O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

Posts marcados ‘Berserk’

Kyon News (08/07/2015)

... um começo ...

… um começo …

Olá! Eu sou o Kyon!

Está no ar mais um Kyon News!

Manchetes do dia:

  • A novel Shingeki no Kyojin: Lost Girls será adaptada pra mangá
  • Berserk volta de hiato de 10 meses

(mais…)

Kyon News (10/09/2014)

Que foi?

Nova temporada do quê?

Olá! Está começando mais um Kyon News e hoje com algumas notícias bem interessantes sobre anime e uma que vai à agradar muitos leitores de mangá. Sem muitas delongas, vamos as notícias…

(mais…)

Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás – Formulário de Agosto de 2014

Temos que pegar?!

Temos que pegar?!

Está online o  formulário de agosto do projeto Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás.

Aos que já conhecem o projeto, peço mais uma vez seu apoio e sua disposição, mas aos que não conhecem, o mesmo trata-se de uma iniciativa do Anime Portfolio em parceria com os blogs AnimeCote Only good animesMangatom,Netoin!Otaku InsideNaty in WonderlandEcchi Must Die e Leitura Oriental que visa fornecer dados numéricos para que nós blogueiros e os demais fãs brasileiros de mangá possamos ter uma melhor noção de como anda o mercado nacional.

O formulário atual corresponde aos títulos que as editoras informaram no checklist do mês de agosto. O mesmo ficará no ar até o dia 15 de setembro e pode ser acessado clicando aqui ou na imagem de divulgação do projeto no menu lateral do blog.

Convido mais uma vez os demais blogueiros, podcasters, videocasters ou donos de sites especializados em mangá, a apoiar o projeto, para isso enviem um e-mail a conhecendoomercadodemangas@gmail.com informando seu interesse. E para quem não tem site, blog, podcast ou videocast, mas quer nos ajudar, peço que retwittem o formulário e que divulguem no facebook, ou no google+, ou em qualquer outra rede social.

Como mostrei no final do vídeo do último hangout que publiquei aqui no blog, ainda estou preenchendo o banco de dados com as informações dos formulários antigos, na verdade, finalmente estou com algum tempo para fazer isso e creio que até o fim da próxima semana eu tenha os dados todos no banco, porém como na semana seguinte terei uma apresentação importante no meu mestrado, provavelmente os primeiros (serão mais de um) textos com os resultados só sairão em setembro. Enfim, agradeço a compreensão de sempre e fico feliz que os resultados dos últimos meses venham se mostrando cada vez  mais interessantes, principalmente devido ao crescente número de colaboradores do projeto e de pessoas que  estão respondendo o formulário.

Esse mês a pergunta extra é Qual desses motivos (há uma lista) já lhe fez comprar um mangá cuja história não conhecia previamente? Será que muita gente compra obras sem conhecer nada delas previamente?

Não deixem de curtir a página do facebook do projeto, acessem-na clicando aqui. Lá vocês poderão se informar sobre as as novidades do projeto assim que elas surgirem, além de poder ler outras informações sobre o mercado nacional de mangá.

Enfim, antes de comentar o checklist do mês, reitero o pedido para que todos que puderem e que estiverem interessado nesses resultados: Divulguem o projeto para o máximo de pessoas conhecidas que gostam de mangá e que costumam colecionar algum mangá lançado no mercado nacional!

UM POUCO SOBRE O CHECKLIST DE AGOSTO

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Agosto é um mês com poucos lançamentos, porém cheio de mangás que estão sendo concluídos ou entrando em hiato. Esse mês temos 36 títulos no formulário, sendo 1 da editora Abril, 3 da editora Nova Sampa,  19 da editora Panini e 12 da editora JBC.

A editora Abril continua sua empreitada no mundo dos mangás com Kingdom Hearts II, a terceira série da franquia. Enquanto que em alguns lugares do país mal chegou a edição 1 deste mangá, a editora já está lançando a edição 6 de um total de 8 que compõe essa obra e já confirmou que irá lançar a quarta obra da franquia posteriormente.

A editora Nova Sampa, que também tem andado fora do checklist, principalmente pela dificuldade que tenho de confirmar os lançamentos dela (parece que vai começar a ficar mais fácil  encontrar essas informações no facebook), está lançando esse mês as duas últimas edições de Old Boy, o mangá que inspirou o famoso filme coreano homônimo que por sua vez inspirou uma versão americana, não tão interessante, lançada a poucos anos. Além disso, com o lançamento da edição 3 do mangá Drifters a editora alcança o número de volumes deste manga que já foram publicados no Japão e por isso a obra deve entrar em hiato por tempo indeterminado. Segundo uma das publicações recentes do editor Marcelo Del Greco em seu seu facebook, ainda esse mês devem ser divulgadas mais informações sobre os próximos lançamentos da editora que foram apresentados nos eventos de julho.

