e possivelmente fora da tv, seja por vhs, dvd, internet e etc, não se tornaram e provavelmente terão dificuldade de se tornar fãs de anime com o passar dos anos.

Também vale destacar que a nostalgia nem sempre é ligada a uma obra em si, mas ao momento, por exemplo, todos que conhecem meu lado otaku ao menos um pouco sabem que eu não gosto do anime Avenger, mas por eu tê-lo visto em uma época em que eu estava realmente devorando todo tipo de anime e por ele ter sido um dos primeiros, senão o primeiro, que nem com o maior senso de descrença possível eu consegui gostar, certamente eu sinto nostalgia ao lembrar dele, afinal o momento fã de animes é uma lembrança boa, mesmo que o anime em si não fosse. Outros animes importantes que me  provocam muita notalgia ao recordar e que me ajudaram a formar meu caráter como fã de anime, e até como pessoa em alguns casos, foram Buck, Dna², Samurai X, Evangelion, Green Green, Azumanga Daioh, Chobits, GTO e Hotaru no Haka.

Esse anime tem um dos heróis que mais gosto.

Esse anime tem um dos heróis que mais gosto.

Mas, por que não sentimos nostalgia por todo nosso passado? Por que escolhemos alguns momentos e não outros?

Uma maneira de explicar é mediante a curva de recuperação de memória. Segundo estes estudos, o período em que mais codificamos memórias se situa entre os 15 e 30 anos. Podemos notar, que estas são as épocas que, normalmente, geram mais nostalgia: além de que na juventude nosso corpo e mente estão mais frescos, é o momento em que vamos formando nossa identidade como pessoas autônomas e quando acontecem toda sorte de acontecimentos. Ainda cabe mencionar que a nostalgia pode também ser uma forma de idealizar o passado. Às vezes acontece de desfrutarmos mais de uma lembrança, do que da própria vivência.

Retirado do texto Algumas teorias de porque sentimos nostalgia do site Negócio Digital (Vale a pena ver com  atenção essa parte do vídeo Why Do We Feel Nostalgia?)

Por isso é muito comum que fãs de filmes, anime, comics, mangás, livros, bandas de música, sintam muito mais nostalgia e vivenciem mais situações “nostálgicas” nesse período. Por ser uma época de muito aprendizado também é comum idealizarmos muito mais certas obras a primeira vez que a vemos. Apesar de não sentir nostalgia, ou não mais sentir, recentemente ao rever o filme de animação Bungaku Shoujo percebi que idealizei o mesmo como algo muito mais interessantes e até mesmo divertido do que realmente é, pelo menos em minha opinião.

Pokémon-1

Tínhamos mesmo que pegar?

Talvez por esse motivo muitas vezes sentimos certa apreensão em rever algo, ainda mais quando outras pessoas próximas não gostaram tanto daquela obra como você e apresentam bons argumentos para isso. Eu tenho uma grande nostalgia ao relembrar do anime Romeo x Juliet por diversos motivos e realmente gostei do mesmo quando o vi, mas não tenho certeza se gostaria tanto assim caso o revisse. Pokémon é outro anime do qual gostava muito e que me causa até hoje muita nostalgia. Ainda gosto de Pokémon, mas certamente tenho muito mais maturidade para compreender a falta de profundidade e a simplicidade exacerbada dos roteiros que já não me agradam tanto. Certamente minhas lembranças são muito mais interessantes com relação a Romeo x Juliet e Pokémon do que realmente eles o são.

No céu uma constelação...

No céu uma constelação…

Outra maneira de explicar nossa seleção de lembranças é que elas estão completamente influenciadas por nossas emoções e desejos. Somos essencialmente narradores de uma história que contamos para nós mesmos todos os dias… e assim vamos tecendo nossa identidade. Algo como: conte-me suas lembranças nostálgicas e te direi, não quem és, mas talvez quem desejas ser.

