O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

Posts marcados ‘Kentaro Miura’

Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás – Formulário de Janeiro de 2015

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Dos comics americanos para os mangás…

 

Está online o  formulário de janeiro do projeto Conhecendo o Mercado Nacional de Mangás.

Aos que já conhecem o projeto, peço mais uma vez seu apoio e sua disposição, mas aos que não conhecem, o mesmo trata-se de uma iniciativa do Anime Portfolio em parceria com os blogs AnimeCote Only good animesMangatom,Netoin!Otaku InsideNaty in WonderlandEcchi Must Die e Leitura Oriental, e agora também com o blog Suco de Mangá, que visa fornecer dados numéricos para que nós blogueiros e os demais fãs brasileiros de mangá possamos ter uma melhor noção de como anda o mercado nacional.

O formulário atual corresponde aos títulos que as editoras informaram no checklist do mês de janeiro de 2015. O mesmo ficará no ar até o dia 15 de fevereiro de 2015 e pode ser acessado clicando aqui ou na imagem de divulgação do projeto no menu lateral do blog. Abaixo da imagem supracitada há uma outra imagem e clicando nela (ou aqui) vocês podem ter acesso aos resultados do projeto divulgados até então.

Convido mais uma vez os demais blogueiros, podcasters, videocasters ou donos de sites especializados em mangá, a apoiar o projeto, para isso enviem um e-mail a conhecendoomercadodemangas@gmail.com informando seu interesse. E para quem não tem site, blog, podcast ou videocast, mas quer nos ajudar, peço que retwittem o formulário e que divulguem no facebook, ou no google+, ou em qualquer outra rede social.

No mês de dezembro tivemos um dos melhores resultados da história do projeto, muito obrigado a todos que colaboraram! Em janeiro a pergunta extra é  Você pretende comprar Ao Haru Ride? Eu não pretendo, mas gostaria de saber se muitas das pessoas que respondem o formulário tem realmente interesse nesse mangá que pode ser importante para publicações de outros shoujos no futuro.

Não deixem de curtir a página do facebook do projeto, acessem-na clicando aqui. Lá vocês poderão se informar sobre as as novidades do projeto assim que elas surgirem, além de poder ler outras informações sobre o mercado nacional de mangá.

Enfim, antes de comentar o checklist do mês, reitero o pedido para que todos que puderem e que estiverem interessado nesses resultados: Divulguem o projeto para o máximo de pessoas conhecidas que gostam de mangá e que costumam colecionar algum mangá lançado no mercado nacional!

UM POUCO SOBRE O CHECKLIST DE Janeiro

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Esse mês temos 38 títulos no formulário, sendo 1 do selo Astral Comics, 2 da editora Abril, 7 da editora Nova Sampa,  14 da editora Panini e 14 da editora JBC.

O selo Astral Comics da editora Astral tem mangás previstos para esse começo de ano e o primeiro, que deve sair este mês, é Vaicorona, um mangá de Moa Hato, que apresenta uma aventura em um mundo de fantasia em que o príncipe precisa deter um monstro que ele mesmo despertou.

A editora Abril vai lançar mais dois mangás relacionados a Disney, o primeiro é Operação Big Hero, que adapta o filme homônimo do estúdio Disney, que por sua vez adapta o quadrinho de super-heróis da Marvel intitulado Big Hero 6 (Acredito que eles não tem versão brasileira). Outro mangá é o Princesa Kilala, que conta  história de uma garota que se vê em meio das princesas Disney.

A editora Nova Sampa está lançando o mangá de mistério Variante, também conhecido como Requiem for the World, que tem como autor Iqura Sugimoto. Além disso, está de volta Gurren Lagann, que a bastante tempo estava parado no volume 4.

A editora Panini lança esse mês o mangá de volume único Gigantomachia (ou Gigantomakhia, na edição da Panini testá com “c”), de Kentaro Miura, o mesmo autor de Berserk.

Por fim, a editora JBC está lançando este mês o mangá Green Blood, de Kakizaki Masasumi, também autor de Hideout, que apresenta uma história passada em Nova York no período do Velho Oeste.

Então é isso! Colaborem com o projeto e até mês que vem!

