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À la recherche du futur perdu – Segundas Impressões

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 Olá a todos. Venho aqui continuar o post sobre Ushiwareta Mirai wo Motomete , o que faz disso um ”segundas impressões” no caso. No post anterior eu comentei o primeiro episódio, e meio que emendando o segundo. Nesse aqui ficará compreendido os episódios 3 e 4.

O episódio continua do lance do fantasma e dos tremores  que ocorreram no segundo episódio, com a turma toda tentando achar respostas para esse fenômeno.  Corta pra Airi, que pensando na novata misteriosa de longos cabelos brancos, reflete sobre sua vida até aqui. Ela diz que sempre foi a aluna perfeita, sempre tirou notas boas, se sobressaia nos esportes, e quando entrou nesse colégio decidiu ”meter a mão no freio”, e ser mais normal, o que resultou no encontro com a Kaori, que no caso era o oposto dela.

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 Retornando ao clube, a turma recebe um chamado para apartar outra briga entre os clubes de judô e karate, briga essa que aconteceu no episódio 1 antes do acidente com Kaori, enquanto a Yui tem uns devaneios e se lembra de algo, como uma lesão no tornozelo de alguém. Vale lembrar que ela chegou nua pelada sem memórias e aos poucos está recuperando sua memória, e que entre uma memória recuperada e outra ela se vê dentro de tubos, como numa experiência. Algo relacionado a clonagem, talvez? Yui como que se além do tornozelo soubesse que algo a mais fosse acontecer, arrasta Kaori do local da briga entre clube, salvando-a e evitando seu terrível destino de torcer o tornozelo.

Apoś isso, eles retornam para a busca pelo tal fantasma, se dividindo e duplas e procurando pelo colégio. A dupla de Kaori e Yui tiram a sorte grande , e o avistam numa janela do prédio anexo. Todos se assustam, tremem, MAS, ao perceberem que estavam sendo filmados, descobrem que era tudo pegadinha do malandro, era tudo parte de um projeto do clube de cinema, um filme de terror. Terminamos o episódio assim, sem grandes revelações interessantes.

[AnimEncode] Ushinawareta Mirai wo Motomete Episode 3 Subtitle Indonesia  50MB MP4

 Pesando todo o episódio, nada que influencie a trama profundamente aconteceu, fez nada mais que chover no molhado, alguns backgrounds de personagens mostrados ali, a continuação dos tremores também teve pouca participação nesse episódio.  E é isso. Esse post deveria englobar o episódio 4, além de sair na semana seguinte ao primeiras impressões, MÃS, não aconteceu. Relaxe, quem quer que esteja lendo isto, ainda farei outros ”impressões” dos próximos episódios, mesmo atrasando alguns dias.

Considerações Finais sobre Kobato

Yo! Hoje é dia de apresentar minhas considerações finais do último anime baseado em uma obra do estúdio CLAMP que vi (ao menos até então). Trata-se de Kobato, um anime que comecei a ver em 2009, mas acabei parando na metade e só retornei em 2013 depois de tê-lo como meta da segunda edição da coluna Hora de Aventura. Agora é hora de tecer considerações finais sobre essa bela obra.

Kobato ganbarimasu!

Kobato ganbarimasu!

Esse texto não é uma resenha de Kobato e pode apresentar alguns spoilers leves, então se você não conhece este anime recomendo ler antes a resenha do mesmo que fiz para o projeto Um Anime Por Dia acessando esse link.

Título:Kobato
Obra Original: Mangá
Autor da Obra Original: CLAMP
Gêneros:Fantasia, Comédia, Romance, Drama
Número de episódios: 24
Ano de Lançamento: 2009
Produtora:Madhouse
Diretor: Masuhara Mitsuyuki

Kobato Dobato é uma jovem especial que vive entre o céu e a terra e que recebeu a missão de curar e reunir corações partidos para que seu maior desejo seja realizado. Junto dela está sempre seu supervisor, Ioryogi, que tem a aparência de um cachorrinho de pelúcia, porém quando está irritado não é nada meigo e é capaz inclusive de soltar labaredas pela boca. Kobato é muito inocente e fará de tudo para ajudar as pessoas, mesmo as que não estão com coração partido, porém sua inocência pode e irá afetar em sua tarefa, além disso, há um grande mistério por trás do desejo de Kobato e de quem ela realmente é.