Retirado do texto Algumas teorias de porque sentimos nostalgia do site Negócio Digital

Nesse ponto, o vídeo Why Do We Feel Nostalgia? é um pouco mais explicativo ao citar também as falsas memórias, que simplificadamente  são memórias de momentos que nunca vivemos que são construídas pelo cérebro para justificar ou tornar mais compreensível a nós mesmos certas recordações falsas que aceitamos como verdadeiras. Um experimento muito utilizado para auxiliar na comprovação da existência dessas memórias consiste em mostrar várias fotos da infância de uma pessoa para essa e perguntar o que ela estava fazendo quando tirou aquelas foto. Porém uma das fotos é uma montagem. Em praticamente 100% dos casos a pessoa conta suas lembranças sobre essa foto. isso não significa que a pessoa está mentindo, mas que o cérebro dela construiu uma memória de um momento que ela nunca viveu com base em informações que ele possui sobre como a pessoa é e como era no suposto momento em que o acontecimento falso deveria ter ocorrido.

Tudo isso foi importante ser dito para podermos citar que muitas vezes nós não apenas temos lembranças melhores que a experiência vivenciada, mas muitas vezes nós construímos certas memórias de momentos que não ocorreram para engrandecer a lembrança de certa obra nostálgica. Já vivenciei situações dessas com obras como Cavaleiros do Zodíaco e Beck por exemplo. Com Cavaleiros do Zodíaco isso ocorreu como uma forma inconsciente de explicar o porque eu gostava tanto desse anime e não gosto mais. Hoje em dia apenas sinto nostalgia ao lembrar de Cavaleiros do Zodíaco, afinal vi essa série no momento de descoberta das animações japonesas (ainda que meu primeiro anime seja Doraemon). Fora que realmente há momentos icônicos nesse anime. Já quanto a Beck, não fosse eu tê-lo re-assistido tantas vezes eu quase não notaria a simplicidade de boa parte da animação. Nas primeiras vezes que vi o anime eu realmente construi memórias de que o anime era tão bom que era muito bem animado e quem viu o anime sabe que não é bem verdade. Eu ainda adoro Beck, apenas não confundo mais tanto a alta qualidade do roteiro, da parte sonora e dos diálogos com a qualidade de animação.

Eu me emociono toda vez que relembro dessa cena.

Eu me emociono toda vez que relembro dessa cena.

Bom, a nostalgia e as emoções que ela provoca e a música e a dança e ter canções gravadas na cabeça, tudo gira ao redor de um tema em comum: Sua identidade. Porque em termos físicos, quem é você? Todo dia você perde átomos e adquiri outros novos… Demora por volta de cinco anos para substituir todos os átomos do seu corpo, o que significa que a matéria que chamamos “Você” hoje não era parte de você a cinco anos… Você e, na verdade todas as pessoas, são apenas um grupo temporário de átomos e moléculas que conservam o mesmo nome o tempo todo… Então, o que é constante? O que é você?

A nostalgia, recordar o passado com carinho, responde essas perguntas, ou ao menos, aplaca a ansiedade que elas provocam. Em uma escala macroscópica você está sempre mudando. Tem amigos diferentes, comportamentos diferentes, estados de humor diferentes, diferentes gostos o tempo todo… a nostalgia lhe permite ligar esses eventos…

Retirado do vídeo  Why Do We Feel Nostalgia? do canal do youtube VSauce.

Sentir nostalgia é mais importante do que se imagina e isso me faz pensar que não é tão ruim assim senti-la e às vezes vale a pena um relançamento de um bom anime. Como de praxe, termino o texto com alguns questionamentos (nenhum deles é a pergunta fundamental, infelizmente). Quais animes te provocam nostalgia? Enfim, você acredita que sentir notalgia é algo bom ou ruim? E você também ficou com vontade rever alguns animes que gosta muito após ler esse texto?

Enfim, está na hora de me despedir. Continuarei em busca da pergunta fundamental, afinal a resposta todos nós já sabemos.  Até mais!

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Pensador Otaku: Como vemos os animes com o passar do tempo?

Boa noite! Boa madrugada! E bom dia! Está no ar mais uma edição da coluna mais pensante e pessoal desse blog. Bem vindos a meu cantinho do pensamento! Aconchegue-se em um poltrona e beba um pouco de chá, café ou cappuccino antes de começarmos a confabular sobre o tema dessa edição!