Este é meu TOP 5 de… Continuações que espero até hoje

Yo! Fazia um tempo que aqui só tínhamos post de podcasts, mas todo mundo precisa de um tempo para si não é verdade? A  partir de hoje estou de volta as postagens escritas e volto com uma coluna que muita gente andou curtindo no fim do ano passado o Meu TOP 5. O Top de hoje, como todos os outros, seria diferente para qualquer outra pessoa que o fizesse, mas os animes que citarei aqui hoje com certeza deixaram não apenas a mim, mas a muitos, com o gostinho de quero mais e de preciso de mais! Hoje vamos falar daqueles anime que mereciam uma continuação, até porque a maioria deles são derivados de outras mídias, como mangá, onde continuaram por algum tempo ou onde continuam até hoje. Sem muitas delongas fiquem com mais esse top.

5º Lugar – Kekkaishi

Kekkaishi - Dublado - Legendado - Episodio - Anime - Manga - Assistir Online
Exibição original:
De 16 de outubro de 2006 a 12 de fevereiro de 2008
Estúdio: Sunrise
Diretor:
Kodama Kenji
Mídia Original:
Mangá
Autor da obra Original: Yellow Tanabe

Enquanto o mangá de Yellow Tanabe está quase sendo cancelado aqui no Brasil com 19 volumes apenas, no Japão o mesmo perdurou até sua edição de número 35 e teve uma adaptação animada que passou despercebida por muitos no ocidente, mas que tornou outros grandes fãs da série. O anime contou com 50 episódios, o bastante apenas para apresentar os acontecimentos que ocorrem do 1º ao 13º volume do mangá. Desde então a obra foi crescendo em fama, mas nunca mais voltou as telinhas e com o fim do mangá em 2011, as esperanças de uma segunda temporada da série foram praticamente dizimadas, uma pena para os fãs da obra original e do anime da Sunrise, como este que vos escreve.

4º lugar – Berserk

Berserk
Exibição original:
De 8 de outubro de 1997 a 01 de abril de 1998 (Série de TV)|fevereiro de 2012 a fevereiro de 2013 (Filmes)
Estúdios: OLM e Studio 4ºC
Diretor:
Takahashi Naohito
Mídia Original:
Mangá
Autor da obra Original: Kentaro Miura

A obra prima inacabada de Kentaro Miura já recebeu duas animações, uma série de tv com 25 episódios e três longa metragens que são mais recentes. Ambas as obras se focam na saga da Era de Ouro que segue até por volta de um quarto do mangá. A saga anterior a Era de Ouro apenas é apresentada rapidamente na animação para tv. Por anos, os fãs da obra de Miura sonharam com uma continuação da obra e quando foi anunciado o remake da Era de Ouro em três longas, muitos especularam que após esses longas, sairia algum outro contando uma das sagas posteriores, mas até hoje não há se quer notícias de uma continuação. O resultado não tão positivo dos longas como um todo, esfriaram ainda mais os ânimos dos fãs, porém como o mangá segue inacabado, mesmo com mais de 20 anos de publicação, ainda há esperanças, ou ao menos eu e muitos fãs da obra queremos crer nisso. Será que um dia o Guts usará a armadura de Berserk nas telinhas ou nas telonas?

3º Lugar – Kuragehime

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Exibição original: De 15 de outubro de 2010  a 31 de dezembro de 2010
Estúdio: Brain’s Base
Diretor:
Oomori Takahiro
Mídia Original:
Mangá
Autor da obra Original: Akiko Higashimura

Provavelmente esta é a obra mais desconhecido dessa lista, mas esse anime para mim é um dos melhores de 2010 e um das minhas obras preferidas dentre as exibidas no famoso bloco noitaminA da Fuji TV. O anime possui apenas 11 episódios e cobre pouco menos de um terço do mangá que até o momento conta com 13 volumes e segue sendo publicado. A obra mistura comédia, com drama e um perspectiva sobre otakus bem diferente da convencional, fora outros assuntos que ela arranha um pouco, como cross-dress e política. O anime ainda conta com um das aberturas mais criativas de toda a história das animações. Na época que o anime terminou o mangá possuía poucos volumes lançados, então esperava-se que após o lançamento de um número maior  de volumes, uma continuação animada fosse produzida, porém isto não ocorreu e não há nenhum indicativo que vá ocorrer. E pensar que o noitaminA só tinha anime bom até 2011, mas nos últimos dois anos… bem ainda tem algumas boas obras que se salvam, mas há outras que deviam muito bem dar lugar a uma continuação de Kuragehime.