Panini é a única editora com novos títulos no mês, são eles: Pokemon Black & White e Berserk. O primeiro título corresponde ao primeiro mangá da franquia principal de pokemon (embora essa não seja a primeira saga dessa franquia) a ser publicado no país. Já a o segundo título é um relançamento de um dos seinens mais famosos da editora, que está em hiato e cuja versão anterior havia sido lançada no formato meio-tankobon. Dessa vez Berserk será lançado no formato tankobon com um papel de melhor qualidade e possivelmente com novos extras. O título será bimestral e custará 16,90 reais. Ainda esse mês a editora está lançando um novo volume de Claymore, que estava em hiato, pois o número de volumes havia alcançado o número de volumes publicados no Japão, nem preciso dizer que após esse novo volume o título volta a ficar em hiato.

Por último, a JBC tem como grandes destaques do mês, a conclusão de dois de seus títulos, o shounen de ação Soul Eater, com ao todo 25 volumes, e o ecchi de romance colegial Rosario+Vampire II, com ao todo 14 volumes.

No fim do mês deve surgir algumas novidades no evento GibiCon.

Enfim, é isso! Vejo vocês na próxima postagem!

Yopinando Shinbun 81: Mais isso no acaba nunca?!

Por que não hein?

Por que não hein?

Yo! Cá estou para lhes trazer o Yopinando Shinbun 81, o podcast mais visionário e mais bem informado da podosfera mundial. Vocês não contavam com nossa astúcia? Ouçam-nos os bons! Hoje eu (Evilasio Junior) e o Luklukas_ comandamos mais uma edição cheia de cagação de regra e haterismo informações sobre a cultura visual contemporânea e com boas indicações e contra-indicações.

Nessa edição, falamos um pouco sobre a espantosa escolha da CBF de por Dunga novamente no comando de nossa seleção, mas como nosso podcast está longe de ser sobre esporte, passado o primeiro baque, falamos um pouco sobre filmes, livros e séries que vimos recentemente. Na parte de notícias, falamos sobre a no Thora da Marvel (e eu chutei bonito, mas acertei quem estaria na cena pós crédito de os Guardiões da Galáxia, não que isso importe para vocês). Já a discussão da semana foi sobre as famosas franquias intermináveis ou quase isso. Por fim, ainda há nossas indicações da quinzena e as sempre bem humoradas considerações finais onde falamos de algumas coisas de hoje que devem sobreviver até o ano 3000.

Após apreciar mais este podcast feito com todo o carinho por nossa equipe, comente os assuntos aqui tratados. Também sigam os twitters @Yopinando e no @AnimePortfolio para conferir novidades interessantes e comentários aleatórios.

Ainda estamos recrutando novos membros para a equipe do podcast, interessados cliquem AQUI.

Duração: 01:17:17

Podcast: Download Alta Qualidade (53,1 mb) | Download Média Qualidade (35,4 mb)

Feed de Podcasts do Yopinandohttp://feeds.rapidfeeds.com/45097/

Blocos:

  • 00:00:00 – Introdução
  • 00:15:09 – Notícias
  • 00:22:31– Discussão
  • 00:59:38 – Indicações
  • 01:13:09 – Considerações Finais

Notícias: 

Discussão:

  • Franquias intermináveis.

Indicações:

 

A resposta é 42: Sangue e tripas também contam história?

Este texto contém muitas imagens fortes, por isso não é indicado a menores de idade.

Olá caros leitores! Como vão vocês? Fazia um tempinho que a busca pela pergunta fundamental não gerava um texto para este blog, em especial por minha causa, no entanto peço que  deixemos de lado essas questões irrisórias e vamos a mais uma edição da coluna A resposta é 42. Hoje é dia do gore nesta coluna!  Afinal, sangue e tripas podem ser necessários para uma história?

A beleza está nos olhos de quem vê! E o que vocês acham dessa imagem?

Se beleza está nos olhos de quem vê, o que vocês acham dessa imagem?

Não é de hoje que obras de mangá apresentam cenas de ultra-violência, sangue e tripas. Na verdade, essas histórias sempre existiram, mas começaram a ganhar mais destaque nos anos 70 com surgimento de revistas underground e com o sucesso de obras shounen (destinadas ao público infanto-juvenil e adolescente) de violência. Existem vários fatores que tornaram o gore uma característica quase que exclusivamente de obras destinadas ao público adulto, porém é interessante notar que o gore quando usado para um público não tão adulto tem duas principais funções: Apresentar um exagero e/ou chocar.