Você meu caro leitor com seus mais de 20 anos, provavelmente à tempos atrás nunca imaginaria que o youtube poderia ser uma dos melhores players de músicas gratuitos da internet (Sim! Eu estou ouvindo música de minha playlist de animes no youtube!). O tempo voa, as perspectivas mudam, as facas ginsu já não cortam como antes e aquele produto que mascarava arranhões de carros, fazendo seu veículo ficar mil dólares mais valioso, já não atrai mais tanta atenção (saudades de esperar a hora dos animes na Manchete…). Enfim, o mundo muda e nós mudamos com ele e o que mais muda é o nosso jeito de ver as coisas. A um tempo atrás tudo que a franquia Velozes e Furiosos precisava para chamar a atenção era meia dúzia de carros tunados e umas cinco ou seis corridas em alta velocidade no meio das ruas estranhamente vazias de Los Angeles ou New York. Agora certos filmes de Transformers tem menos ação e menos explosões que os mais recentes Velozes e Furiosos.

O passado que o presente não nos permite esquecer...

O passado que o presente não nos permite esquecer.

Claro que nossa forma de ver animes com o passar do tempo também muda drasticamente e é impressionante ver novas pessoas nesse universo gostando daquelas obras novas que não conseguimos mais encarar, enquanto que algumas pessoas de gerações mais recentes defendem que no passado os animes eram melhores. É  engraçado rever um anime mais de cinco anos depois e perceber o quanto amava aquela série que hoje não parece nada especial e o quanto odiava aquele anime que hoje é uma de minhas obras preferidas.

Meu anime preferido atualmente é One Piece, porém apenas para conseguir passar dos quatro primeiros episódios eu demorei cerca de cinco anos. Há alguns anos comecei a reler o mangá dessa série e é incrível como tudo aquilo que eu achava chato, repetitivo e arrastado, agora me parece tão essencial, que sem aqueles primeiros arcos eu não consigo me ver gostando tanto dos personagens como gosto hoje. Algo muito similar aconteceu com Full Metal Alchemist, apesar de que menos de um ano foi necessário para observar a grandeza da obra. Por outro lado, todo aquele meu fanatismo por Evangelion, que acompanhou mais de dez anos da minha vida, hoje se resume muito mais a saudosismo e respeito do que a prazer e embora eu ainda me empolgue com os novos filmes da franquia, eu não consigo mais falar que a série de tv, que eu adorei e revi tantas vezes, é boa. Ainda assim a Asuka é minha personagem preferida de todos os tempos!

Esse senhor formou parte do meu caráter...

Esse senhor formou parte do meu caráter…

Agora o que mais me impressiona é com relação as características e aos gêneros de anime que, em certo momento da minha vida, me agradaram tanto e que hoje eu não consigo ver. Além das características e gêneros de anime que não apreciava na infância e adolescência e que hoje eu imploraria para ver de volta. O que me faz perceber que por incrível que pareça, a maturidade que eu ganhei, e que muitos de minha geração, e de uma ou duas gerações depois, ganharam, me faz apreciar obras mais antigas muito mais do que na época em que elas nem eram tão antigas assim.

Um exemplo são as séries de anime policias que muitas vezes misturavam mecha e fantasia e que eu não conseguia gostar na infância, como por exemplo City Hunter, e que hoje eu acho incríveis e detentoras de um humor e de uma narrativa tão interessante que me fizeram redescobrir e adorar ainda mais o gênero Noir (o gênero Noir, não o anime Noir, que eu ainda não gosto). E quanto àquelas ficções científicas malucas dos anos 80 e 90 que eu adorava quando se tratavam de filmes, mas quando eram animes me pareciam tão estranhas que eu não conseguia gostar. Hoje eu as venero como se fossem a oitava maravilha do mundo, apesar de que Detonator Orgun, M.D. Geist e boa parte das obras do U.S. Mangá hoje em dia são intratáveis.

Olha eu reclamando da quantidade de animes de gato na temporada atual e... OK! Gatos são legais!

Olha eu reclamando da quantidade de animes de gato na temporada atual e… OK! Nekomimi são legais!