2º lugar – Suzumiya Haruhi no Yuutsu

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Exibição original: De 3 de abril de 2006 a 3 de julho de 2006 (Série de TV)|De 3 de abril de 2009 a 9 de outubro de 2009 (Continuação da série de TV)| 6 de fevereiro de 2010 (Filme)
Estúdio: Kyoto Animation
Diretor:
Ishihara Tatsuya
Mídia Original:
Light Novel
Autores da obra Original: Nagaru Tanigawa e Noizi Ito

Essa obra é um dos maiores fenômenos desse século, a série de animação de 2006 impressionou toda a indústria  e fez Suzumiya Haruhi e os demais membros do SOS DAN se tornarem celebridades entre o público otaku. O primeiro anime de 14 episódios impressionou não apenas pela história maluca que mistura comédia, mistério e ficção científica em um ambiente escolar, mas  também pela exibição desordenada dos episódios que dividiu opiniões. Três anos depois do primeiro anime, uma sequencia com o dobro de episódios da série original surgiu, dessa vez trazendo os episódios dp primeiro anime em ordem cronológica e mais 14 episódios novos contando acontecimentos que ocorrem entre algumas partes da história apresentada no primeiro anime, além disso, mais uma polêmica surgiu. Dessa vez por conta da famosa endless eight, uma parte da obra em que os personagens entram em loop temporal, revivendo vários vezes os acontecimentos de parte do mês de agosto. A polêmica se deu pela escolha do estúdio de usar 8 episódios quase que idênticos para contar a trama deste evento, dando a  impressão de que isso se seguiria até o fim do anime. Muitos fãs se irritaram com esta escolha do estúdio, chegando inclusive a dizer que o estúdio estava fazendo aquilo para poupar trabalho e economizar dinheiro, mas no fim o anime ainda se manteve em alta e a fama da obra seguia grandiosa. No ano seguinte o filme Suzumiya Haruhi no Shoushitsu foi um fenômeno e desbancou a bilheteria de outras famosas que saíram obras no ano de seu lançamento, se tornando tanto um sucesso de crítica quanto de público. Além das séries de tv e do filme, duas séries spin-offs de comédia foram lançadas na internet, Suzumiya Haruhi-chan no Yuutsu e Nyoron Churuya-san, ambas também fizeram bastante sucesso. O estranho é que depois do filme, nada mais foi falado com relação a uma continuação animada, nem para tv, nem para internet, nem para o cinema. A novel conta atualmente com 11 volumes e continua em publicação. Os dois últimos volumes da novel foram publicados em 2011 no Japão, depois de um hiato de 4 anos. São cerca de 7 novels ainda não exploradas pelas animações, mesmo assim quem sabe se um novo anime de Suzumiya vai sair? Eu e muitos (mas muitos mesmo) esperamos que saia.

1º lugar – Seto no Hanayome

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Exibição original:
De 2 de abril de 2007 a 1 de outubro  de 2007 (Série de TV)| 3 de abril 2008 e 5 de janeiro de 2009 (OVA)
Estúdio: Gonzo e AIC
Diretor:
Kishi Seiji
Mídia Original:
Mangá
Autor da obra Original: Kimura Tahiko

Seto no Hanayome é uma anime de comédia baseada na obra homônima de Kimura Tahiko, e quando eu falo comédia, eu me refiro a uma daquelas que você chora de tanto rir. A obra não recebeu o melhor dos tratamentos, mas ainda assim é louvável o esforço feito pelos estúdios Gonzo e AIC ue no fim das contas criaram um bom anime. O mangá foi encerrado em dezembro de 2010 com  ao todo 16 volumes e tal como Kekkaishi, com o fim do mangá, muitas das esperanças de um anime que apresentasse a continuação da obra se foram, mesmo assim, por mais que hajam outros animes que adoraria ver a continuação, hoje em dia Seto é o anime que mais me agradaria ver a continuação, afinal os dois episódios do OVA não foram o bastante para matar as saudades e já faz quase 7 anos que espero ver um final animado para a história de Nagasumi, Sun, Lunar e cia. Sem dúvida uma das melhores obras de comédia da minha vida.

Antes de terminar esse texto, vale pelo menos fazer uma menção honrosa  a mais duas outras obras que queria muito ver a continuação, o anime de ciclismo Over Drive e o anime de comédia Danshi Koukousei no Nichijou

Bem, é isso! Esse é meu top 5 de continuações que espero até hoje, qual é seu?