Cena do primeiro filme de Gen Pés descalços!

Cena do primeiro filme de Gen Pés descalços!

Obras shounens como Hokuto no Ken e Gen, Pés Descalços são dois bons exemplos disso. A primeira é uma obra de luta com ultra-violência em que um único soco é capaz de arrancar cabeças. A segunda é uma auto-biografia focada em um acontecimento brutal que gerou um número absurdamente grande de mortes. Em Hokuto no Ken fica claro o exagero associado ao gore, enquanto que em Gen, fica claro que o objetivo de usar o gore é chocar o espectador, ao representar visualmente cenas horrendas, porém próximas da realidade, geradas pela queda de uma bomba atômica.

As mudanças tanto na indústria de mangás quanto na de animes, que começaram no fim dos anos 80 e começo dos 90, muito influenciadas pelos movimentos anti-mangá e anime, fizeram com que obras similares a essas trilhassem novos caminhos. Primeiro, obras com ultra-violência passaram a não mais apresentar violência gráfica exagerada quando voltadas a um público menor de idade, as que ainda resistiram a esta mudança, passaram a ser publicadas em revistas destinadas a um público mais velho, como o caso de Jojo’s Bizarre Adventure. Já obras como Gen, por terem essa necessidade de utilizar o gore como forma de chocar o espectador, passaram a ser compreendidas como obras que de fato são destinadas a um público mais adulto e maduro, de modo que se tornaram obras seinen (destinadas ao público adulto).

Quando pensamos em gore para um público adulto (algo redundante para a maioria das pessoas), caímos na máxima de que ele existe apenas para chocar o espectador e em muitos casos isso é verdade, no entanto o gore pode ter outras utilidades numa narrativa.

Ichi The Killer ova

Ichi The Killer ova

Uma delas é contribuir para apresentar a personalidade de certos personagens. Em Ichi The Killer temos diversos personagens que se expressam através da violência e que também a utilizam como forma de escape para suas frustrações, de modo que o gore é uma consequências das ações de tais personagens. Essa é apenas uma das muitas obras em que o gore se torna uma consequência das ações geradas por impulsos de personagens que possuem uma personalidade distorcida.

Uma outra forma de utilizar o gore como um elemento a mais em uma narrativa é usá-lo para expor as trevas que cercam ambientação da história de modo que a ultra-violência, sangue e tripas, se tornam algo banal dentro da narrativa, ainda que choquem o expectador. Um exemplo de obra que segue a fórmula citada anteriormente é o filme de animação, Ninja Scroll.

Em outras obras, como em Berserk, há uma transformação do que o gore expressa. A princípio ele é utilizado principalmente para chocar o expectador, mas a medida que a história segue, o gore e a ultra-violência passa a ser algo banal em meio a um ambiente sombrio que não parece ter salvação.

Já falamos que muitas obras de ultra-violência, hoje seinens, surgiram de fórmulas típicas de shounen. Estas fórmulas com tempo foram mudando e se aperfeiçoando. No já citado Jojo’s Bizarre Adventure, o gore exagerado da obra tem como intuito não apenas chocar, mas ser banal e muitas vezes até cômico de modo a deixar claro o quão ficcional a obra é. A violência expressa em Jojo não deve ser levada a sério, nem muito menos pode ser trazida ao mundo real, isso fica ainda mais claro com o surgimento dos Stands, que tiram a culpa direta dos punhos e pernas dos personagens principais, para ser eles as entidades que de fato geram o gore.

Também podemos ter o gore como um elemento que caracteriza diretamente certos tipos de criaturas. Por exemplo vampiros, zumbis, monstros, youkais. Ele pode também ser usado como consequência de uma sociedade  com duas faces, sendo uma delas sombria. Os animes Tokyo Ghoul e Akame ga Kill são exemplos recentes de obras que se enquadram cada qual em um desses perfis.

O gore pode ser utilizado como um elemento essencial para certas histórias. Muitas vezes sangue e tripas significam bem mais do que só sangue e tripas. Em minha opinião, o gore é muito mais do que uma simples exposição visual exagerada, não apenas nos quadrinhos e nas animações, mas em todas as mídias em que é utilizado.

E você, gosta de gore? Acha que ele é realmente um elemento necessário nas histórias em que você já o viu? Como vocês acham que o gore é melhor aproveitado? Ou será que você acha que o gore não afeta a qualidade de uma boa narrativa?