É importante ressaltar que nem tudo na maturidade se trata de de trocas de gostos e da formação de uma opinião mais sólida sobre as obras que antes eram incríveis e que hoje não parecem nada de mais (Um Abraço Cavaleiros dos Zodíaco!). A maturidade e a experiência ao ver tantas animes (sem querer me gabar, mas são mais de 1300 animes. Se bem que eu conheço um pessoal com 4000 fácil!) me fez apreciar melhor certos detalhes e rever um anime muitas vezes se torna uma experiência completamente nova. Eu ainda me surpreendo toda vez que revejo alguns episódios daquelas comédias colegiais despreocupadas da primeira metade da década passada, como Azumanga Daioh, que me fazem rir que nem um maluco e muitas vezes por motivos que eu nunca tinha reparado antes. Na obra supracitada há uma cena absurda em que uma personagem troca uma frigideira por uma faca e quase mata sua professora. Eu juro que na época que vi esse anime a primeira vez eu não entendi a piada, mas hoje ao mencioná-la aqui eu não consigo parar de rir.

Ainda sobre o como a maturidade e a experiência ao ver animes melhorou meu jeito de vê-los, hoje eu consigo ver o lado irônico e positivo de seriados bizarros e trashs como Jojo’s Bizarre Adventure, que vão além do nonsense que eu sempre adorei. E eu passei a gostar ainda mais do nonsense agora que eu consigo identificar o sub-texto por trás de vários dos elementos dessas obras. Hoje eu aprecio muito mais uma obra que me faz parar e pensar horas e horas sobre o assunto, enquanto que antigamente eu apenas queria ver lutas e mais lutas.

Essas fadinhas...

Essas fadinhas…

Um ônus relacionado a experiência ao ver muitas obras, porém, é a saturação com relação a certas coisas que um dia eu já gostei muito, ou pelos menos um pouco, como o ecchi, as obras colegiais, o slice of life  e os animes com muita ação. Hoje se esses elementos são muito importantes para a obra, eu já tenho um pé atrás com o anime e embora haja obras ainda muito boas com essas características sendo lançadas hoje em dia, eu não consigo mais me empolgar tanto se não houver algo diferente que me atraia nesses animes.

Em contra partida, uma outra vantagem, é que hoje eu não vejo mais só a história e a animação como os elementos mais importantes de um anime e consigo apreciar muito mais uma dublagem bem feita, uma trilha sonora envolvente, um design de personagens bem feito e/ou diferente do convencional, um cenário bem desenhado, efeitos de luz bem aplicados e outros elementos que praticamente passam despercebido de você quanto é mais jovem,  que vale para todo e qualquer produto de mídia visual.

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Imaginem a musiquinha do Zelda quando você pega a Master Sword

Eu poderia ficar aqui por horas e horas falando da minha visão sobre animes quando era um jovem Sasahara_Onishi e como agora é outra ao ser um minimamente mais experiente JuniorKyon, mas a ideia desse texto, como a dos outros textos dessa coluna, não é nem criticar, nem necessariamente ensinar algo. Tudo que eu espero com esse texto é ter aberto um pouco a mente dos leitores para que possam refletir sobre o tema aqui apresentado e ver que é natural gostar mais de um anime antigo hoje em dia e também desgostar de um anime que amava antigamente. Em cada época de sua vida a sua visão sobre algo não é certa ou errada, na verdade ela depende das suas vivências. Claro que uma pessoa mais madura e experiente consegue atentar a mais questões que uma pessoa mais jovem, porém essa mesma pessoa é provavelmente menos aberta a novas descobertas. Talvez por isso seja tão importante manter sempre integrada as diversas gerações, já que nem sempre apenas uma visão é adequada.

Vale ressaltar que muita gente abandona os animes a medida que amadurece, será que essas pessoas também tem uma visão tão mudada sobre os animes que viam na infância e adolescência em detrimento de algum episódio aleatório de um anime que viu hoje em dia? Eu me pergunto isso porque eu acho estranho meu antigo chefe, que não via anime na adolescência, gostar de Naruto e não de Death Note, enquanto que eu acredito que o segundo é bem mais interessante que o primeiro exatamente devido a algumas questões que só percebo por ser um adulto (Hoje em dia eu acho Death Note mediano e não gosto de Naruto, mas respeito quem gosta! Morte aos rótulos, naruteiros não mais!).