“Uma história de fantasia, drama e romance com uma pitada de comédia” é uma boa definição para este anime, porém meio superficial. O ponto mais forte da obra não está em seu roteiro nem nos elementos que o definem, mas nos personagens que são bem construídos e desenvolvidos. O mais fascinante da Kobato é a forma como a jovem se relaciona com os demais personagens tornando cada um deles importantes para a história e a medida que eles vão crescendo a própria protagonista vai se desenvolvendo, além disso, os mistérios que envolvem sua origem ganham uma importância crucial no final da trama, e a revelação ocorre em um momento muito bem escolhido.

Outro ponto interessante de Kobato, como em todas as obras da CLAMP,  é sua ligação com CLAMPverso (Universo das obras do grupo CLAMP). Dentro do anime há uma ligação direta com a obra Wish, inclusive os protagonistas dessa obra fazem parte do núcleo de personagens de Kobato. Outro grupo que aparece diretamente na história é o grupo de Tsubasa Reservoir Chronicle. Além deles, personagens semelhantes aos presentes em Chobits também fazem parte da obra, fora outras referências menores a outros títulos do grupo.

A animação da série é boa e a arte é muito bonita, em minha opinião, é a melhor arte de todos os animes baseados em obras da CLAMP, além disso, a dublagem e a trilha sonora também são excelentes, mas nem tudo são flores, considero que o anime tem um grande problema com o ritmo que é muito lento durante quase toda a obra, acelerando bastante apenas nos episódios finais, isso infelizmente pode e vai desagradar algumas pessoas, principalmente quem tiver interesse em fazer uma maratona, no entanto um pouco de esforço ou ver o anime de forma pausada é o bastante para que se chegue até o final, que por sinal é bem consistente e particularmente achei muito bom e muito bonito.

Enfim, Kobato é uma obra da CLAMP, onde as autoras imprimem bem sua assinatura, sem partir para ação ou para grandes melodramas, mantendo quase sempre o clima de tranquilidade e diversão. A sensação que Kobato passa é de que é uma obra feita para te por para cima e mostra que com um pouco de esforço é possível curar qualquer ferida do coração. Talvez não seja um animes para todos, mas acredito que quem gosta de uma boa obra de romance, drama e comédia, vai se divertir bastante com a história da inocente e atrapalhada Kobato Dobato.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Kokuriko-zaka kara

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Kokuriko-zaka kara

From Up On Poppy Hill

Kokuriko-zaka kara (From Up On Poppy Hill) é um filme de animação lançado em 16 de julho de 2011, baseado no mangá homônimo que foi escrito por Tetsuro Sayama e desenhado por Takahashi Chizuru. O filme foi produzido pelo estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro, O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Mononoke Hime, A viagem de ChihiroHowl no Ugoku Shiro, Pom Poko e Karigurashi no Arriety, e dirigido por Gorou Miyazaki, filho de Hayao Miyazaki e também diretor de Ged Senki: Tales from Earthsea.

O filme é ambientado no Japão dos anos 60 e conta a história da jovem Matsuzaki Umi, também conhecida com Meru pelos amigos, que perdeu o pai na guerra do Japão contra a Coréia e mesmo depois da morte do pai ela mantém o hábito de hastear as bandeiras de sinalização naval que usava para se comunicar com seu pai quando estava em alto mar. Umi vai conhecer o jovem Kazama Shun e por ele se apaixonará, mas existe um segredo relacionado ao passado de seus pais que pode frustrar esse romance. Paralelo a isso, o prédio dos clubes da escola onde Umi e Shun estudam está para ser demolido, mas os membros destes clubes não querem tal coisa, até porque é um prédio histórico, então começará um verdadeira empreitada estudantil para manter o prédio Quartier Latin em  pé!

Para conferir a resenha completa de Kokuriko-zaka kara acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Tokyo Godfathers

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Tokyo Godfathers

Tokyo Godfathers é um filme que foi exibido pela primeira vez em 30 de agosto de 2003 no evento Big Apple Anime Fest em Nova York. O filme foi escrito e dirigido por Satoshi Kon, o mesmo diretor de Millennium Actress, Perfect Blue, Paranoia Agent, Paprika e Ani*Kuri 15, e foi produzido pelo estúdio Madhouse, Gungrave, Redline, Chobits, X-Men, Beck, Chihayafuru, Needless, Akagi,  Kaiji, Hajime no Ippo, Perfect Blue, Paprika, Black Lagoon, Kobato, Allison to Lillia e Nana.