Enfim, está na hora de dizer “tchau” e continuar na busca da pergunta fundamental para a resposta que nós já sabemos qual é! Lhes vejo em breve com mais perguntas e talvez com algumas outras respostas!

Sobre Músicas e Animes 25: Animes com demônios

Hanazawa Kana forever!

Hanazawa Kana forever!

Yo! Está no ar o podcast mais encapetado do planeta, o Sobre Músicas e Animes 25, uma edição que mostra que mesmo um tema tão sombrio pode ser tratado de forma bem humorada. Nessa edição estiveram presentes eu, Evilasio Junior, o Carlírio Neto do blog Netoin, também conhecido como o padrinho da Otakusfera brasileira, o Luklukas do Chuva de Nanquim e Yopinando Shinbun, e o Bebop e o Erick Dias, ambos do Animecote.

Nesse programa indicamos músicas e comentamos alguns daqueles animes onde figuras demoníacas estão presentes, porém nem mesmo os demônios escapam da capacidade que os animes tem de zoar a porra toda. Além de falarmos sobre alguns animes com capetinhas, tivemos uma quase homenagem  involuntária a famosa dubladora Hanazawa Kana. Tudo isso apenas uma parte de mais uma hilária edição do podcast Sobre Músicas e Animes.

Enfim, após escutar este podcast, comente aqui nos blogs participantes! Vocês também podem entrar em contato conosco pelo e-mail bloganimeportfolio@gmail.com

Obs.: Tive um problema de compatibilidade com o programa de edição que uso no novo sistema operacional que estou utilizando, isto afetou a exportação das faixas. Então elas serão lançadas posteriormente, provavelmente no começo da semana seguinte a que esse podcast foi lançado.

Duração: 01:28:56

Podcast: Download Alta Qualidade (61,1 mb) Download Média Qualidade (40.7 mb)

Podcast em particionado por música: Download (acesse o link e escolha a parte que quer escutar)

Feed de Podcasts do Yopinandohttp://feeds.rapidfeeds.com/45097/

Blogs participantes desta edição:

Músicas indicadas neste podcast:

  • “God Only Knows”, Kaminomi zo Shiru Sekai
  • “Mitsuougi, Mitsumasu, Mitsubaichou”, Otome Youkai Zakuro
  • “Deai”, Chrno Crusade
  • “Dadada”, Beelzebub
  • “Tell Me Why”, Berserk
  • “Nirvana”, Inu x Boku SS
  • “Sayonara Bye Bye”, Yuu Yuu Hakusho
  • “Zero!!”, Hataraku Maou-sama!
  • “Call Me Later”, Aoi no Exorcist
  • “Nightmare”, Jigoku Shoujo: Futakomori
  • “Believe My Dice” Makai Ouji Devils and Realist

Tema de abertura dessa edição:

  • “Over Blue”, Kemonozume

BGM’s:

  • Berserk OST
  • Berserk Guts Rage OST
  • “Swan Lake – Dance of the Swan”, Violinist of Hameln
  • “Tomeru”, Zetman
  • “Be”, Devil survivor 2 The Animation
  • “Yeah! Break! Care! Break!”, Dragon Ball Kai

Extras de mangá #4: Qual a importância de uma boa capa? e Top 3 nacional – Capas de Mangá

Começa mais uma edição da coluna mais quadrinística desse blog, onde o assunto é mangá e apenas mangá (se bem que dar pra falar de outras coisas também). Hoje vou compartilhar um pouco de minha opinião sobre um dos itens mais importantes de qualquer quadrinho, afinal um livro pode não ser bem julgado pela sua capa, mas uma boa capa pode vender quase que qualquer livro.

Sempre curto quando capa e contra capa fazem parte da mesma imagem, só não tenho muita coragem de abrir um mangá assim!

Sempre curto quando capa e contra capa fazem parte da mesma imagem, só não tenho muita coragem de abrir um mangá assim!

Existe um ditado que diz que não se deve julgar um livro pela capa, mas também existe um que diz que a primeira impressão é a que fica. Em se tratando de qualquer material vendável, as duas informações são importantes, primeiro porque o conteúdo é o item mais importante desse material, porém uma bela aparência é capaz de vender quase qualquer coisa.  A capa é o primeiro contato que a pessoa tem com o quadrinho e por isso mesmo é importante que ela chame a atenção.