É difícil aceitar que a proposta dele é racional. Felizmente a moralidade  o respeito a vida e me faz desgostar desse personagem.

É difícil aceitar, mas a proposta dele é racional. Felizmente a moralidade o respeito a vida me faz desgostar desse personagem.

Para finalizar, espero que tenham gostado do texto e se possível coloquem nos comentários o que pensam sobre essa mudança de visão sobre os animes pela qual passamos a medida que amadurecemos e que ganhamos mais experiência. E antes que me taxem de muito velho por tudo que citei no texto, eu estou prestes a completar apenas a minha 27ª primavera.

 

Sobre Músicas e Animes 39: Animes de Comédia que vieram de gag mangás ou de mangás yonkoma

E agora vocês sabem a verdade!

E agora vocês sabem a verdade!

Yo! Está no ar mais uma edição do podcast Sobre Músicas e Animes, o podcast engraçado da podosfera mundial. Nessa edição estiveram presentes Eu, o “Host boke” Evilasio Junior, o “Kappa tsukkomi” Carlírio Neto, do blog Netoin, também conhecido como o padrinho da Otakusfera brasileira, o “Sommelier tsukkomi” Erick Dias, do Animecote, o “Paleontólogo boke” Luklucas_, do Yopinando Shinbun e do Chuva de Nanquim, e as convidadas @_Natthr “Natália” do Elfen Lied Brasil e  a “especialista” Nayara Nany-chan, do Alchemist Nany.

Nessa edição temos mais um tema divertido, pois voltamos aos animes de comédia, mas em vez de seres de outros planetas, dessa vez falamos de animes de comédia que adaptam mangás gags ou mangás yonkoma. Esse podcast está cheio de lembranças de bons animes, cheio de vezes que o tema da vitória foi tocado e, claro, cheio de músicas de altíssima qualidade, inclusive finalmente temos uma participante que realmente sabe o que falar sobre as bandas, cantores e sobre as músicas, além do Erick. Um podcast cheio de bom humor e piadas infames, como não poderia deixar de ser. Enfim, confiram mais esse podcast cheio de de boas músicas e muitos momentos divertidos! Depois de ouvi-lo indique-o aos amigos e se sobrar um tempo, não deixe de comentar nos blogs participantes.


Duração: 02:10:37

Podcast: Download Alta Qualidade (89.7 mb) | Download Média Qualidade (59.8 mb)

Podcast em particionado por música: Download (acesse o link e escolha a parte que quer escutar)

Feed de Podcasts do Yopinandohttp://feeds.rapidfeeds.com/45097/ | Clique aqui para ver os podcasts do Yopinando no Itunes.

Blogs participantes desta edição:

Músicas indicadas neste podcast:

  • “Ii Kagen ni Shite, Anata”, Danna ga Nani o Itteiru ka Wakaranai Ken Yukari Tamura Ii Kagen ni Shite Anata
  • “Birthday”, Sket Dance
  • “Soramimi Cake”, Azumanga Daioh
  • “Hayate no Gotoku”, Hayate no Gotoku
  • “Taiyou to GO!!”, Hidamari Sketch x Hoshimittsu
  • “Oshiete A to Z”, B Gata H Kei
  • “Aoi Haru”, Seitokai Yakuindomo
  • “Hitori Bocchi no Uta”, Puchimas!! Petit Idolm@ster
  • “Niji no Kakera”, Isshukan Friends
  • “Kimi ja Nakya Dame Mitai (Kashima Version)”, Gekkan Shoujo Nozaki-kun
  • “Prima Stella”, Cuticle Tantei Inaba
  • “Have Some Tea”, K-ON
  • “Kajirikake no Ringo”, Denkigai no Honya-san

Temas da introdução dessa edição:

  •  “Kikyū ni Notte Doko made mo”, Nichijou
  • “Kaijuu no Ballad”, Nichijou
  • “Tsubasa wo Kudasai”, Nichijou
  • “Green Green”, Nichijou
  • “My Ballad”, Nichijou

BGM’s:

  • Baka to Test no Shokanjuu OST
  • k-ON OST Vol.1

Extras:

Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás – Formulário de Outubro de 2014

Finalmente em um formato decente

Finalmente em um formato decente

Está online o  formulário de outubro do projeto Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás.