A história é protagonizadas por três sem tetos que encontram um bebê abandonado no meio do lixo durante a noite de natal. O grupo é formado por uma adolescente que fugiu de casa, por um senhor idade meio ranzinza,  mas bastante emotivo e por uma ex drag queen e cantora, essa última chamada Hana, quer ficar com o bebê como se ele fosse o filho que ela nunca poderá ter e após insistir muito os três concordam cuidar dele naquela noite e levá-lo a polícia no dia seguinte, mas nada vai ser como eles esperam e vai começar uma jornada cheia de momentos únicos e milagres de natal em busca dos verdadeiros pais da criança que recebeu o nome de Kiyoko (Kiyo – pura, em homenagem a noite em que nasceu, Ko – criança). Ao longo da jornada, o passado de cada um desses três voltará para assombrá-los e, talvez, para perdoá-los também.

Para conferir a resenha completa de Tokyo Godfathers acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Karigurashi no Arrietty

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Karigurashi no Arrietty

O Mundo dos Pequeninos

Karigurashi no Arrietty (O mundo do pequeninos) é um filme de animação que estreou em 17 de julho de 2010 e é inspirado no famoso livro infantil The Borrowers, da escritora americana Mary Norton, lançado em 1952. O filme foi produzido pelo estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro, O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Mononoke Hime, A viagem de ChihiroHowl no Ugoku Shiro e Pom Poko, e dirigido por  Yonebayashi Hiromasa.

O filme gira em torno de uma família formada por três membros, um casal e sua filha, que vivem escondidos sob o assoalho de uma casa nos arredores de Tóquio, mas não pensem que essa família vive de forma indigente e espremida, pois eles são pessoa pequenas, bem pequenas, de não mais que 10 centímetros. Eles são os últimos de sua espécie a viver naquele lugar, pois em tempos passados os humanos comuns acabaram os perseguindo e os usando quase que como brinquedos vivos, fora os outros que morreram com o progresso da sociedade humana, mas deixemos o passado de lado. A filha do casal é a jovem Arrietty que acaba de completar 14 anos o que lhe torna uma quase adulta, ou seja, agora ela pode ir com seu pai nas incursões feitas a noite a casa humana acima da deles, afim de conseguir o pouco suprimento que precisam para viver. No entanto, antes de Arrietty ir em sua primeira missão, o jovem humano Shou vai para aquela casa que é de sua avó Sadako (sem pensamentos ruins meus caros), pois ele está muito doente e seus pais acham que  aquele ambiente pode ajudá-lo a se curar mais rápido. E  então Arrietty parte com seu pai em sua primeira missão e tudo está correndo bem, até que um deles sofre um acidente e Shou ver Arrietty, mas o jovem decide não entregá-la…

Para conferir a resenha completa de Karigurashi no Arrietty acesse umanimepordia.com.br.

Considerações Finais sobre Natsuiro Kiseki

Olá a todos! Hoje é dia de considerações finais e o anime de hoje foi a outra série, junto a Seitokai no Ichizon, do desafio do Hora de Aventura 4 e trata-se do slice of life Natsuiro Kiseki, uma obra pequena porém bem interessante. Sem muitas delongas, vamos as considerações.

Natsuiro Kiseki

Milagres acontecem!

Milagres acontecem!

Não encontrei nenhuma resenha interessante em português deste anime, então deixo o registro desta obra no My Anime List caso queiram mais informações.

Título: Natsuiro Kiseki
Obra Original: Mangá
Autores da Obra Original: Sunrise (Roteiro) e Tatsuhiko (Arte)
Gêneros: Slice of Life, Drama, Sobrenatural
Número de episódios: 12
Ano de Lançamento: 2012
Produtora: Sunrise
Diretor: Seiji Mizushima

Natsuiro Kiseki apresenta quatro jovens amigas que descobriram uma rocha sagrada que concede desejos e pode operar milagres, mas apenas se todas as quatro desejarem a mesma coisa. A trama se desenrola com as jovens já adolescentes e no meio de uma crise, pois duas delas estão brigadas (Natsumi e Saki), porque uma dessas (Saki) teria de se mudar e não contou nada disso para as demais. Tais divergências serão resolvidas com a ajuda da pedra sagrada supracitada e cabe a elas então aproveitar ao máximo suas últimas férias de verão juntas.

