O ogro azul dos fãs de anime e mangá…

Posts marcados ‘lolicon’

Considerações Finais Sobre Astarotte no Omocha!

Continuando a lista de animes que eu prometi comentar após ter visto devido a extinta coluna Hora de Aventura, mas especificamente devido a punição referente ao não ter completado a meta da edição 5 da coluna (essa punição foi apresentada na edição 6 dessa coluna), hoje irei falar quais são as minhas considerações finais sobre a série lolicon Astarotte no Omocha!

Um Lolicon que tenta não apelar demais, mas...

Um Lolicon que tenta não apelar demais, mas…

Antes de qualquer coisa, esse texto não é uma resenha de Astarotte no Omocha! e pode apresentar alguns spoilers leves, então se você não conhece este anime, recomendo ler a resenha do Yoi Yume que pode ser lida clicando aqui.

Ficha Técnica
Título:
Astarotte no Omocha
Sinônimos: Lotte no Omocha!
Obra Original: Mangá
Autora da Obra Original: Haga Yui
Gêneros: Comédia, Ecchi, Lolicon, Romance
Demografia da revista em que é publicado o mangá: Seinen
Número de episódios: 12
Ano de Lançamento: 2011
Produtora: Diomedea
Diretor: Oizaki Fumitoshi

Astarotte no Omocha conta a história de uma succubus da realeza de um mundo fantástico que tem apenas 10 anos e que por não gostar de homens, na verdade por ter medo de se relacionar com eles, decidiu que seu harém seria formado apenas por humanos, pois estes seres a muito não aparecem no mundo fantástico em que  esta princesa succubus vive. Porém, um jovem adulto humano acaba sendo transportado para esse mundo junto à sua filha de também 10 anos e passa a ser o único membro do harém da protagonista. Ao longo do anime a relação entre a protagonista e o jovem vai se  tornando mais intensa até se tornar um romance e de fato culminar em uma aceitação completa da mesma em tê-lo em seu harém. Vale ressaltar que a filha desse humano, por um acaso do destino, é irmã da protagonista, já que a mãe da protagonista em uma pequena fuga ao mundo humano anos antes teve uma relação sexual com este. Então ela engravidou e logo que a criança nasceu, a mãe de nossa protagonista deixou a criança com o jovem humano supracitado.

O roteiro da série é bem simples e gira em torno da descoberta dos sentimentos que a protagonista feminina vai tendo pelo protagonista masculino. Infelizmente não parece haver personagens originais, ao menos é muito fácil perceber vários outros personagens que se assemelham a quaisquer um dos personagens desse anime, talvez por isso é difícil se apegar a eles e provavelmente ao longo da série você no máximo se importará com a protagonista feminina. Por isso mesmo eu fiz questão de não apresentar o nome dos personagens, pois não estivesse no título do anime, nem mesmo o nome da protagonista você iria lembrar 30 minutos depois de ver qualquer um dos episódio (talvez eu esteja exagerando, mas que são personagens esquecíveis facilmente, isso são).

O desenrolar da história é bem maçante e o abuso de clichês como episódios da praia e cenas de fanservice com falas de duplo sentido, mesmo quando apenas há personagens crianças, é bem irritante. Vale ressaltar que essas cenas de clichê ecchi, mesmo geralmente sendo leve, praticamente ditam o tom da série. Claro que também há cenas de drama bem trabalhadas, mas o abuso de clichês de personalidade, principalmente do lado tsundere da protagonista e do lado jovem adulto despreocupado do protagonista masculino, quebram o clima da maioria dessas cenas.

Apesar das personalidades de cada personagem serem bem genéricas, o conjunto dos mesmos funciona bem. É interessante notar que quando qualquer um dos protagonistas não está contracenando com o outro protagonista, ou com qualquer membro de seu circulo familiar, suas ações são bem mais interessantes e até mais plausíveis. Não que o relacionamento dos protagonistas seja de todo ruim, mas é impressionante como o exagero dos clichês de personalidades são acionados no máximo nesses momentos tornando grande parte dessas cenas irritante, pelo menos durante os primeiros dois terços do anime. Por sinal, o anime melhora bastante nos últimos episódios, nada que o torne lá uma grande série de romance, mas há piores. Com relação ao roteiro, o último ponto que gostaria de destacar está relacionado a comédia do anime que simplesmente poderia ser jogada fora, porque é difícil rir de alguma cena nesta série, até porque todas as piadas parecem retiradas de outros animes. Talvez se você nunca viu um anime ecchi/lolicon/romance, você consiga esboçar um sorrisinho de canto da boca com alguma cena de mal entendido.

Basicamente minha reação por ter de terminar esse anime.

Basicamente minha reação ao ver a maioria dos episódios desse anime.

O design de personagens e a animação do Diomedea são bem interessantes, apesar de o design de cenários não impressionar em momento algum. Os efeitos visuais também não desagradam. No geral a identidade visual do anime cumpre seu papel, o que não significa que ela vá agradar muita gente. A trilha sonora também não vai  impressionar, mas não chega a ser ruim. Por fim, não tem como culpar qualquer que seja o dublador de não se esforçar, pois o trabalho da equipe de dublagem certamente é a melhor parte do anime e não chega a ser memorável devido aos péssimos diálogos. É muito difícil encontrar um diálogo interessante que seja.

Enfim, Astarotte no Omocha está longe ser um bom anime, mas há séries bem piores e sinceramente ele entrega o que promete, nada mais e nada menos. Se você gosta de séries de fantasia com monstros mitológicos antropomorfizados em mulheres bonitinhas e de um romance lolicon que não seja tão pesado, pode ser que o anime até o agrade. Caso contrário, passe longe dessa série.

Rizelmine

Shimashou shimashou shimashou

Shimashou shimashou shimashou

“Um romance divertido e complicado, cheio de surpresas e ótimas piadas. Mimashou?”

Relatando…

Tomonori Iwaki é um garoto de 15 anos de idade que gosta de mulheres mais velhas. Ele estava apaixonado por sua professora, mas ficou extremamente decepcionado ao saber que ela ia se casar e pra piorar a história, ele também foi forçado a se casar, mas não com uma mulher mais velha, e sim com uma garotinha de 12 anos, tudo devido ao poder do governo, que forçou ele a se casar.

Rizel é uma garotinha de 12 anos super feliz, mas que tem duas pequenas diferenças em relação as outras garotas. A primeira é que ela tem 3 pais, que são agentes do governo, e 3 mães, que são cientistas que trabalham pro governo, e a segunda é que suas lágrimas são feitas de nitroglicerina, ou seja, quando ela chora vai tudo pelos ares. Ela também não se lembra de muitas coisas do seu passado, mas de uma coisa ela sabe, que ama um garoto chamado Tomonori Iwaki. E devido a imposição do governo, ela e Iwaki acabam se tornando Marido e Mulher.

Iwaki ao receber a notícia de que devia se casar com Rizel  imediatamente recusa, isso acaba por fazer Rizel chorar e assim ele descobre sobre a diferença das lágrimas de Rizel em relação as das outras pessoas, diferença essa que será um tormento em sua vida. Além disso, ele acaba tendo que conviver com ela por imposição do governo, convivência bem vista por seus pais que recebem uma recompensa toda vez que sua casa sofre danos devido as lágrimas derramadas por Rizel.

Rizel acaba também por frequentar a escola de Iwaki e por descobrir mais e mais coisas sobre o mundo fora do laboratório onde morava, faz muitos amigo e também faz, com Iwaki, muitas coisas pela primeira vez. Iwaki acaba sofrendo muito ao ter que suportar as lágrimas de Rizel e a convivência amigável entre seus pais e  os 3 pais de Rizel, e acha que os seus pais, praticamente o venderam para o governo, no entanto, aos poucos, ele também conhecerá mais e mais coisas que ele nunca tinha pensado que ia conhecer, e percebe que além de agitada, estranha e quase mortal, a vida que tem ao lado de sua adorável esposa será inesquecível e que Rizel será alguém muito importante para ele.

(mais…)