Aos que já conhecem o projeto, peço mais uma vez seu apoio e sua disposição, mas aos que não conhecem, o mesmo trata-se de uma iniciativa do Anime Portfolio em parceria com os blogs AnimeCote Only good animesMangatom,Netoin!Otaku InsideNaty in WonderlandEcchi Must Die e Leitura Oriental que visa fornecer dados numéricos para que nós blogueiros e os demais fãs brasileiros de mangá possamos ter uma melhor noção de como anda o mercado nacional.

O formulário atual corresponde aos títulos que as editoras informaram no checklist do mês de outubro. O mesmo ficará no ar até o dia 15 de novembro e pode ser acessado clicando aqui ou na imagem de divulgação do projeto no menu lateral do blog. Abaixo da imagem supracitada há uma outra imagem e clicando nela (ou aqui) vocês podem ter acesso aos resultados do projeto divulgados até então (lembrando que ainda faltam colocar os resultados anteriores aos de agosto de 2014, além do resultado do último mês).

Convido mais uma vez os demais blogueiros, podcasters, videocasters ou donos de sites especializados em mangá, a apoiar o projeto, para isso enviem um e-mail a conhecendoomercadodemangas@gmail.com informando seu interesse. E para quem não tem site, blog, podcast ou videocast, mas quer nos ajudar, peço que retwittem o formulário e que divulguem no facebook, ou no google+, ou em qualquer outra rede social.

No mês de setembro tivemos uma queda no número de respostas do formulário, mas ainda houve um número considerado bom de respostas dado o histórico do projeto até aqui. Esse mês a pergunta extra é Você acompanha algum mangá pela internet que é publicado no Brasil? Sim, não, às vezes, mas para quando o mangá sai no Brasil? Escolha resposta que mais combina com sua atitude normal diante desta situação.

Não deixem de curtir a página do facebook do projeto, acessem-na clicando aqui. Lá vocês poderão se informar sobre as as novidades do projeto assim que elas surgirem, além de poder ler outras informações sobre o mercado nacional de mangá.

Enfim, antes de comentar o checklist do mês, reitero o pedido para que todos que puderem e que estiverem interessado nesses resultados: Divulguem o projeto para o máximo de pessoas conhecidas que gostam de mangá e que costumam colecionar algum mangá lançado no mercado nacional!

UM POUCO SOBRE O CHECKLIST DE OUTUBRO

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Outubro é o mês com mais mangás até então em um formulário mensal do projeto, além de ter lançamentos de quase todas as editoras. Esse mês temos 47 títulos no formulário, sendo 2 do selo Astral Comics da editora Alto Astral, 3 da editora Nova Sampa, 1 da editora Abril,  3 da editora NewPOP,  22 da editora Panini e 16 da editora JBC.

O selo Astral Comics da editora Alto Astral traz dois novos lançamentos, os mangás Anormal e Meninas Perfeitas. Na edição do Kyon News do dia 3 de outubro esses lançamentos foram anunciados e comentados.

A editora Nova Sampa continua com sua linha de mangás destinadas ao público adulto e lançam esse mês a obra de horror Dawn – Tsumetai Te, o mangá de ação e comédia ecchi Queen’s Blade – Exiled Warrior e o primeiro volume da segunda temporada do ecchi de ação Ikkitousen, que corresponde ao volume 7 japonês.

Já a editora Abril, aproveita que o mangá Kingdom Hearts 2 alcançou o Japão e começa a lançar esse mês mais um mangá da franquia Kingdom Hearts, trata-se de Kingdom Hearts: 358/2 Dias, que é uma nova obra já completa com 5 volumes ao todo.

A editora NewPOP é a única sem novidades no mês e trás apenas os segundos volumes de Loveless, Azumanga Daioh e Usagi Drop, porém ela informou em seu facebook que irá fazer um grande anúncio nessa sexta (17 de outubro).