A arte da série é muito boa, tanto com relação ao design dos personagens, quanto em relação aos cenários, além disso, a forma como a equipe de produção escolheu usar os efeitos visuais me agradou bastante. A animação não é surpreendente, mas ainda consegue ser acima da média, principalmente para obras slice of life. A trilha sonora também não impressiona, mas é agradável, embora facilmente esquecível. Já a dublagem é o quesito técnico que mais me agradou, o quarteto principal, formado pelas dubladoras das personagens Aizawa Natsumi, Hanaki Yuka, Mizukoshi Saki e Tamaki Rinko, respectivamente dubladas por Kotobuki Minako, Tomatsu Haruka, Takagaki Ayahi e Toyosaki Aki, fez um trabalho excelente, além disso, os demais personagens também são muito bem dublados.

Por ser um slice of life a obra não conta com um roteiro muito profundo e cada episódio apresenta uma mini trama e nem todas elas me interessaram muito, porém a maioria foi agradável de acompanhar, principalmente as tramas dos episódios em que o desejo feito à pedra sagrada gerava situações muito surreais, como por exemplo, permiti-las viajar no tempo. As personagens também são muito bem trabalhadas e suas ações bem embasadas, fora que o ritmo, as vezes lento e as vezes rápido, combina bastante com o anime.

O grande porém, não é necessariamente um problema da obra, mas o fato de que muitas das tramas eram bastante femininas, afinal são aventuras, nem sempre engraçadas, vividas por um grupo de meninas, então me sentia meio deslocado vendo esses episódios, até achando alguns deles sem graça. No geral, o anime consegue ser bem divertido e dar pra ser acompanhado em mini maratonas de 3 ou 4 episódios tranquilamente, inclusive os episódios finais são até mais interessantes de ser vistos em maratona, pois é bem curioso ver o desenrolar final da trama com o fim das férias e a “despedida” da Saki. Em sumo, Natsuiro Kiseki não é nenhuma obra deslumbrante e que vá maravilhar o espectador, mas esse anime consegue divertir e até meio que acalmar os menos exigentes, principalmente os acostumados a slice of life com garotinhas, aliás quem não gosta de slice of life com garotinhas não deve gostar muito deste anime.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Mononoke Hime

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é (meu filme preferido)…

Mononoke Hime

O filme de animação Monoke Hime foi lançado em 12 de julho de 1997. A obra conta com o roteiro e direção de Hayao Miyazaki, também diretor de Nausicaä do vale dos ventos, Tenkuu no Shiro Laputa, Tonari no Totoro, O serviço de entregas da Kiki, Gake no Ue no Ponyo, Howl no Ugoku Shiro e Kaze Tachinu. A produção é do estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro  , O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Howl no Ugoku Shiro, Pom Poko, O Mundo dos Pequeninos, dentre outros.

O filme se passa em um mundo medieval e rústico povoado por seres fantásticos que vivem em harmonia com a natureza, porém o progresso da humanidade vem afetando a natureza e esses seres de forma a os tornar criaturas infectadas por uma maldição que os deixa incontroláveis. Essa criaturas são conhecidas por muitos humanos como guardiões da natureza e por isso são respeitados e temidos pelos grupos de humanos que mantém tradições mais antigas, enquanto que são desafiados por aqueles que destroem a natureza para progredir na vida. O protagonista do filme é Ashitaka, um caçador que vive junto a um dos grupos de humanos que temem essas criaturas e ao ver sua aldeia ameaçada por um desses “guardiões”, um javali gigante que está infectado pela maldição, não ver outra escolha se não tentar derrubar a criatura e quase ao custo de sua morte ele consegue, porém acaba infectado pela mesma maldição que infectou aquela criatura, o que provavelmente o levará a morte com o tempo, mas que também lhe confere uma força sobre humana. Assustados com a maldição do jovem e como ela poderá afetar aquele povo, Ashitaka, mesmo sendo o herói daqueles indivíduos, é banido e entende o porquê disso, porém ele não desistirá tão fácil assim. O jovem decide ir a uma montanha povoada por espíritos sagrados e no meio do caminho passará por diversas dificuldades que o fará conhecer um pouco mais sobre a natureza humana, mas nada disso o impressionará tanto quanto a jovem San, pois ela é uma humana que foi criada por lobos gigantes e age como se fosse um deles, além disso vive também junto aos espíritos e guardiões da natureza e por esses ela enfrentará até mesmo sua própria raça em uma guerra que afetará o equilíbrio de todo esse mundo.

Para conferir a resenha completa de Mononoke Hime acesse umanimepordia.com.br.