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À la recherche du futur perdu – Segundas Impressões

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 Olá a todos. Venho aqui continuar o post sobre Ushiwareta Mirai wo Motomete , o que faz disso um ”segundas impressões” no caso. No post anterior eu comentei o primeiro episódio, e meio que emendando o segundo. Nesse aqui ficará compreendido os episódios 3 e 4.

O episódio continua do lance do fantasma e dos tremores  que ocorreram no segundo episódio, com a turma toda tentando achar respostas para esse fenômeno.  Corta pra Airi, que pensando na novata misteriosa de longos cabelos brancos, reflete sobre sua vida até aqui. Ela diz que sempre foi a aluna perfeita, sempre tirou notas boas, se sobressaia nos esportes, e quando entrou nesse colégio decidiu ”meter a mão no freio”, e ser mais normal, o que resultou no encontro com a Kaori, que no caso era o oposto dela.

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 Retornando ao clube, a turma recebe um chamado para apartar outra briga entre os clubes de judô e karate, briga essa que aconteceu no episódio 1 antes do acidente com Kaori, enquanto a Yui tem uns devaneios e se lembra de algo, como uma lesão no tornozelo de alguém. Vale lembrar que ela chegou nua pelada sem memórias e aos poucos está recuperando sua memória, e que entre uma memória recuperada e outra ela se vê dentro de tubos, como numa experiência. Algo relacionado a clonagem, talvez? Yui como que se além do tornozelo soubesse que algo a mais fosse acontecer, arrasta Kaori do local da briga entre clube, salvando-a e evitando seu terrível destino de torcer o tornozelo.

Apoś isso, eles retornam para a busca pelo tal fantasma, se dividindo e duplas e procurando pelo colégio. A dupla de Kaori e Yui tiram a sorte grande , e o avistam numa janela do prédio anexo. Todos se assustam, tremem, MAS, ao perceberem que estavam sendo filmados, descobrem que era tudo pegadinha do malandro, era tudo parte de um projeto do clube de cinema, um filme de terror. Terminamos o episódio assim, sem grandes revelações interessantes.

[AnimEncode] Ushinawareta Mirai wo Motomete Episode 3 Subtitle Indonesia  50MB MP4

 Pesando todo o episódio, nada que influencie a trama profundamente aconteceu, fez nada mais que chover no molhado, alguns backgrounds de personagens mostrados ali, a continuação dos tremores também teve pouca participação nesse episódio.  E é isso. Esse post deveria englobar o episódio 4, além de sair na semana seguinte ao primeiras impressões, MÃS, não aconteceu. Relaxe, quem quer que esteja lendo isto, ainda farei outros ”impressões” dos próximos episódios, mesmo atrasando alguns dias.

Considerações Finais sobre Kobato

Yo! Hoje é dia de apresentar minhas considerações finais do último anime baseado em uma obra do estúdio CLAMP que vi (ao menos até então). Trata-se de Kobato, um anime que comecei a ver em 2009, mas acabei parando na metade e só retornei em 2013 depois de tê-lo como meta da segunda edição da coluna Hora de Aventura. Agora é hora de tecer considerações finais sobre essa bela obra.

Kobato ganbarimasu!

Kobato ganbarimasu!

Esse texto não é uma resenha de Kobato e pode apresentar alguns spoilers leves, então se você não conhece este anime recomendo ler antes a resenha do mesmo que fiz para o projeto Um Anime Por Dia acessando esse link.

Título:Kobato
Obra Original: Mangá
Autor da Obra Original: CLAMP
Gêneros:Fantasia, Comédia, Romance, Drama
Número de episódios: 24
Ano de Lançamento: 2009
Produtora:Madhouse
Diretor: Masuhara Mitsuyuki

Kobato Dobato é uma jovem especial que vive entre o céu e a terra e que recebeu a missão de curar e reunir corações partidos para que seu maior desejo seja realizado. Junto dela está sempre seu supervisor, Ioryogi, que tem a aparência de um cachorrinho de pelúcia, porém quando está irritado não é nada meigo e é capaz inclusive de soltar labaredas pela boca. Kobato é muito inocente e fará de tudo para ajudar as pessoas, mesmo as que não estão com coração partido, porém sua inocência pode e irá afetar em sua tarefa, além disso, há um grande mistério por trás do desejo de Kobato e de quem ela realmente é.

“Uma história de fantasia, drama e romance com uma pitada de comédia” é uma boa definição para este anime, porém meio superficial. O ponto mais forte da obra não está em seu roteiro nem nos elementos que o definem, mas nos personagens que são bem construídos e desenvolvidos. O mais fascinante da Kobato é a forma como a jovem se relaciona com os demais personagens tornando cada um deles importantes para a história e a medida que eles vão crescendo a própria protagonista vai se desenvolvendo, além disso, os mistérios que envolvem sua origem ganham uma importância crucial no final da trama, e a revelação ocorre em um momento muito bem escolhido.

Outro ponto interessante de Kobato, como em todas as obras da CLAMP,  é sua ligação com CLAMPverso (Universo das obras do grupo CLAMP). Dentro do anime há uma ligação direta com a obra Wish, inclusive os protagonistas dessa obra fazem parte do núcleo de personagens de Kobato. Outro grupo que aparece diretamente na história é o grupo de Tsubasa Reservoir Chronicle. Além deles, personagens semelhantes aos presentes em Chobits também fazem parte da obra, fora outras referências menores a outros títulos do grupo.

A animação da série é boa e a arte é muito bonita, em minha opinião, é a melhor arte de todos os animes baseados em obras da CLAMP, além disso, a dublagem e a trilha sonora também são excelentes, mas nem tudo são flores, considero que o anime tem um grande problema com o ritmo que é muito lento durante quase toda a obra, acelerando bastante apenas nos episódios finais, isso infelizmente pode e vai desagradar algumas pessoas, principalmente quem tiver interesse em fazer uma maratona, no entanto um pouco de esforço ou ver o anime de forma pausada é o bastante para que se chegue até o final, que por sinal é bem consistente e particularmente achei muito bom e muito bonito.

Enfim, Kobato é uma obra da CLAMP, onde as autoras imprimem bem sua assinatura, sem partir para ação ou para grandes melodramas, mantendo quase sempre o clima de tranquilidade e diversão. A sensação que Kobato passa é de que é uma obra feita para te por para cima e mostra que com um pouco de esforço é possível curar qualquer ferida do coração. Talvez não seja um animes para todos, mas acredito que quem gosta de uma boa obra de romance, drama e comédia, vai se divertir bastante com a história da inocente e atrapalhada Kobato Dobato.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Kokuriko-zaka kara

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Kokuriko-zaka kara

From Up On Poppy Hill

Kokuriko-zaka kara (From Up On Poppy Hill) é um filme de animação lançado em 16 de julho de 2011, baseado no mangá homônimo que foi escrito por Tetsuro Sayama e desenhado por Takahashi Chizuru. O filme foi produzido pelo estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro, O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Mononoke Hime, A viagem de ChihiroHowl no Ugoku Shiro, Pom Poko e Karigurashi no Arriety, e dirigido por Gorou Miyazaki, filho de Hayao Miyazaki e também diretor de Ged Senki: Tales from Earthsea.

O filme é ambientado no Japão dos anos 60 e conta a história da jovem Matsuzaki Umi, também conhecida com Meru pelos amigos, que perdeu o pai na guerra do Japão contra a Coréia e mesmo depois da morte do pai ela mantém o hábito de hastear as bandeiras de sinalização naval que usava para se comunicar com seu pai quando estava em alto mar. Umi vai conhecer o jovem Kazama Shun e por ele se apaixonará, mas existe um segredo relacionado ao passado de seus pais que pode frustrar esse romance. Paralelo a isso, o prédio dos clubes da escola onde Umi e Shun estudam está para ser demolido, mas os membros destes clubes não querem tal coisa, até porque é um prédio histórico, então começará um verdadeira empreitada estudantil para manter o prédio Quartier Latin em  pé!

Para conferir a resenha completa de Kokuriko-zaka kara acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Tokyo Godfathers

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Tokyo Godfathers

Tokyo Godfathers é um filme que foi exibido pela primeira vez em 30 de agosto de 2003 no evento Big Apple Anime Fest em Nova York. O filme foi escrito e dirigido por Satoshi Kon, o mesmo diretor de Millennium Actress, Perfect Blue, Paranoia Agent, Paprika e Ani*Kuri 15, e foi produzido pelo estúdio Madhouse, Gungrave, Redline, Chobits, X-Men, Beck, Chihayafuru, Needless, Akagi,  Kaiji, Hajime no Ippo, Perfect Blue, Paprika, Black Lagoon, Kobato, Allison to Lillia e Nana.

A história é protagonizadas por três sem tetos que encontram um bebê abandonado no meio do lixo durante a noite de natal. O grupo é formado por uma adolescente que fugiu de casa, por um senhor idade meio ranzinza,  mas bastante emotivo e por uma ex drag queen e cantora, essa última chamada Hana, quer ficar com o bebê como se ele fosse o filho que ela nunca poderá ter e após insistir muito os três concordam cuidar dele naquela noite e levá-lo a polícia no dia seguinte, mas nada vai ser como eles esperam e vai começar uma jornada cheia de momentos únicos e milagres de natal em busca dos verdadeiros pais da criança que recebeu o nome de Kiyoko (Kiyo – pura, em homenagem a noite em que nasceu, Ko – criança). Ao longo da jornada, o passado de cada um desses três voltará para assombrá-los e, talvez, para perdoá-los também.

Para conferir a resenha completa de Tokyo Godfathers acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Karigurashi no Arrietty

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Karigurashi no Arrietty

O Mundo dos Pequeninos

Karigurashi no Arrietty (O mundo do pequeninos) é um filme de animação que estreou em 17 de julho de 2010 e é inspirado no famoso livro infantil The Borrowers, da escritora americana Mary Norton, lançado em 1952. O filme foi produzido pelo estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro, O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Mononoke Hime, A viagem de ChihiroHowl no Ugoku Shiro e Pom Poko, e dirigido por  Yonebayashi Hiromasa.

O filme gira em torno de uma família formada por três membros, um casal e sua filha, que vivem escondidos sob o assoalho de uma casa nos arredores de Tóquio, mas não pensem que essa família vive de forma indigente e espremida, pois eles são pessoa pequenas, bem pequenas, de não mais que 10 centímetros. Eles são os últimos de sua espécie a viver naquele lugar, pois em tempos passados os humanos comuns acabaram os perseguindo e os usando quase que como brinquedos vivos, fora os outros que morreram com o progresso da sociedade humana, mas deixemos o passado de lado. A filha do casal é a jovem Arrietty que acaba de completar 14 anos o que lhe torna uma quase adulta, ou seja, agora ela pode ir com seu pai nas incursões feitas a noite a casa humana acima da deles, afim de conseguir o pouco suprimento que precisam para viver. No entanto, antes de Arrietty ir em sua primeira missão, o jovem humano Shou vai para aquela casa que é de sua avó Sadako (sem pensamentos ruins meus caros), pois ele está muito doente e seus pais acham que  aquele ambiente pode ajudá-lo a se curar mais rápido. E  então Arrietty parte com seu pai em sua primeira missão e tudo está correndo bem, até que um deles sofre um acidente e Shou ver Arrietty, mas o jovem decide não entregá-la…

Para conferir a resenha completa de Karigurashi no Arrietty acesse umanimepordia.com.br.

Considerações Finais sobre Natsuiro Kiseki

Olá a todos! Hoje é dia de considerações finais e o anime de hoje foi a outra série, junto a Seitokai no Ichizon, do desafio do Hora de Aventura 4 e trata-se do slice of life Natsuiro Kiseki, uma obra pequena porém bem interessante. Sem muitas delongas, vamos as considerações.

Natsuiro Kiseki

Milagres acontecem!

Milagres acontecem!

Não encontrei nenhuma resenha interessante em português deste anime, então deixo o registro desta obra no My Anime List caso queiram mais informações.

Título: Natsuiro Kiseki
Obra Original: Mangá
Autores da Obra Original: Sunrise (Roteiro) e Tatsuhiko (Arte)
Gêneros: Slice of Life, Drama, Sobrenatural
Número de episódios: 12
Ano de Lançamento: 2012
Produtora: Sunrise
Diretor: Seiji Mizushima

Natsuiro Kiseki apresenta quatro jovens amigas que descobriram uma rocha sagrada que concede desejos e pode operar milagres, mas apenas se todas as quatro desejarem a mesma coisa. A trama se desenrola com as jovens já adolescentes e no meio de uma crise, pois duas delas estão brigadas (Natsumi e Saki), porque uma dessas (Saki) teria de se mudar e não contou nada disso para as demais. Tais divergências serão resolvidas com a ajuda da pedra sagrada supracitada e cabe a elas então aproveitar ao máximo suas últimas férias de verão juntas.

A arte da série é muito boa, tanto com relação ao design dos personagens, quanto em relação aos cenários, além disso, a forma como a equipe de produção escolheu usar os efeitos visuais me agradou bastante. A animação não é surpreendente, mas ainda consegue ser acima da média, principalmente para obras slice of life. A trilha sonora também não impressiona, mas é agradável, embora facilmente esquecível. Já a dublagem é o quesito técnico que mais me agradou, o quarteto principal, formado pelas dubladoras das personagens Aizawa Natsumi, Hanaki Yuka, Mizukoshi Saki e Tamaki Rinko, respectivamente dubladas por Kotobuki Minako, Tomatsu Haruka, Takagaki Ayahi e Toyosaki Aki, fez um trabalho excelente, além disso, os demais personagens também são muito bem dublados.

Por ser um slice of life a obra não conta com um roteiro muito profundo e cada episódio apresenta uma mini trama e nem todas elas me interessaram muito, porém a maioria foi agradável de acompanhar, principalmente as tramas dos episódios em que o desejo feito à pedra sagrada gerava situações muito surreais, como por exemplo, permiti-las viajar no tempo. As personagens também são muito bem trabalhadas e suas ações bem embasadas, fora que o ritmo, as vezes lento e as vezes rápido, combina bastante com o anime.

O grande porém, não é necessariamente um problema da obra, mas o fato de que muitas das tramas eram bastante femininas, afinal são aventuras, nem sempre engraçadas, vividas por um grupo de meninas, então me sentia meio deslocado vendo esses episódios, até achando alguns deles sem graça. No geral, o anime consegue ser bem divertido e dar pra ser acompanhado em mini maratonas de 3 ou 4 episódios tranquilamente, inclusive os episódios finais são até mais interessantes de ser vistos em maratona, pois é bem curioso ver o desenrolar final da trama com o fim das férias e a “despedida” da Saki. Em sumo, Natsuiro Kiseki não é nenhuma obra deslumbrante e que vá maravilhar o espectador, mas esse anime consegue divertir e até meio que acalmar os menos exigentes, principalmente os acostumados a slice of life com garotinhas, aliás quem não gosta de slice of life com garotinhas não deve gostar muito deste anime.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Mononoke Hime

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é (meu filme preferido)…

Mononoke Hime

O filme de animação Monoke Hime foi lançado em 12 de julho de 1997. A obra conta com o roteiro e direção de Hayao Miyazaki, também diretor de Nausicaä do vale dos ventos, Tenkuu no Shiro Laputa, Tonari no Totoro, O serviço de entregas da Kiki, Gake no Ue no Ponyo, Howl no Ugoku Shiro e Kaze Tachinu. A produção é do estúdio Ghibli, o mesmo estúdio de Tenkuu no Shiro LaputaTonari no Totoro  , O túmulo dos vagalumes, Porco Rosso, O serviço de entregas da Kiki, Howl no Ugoku Shiro, Pom Poko, O Mundo dos Pequeninos, dentre outros.

O filme se passa em um mundo medieval e rústico povoado por seres fantásticos que vivem em harmonia com a natureza, porém o progresso da humanidade vem afetando a natureza e esses seres de forma a os tornar criaturas infectadas por uma maldição que os deixa incontroláveis. Essa criaturas são conhecidas por muitos humanos como guardiões da natureza e por isso são respeitados e temidos pelos grupos de humanos que mantém tradições mais antigas, enquanto que são desafiados por aqueles que destroem a natureza para progredir na vida. O protagonista do filme é Ashitaka, um caçador que vive junto a um dos grupos de humanos que temem essas criaturas e ao ver sua aldeia ameaçada por um desses “guardiões”, um javali gigante que está infectado pela maldição, não ver outra escolha se não tentar derrubar a criatura e quase ao custo de sua morte ele consegue, porém acaba infectado pela mesma maldição que infectou aquela criatura, o que provavelmente o levará a morte com o tempo, mas que também lhe confere uma força sobre humana. Assustados com a maldição do jovem e como ela poderá afetar aquele povo, Ashitaka, mesmo sendo o herói daqueles indivíduos, é banido e entende o porquê disso, porém ele não desistirá tão fácil assim. O jovem decide ir a uma montanha povoada por espíritos sagrados e no meio do caminho passará por diversas dificuldades que o fará conhecer um pouco mais sobre a natureza humana, mas nada disso o impressionará tanto quanto a jovem San, pois ela é uma humana que foi criada por lobos gigantes e age como se fosse um deles, além disso vive também junto aos espíritos e guardiões da natureza e por esses ela enfrentará até mesmo sua própria raça em uma guerra que afetará o equilíbrio de todo esse mundo.

Para conferir a resenha completa de Mononoke Hime acesse umanimepordia.com.br.

Considerações Finais sobre La Storia della Arcana Famiglia

Dando continuidade aos textos de considerações finais, hoje é dia de falar de um anime que não tive lá muito prazer em vê, mas como não havia cumprido a meta da coluna Hora de Aventura 3, tive de vê-lo. Então vamos as considerações de…

La Storia della Arcana Famiglia

Enrolando até o fim...

Enrolando até o fim…

Para quem nunca assistiu La Storia della Arcana Famiglia, indico que leiam a resenha do Erick Dias para o Animecote.

Título:La Storia della Arcana Famiglia
Obra Original: Otome Game para PSP
Gêneros: Drama, Romance, Comédia, Máfia, Poderes Sobrenaturais
Número de episódios: 12
Ano de Lançamento: 2012
Produtora: J.C. STAFF
Diretor: Kon Chiaki

A história se passa em uma pequena ilha do Mediterrâneo que é protegida por uma família de mafiosos, chamada Família Arcana. Alguns membros desse grupo possuem habilidades especiais ligadas a cartas misteriosas, chamadas cartas Arcana. Em meio a esses mafiosos se destacam como protagonistas três jovens: Felicita, a filha do líder da Família Arcana e que possui a carta do coração (e outra que é descoberta depois), Nova, o primo de Felicita e líder do grupo de seguranças da ilha, que  tem  um design meio oriental e possui a carta da morte, e por fim, Liberta, um órfão que foi resgatado por um dos membros da família Arcana após libertar (por mais que pareça, eu não estou querendo fazer um trocadilho infame) seu poder Arcana e queimar o local onde morava, ele possui a carta do Pierrot. Além destes, há outros personagens de destaque e alguns deles são citados ao longo deste texto. A trama em si começa quando o líder da família Arcana, o pai de Felicita, decide promover um torneio, chamado Arcana Duelo, que irá definir quem será o próximo líder da família e  o vencedor ainda ganhará a  mão de Felicita em casamento (a não ser que ela própria ganhe) e terá um de seus desejos realizados, sendo que todos os membros que possuem algum poder associado a uma carta Arcana podem participar. Ao longo do anime vamos conhecendo o dia a dia e o passado dos personagens importantes para a trama e o tal do Arcana Duelo ocorre apenas durante parte do penúltimo episódio.

Com relação a arte dos personagens, de fato é bem agradável, mas por ser uma obra baseada em um Otome Game, me incomoda um pouco a escassez de membros do núcleo feminino. Os cenários não impressionam, mas são muito bem construídos e aproveitados. Se por um lado a arte é boa, por outro a animação tem médios e baixos momentos, muitas das poucas cenas de ação são fracamente animadas, embora haja alguns momentos de luta que a animação até se sobressai, porém, no geral, a animação não incomoda tanto, mas não ajuda muito. A dublagem da grande maioria dos personagens me agrada, apenas me incomoda um pouco a voz do personagem Jolly, que tenta passar um ar misterioso e o personagem até age de maneira meio misteriosa, mas não acho que a voz encaixa tão bem com o character design deste personagem. Por fim, mal lembro da trilha sonora, não que seja tão ruim assim, apenas não se destaca em momento algum e nem mesmo a abertura ou encerramento chegam a empolgar, por sinal, o vídeo de encerramento é tão genérico que eu simplesmente o pulava ou ignorava.

O anime tem todo um clima de Otome Game e vemos a trama principalmente pela visão de Felicita, mas a obra não chega a forçar a barra nos romances, o grande problema porém é que o anime cria uma expectativa ao início de que será uma trama com cenas de ação, que o torneio supracitado será super importante, que o lado obscuro dos tais poderes Arcana seriam bem explorados e dariam o grande ar de mistério a uma parte da trama, mas no final, boa parte do anime não passa de um slice of life, perdendo-se muito tempo com a explicação do passado de quase todos os personagens, isso quando não há alguma tarefa pequena a ser feita por um ou outro membro da família Arcana que de um modo ou de outro vai ter ajuda de Felicita, Liberta e/ou Nova. O mistério ao redor das cartas arcanas apenas é mais explorado no final da série quando se fala da história do líder da família e do passado de Felicita, mesmo que em quase todo episódio um ou outro personagem use sua habilidade para resolver algum problema menor. As poucas lutas são sempre rapidamente resolvidas ou deixadas de lado e quase sempre são sem graça. Por fim, embora não seja foco do anime, o lado de romance não chega a ser totalmente ruim, no entanto não leva a nada, ou melhor, o tempo todo, tudo se encaminha para um gigantesca Friend Zone.

O anime deixa a impressão de que tudo aquilo que foi feito pelos personagens antes ou que será feito no futuro, após essa trama, é mais empolgante, sendo contada uma das partes menos interessante da vida destes, o que não faz lá muito sentido. Para não dizer que o anime é totalmente desagradável, pois de fato não é, a trama envolvendo Felicita e seu pai que ocorre quase no fim da série até que é interessante. No mais, fora a própria Felicita, não senti empatia por nenhuma outro personagem, achei boa parte dos diálogos chatos e o lado de comédia não me agradou em nada. Falando em personagens e em cenas forçadas, achei o trio formado por Luca, o capacho da Felicita, Pace, o bobão glutão super forte, e Debito, o pseudo bad boy garanhão, irritante quase toda vez que apareciam na tela depois da meade do anime, pois a aparição deles juntos, quase sempre termina em uma situação que tenta ser cômica, mas que não tem graça alguma. Enfim, está claro que o anime não me agradou, há obras bem piores e outras muito melhores e em geral eu não consigo pensar à quem indicaria a série, mas se você gosta de obras baseadas em Otome Games, talvez possa lhe agradar um pouco, embora acho que o anime não é competente nem como uma adaptação animada de um jogo de relacionamento para garotas. E se mesmo assim, você ainda quiser ver o anime, pelo menos não faça maratona,  pois posso garantir que isso é uma experiência extremamente maçante.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Nana

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Nana é um anime de 2006, baseado no mangá homônimo de Ai Yazawa, a mesma autora de Gokinjo Monogatari e Paradise Kiss. O mangá continua a ser publicado até hoje, na verdade o mangá está em hiato a alguns anos. A série animada tem 47 episódios, foi produzida pelo estúdio Madhouse, o mesmo de o mesmo de  Gungrave, Redline, Chobits, X-Men, Beck, Chihayafuru, Needless, Akagi,  Kaiji, Hajime no Ippo, Paprika, Black Lagoon, Kobato, Allison to Lillia, Aoi Bungaku Series e Toki wo Kakeru Shoujo, e dirigida por Morio Asaka, o mesmo diretor de Clamp Wonderland, Cardcaptor Sakura, Chobits, Gunslinger Girl e Chihayafuru.

A história gira em torno de duas jovens mulheres chamadas Nana que saíram de sua cidadezinha no interior em direção a Tokyo… As duas se conheceram dentro do trem que ia em direção a capital japonesa e, embora muito diferentes, acabaram se dando bem desde o princípio. Komatsu Nana é uma jovem sonhadora que se apaixona facilmente e por isso mesmo acaba se decepcionando bastante, seu objetivo inicial é ir para Tokyo e morar com seu atual namorado que ela conheceu através de uma amiga em comum, já a outra protagonista se chama Oosaki Nana, ela é um ano mais nova que Komatsu, embora pareça mais madura, Oosaki Nana é uma cantora de rock que quer fazer sucesso em Tokyo, antigamente ela namorava o guitarrista da primeira banda de que participou, mas quando ele decidiu ir pra Tokyo se unir a um grupo formado por uma famosa gravadora, se desligando assim da banda, ela decidiu ficar, mesmo ele a querendo a seu lado, pois não queria ser apenas a mulher dele, queria ser alguém por si só, seguir com seu sonho de se tornar uma famosa cantora. A história das duas não se separam ao chegar em Tokyo apenas, pois por um acaso do destino elas começam a dividir o mesmo apartamento e com isso sua a amizade fica cada vez maior. Ao longo da série, elas acabam passando por diversas dificuldades e encontros e desencontros, mas também há momentos felizes.

Para conferir a resenha completa de Nana acesse umanimepordia.com.br.

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Yahari Ore no Seishun Love come wa Machigatte Iru

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Yahari Ore no Seishun Love come wa Machigatte Iru

Existem diversos tipo de animes colegiais, algumas simplesmente com foco no humor e com um pouco de romance, outros mais picantes e sem muita preocupação com a realidade e outros que falam sobre problemas que estudantes reais possuem. Hoje é dia de conhecer uma comédia colegial, nem tão comédia e bem realista, ou quase, porque afinal a vida real não é como uma comédia romântica. É com prazer que lhes apresento Yahari Ore no Seishun Love come wa Machigatte Iru.

Yahari Ore no Seishun Love come wa Machigatte Iru (ou Oregairu) é uma série de animação baseada em uma novel homônima escrita por Wataru Watari e ilustrada por Ponkan8. O anime foi exibido entre 5 de abril de 2013 e 26 de junho do mesmo ano, tendo ao todo 13 episódios. A produção do anime ficou a cargo do estúdio Brain’s Base, o mesmo de Natsume Yuujinchou, Baccano!, Durarara!!, Kurenai, Kuragehime, Mawaru Penguin Drum e Tonari no Kaibutsu-kun, e a direção é de Yoshimura Ai.

Para conferir a resenha completa de Yahari Ore no Seishun Love come wa Machigatte Iru acesse umanimepordia.com.br

Anime Portfolio no projeto Um Anime Por Dia: Suisei no Gargantia

Saiu mais um texto do Anime Portfolio para o projeto umanimepordia.com.br. E o anime recomendado esta vez é…

Suisei no Gargantia

Em uma época em que animes originais, ou seja, que não são baseados ou inspirados em obras existentes em outras mídias, são cada vez mais raros é louvável que uma obra como a que apresentarei hoje tenha sido criada. Apesar dessa ser uma obra com grande possibilidade de se faturar com merchandising e com produtos relacionados, ela é uma animação que além de tudo isso, tenta fugir do lugar comum e de certos clichês, o que é ainda mais louvável. Suisei no Gargantia é um legítimo anime de mecha com um misto de ficção científica e drama, que não inova, mas que consegue entregar um resultado tão bom, que o faz ser uma obra a ser lembrada como uma grande animação e não como mais do mesmo.

Suisei no Gargantia é uma série de animação original criada por Murata Kazuya (Tokyo Magnitude 8.0) e Gen Urobuchi (Blassreiter, Phantom: Requiem for the Phantom, Fate/Zero e Psycho Pass). Ela foi exibida entre 2 de março de 2013 e 30 de março do mesmo ano. A série foi produzida pela Production I.G., a mesma de Robotic;Notes, Psycho Pass, Kimi ni Todoke, Toshokan Sensou, Blood-C, Kuroko no Basket, Another e Usagi Drop, e dirigida por Murata Kazuya, o diretor de Fullmetal Alchemist: The Sacred Star of Milos.

Para conferir a resenha completa de Suisei no Gargantia acesse umanimepordia.com.br