A editora Panini resolveu caprichar no número de títulos lançados esse mês, sendo  mais de 20 mangás e dentre eles 3 lançamentos, o suspense Hideout, que contém apenas um volume,  o mangá Sword Art Online – Aincrad, que conta a primeira parte da franquia Sword Art Online e mais um guia complementar de NarutoO Livro Secreto dos Guerreiros (Guia Oficial dos fãs). Além dos lançamentos, o mangá Blood Lad também está de volta e com esse lançamento a editora volta a alcançar o mesmo número de volumes dessa obra lançados no Japão.

Por fim, a editora JBC também nos trás 3 lançamentos e uma volta. CDZ – Next Dimension está de volta e com esse novo volume a editora também alcança o mesmo número de volumes lançados no Japão dessa obra. Já os lançamentos são Tom Sawyer, um drama de volume único com uma belíssima capa, After School of the Earth, um mangá de suspense e ficção científica que tem ao todo 6 volumes, e Yu Yu Hakusho, a clássica obra de Yoshihiro Togashi, que está de volta em um formato completamente diferente daquele em que esse mangá foi lançado anteriormente.

Enfim é isso! Comentem aí o que acharam desse checklist. Até mais!

Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás – Formulário de Julho de 2014

Quem disse que fofura não combina com o público adulto?

Quem disse que fofura não combina com o público adulto?

Está online o  formulário de julho do projeto Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás.

Aos que já conhecem o projeto, peço mais uma vez seu apoio e sua disposição, mas aos que não conhecem, o mesmo trata-se de uma iniciativa do Anime Portfolio em parceria com os blogs AnimeCote Only good animesMangatom,Netoin!Otaku Inside e Naty in Wonderland e Ecchi Must Die que visa fornecer dados numéricos para que nós blogueiros e os demais fãs brasileiros de mangá possamos ter uma melhor noção de como anda o mercado nacional.

O formulário atual corresponde aos títulos que as editoras informaram no checklist do mês de julho. O mesmo ficará no ar até o dia 15 de agosto e pode ser acessado clicando aqui ou na imagem de divulgação do projeto no menu lateral do blog.

Convido mais uma vez os demais blogueiros, podcasters, videocasters ou donos de sites especializados em mangá, a apoiar o projeto, para isso enviem um e-mail a conhecendoomercadodemangas@gmail.com informando seu interesse. E para quem não tem site, blog, podcast ou videocast, mas quer nos ajudar, peço que retwittem o formulário e que divulguem no facebook, ou no google+, ou em qualquer outra rede social.

Com relação aos resultados, estou sem muitas novidades, pois ainda estou bastante atarefado com o meu mestrado, mas fico feliz que o numero de pessoas contribuindo com o projeto continuou alto no mês anterior, atingindo uma das melhores marcas desde que o projeto foi lançado. Muito obrigado a todos e peço que continuem contribuindo!

Esse mês a pergunta extra é Além de mangás, você comprou algum quadrinho ocidental (comic, graphic novel e etc.) nos últimos seis meses? Será que os fãs de mangás também costumam contribuir outros tipos de quadrinhos?

Não deixem de curtir a página do facebook do projeto, acessem-na clicando aqui. Lá vocês poderão se informar sobre as as novidades do projeto assim que elas surgirem, além de poder ler outras informações sobre o mercado nacional de mangá.

Enfim, antes de comentar o checklist do mês, reitero o pedido para que todos que puderem e que estiverem interessado nesses resultados: Divulguem o projeto para o máximo de pessoas conhecidas que gostam de mangá e que costumam colecionar algum mangá lançado no mercado nacional!

UM POUCO SOBRE O CHECKLIST DE JUlHO

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Julho é um mês cheio de novidades devido aos dois grandes eventos do mês em São Paulo, o Anime Friends e o Festival do Japão, os quais são usados pelas editoras para apresentar muitos de suas novidades no ano. Neste mês temos 32 títulos no formulário, sendo 4 da editora NewPOP,  13 da editora Panini e 15 da editora JBC.