No caso de quadrinhos ocidentais é comum o capista não ser o mesmo desenhista da obra, pois uma capa costuma ser criada já com a intenção de chamar a atenção e vender a obra, porém isso não ocorre com os mangás, onde os capistas são os desenhista da própria obra, por isso mesmo é comum uma capa ter diretamente relação com o que está acontecendo na obra no volume em questão, embora isso não seja uma regra e autores como Akira Toriyama de Dragon Ball, às vezes fazem capas que não tem nada haver com a trama contada.

É importante lembrar que mangás costumam ter histórias que duram vários volumes, então a capa mais importante costuma ser sempre a do primeiro volume, pois uma vez fisgado, o leitor provavelmente continuará acompanhando a obra, ou pelo menos as capas dos volumes subsequentes não influenciará tanto em sua escolha de continuar ou não o mangá. Além disso, pelo mesmo motivo da extensão de um mangá, os leitores mais acostumados com esse tipo de obra não julgam muito do que se passará nela pela capa, pois mangás tendem a demorar um pouco a engrenar, geralmente um volume inteiro ou dois.

Outra coisa interessante voltada ao poder de venda de uma capa de um volume de uma HQ está relacionado ao público alvo. Dentro do Japão é comum muitos dos leitores que compram volumes de mangá já conhecerem parte da obra devida a publicação dos mesmos em revistas especializadas, as antologias. O volume de um mangá então é um compilado de vários dos capítulos publicados em uma antologia e embora haja muitos leitores que comprem apenas os compilados, um grande parte do público compra os volumes após conhecer o mangá nas antologias, por isso a capa acaba sendo mais um agrado para o leitor do que um item feito para tornar o mangá mais vendável, embora seja claro que o valor de vendagem de uma capa também é levado em consideração para que a mesma seja aprovada. Já no ocidente, em caso raros, as capas de um mangá são diferentes das versões  japonesas para tornar o mangá ainda mais vendável, pois os leitores ocidentais quase sempre não tem acesso a antologias, apenas aos compilados. Um caso desses que chamou atenção nos últimos anos foi o do mangá Sankarea, cuja a capa do volume 1 japonesa lembra a capa de um romance, enquanto que a norte-americana lembra um história de terror com zumbis. Na prática Sankarea é uma história de romance com uma garota que virou zumbi.

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Enfim, capa por capa, público por público, o que mais interessa para nós fãs é ter um material de qualidade e bonito, afinal se nos empolgamos tanto com uma simples página colorida é claro que um verdadeiro fã de mangá sempre gosta de uma boa capa e também como qualquer fã de quadrinho há sempre aquela capa ou aquelas capas que nos são memoráveis.

Top 3 nacional – Minhas capas de mangá preferidas

Dessa vez um top simples e que pode gerar muitas discordâncias, além disso, não deu para pesquisar em todos os mangás que possuo, pois alguns estão emprestados e outros bem antigos  eu infelizmente não tenho mais, mesmo assim me sinto satisfeito com minha lista. Curtam abaixo meu top 3 e coloque nos comentários os seus.

3º lugar

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Summer Wars volume 1

Sempre acho a arte do Yoshiyuki Sadamoto muito bonita e também gosto muito das capas de Evangelion, inclusive a dos volume 4, antigo volume 7 nacional, que mostra a Asuka pela primeira vez é minha preferida, no entanto a arte de Summer Wars é ainda mais bonita e em especial a dessa primeira capa ( ia ser legal se lançassem Ookami Kodomo no Ame to Yuki por aqui, pois pra mim, a arte deste título é a obra prima do Sadamoto).

2º lugar

Dragon Ball Volume 15

Dragon Ball volume 15

O Toriyama sempre faz capas maneira e vez por outra ele fazia brincadeiras na capa de Dragon Ball sendo que essa do volume 15 é a  minha capa preferida da obra, já se eu levasse em consideração a da edição definitiva de Dragon ball que tem uma relevo na imagem de capa, o que dar um ar ainda mais luxuoso a obra, minha preferida é a do volume 9, que tem o Piccolo Daimao.

1º lugar

Berserk volume 68

Berserk volume 68

O mais maneiro dessa capa do Miura é que ela passa bem a ideia da armadura de Berserk, que pra quem não sabe é uma armadura que dar um poder incrível a seu usuário, mas que o deixa em um estado de fúria quase incontrolável. Essa imagem não só mostra o Gutz usando a armadura, como passa a impressão que ela está engolindo ele e isso demonstra muito bem a luta que o Gutz tem que travar para controlar o poder supracitado toda vez que usa essa armadura, antes que ela é que acabe o usando.

Nos vemos no próximo post!