Extras de mangá #4: Qual a importância de uma boa capa? e Top 3 nacional – Capas de Mangá

Começa mais uma edição da coluna mais quadrinística desse blog, onde o assunto é mangá e apenas mangá (se bem que dar pra falar de outras coisas também). Hoje vou compartilhar um pouco de minha opinião sobre um dos itens mais importantes de qualquer quadrinho, afinal um livro pode não ser bem julgado pela sua capa, mas uma boa capa pode vender quase que qualquer livro.

Sempre curto quando capa e contra capa fazem parte da mesma imagem, só não tenho muita coragem de abrir um mangá assim!

Sempre curto quando capa e contra capa fazem parte da mesma imagem, só não tenho muita coragem de abrir um mangá assim!

Existe um ditado que diz que não se deve julgar um livro pela capa, mas também existe um que diz que a primeira impressão é a que fica. Em se tratando de qualquer material vendável, as duas informações são importantes, primeiro porque o conteúdo é o item mais importante desse material, porém uma bela aparência é capaz de vender quase qualquer coisa.  A capa é o primeiro contato que a pessoa tem com o quadrinho e por isso mesmo é importante que ela chame a atenção.

No caso de quadrinhos ocidentais é comum o capista não ser o mesmo desenhista da obra, pois uma capa costuma ser criada já com a intenção de chamar a atenção e vender a obra, porém isso não ocorre com os mangás, onde os capistas são os desenhista da própria obra, por isso mesmo é comum uma capa ter diretamente relação com o que está acontecendo na obra no volume em questão, embora isso não seja uma regra e autores como Akira Toriyama de Dragon Ball, às vezes fazem capas que não tem nada haver com a trama contada.

É importante lembrar que mangás costumam ter histórias que duram vários volumes, então a capa mais importante costuma ser sempre a do primeiro volume, pois uma vez fisgado, o leitor provavelmente continuará acompanhando a obra, ou pelo menos as capas dos volumes subsequentes não influenciará tanto em sua escolha de continuar ou não o mangá. Além disso, pelo mesmo motivo da extensão de um mangá, os leitores mais acostumados com esse tipo de obra não julgam muito do que se passará nela pela capa, pois mangás tendem a demorar um pouco a engrenar, geralmente um volume inteiro ou dois.

Outra coisa interessante voltada ao poder de venda de uma capa de um volume de uma HQ está relacionado ao público alvo. Dentro do Japão é comum muitos dos leitores que compram volumes de mangá já conhecerem parte da obra devida a publicação dos mesmos em revistas especializadas, as antologias. O volume de um mangá então é um compilado de vários dos capítulos publicados em uma antologia e embora haja muitos leitores que comprem apenas os compilados, um grande parte do público compra os volumes após conhecer o mangá nas antologias, por isso a capa acaba sendo mais um agrado para o leitor do que um item feito para tornar o mangá mais vendável, embora seja claro que o valor de vendagem de uma capa também é levado em consideração para que a mesma seja aprovada. Já no ocidente, em caso raros, as capas de um mangá são diferentes das versões  japonesas para tornar o mangá ainda mais vendável, pois os leitores ocidentais quase sempre não tem acesso a antologias, apenas aos compilados. Um caso desses que chamou atenção nos últimos anos foi o do mangá Sankarea, cuja a capa do volume 1 japonesa lembra a capa de um romance, enquanto que a norte-americana lembra um história de terror com zumbis. Na prática Sankarea é uma história de romance com uma garota que virou zumbi.

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Enfim, capa por capa, público por público, o que mais interessa para nós fãs é ter um material de qualidade e bonito, afinal se nos empolgamos tanto com uma simples página colorida é claro que um verdadeiro fã de mangá sempre gosta de uma boa capa e também como qualquer fã de quadrinho há sempre aquela capa ou aquelas capas que nos são memoráveis.

Top 3 nacional – Minhas capas de mangá preferidas

Dessa vez um top simples e que pode gerar muitas discordâncias, além disso, não deu para pesquisar em todos os mangás que possuo, pois alguns estão emprestados e outros bem antigos  eu infelizmente não tenho mais, mesmo assim me sinto satisfeito com minha lista. Curtam abaixo meu top 3 e coloque nos comentários os seus.

3º lugar

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Summer Wars volume 1

Sempre acho a arte do Yoshiyuki Sadamoto muito bonita e também gosto muito das capas de Evangelion, inclusive a dos volume 4, antigo volume 7 nacional, que mostra a Asuka pela primeira vez é minha preferida, no entanto a arte de Summer Wars é ainda mais bonita e em especial a dessa primeira capa ( ia ser legal se lançassem Ookami Kodomo no Ame to Yuki por aqui, pois pra mim, a arte deste título é a obra prima do Sadamoto).

2º lugar

Dragon Ball Volume 15

Dragon Ball volume 15

O Toriyama sempre faz capas maneira e vez por outra ele fazia brincadeiras na capa de Dragon Ball sendo que essa do volume 15 é a  minha capa preferida da obra, já se eu levasse em consideração a da edição definitiva de Dragon ball que tem uma relevo na imagem de capa, o que dar um ar ainda mais luxuoso a obra, minha preferida é a do volume 9, que tem o Piccolo Daimao.

1º lugar

Berserk volume 68

Berserk volume 68

O mais maneiro dessa capa do Miura é que ela passa bem a ideia da armadura de Berserk, que pra quem não sabe é uma armadura que dar um poder incrível a seu usuário, mas que o deixa em um estado de fúria quase incontrolável. Essa imagem não só mostra o Gutz usando a armadura, como passa a impressão que ela está engolindo ele e isso demonstra muito bem a luta que o Gutz tem que travar para controlar o poder supracitado toda vez que usa essa armadura, antes que ela é que acabe o usando.

Nos vemos no próximo post!

Este é meu TOP 5 de… Mangakas Preferidos

Provavelmente esse será um dos tops mais contestados, mas vale lembrar que é meu top pessoal, por isso seria interessante quem pensa diferente por seu top nos comentários, junto a suas justificativas se possível, isso seria até interessante para que os leitores conhecessem outros autores, pois de fato minha lista só contém figurinhas carimbadas e provavelmente já esperadas pelos leitores.

Antes de mais nada, esse texto não está sendo publicado novamente na terça, como deveria, pois devido a problemas na minha internet não pude gravar o podcast da semana, dessa forma nada de Yopinando Shinbun hoje… Sem mais delongas, hora de criar desavenças, ou quase isso…

5º Lugar

Kentaro Miura

Kentaro Miura

Kentaro Miura

Obras publicadas: Miuranger, Ken e no Michi, Futanabi, Noa, Berserk Prototype, King of Wolves, Berserk,  Gigantomachia, Ouron Den e Japan

O primeiro desse top é um dos meus artistas preferidos, embora só tenha lido Berserk, sua obra mais famosa. A habilidade dele em construir cenários e monstros é incrível, além de desenhar muito bem os personagens principais de sua obra e  criar cenas de ação inigualáveis. Claro que gosto muito do Miura roteirista, mas sem dúvida é como desenhista que ele mais se destaca. O grande problema é que passado tantos anos de carreira, ele parece ter decidido de vez não ligar mais tanto para a expectativa de seus fãs em ver a continuação de sua obra prima e, assim sendo, a publica em intervalos irregulares e longínquos, por vezes se dedicando a outros trabalhos , como o fará em 2014, mesmo assim não havia como não mencioná-lo nesse top.

4º lugar

Takehiko Inoue

Takehiko Inoue

Takehiko Inoue

Obras publicadas: Baby Face, Buzzer Beater, Chamelion Jail, Piercing, Real, Slam Dunk e Vagabond

Se  estivesse julgando arte ou carisma, o Inoue seria com certeza o primeiro da lista, mas como este não é o caso, infelizmente ele fica apenas em quarto, afinal, por mais que algumas das obras de Inoue sejam inigualáveis, li relativamente pouco da maioria delas e minha preferida não poderia ser outra senão Slam Dunk. Os roteiros do autor também são muito bons, porém nem tanto pela história em si, mas pela forma como ele constrói os personagens. Takehiko Inoue é sem dúvida um dos mais incríveis quadrinistas da atualidade!

3º Lugar

Eiichiro Oda

Eichiro Oda

Eiichiro Oda

Obras publicadas: One Piece e Wanted

E aqui começam as contestações… Todos que acompanham o blog sabem que One Piece é uma das minhas obras preferidas, principalmente o anime, então não deve ser uma surpresa tão grande o Oda está na minha lista. Não acho o Oda lá um grande desenhista, embora goste de seu traço, mas como roteirista é inegável que ele tem muitas qualidades, primeiro com relação a construção de seus personagens, fora que ele costuma não abandonar a maioria dos coadjuvantes, os utilizando em vários momentos marcantes de sua obra. Além disso, acho a Grand Line do mangá One Piece, uma das invenções mais incríveis da história dos mangás shounens, pois é simplesmente um lugar em que tudo (tudo mesmo) pode acontecer sem que explicações detalhadas sejam criadas, contanto que haja algum motivo divertido para aquilo ser do jeito que é. Sei que muitos podem não achar  o Oda esse grande mangaka, mas fazer o quê? Para mim, por toda a diversão que ele me proporcionou e que continua proporcionando é mais do que merecido ele está neste top.

2º lugar

Shimoku Kio

Se acharem uma foto boa do rosto dele por favor me enviem, por fiquem com as mãos e com um desenho de Shimoku Kio

Se acharem uma foto boa do rosto dele por favor me enviem, por enquanto fiquem com as mãos e com um desenho de Shimoku Kio

Obras publicadas: Genshiken, Genshiken Nidaime, Genshiken Return of The Otaku, Gonensei, Yonensei, Jigopuri, Kujibiki Unbalance e Spotted Flower

O que dizer de Shimoku Kio? Ele não é o desenhista mais incrível, nem o roteirista mais memorável que conheci, mas é o autor do meu mangá preferido, Genshiken. Eu gosto da arte dele, mas admito que não é a que mais me maravilha, porém seus personagens, sua forma peculiar de referenciar outras obras e principalmente a forma como descreve as situações do dia dia pela ótica otaku, são características que gosto muito nas obras do autor. Além disso, seu tipo de comédia me agrada bastante.

1º lugar

Naoki Urasawa

Naoki Urasawa

Naoki Urasawa

Obras publicadas: Beta!!, Yawara!, Pineapple Army, Dance Policeman, Master Keaton, NASA, Happy!, Monster, Jigoro, 20th Century Boys, 21st Century Boys, Pluto, Billy Bat, Mangari Michi e Master Keaton Remaster.

Por mais que goste de outros autores, nenhum supera Naoki Urasawa em obras que me deixam empolgado, além de ter uma arte única, que embora não seja a mais bela, é  uma das que melhor retratam personagens não japoneses e japoneses. Se por um lado Urasawa não é um desenhista brilhante, como roteirista é difícil pensar em alguém que o bata. Ele não só é um gênio em criar roteiros interessantes, como o faz sem seguir um padrão específico, mesmo que em Monster e 20th Century Boys, meus mangás preferidos deste autor, ele tenha uma narrativa similar, o mesmo se diferencia bastante em obras como Yawara! e Master Keaton. Fora que ele reviveu a lenda de Astro Boy em seu mangá Pluto e, que me desculpe o Deus dos Mangás, de forma mais sublime do que a obra original, embora tenhamos que convir que são obras bem diferentes em termos de profundidade e público alvo. Naoki Urasawa merece sem dúvida essa posição em meu top 5 de mangakas preferidos e dificilmente irá perdê-la nos próximos anos, quem sabe daqui a uma ou duas décadas?

Menções Honrosas

Osamu Tezuka, Akira Toriyama e Masakazu Katsura

Nenhuma lista de mangakas escrita por mim estaria completa se não citasse o Deus dos Mangás, que é um dos homens que mais me inspira e não só por ser um grande quadrinista e nem por tudo que representa para os mangás e animes, mas pela história de vida que possui. Que eu sou fanboy do Tezuka todo mundo deve saber, porém não tem como não admirá-lo ao conhecer sua história. Já Akira Toriyama é e sempre será o meu mangaka comediante preferido, fora que não só eu, como maioria dos que devem está lendo esse post, devem parte de seu infância ao criador de Dragon Ball. Por fim, se Takehiko Inoue é o melhor desenhista de mangás da atualidade em minha opinião, o segundo melhor é sem dúvida Masakazu Katsura.

Então é isso! Coloquem nos comentários o top de vocês e até o próximo post!

Kenpuu Denki Berserk

Berserk

Berserk

“A vingança é o que motiva ele a viver e o que lhe dar forças. É sua maior inimiga e a sua única aliada”

Relatando…

Gutz é um homem que foi marcado pelo estigma e por isso vive sendo atormentado por demônios e outras criaturas do outro mundo, porém ele decidiu virar o caçador e não a caça. Seu desejo vingança se torna cada vez mais forte quando seu estigma começa a latejar, o que ocorre toda vez que está próximo a um demônio. Este guerreiro, que também é conhecido pela alcunha de cavaleiro negro, não possui um dos braços, em seu lugar há uma prótese metálica que esconde um canhão poderoso, mas na verdade sua principal arma sempre foi e sempre será a espada. Enfim, a trama deste anime conta o passado de Gutz e de onde vem este desejo de vingança.

Nascido como filho de um cadáver, Gutz foi adotado pela esposa de Ganbino, o líder de um grupo de mercenários. Depois da morte de sua esposa, Ganbino que culpou Gutz por este acontecimento, tornou o garoto um mercenário também, além disso, ele vende o corpo do garoto para um de seus homens. Em um ataque de bebedeira Ganbino tenta matar Gutz, mas é o jovem que mata Ganbino e foge do grupo de mercenários de seu pai adotivo para tornar-se um espadachim solitário.

Logo criança, Gutz empunhava uma espada muito maior que ele e possuía uma força e uma habilidade invejável entre os mercenários. E para obter este poder, Griffith, um garoto conhecido como o falcão branco, acaba por duelar com Gutz e vence. Após a vitória de Griffiith, Gutz se ver obrigado a entrar para o bando do falcão, o grupo mercenário comandado por Griffith. Neste grupo Gutz conhece Caska, uma jovemhabilidosa e sagaz que se toernará o amor do espadachim negro no futuro. Além disso, Gutz conhece as primeiras pessoas que se tornarão seus amigos.

O grupo, embora composto por jovens, acaba vencendo batalha após batalha e ganhando cada vez mais fama, porém um episódio marcaria as lembranças de Gutz ainda jovem. Griffith, que além de comandante se tornara um grande companheiro para Gutz, vendera seu corpo para um nobre afim de obter recursos para seu bando. Após esta situação, Griffith apresenta a Gutz o seu amuleto, Behelit, conhecido como ovo do rei e que viria a ser um objeto terrível para o guerreiro no futuro. Após ver Griffith fazer o que fez, Gutz finalmente percebera a dimensão do sonho de seu comandante, sonho esse que unira os homens do bando do falcão. O sonho de ter o seu próprio reino.

Anos se passam e o bando do falcão ascende para exército do falcão sobre a bandeira do reino de Midland. Gutz se torna um comandante e Griffith se torna o general do exército do falcão. Muitas coisas aconteceriam neste período, como a primeira batalha entre Gutz e o demônio  Zood, O Nosferato, e o romance entre Griffith e a princesa do reino de Midland (fato ainda não revelado para  a corte), mas houve um acontecimento que marcou Gutz profundamente  e o fez pensar sobre seu futuro, trata-se de uma ocasião em que este ouviu uma conversa entre Griffith e a princesa, esta conversa fez Gutz a abandonar o exército do falcão, não por raiva, mas para que pudesse um dia alcançar o nível ao qual ele pudesse realmente se considerar amigo de Griffith, no entanto a saída de Gutz abala Griffith, que comete um terrível erro e é preso no reino de Midland, enquanto que os remanescentes do exército do falcão passam a ser caçados.

Após 1 ano, Gutz reencontra-se com o bando do falcão que está agora sendo comandado por Caska e que permanecera fugindo durante todo este tempo, porém a volta, mesmo que provisória, de  Gutz levanta o ânimo do bando do falcão, que arma um plano para resgatar Griffith, mas em vez de resgatar um falcão imponente, o que se ver é uma ave abatida, quase morta e essa ave quase morta, usa o poder do Behelit e em troca do sacrifício de todo o seu bando se torna um dos reis dos demônios apóstolos, através de uma cerimônia demoníaca chamada eclipse. Gutz  perde um braço na cerimônia e ainda ver Griffith, agora transformado em Fent, estrupar Caska. Enfim, Gutz e Caska são salvos por um cavaleiro desconhecido e macabro em forma de esqueleto e promete caçar Fent até matá-lo independente de quanto tempo isso demore.

(mais…)