NewPOP trará 4 lançamentos no mês. Usagi Drop é um mangá seinen que ficou popular na internet há alguns anos quando foi lançada uma adaptação em anime. Helena é mais uma mangá nacional do Studio Seasons, inspirado na obra literária homônima de Machado de Assis. Já Cosplay Kanojo é o primeiro mangá erótico lançado pela editora NewPOP. Por fim, a grande surpresa do mês é o lançamento de Azumanga Daioh, mangá yonkoma de bastante sucesso que teve uma série em anime no começo dos anos 2000 e que é cultuada até hoje como um dos mais famosos animes de comédia colegial.

Panini lança esse mês dois dos mangás mais esperados do ano, ambas obras de sucessos advindos da famosa revista Shounen Jump. Primeiro temos o mangá de basquete de maior sucesso dos últimos anos, Kuroko no Basket. Em segundo, uma incomum história sobre colegiais, assassinos e monstros, que também conta com uma boa dose de comédia, trata-se de Assassination Classroom.

Por último, a JBC traz também duas estreias no mês. Magi – O labirinto da magia é provavelmente uma das obras mais aguardadas dos últimos anos pelos fãs brasileiros de mangá, um shounen um tanto diferente que junta magia aos famosos contos das mil e uma noites. Já Tsumitsuki é uma  obra pouca conhecida  de volume único que  chega como um novo título de uma linha de terror da JBC que anda fazendo bastante sucesso, inaugurada com Another e Diário do Futuro e precedida por O Senhor dos espinhos e Jogo do Rei.

Enfim, é isto! Vejo vocês novamente na próxima postagem!

Sobre Músicas e Animes 19: Músicas engraçadas de animes

Cha-la head Cha-la...

Cha-la head Cha-la…

Yo! Hoje é dia do Sobre Músicas Animes 19, um podcast divertido e grudento. No programa que lhes trago hoje estiveram presentes eu (Evilasio Junior), o Luklukas do Chuva de Nanquim e do Yopinando Shinbun, o Bebop do Animecote, a AnaChan (nossa hater de plantão) do Anekicorner, e a Lobo Paranoico (@LoboParanoico), que cantou bastante.

O tema dessa edição são músicas engraçadas de anime, mas também poderia ser músicas grudentas de anime. Nesse sentido hoje vocês serão ensinados a fazer Chiken Curry e Bolo, serão postos para dormir, irão escutar o espetacular Parco Folgore, a versão anime do Sidney Magal, dançarão Mambo com um Llama, farão um círculo e terão a terra e muito mais!

Depois de escutar o podcast, ou antes, como desejar, vá ao final do post e vote no tema que você preferir para a edição 20. A votação vale até o dia 7 de março.

Por fim, comentem (nós lemos os comentários e até respondemos)! Vocês também podem entrar em contato conosco pelo e-mail bloganimeportfolio@gmail.com.

Podcast: Download Alta Qualidade (49,5 mb) | Download Média Qualidade (33,0 mb)

Duração: 01:12:01

Podcast em particionado por música: Download (acesse o link e escolha a parte que quer escutar)

Feed de Podcasts do Yopinando: http://feeds.rapidfeeds.com/45097/

Blogs participantes desta edição:

Músicas indicadas neste podcast:

  • “Kami no Migete no Theme – Chicken Curry Hen”, Kuroshitsuji
  • “The Sleeping Song”, Seto no Hanayome
  • “Tsukurimashou”, Azumanga Daioh
  • “Motteke! Sailor Fuku – Shiraishi Version”, Lucky Star
  • “Koi no Mikuru Densetsu”, Suzumiya Haruhi no Yuutsu
  • “Marukaite Chikyuu America Version”, Hetalia Axis Power
  • “Chichi wo Moge”, Konjiki no Gash Bell
  • “Llama-san no Llama Mambo”, Shirokuma Cafe
  • “Ringo Mogire Beam!”, Zan Sayonara Zetsubou Sensei
  • “Fun Fun and Shout”, Jungle wa Itsumo Hale nochi Guu
  • “Ai Chuuseishin”, Excel Saga

Tema de abertura dessa edição:

  • “Dadada”, Beelzebub

BGM’s:

  • K-ON OST Vol.1
  • Baka to Test to Shokanjuu OST

Extras:

  • Encerramento 17 de Lucky Star
  • Guu rindo

Escolha o tema da edição 20: